Residência Artística FAAP São Paulo convida para Open Studio e abertura da exposição Em Deslocamento


DATA


COMPARTILHE


Única residência artística universitária da América Latina, a Residência Artística FAAP – São Paulo, promove no dia 03 de junho mais um Open Studio (das 12 às 17h) e a abertura da exposição Em Deslocamento (das 12 às 18h30). 

Na ocasião o público poderá ter acesso a parte do processo de trabalho dos artistas residentes, durante o Open Studio, momento em que os artistas abrem seus atuais espaços de vida e trabalho. Os visitantes poderão conversar e conhecer com muita proximidade como cada um dos residentes desenvolve suas pesquisas, além de poder ver e discutir o trabalho desenvolvido por cada um deles, na cidade, até o presente momento. O evento é gratuito e aberto ao público. 

A exposição Em Deslocamento apresenta uma seleção de onze trabalhos realizados pelos nove artistas em residência e encerra o processo desenvolvido, por eles, ao longo do semestre. Entre as obras, o público poderá ver uma instalação, animações, pinturas em acrílica e óleo, esculturas (metal e cerâmica), vídeos e fotografias. 

A Residência Artística FAAP tem como objetivo oferecer um espaço privilegiado para troca de experiências na área de artes visuais. Instalada no histórico edifício de Ramos de Azevedo, o Edifício Lutetia, na Praça do Patriarca, possui dez amplos estúdios para acomodar os artistas que participam do programa a partir de processo seletivo realizado a cada início de semestre. Mais de 350 artistas de todos os continentes já passaram pelo espaço. 

O Edifício Lutetia, foi projetado por Ramos de Azevedo e construído em 1923. Exemplo marcante da arquitetura que predominou no centro paulistano na primeira metade do século XX, o prédio é um símbolo histórico. Em 1992 foi tombado pelo Conselho Municipal de Preservação – CONPRESP (Conselho Municipal de Preservação do Patrimônio Histórico, Cultural e Ambiental da Cidade de São Paulo). 

Confira os artistas que participam do Open Studio: 


Estúdio 31 – Fernanda Luz (Santiago – Chile) 

Fernanda trabalha com pintura e desenho. Pesquisa sobre paisagem urbana e reflete sobre os estados políticos, sociais, históricos e poéticos que são evidentes na representação da paisagem, como destinatário da sociedade sensível e frágil. Sua obra é caracterizada por uma representação a partir da simplificação das formas, numa transferência da fotografia e uma paleta limitada de cores complexas, que surge em primeira instância da nomeação à arquitetura moderna latino-americana. 

@fernandaluzavendano 

Estúdio 32 – Ian Schuler (Rio de Janeiro – Brasil) 

Sua pesquisa imagina narrativas protagonizadas por objetos, construindo ficções com a cultura material do presente. 

@ian_schuler 

 

Estúdio 41 – Érica Storer (Paraná – Brasil) 

A obra da artista transita entre a tradição da performance de longa duração, vídeo e instalação, como uma estratégia de criar ficções e constranger os acordos entre a ética neoliberal e o trabalho cognitivo contemporâneo. 

@erica_storer 

Estúdio 42 – Johanna Invrea (Coriano – Itália) 

A pesquisa de Johanna parte de uma mescla de escultura, vídeo e arte digital, computação gráfica e fotografia e por meio de um interesse especifico pelo corpo humano, explora a conexão entre os mundos real e virtual e seus pontos de colapso.

@iranacredi 

Estúdio 51 – Ana Clara Tito (Rio de Janeiro – Brasil)  – No open studio excepcionalmente até às 15h 

Ana Clara desenvolve a partir do corpo, seus estados emocionais e mentais, e as relações que estabelece com os espaços que habita. Em objetos, fotografias, performances e instalações, sua obra integra elementos que remetem à arquitetura e arqueologia com itens íntimos, desenvolvendo um universo que reflete sobre limites, tanto carnais quanto de paridade, propondo exercícios de permissão. 

