Ex-aluna Mônica Ventura retorna à FAAP como artista destaque no MAB


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Artista visual Mônica Ventura em frente à sua obra “O sorriso de Acotirene” (2018) na abertura da exposição. Foto: Silvana Garzaro


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A trajetória de Mônica Ventura, artista visual que participa da exposição “Ancestral: Afro-Américas [Estados Unidos e Brasil]”, é marcada por muita coragem e esforço. Ex-aluna do curso de Design da FAAP, Mônica está crescendo cada vez mais no mundo da arte, com uma sólida pesquisa sobre racialidade e gênero.

Mônica ingressou na FAAP por meio de uma bolsa de estudos, resultado de um ato de coragem: ela entregou pessoalmente uma carta à diretoria da instituição, narrando seu grande sonho de estudar ali e ter acesso às oficinas da faculdade. Durante a graduação, no segundo ano, Mônica optou por se especializar em Design de Produto, “eu escolhi produto porque achei muito mais interessante estar nas oficinas, fazer objetos, construir. Essa parte de criação manual com cerâmica, madeira, metal e joias, está no meu trabalho até hoje”, explica. Além disso, ela aprendeu a usar softwares de modelagem que ainda são ferramentas centrais em seu processo criativo.

Após a graduação, Mônica transitou por diversas áreas, trabalhando com design, produção cultural e como assistente de artista. Foi nesse período que ela descobriu que queria trabalhar com artes, “Antes, eu via o mundo da arte como algo muito distante e elitizado. Mas, ao trabalhar como assistente, percebi que o meu traço, que estava sendo emprestado a outros, também poderia se transformar em minhas próprias práticas criativas.”

Sua obra exposta no MAB FAAP, “O sorriso de Acotirene” (2018), marca um ponto importante em sua carreira. Essa escultura, produzida com cabaças, sisal, palha, aço e outros materiais, foi seu primeiro trabalho institucional, viabilizado por um edital. Desde então, o trabalho já foi exposto em diversos lugares, como o Rio de Janeiro e Nova York, passando por importantes exposições como a mostra “Histórias Feministas” no MASP. A peça presta homenagem a Acotirene, uma liderança do Quilombo de Palmares, amplificando seu legado histórico e político por meio da simbologia dos materiais.

Atualmente, Mônica desenvolve pesquisas que exploram práticas ancestrais, arquitetura vernacular e questões de racialidade e gênero. Ela destaca que durante seu mestrado se aprofundou na obra de Simone Leigh, que também expõe na mostra Ancestral. Ela conta sobre a importância pessoal que foi ver seus trabalhos próximos nessa exposição, fortalecendo o diálogo entre suas pesquisas e práticas artísticas.

A exposição “Ancestral: Afro-Américas [Estados Unidos e Brasil]” está em cartaz no MAB FAAP, reunindo 132 obras que investigam as conexões culturais e históricas entre os dois países a partir da ótica da diáspora africana, e Mônica Ventura se destaca como uma das artistas presentes, não perca a chance de conhecer seu trabalho.

Serviço:

Exposição “Ancestral: Afro-Américas [Estados Unidos e Brasil]”

Direção Artística: Marcello Dantas

Curadoria: Ana Beatriz Almeida e Lauren Haynes

Período: de 29 de outubro de 2024 a 26 de janeiro de 2025

Local: MAB FAAP – Rua Alagoas, 903, Higienópolis, São Paulo

Funcionamento: de terça a domingo, das 10h às 18h. Fechado às segundas-feiras.

Entrada gratuita.

Mais informações: (11) 3662-7198


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“Arte da Nossa Gente” reúne mais de 150 obras de artistas brasileiros no MAB FAAP

