MAB FAAP inaugura exposição “Reverberações Surrealistas” com 137 obras de 87 artistas


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ANATOL WLADYSLAW, Sem título, 1986, Óleo sobre tela _ Acervo MAB FAAP


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O Museu de Arte Brasileira da FAAP (MAB FAAP) abrirá suas portas para a exposição Reverberações Surrealistas no dia 25 de junho, terça-feira, até 1º de setembro de 2024. A mostra, inspirada no movimento surrealista, será realizada na sala Annie Alvares Penteado e apresentará 137 obras de 87 artistas, todos com influência do surrealismo. As obras dialogam com a exposição Desafio Salvador Dalí, em cartaz também no MAB.

A curadoria é de Laura Rodríguez, graduada e pós-graduada pela FAAP. Trabalha com o MAB desde 2004, e assumiu a Coordenadora de Curadoria e Acervo do museu em 2018. “O MAB FAAP decidiu esse ano homenagear os 100 anos do Manifesto Surrealista. Além de sediar no Brasil o Desafio Salvador Dali, uma mostra abrangente sobre a obra do artista espanhol, apresenta agora uma seleção de obras do seu acervo, que denotam uma influência ou afinidade com esse movimento vasto e importante da história da arte mundial”, afirma a curadora.

Núcleos Expositivos:

Surrealismo entre os Modernistas: Apresenta obras que incorporam características do movimento surrealista, com alguns artistas que estiveram na Europa entre os anos 1920 e 1940, trazendo os ideais do movimento ao Brasil.

Realismo Mágico: Neste núcleo serão exibidas pinturas alemãs com características surrealistas. Com obras dos artistas Walter Lewy, Hein Heckroth e Heinz Kühn, além de artistas que participaram do Realismo Mágico no Brasil, como Wesley Duke Lee.

Grupo Phases: Movimento francês dos anos 1950 que chegou ao Brasil na década seguinte. O grupo defendia a expressão livre e gestos espontâneos associados aos imaginários mágico e folclórico. Além disso, destacavam a produção de crianças, pessoas com doenças mentais, povos não ocidentais e artistas populares. Entre os artistas deste núcleo, estão Fernando Odriozola, Flávio Shiró, Bernardo Cid, Wesley Duke Lee e Bin Kondo.

Paisagens Metafísicas: Obras que remetem à vertente desenvolvida pelos italianos Giorgio de Chirico e Carlo Carrà na década de 1910. Inclui obras de Cecília Suzuki, Flavio Bassani, Isabel Pons, Eduardo Iglesias, Luiz Paulo Baravelli, Lula Cardoso Ayres e Sergio Vaz de Almeida Christovão.

Sonhos e Fabulações: Núcleo que explora o mundo onírico incorporado pelo surrealismo. Obras de Marcello Grassmann, Roberto Magalhães e Guilherme de Faria são destaques.

Fotografia Surreal: Fotografias com efeitos fantasiosos e elementos do surrealismo. Artistas como Amanda Mei, Klaus Mitteldorf e Mario Cravo Neto estão presentes.

Cartazes de Cinema Surrealista: Apresenta cartazes de filmes da coleção da Filmoteca FAAP, incluindo títulos como “Medo e Delírio” de Terry Gilliam, “O Homem Elefante” de David Lynch, “A Forma da Água” de Guillermo del Toro, “Terras” de Maya Da-Rin, entre muitos outros.

Ficções Contemporâneas: Obras contemporâneas que dialogam com a fantasia e a invenção fabulosa. Entre os artistas, estão Guilherme de Faria, Genietta Varsi, e Guerreiro do Divino Amor, artista suíço-brasileiro. Alguns artistas presentes estiveram na Residência Artística FAAP – São Paulo.

Serviço

Visitação: de 25 de junho, terça-feira, a 1º de setembro de 2024

Sala Annie Alvares Penteado

MAB FAAP

Endereço: Rua Alagoas, 903 – Higienópolis

Horário de funcionamento:

De terça-feira a domingo, das 9h às 20h (acesso até 19h30)

Fechado às segundas-feiras, inclusive quando feriado

Entrada gratuita


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Business and International Affairs

Missão “Doing Business in China” leva alunos da FAAP a uma imersão no maior polo de inovação da Ásia  