@aclaratito 

Estúdio 52 – David Cevallos Díaz (Quito – Equador) 

O artista se interessa pelos sistemas de seleção, classificação e organização de objetos. Trabalha com materiais que estão fora do circuito das lojas de arte, e com técnicas que a tradição não legitima, como o papel machê. Sua obra está ritualizada em sessões solenes de uma liturgia sincrética e noturna cujos resultados são amuletos densos e pesados, carregados de significado. 

@liru_chepi 

Estúdio 61 – Martina Krapp (Buenos Aires – Argentina) 

O trabalho de Martina utiliza da técnica do papier-collé e de registros fotográficos como decantação, em função da incursão de anos na ocupação de vitrais. Utilizando a colagem como ponto fixo, é possível criar simultaneamente múltiplos pontos cegos, que possibilitam as referências para pintura de cada peça. São as “peças” partes de uma unidade de trabalho e, ao estabelecerem relações únicas, potencializam a composição esquemática. Ao longo dos anos Martina busca resgatar a sensibilidade e sutileza do olhar para os rastros sensoriais proporcionados pela experiência da pintura, como corpo temporal na configuração de uma imagem.

@krappmartina 

Estúdio 62 – Fernanda Andrade (Rio de Janeiro – Brasil) 

Fernanda produz caminhos a percorrer. A artista drena linhas, marca círculos, tece circuitos e grifa tenses para criar espaços complexos como as relações sociais. Seus desenhos expandidos partem de processos experimentais e heterogêneos, em que fragmentações, aproximações, cruzamentos e desvios traçam campos, tramas e paisagens, trazendo o movimento como representação conceitual da insuficiência de uma perspectiva única, lógica e inerte. 

@desenho_caminho 

Estúdio 72 – Diogo Gonçalves (Fátima – Portugal) 

O trabalho do artista fala sobre espacialidade, luz, movimento e energia como matérias-primas da escultura. Na sua obra, o gesto é também o resultado do confronto do corpo com o espaço, sendo ainda a energia, como um dos signos inequívocos que resta da dissolução desse mesmo corpo no espaço. No aparente jogo entre a bidimensionalidade e a tridimensionalidade, a escultura é ação, gesto performativo, matéria diluída em sua própria energia, a mesma que refaz e atualiza os princípios programáticos de sua pesquisa artística. 

@dio.go.ncalves 

OPEN STUDIO – RESIDÊNCIA ARTÍSTICA FAAP SÃO PAULO 

Data: 3 de junho 

Horário: das 12h às 17h 

Local: Residência Artística FAAP – Edifício LutetiaEndereço: Praça do Patriarca, 78 – SéMais informações: resartisfaap.info@faap.br e www.faap.br/residenciaartistica

EXPOSIÇÃO EM DESLOCAMENTO 

Abertura: 3 de junho 

Horário: das 12h às 18H30 

Visitação: 05 a 24 de junho. Segunda a sexta, das 11h às 17h e sábados das 11h às 14h. Fechado nos dias 08, 09 e 10 de junho 

Local: Residência Artística FAAP – São Paulo / Edifício LutetiaEndereço: Praça do Patriarca, 78 – Sé 

Mais informações: resartisfaap.info@faap.br e www.faap.br/residenciaartistica 


COMPARTILHE

COMPARTILHE

Única residência artística universitária da América Latina, a Residência Artística FAAP – São Paulo, promove no dia 03 de junho mais um Open Studio (das 12 às 17h) e a abertura da exposição Em Deslocamento (das 12 às 18h30). 

Na ocasião o público poderá ter acesso a parte do processo de trabalho dos artistas residentes, durante o Open Studio, momento em que os artistas abrem seus atuais espaços de vida e trabalho. Os visitantes poderão conversar e conhecer com muita proximidade como cada um dos residentes desenvolve suas pesquisas, além de poder ver e discutir o trabalho desenvolvido por cada um deles, na cidade, até o presente momento. O evento é gratuito e aberto ao público. 

A exposição Em Deslocamento apresenta uma seleção de onze trabalhos realizados pelos nove artistas em residência e encerra o processo desenvolvido, por eles, ao longo do semestre. Entre as obras, o público poderá ver uma instalação, animações, pinturas em acrílica e óleo, esculturas (metal e cerâmica), vídeos e fotografias. 

