FAAP tem 14 cursos de graduação com nota 4 estrelas no ranking do Guia da Faculdade, elaborado pelo Estadão e pela Quero Educação


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Os critérios utilizados foram a qualidade do projeto pedagógico do curso, o corpo docente e a infraestrutura da Instituição 

O Guia da Faculdade, uma parceria entre o Estadão e a Quero Educação, divulgou o ranking das instituições privadas de ensino mais bem avaliadas do País. Foram convidados mais de 10 mil professores universitários para avaliar 17 mil cursos de graduação, em dezenas de áreas do conhecimento. 

Todas as instituições de Ensino Superior cadastradas no Ministério da Educação foram analisadas, considerando cursos que estão recebendo novos alunos, tanto na modalidade presencial quanto na modalidade à distância. Para integrar a lista, as graduações precisam ter ao menos uma primeira turma com alunos já formados. 

O Centro Universitário Armando Alvares Penteado teve 14 cursos que receberam avaliação 4 estrelas: Administração, Arquitetura e Urbanismo, Animação, Jornalismo, Artes Visuais, Publicidade e Propaganda, Economia, Rádio, TV e Internet, Cinema, Relações Internacionais, Design, Relações Públicas, Moda e Direito. 

A conquista reforça a nossa imagem como uma instituição comprometida com a excelência do ensino e com a formação de profissionais qualificados, que irão ocupar posições de destaque no mercado de trabalho. 

Os critérios utilizados para o ranking do Estadão e da Quero Educação foram a qualidade do projeto pedagógico do curso, o corpo docente e a infraestrutura. Cada curso foi avaliado por seis professores. 

Além da qualidade dos cursos oferecidos, a FAAP possibilita que o aluno faça intercâmbio em uma das 380 instituições estrangeiras parceiras, sediadas em 50 países.

A FAAP também dispõe do Business Hub, que fomenta o empreendedorismo, fornece mentoria, workshops, contato com investidores-anjo e um espaço de coworking. Ainda conta com uma área de Gestão de Carreiras, que administra programas de estágio, efetivos e trainees e oferece serviços de coaching e orientação profissional. 

A instituição também foi pioneira ao promover sistemas de ensino como a formação múltipla, em que o aluno tem a opção de cursar até quatro disciplinas extras de outros cursos de graduação, sem custos, com o objetivo de desenvolver habilidades como versatilidade e capacidade para atuar em diferentes contextos.  

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Poucos setores brasileiros passaram por uma evolução tão grande quanto a carne bovina. No último ano, o Brasil não apenas manteve sua força nas exportações, mas assumiu também a liderança mundial na produção, com 12,35 milhões de toneladas produzidas, 3,5 milhões exportadas e quase US$ 18 bilhões em vendas externas.   Os números impressionam, mas, por si só, não explicam essa trajetória. Eles revelam a dimensão da responsabilidade que o Brasil passou a assumir no abastecimento mundial de proteína animal.  A carne bovina brasileira está presente em mais de 170 mercados, mas cerca de 70% de tudo o que produzimos continua no Brasil. É uma cadeia que atende o mundo sem deixar de abastecer a mesa dos brasileiros.   Essa posição não foi conquistada por acaso. É resultado de décadas de trabalho de pecuaristas, frigoríficos, técnicos, pesquisadores, autoridades sanitárias e profissionais que entenderam que produzir bem não bastava. Era preciso garantir regularidade, qualidade, sanidade e capacidade de atender o que cada mercado exige. Trata-se de uma construção coletiva, baseada na cooperação entre os setores público e privado, que consolidou a credibilidade internacional da carne bovina brasileira.  O mundo está mudando e o mercado da carne também. Países que historicamente tiveram grande produção enfrentam redução de rebanho, custos mais altos e limitações para ampliar a oferta. Ao mesmo tempo, cresce a demanda por proteína em regiões como a Ásia, o Oriente Médio e parte da África.  O Brasil tem espaço para ocupar parte dessa demanda. No ano passado, o país tinha 195,5 milhões de cabeças de gado, o maior rebanho comercial do mundo. Entre 2005 e 2025, a produção brasileira de carne bovina aumentou 41%, enquanto a área de pastagens diminuiu.   A pecuária brasileira de hoje é diferente da de duas décadas atrás. Temos mais genética, melhor manejo, nutrição mais precisa, confinamento, terminação intensiva a pasto, integração com outras atividades e mais tecnologia dentro da fazenda e da indústria.   Mas não há espaço para achar que o trabalho está pronto.   A abertura de mercados, a rastreabilidade, a agenda ambiental, os controles sanitários, as exigências de consumidores e as regras comerciais vão continuar influenciando diretamente o futuro da carne brasileira. O Brasil precisa estar preparado para responder a isso com informação, transparência e capacidade técnica.  A Associação Brasileira das Indústrias Exportadoras de Carnes (ABIEC) atua justamente nessa frente. Representamos uma indústria responsável por praticamente todas as exportações brasileiras de carne bovina. Trabalhamos para abrir mercados, defender o setor, dialogar com governos, acompanhar regulações internacionais e mostrar ao mundo o que a cadeia brasileira tem construído.   Só que esse ambiente exige gente preparada. A cadeia da carne deixou de ser um assunto restrito à fazenda ou ao frigorífico. Hoje, quem trabalha no setor precisa entender de produção, mercado, comércio exterior, sustentabilidade, sanidade, logística, legislação e comunicação.   Foi pensando nisso que criamos a Beef School, curso de extensão da ABIEC com a FAAP. A proposta é aproximar quem quer conhecer melhor a cadeia da realidade de um setor que movimenta mais de R$ 1,15 trilhão por ano e responde por cerca de 9% do PIB brasileiro.   A liderança conquistada pelo Brasil não é um ponto de chegada. É um compromisso permanente com a excelência, a inovação e a capacidade de evoluir. O futuro da carne bovina brasileira será construído por profissionais capazes de compreender as transformações do mercado, antecipar desafios e transformar conhecimento em vantagem


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