Alunos dos cursos de Administração, Economia e Relações Internacionais da FAAP participaram, em julho, da missão internacional Doing Business in China, iniciativa vinculada ao Programa Business and International Affairs (BIA), que proporcionou uma imersão acadêmica e profissional em alguns dos mais importantes centros de inovação, negócios e relações internacionais da China.   Ao longo de quase duas semanas, a delegação percorreu Pequim, Hangzhou e Xangai, em uma programação que integrou universidades de excelência, empresas líderes globais, instituições financeiras multilaterais, órgãos de governo e organizações responsáveis por fortalecer as relações entre Brasil e China.   O grupo foi acompanhado pela professora Fernanda Magnotta, coordenadora do curso BIA e idealizadora da missão, e por Juliana Baeza, coordenadora de Relações Institucionais da FAAP.   Entre as atividades, os estudantes visitaram a University of International Business and Economics (UIBE) e a Zhejiang University, uma das principais universidades da Ásia, além do parque tecnológico TusStar, ligado à Universidade Tsinghua, considerado um dos mais relevantes ecossistemas de inovação do país.   A programação também incluiu encontros na Embaixada do Brasil em Pequim e na ApexBrasil, além de visitas técnicas a empresas e instituições como Alibaba, Dahua Technology, Supcon, Meituan, Vale, Suzano, Banco do Brasil e o Novo Banco de Desenvolvimento (NDB), conhecido como Banco dos BRICS. Os estudantes ainda tiveram contato com aspectos históricos, culturais e sociais da China, ampliando a compreensão sobre o país para além do ambiente de negócios.   Para Fernanda Magnotta, a experiência representa uma nova forma de formar profissionais preparados para um ambiente internacional cada vez mais complexo.   “Nosso objetivo nunca foi apenas conhecer empresas ou universidades. Queríamos proporcionar uma experiência capaz de conectar teoria e prática, ampliar horizontes e mostrar aos alunos, no próprio local, como funciona um dos ecossistemas econômicos e tecnológicos mais importantes do mundo. A China precisa ser compreendida a partir da experiência, e foi exatamente isso que vivemos.”   Segundo Juliana Baeza, a missão também evidencia o compromisso da FAAP com uma formação internacional de excelência.  “Foi muito especial acompanhar de perto o crescimento dos alunos ao longo da viagem. Além do aprendizado acadêmico, vimos o desenvolvimento da autonomia, da capacidade de adaptação, do trabalho em equipe e da sensibilidade intercultural. São competências fundamentais para quem pretende atuar em um mercado cada vez mais global.”   A missão integra a estratégia de internacionalização da FAAP e reforça a proposta do curso Business and International Affairs (BIA) de aproximar estudantes dos grandes temas da economia, dos negócios e das relações internacionais por meio de experiências práticas em ambientes de alta relevância global.   Para Victor Grinberg, responsável pela coordenação das Missões Internacionais da FAAP, iniciativas como essa representam um diferencial na formação dos estudantes.   “As missões internacionais permitem que os alunos vivenciem, na prática, aquilo que aprendem em sala de aula. O contato direto com empresas, universidades e instituições amplia repertórios, fortalece competências e transforma a forma como eles enxergam o mundo e suas próprias carreiras.”   Ao final da missão, os participantes destacaram o impacto da experiência na formação acadêmica e pessoal, ressaltando o contato direto com organizações estratégicas, a convivência com diferentes culturas e a oportunidade de compreender, de forma concreta, as transformações econômicas, tecnológicas e geopolíticas que moldam o cenário


MAB FAAP

Exposição “Miró: Mestre das Formas” ganha destaque em primeira mão na coluna de Alice Ferraz, no Estadão 

A exposição “Miró: Mestre das Formas”, que será apresentada pelo Instituto Totex e Museu de Arte Brasileira da FAAP (MAB FAAP) a partir de 7 de agosto, foi destaque em primeira mão na coluna da jornalista Alice Ferraz, publicada nesta terça-feira no jornal O Estado de S. Paulo.   A reportagem antecipa informações sobre a mostra, considerada uma das mais relevantes dedicadas ao artista espanhol Joan Miró já realizadas no Brasil. A exposição reunirá mais de 100 obras originais, entre pinturas, gravuras, esculturas, tapeçarias, fotografias e documentos históricos, proporcionando ao público um panorama abrangente da trajetória e da produção artística de um dos principais nomes da arte moderna do século XX.   Com curadoria de Jordi J. Claverol, a exposição será organizada em cinco núcleos temáticos, permitindo ao visitante percorrer diferentes momentos da carreira de Miró e compreender a evolução de sua linguagem artística.   Na publicação, a Conselheira da FAAP, Sra. Pilar Guillon Liotti, destaca a relevância da iniciativa para a instituição e para o cenário cultural brasileiro:   “Receber no MAB FAAP um conjunto inédito de obras que revela essa trajetória e reafirmar o compromisso do museu com exposições que ampliam o diálogo entre diferentes culturas.”   A coluna também ressalta o caráter inédito da mostra, que trará ao Brasil obras que nunca foram exibidas no país, resultado de um amplo trabalho de articulação internacional realizado em parceria entre a FAAP e o Instituto Totex.   A exposição reforça o compromisso do MAB FAAP em promover grandes mostras internacionais e ampliar o acesso do público brasileiro a importantes referências da arte mundial, consolidando o museu como um espaço de intercâmbio cultural e de valorização do patrimônio