A Residência Artística FAAP tem como objetivo oferecer um espaço privilegiado para troca de experiências na área de artes visuais. Instalada no histórico edifício de Ramos de Azevedo, o Edifício Lutetia, na Praça do Patriarca, possui dez amplos estúdios para acomodar os artistas que participam do programa a partir de processo seletivo realizado a cada início de semestre. Mais de 350 artistas de todos os continentes já passaram pelo espaço. 

O Edifício Lutetia, foi projetado por Ramos de Azevedo e construído em 1923. Exemplo marcante da arquitetura que predominou no centro paulistano na primeira metade do século XX, o prédio é um símbolo histórico. Em 1992 foi tombado pelo Conselho Municipal de Preservação – CONPRESP (Conselho Municipal de Preservação do Patrimônio Histórico, Cultural e Ambiental da Cidade de São Paulo). 

Confira os artistas que participam do Open Studio: 


Estúdio 31 – Fernanda Luz (Santiago – Chile) 

Fernanda trabalha com pintura e desenho. Pesquisa sobre paisagem urbana e reflete sobre os estados políticos, sociais, históricos e poéticos que são evidentes na representação da paisagem, como destinatário da sociedade sensível e frágil. Sua obra é caracterizada por uma representação a partir da simplificação das formas, numa transferência da fotografia e uma paleta limitada de cores complexas, que surge em primeira instância da nomeação à arquitetura moderna latino-americana. 

@fernandaluzavendano 

Estúdio 32 – Ian Schuler (Rio de Janeiro – Brasil) 

Sua pesquisa imagina narrativas protagonizadas por objetos, construindo ficções com a cultura material do presente. 

@ian_schuler 

 

Estúdio 41 – Érica Storer (Paraná – Brasil) 

A obra da artista transita entre a tradição da performance de longa duração, vídeo e instalação, como uma estratégia de criar ficções e constranger os acordos entre a ética neoliberal e o trabalho cognitivo contemporâneo. 

@erica_storer 

Estúdio 42 – Johanna Invrea (Coriano – Itália) 

A pesquisa de Johanna parte de uma mescla de escultura, vídeo e arte digital, computação gráfica e fotografia e por meio de um interesse especifico pelo corpo humano, explora a conexão entre os mundos real e virtual e seus pontos de colapso.

@iranacredi 

Estúdio 51 – Ana Clara Tito (Rio de Janeiro – Brasil)  – No open studio excepcionalmente até às 15h 

Ana Clara desenvolve a partir do corpo, seus estados emocionais e mentais, e as relações que estabelece com os espaços que habita. Em objetos, fotografias, performances e instalações, sua obra integra elementos que remetem à arquitetura e arqueologia com itens íntimos, desenvolvendo um universo que reflete sobre limites, tanto carnais quanto de paridade, propondo exercícios de permissão. 

@aclaratito 

Estúdio 52 – David Cevallos Díaz (Quito – Equador) 

O artista se interessa pelos sistemas de seleção, classificação e organização de objetos. Trabalha com materiais que estão fora do circuito das lojas de arte, e com técnicas que a tradição não legitima, como o papel machê. Sua obra está ritualizada em sessões solenes de uma liturgia sincrética e noturna cujos resultados são amuletos densos e pesados, carregados de significado. 

@liru_chepi 

Estúdio 61 – Martina Krapp (Buenos Aires – Argentina) 

O trabalho de Martina utiliza da técnica do papier-collé e de registros fotográficos como decantação, em função da incursão de anos na ocupação de vitrais. Utilizando a colagem como ponto fixo, é possível criar simultaneamente múltiplos pontos cegos, que possibilitam as referências para pintura de cada peça. São as “peças” partes de uma unidade de trabalho e, ao estabelecerem relações únicas, potencializam a composição esquemática. Ao longo dos anos Martina busca resgatar a sensibilidade e sutileza do olhar para os rastros sensoriais proporcionados pela experiência da pintura, como corpo temporal na configuração de uma imagem.