Entre os dias 10 de junho e 12 de outubro de 2026, o Museu de Arte Brasileira MAB FAAP, em São Paulo, recebe Arte da Nossa Gente, exposição inédita e gratuita organizada pelo Instituto Totex, em parceria com a FAAP, que reúne mais de 150 obras originais de artistas brasileiros de diferentes regiões do país, produzidas ao longo de décadas e em múltiplas linguagens, como pinturas, esculturas, gravuras, bordados e cerâmicas, muitas delas do próprio acervo do Museu. Com curadoria de Priscyla Gomes, o projeto expositivo contempla nomes como Alfredo Volpi, Anita Malfatti, Chico da Silva, Cícero Dias, Conceição dos Bugres, Djanira da Mota, Heitor dos Prazeres, Madalena dos Santos Reinbolt, Maria Auxiliadora e Mestre Vitalino e propõe um mergulho na pluralidade cultural brasileira a partir de uma perspectiva que atravessa território, memória, trabalho, celebração e pertencimento. A exposição parte da ideia de paisagem não apenas como representação visual do território, mas como experiência viva e compartilhada, construída pelas relações entre pessoas, memória, cultura e modos de habitar o Brasil. Em vez de buscar uma imagem única ou definitiva do país, Arte da Nossa Gente apresenta múltiplos pertencimentos e maneiras de construir narrativas sobre o Brasil. “Ao aproximar obras e artistas que dialogam com distintas formas de viver, imaginar e transformar o território brasileiro, a exposição propõe uma reflexão sobre memória, pertencimento e diversidade, valores que estão no centro da nossa cultura e que merecem ser constantemente celebrados”, declara Roberto Souza Leão, CEO do Instituto Totex. “Arte da Nossa Gente reafirma o compromisso histórico do MAB FAAP de dialogar com a diversidade da produção artística brasileira. Ao abrir nossas portas para obras de múltiplas regiões e linguagens, fortalecemos o museu como um espaço vivo de pertencimento e memória coletiva”, diz a Sra. Pilar M. T. P. C. Guillon Liotti, Conselheira da Fundação Armando Alvares Penteado. A exposição é organizada em núcleos curatoriais estruturados a partir de verbos de ação, que ajudam a compreender as diferentes formas de relação entre sociedade, território e cultura popular brasileira: Construir, Habitar, Inventar, Celebrar, Disputar e Moldar a Paisagem. Cada núcleo propõe um percurso singular sobre os modos de viver, imaginar e transformar o país, aproximando obras populares, regionais e eruditas sem hierarquias rígidas. Arte da nossa gente propõe percorrer a arte brasileira por meio da paisagem. Ao reunir artistas de diferentes regiões e períodos, a mostra evidencia como a paisagem pode ser representada, vivenciada e imaginada. Percorrer a exposição é como caminhar por modos distintos de estar no país. 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FAAP participa da ArPa Art no Pacaembu neste Sábado 

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Em celebração ao Dia Internacional dos Museus, comemorado em 18 de maio, o Museu de Arte Brasileira da FAAP (MAB FAAP) preparou, na última segunda-feira, uma ação especial voltada aos funcionários da instituição.  Com o Museu ainda fechado ao público, a equipe foi convidada a participar de uma visita guiada exclusiva à exposição FAAP na coleção do MAM: a formação do artista, em cartaz no MAB FAAP. A atividade teve como objetivo aproximar ainda mais os funcionários da história, do acervo e da atuação cultural da Fundação, reforçando o papel do museu como espaço de conhecimento, memória e convivência.  A visita foi conduzida de forma especialmente preparada para o grupo, com mediação voltada a apresentar obras, artistas e contexto da exposição, além de destacar a relevância da parceria entre a FAAP e o Museu de Arte Moderna de São Paulo (MAM).  Estiveram presentes o diretor do MAB FAAP e coordenador dos cursos de Artes Visuais, Marcos Moraes, a Sra. Pilar Guillon Liotti, membro do Conselho Curador da FAAP e conselheira do MAB FAAP, e o Sr. Luis Sobral, CEO da FAAP, que  acompanharam a visita e ressaltaram a importância de integrar os funcionários às iniciativas culturais da instituição.  “O Dia Internacional dos Museus é uma oportunidade de reforçar nossa missão educativa e cultural. Trazer os funcionários para dentro desse processo, vivenciando a exposição e conhecendo melhor o acervo, fortalece o vínculo de todos com o MAB e com a própria FAAP”, afirmou Sra. Pilar Guillon Liotti.  A iniciativa reforça o compromisso da FAAP em valorizar seus museus e espaços culturais, promovendo ações internas que estimulam a formação, a sensibilidade artística e o engajamento de sua

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