Na FAAP

O futuro da carne bovina brasileira passa pelo conhecimento

Poucos setores brasileiros passaram por uma evolução tão grande quanto a carne bovina. No último ano, o Brasil não apenas manteve sua força nas exportações, mas assumiu também a liderança mundial na produção, com 12,35 milhões de toneladas produzidas, 3,5 milhões exportadas e quase US$ 18 bilhões em vendas externas.   Os números impressionam, mas, por si só, não explicam essa trajetória. Eles revelam a dimensão da responsabilidade que o Brasil passou a assumir no abastecimento mundial de proteína animal.  A carne bovina brasileira está presente em mais de 170 mercados, mas cerca de 70% de tudo o que produzimos continua no Brasil. É uma cadeia que atende o mundo sem deixar de abastecer a mesa dos brasileiros.   Essa posição não foi conquistada por acaso. É resultado de décadas de trabalho de pecuaristas, frigoríficos, técnicos, pesquisadores, autoridades sanitárias e profissionais que entenderam que produzir bem não bastava. Era preciso garantir regularidade, qualidade, sanidade e capacidade de atender o que cada mercado exige. Trata-se de uma construção coletiva, baseada na cooperação entre os setores público e privado, que consolidou a credibilidade internacional da carne bovina brasileira.  O mundo está mudando e o mercado da carne também. Países que historicamente tiveram grande produção enfrentam redução de rebanho, custos mais altos e limitações para ampliar a oferta. Ao mesmo tempo, cresce a demanda por proteína em regiões como a Ásia, o Oriente Médio e parte da África.  O Brasil tem espaço para ocupar parte dessa demanda. No ano passado, o país tinha 195,5 milhões de cabeças de gado, o maior rebanho comercial do mundo. Entre 2005 e 2025, a produção brasileira de carne bovina aumentou 41%, enquanto a área de pastagens diminuiu.   A pecuária brasileira de hoje é diferente da de duas décadas atrás. Temos mais genética, melhor manejo, nutrição mais precisa, confinamento, terminação intensiva a pasto, integração com outras atividades e mais tecnologia dentro da fazenda e da indústria.   Mas não há espaço para achar que o trabalho está pronto.   A abertura de mercados, a rastreabilidade, a agenda ambiental, os controles sanitários, as exigências de consumidores e as regras comerciais vão continuar influenciando diretamente o futuro da carne brasileira. O Brasil precisa estar preparado para responder a isso com informação, transparência e capacidade técnica.  A Associação Brasileira das Indústrias Exportadoras de Carnes (ABIEC) atua justamente nessa frente. Representamos uma indústria responsável por praticamente todas as exportações brasileiras de carne bovina. Trabalhamos para abrir mercados, defender o setor, dialogar com governos, acompanhar regulações internacionais e mostrar ao mundo o que a cadeia brasileira tem construído.   Só que esse ambiente exige gente preparada. A cadeia da carne deixou de ser um assunto restrito à fazenda ou ao frigorífico. Hoje, quem trabalha no setor precisa entender de produção, mercado, comércio exterior, sustentabilidade, sanidade, logística, legislação e comunicação.   Foi pensando nisso que criamos a Beef School, curso de extensão da ABIEC com a FAAP. A proposta é aproximar quem quer conhecer melhor a cadeia da realidade de um setor que movimenta mais de R$ 1,15 trilhão por ano e responde por cerca de 9% do PIB brasileiro.   A liderança conquistada pelo Brasil não é um ponto de chegada. É um compromisso permanente com a excelência, a inovação e a capacidade de evoluir. O futuro da carne bovina brasileira será construído por profissionais capazes de compreender as transformações do mercado, antecipar desafios e transformar conhecimento em vantagem


Internacional

FAAP inicia a edição 2026 do Projeto SEED em parceria com instituições japonesas 

A FAAP realizou, em junho, uma reunião que marcou o início da edição 2026 do Projeto SEED (Social Entrepreneurship and Economic Development), importante iniciativa internacional voltada ao desenvolvimento de soluções inovadoras para empresas e organizações japonesas, por meio da colaboração entre estudantes e universidades de diferentes países.   O encontro, realizado na Diretoria Mantenedora da FAAP, reuniu representantes da instituição e parceiros japoneses responsáveis pelo desenvolvimento do programa. Na ocasião, foram discutidas as diretrizes da próxima edição do SEED, reafirmando o compromisso conjunto com a internacionalização do ensino, a inovação e o fortalecimento da cooperação acadêmica entre Brasil e Japão.   Idealizado pela GOROM Association, o Projeto SEED proporciona uma experiência acadêmica e intercultural que reúne estudantes de diferentes nacionalidades em equipes multiculturais para o desenvolvimento de projetos voltados a desafios reais apresentados por empresas da província de Yamanashi. Ao longo dos anos, o programa consolidou-se como uma importante iniciativa de formação internacional, promovendo o intercâmbio de conhecimentos, a inovação e o empreendedorismo.   A reunião também contou com a participação do empresário japonês Tetsutaro Nakagomi, Presidente e CEO da DAITA Co., Ltd., apoiador do Projeto SEED, cuja atuação tem contribuído para o fortalecimento da iniciativa e para a aproximação entre os setores acadêmico e empresarial no

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