@krappmartina 

Estúdio 62 – Fernanda Andrade (Rio de Janeiro – Brasil) 

Fernanda produz caminhos a percorrer. A artista drena linhas, marca círculos, tece circuitos e grifa tenses para criar espaços complexos como as relações sociais. Seus desenhos expandidos partem de processos experimentais e heterogêneos, em que fragmentações, aproximações, cruzamentos e desvios traçam campos, tramas e paisagens, trazendo o movimento como representação conceitual da insuficiência de uma perspectiva única, lógica e inerte. 

@desenho_caminho 

Estúdio 72 – Diogo Gonçalves (Fátima – Portugal) 

O trabalho do artista fala sobre espacialidade, luz, movimento e energia como matérias-primas da escultura. Na sua obra, o gesto é também o resultado do confronto do corpo com o espaço, sendo ainda a energia, como um dos signos inequívocos que resta da dissolução desse mesmo corpo no espaço. No aparente jogo entre a bidimensionalidade e a tridimensionalidade, a escultura é ação, gesto performativo, matéria diluída em sua própria energia, a mesma que refaz e atualiza os princípios programáticos de sua pesquisa artística. 

@dio.go.ncalves 

OPEN STUDIO – RESIDÊNCIA ARTÍSTICA FAAP SÃO PAULO 

Data: 3 de junho 

Horário: das 12h às 17h 

Local: Residência Artística FAAP – Edifício LutetiaEndereço: Praça do Patriarca, 78 – SéMais informações: resartisfaap.info@faap.br e www.faap.br/residenciaartistica

EXPOSIÇÃO EM DESLOCAMENTO 

Abertura: 3 de junho 

Horário: das 12h às 18H30 

Visitação: 05 a 24 de junho. Segunda a sexta, das 11h às 17h e sábados das 11h às 14h. Fechado nos dias 08, 09 e 10 de junho 

Local: Residência Artística FAAP – São Paulo / Edifício LutetiaEndereço: Praça do Patriarca, 78 – Sé 

Mais informações: resartisfaap.info@faap.br e www.faap.br/residenciaartistica 


DATA


banner-horizontal-home-1

Graduação FAAP

Conheça nossos cursos
banner-horizontal-home-2

Outras notícias que você também pode gostar

Você está vendo:

Fique por dentro de tudo o que acontece na FAAP


MAB FAAP

Flávio de Carvalho: MAB FAAP retoma presença em Ribeirão Preto com exposição no Colégio FAAP 

Mostra apresenta fotografias e réplicas da produção de um dos principais nomes da vanguarda artística brasileira e aproxima estudantes de sua obra experimental  O Museu de Arte Brasileira da FAAP (MAB FAAP) retoma sua presença em Ribeirão Preto com a exposição Flávio de Carvalho: a cidade como palco, realizada no Colégio FAAP. A iniciativa integra as celebrações dos 65 anos de criação do Museu e reforça o compromisso da instituição com a formação artística, a preservação da memória cultural e a difusão da arte brasileira.  A mostra apresenta uma seleção de fotografias e réplicas relacionadas à trajetória de Flávio de Carvalho, artista, arquiteto, cenógrafo, escritor, performer e agitador cultural. Reconhecido por sua atuação múltipla e por seu espírito experimental, Carvalho ocupa lugar de destaque na história da arte moderna brasileira, especialmente por suas iniciativas que aproximaram arte, arquitetura, corpo e espaço urbano.  A exposição foi organizada no momento em que são celebrados os 70 anos da Experiência nº 3, realizada em 1956. Na ocasião, Flávio de Carvalho percorreu as ruas do centro de São Paulo vestindo seu new look, uma proposta de traje de verão para o homem brasileiro. Ao transformar a cidade em espaço de experimentação e debate, o artista reafirmou a conexão entre comportamento, arquitetura e vida urbana.  A produção de Flávio de Carvalho se estende por diferentes campos. Além de suas experiências em manifestações de rua, criou, em 1933, o Teatro da Experiência, responsável pela encenação de O Bailado do Deus Morto. Na arquitetura, projetou, entre outras realizações, o conjunto de 17 casas modernistas da Vila América, na alameda Lorena, em 1936, e transformou, a partir de 1942, a sede da Fazenda Capuava em um de seus projetos mais emblemáticos e em espaço de convivência com importantes nomes da cena artística e cultural.  Sua trajetória também inclui pesquisas e proposições pioneiras, como a utilização do álcool como combustível automobilístico, além de uma produção contínua em desenho, pintura, cinema, teatro, dança, arquitetura e literatura. Essa diversidade faz de Flávio de Carvalho uma figura singular, cuja obra permanece atual por seu caráter transgressor, inventivo e permanentemente renovador.  Com cerca de 4 mil obras, o acervo do MAB FAAP reúne conjuntos fundamentais da arte moderna e contemporânea brasileira. Ao longo de mais de seis décadas, o Museu também se consolidou pela realização e pelo apoio a exposições, projetos educativos, empréstimos de obras, residências artísticas e iniciativas desenvolvidas em parceria com outras instituições.  A presença da exposição no Colégio FAAP, em Ribeirão Preto, amplia o acesso dos estudantes a uma referência essencial da produção artística brasileira e estimula novos olhares sobre criação, inovação e pensamento crítico. A proposta está alinhada à atuação do MAB FAAP como espaço de formação para além da sala de aula, promovendo a circulação de conhecimento e o interesse pela arte e pela cultura.  Segundo Marcos Moraes, diretor-geral do MAB FAAP, a iniciativa reafirma o vínculo da instituição com Ribeirão Preto e contribui para a valorização e a difusão da produção de um artista cuja obra continua a atravessar o tempo.  “Retomar os olhares sobre Flávio de Carvalho e sua diversidade de produção significa reconhecer a atualidade de uma obra que permanece instigante, irreverente e capaz de provocar novas reflexões.”  A mostra dialoga ainda com uma apresentação realizada na sede da FAAP, em São Paulo, que reúne uma réplica de parte do new look e fotografias da caminhada de Flávio de Carvalho pelas ruas da capital paulista.  Serviço Exposição: Flávio de Carvalho: a cidade como palco Data: 20 de outubro de 2026 a 26 de fevereiro de 2027 Horário: das 8h às 17h Local: Colégio FAAP — Ribeirão Preto Realização: Museu de Arte Brasileira da FAAP (MAB FAAP) e FAAP Direção-geral do MAB FAAP: Marcos


Teatro FAAP

“O Pianista e o Poeta” estreia no Teatro FAAP

No dia 08 de outubro, o Teatro FAAP recebeu a estreia do espetáculo O Pianista e o Poeta, um encontro entre o maestro João Carlos Martins e o escritor Gabriel Chalita, que celebra a união de duas forças essenciais: a música e a palavra.   A apresentação propõe um diálogo direto e sensível entre as artes, conduzindo o público por uma jornada em que a música e literatura se entrelaçam e se iluminam mutuamente. Obras de Bach, Chopin, Schubert, Morricone e Ginastera dialogam com textos de Cora Coralina, Manoel de Barros, Simone de Beauvoir, Clarice Lispector, Fernando Pessoa, Adélia Prado, entre outros autores que marcaram diferentes épocas e visões do mundo.  A montagem revela como essas linguagens, mesmo distintas, encontram profunda ressonância no sentimento humano. Imagens históricas de apresentações de João Carlos Martins enriquecem a experiência, ampliando o sentido de memória, permanência e emoção. O texto de Gabriel Chalita é uma homenagem à música, à poesia e aos encontros no espaço/tempo de viver.  Mais do que um espetáculo, é um convite à reflexão e ao reencontro com a sensibilidade, reafirmando a arte como espaço de conhecimento, acolhimento e transformação. Em um tempo marcado por incertezas e dispersão, a arte se apresenta como um território de encontro, escuta e significado, capaz de aproximar pessoas e renovar nossa forma de estar no mundo.  O Pianista e o Poeta fica em cartaz no Teatro FAAP até 22 de outubro, com sessões às quartas e quintas, às 20h.   Os ingressos podem ser adquiridos pelo link oficial do Teatro


Artes Visuais

Inscrições abertas para a 56 Anual de Arte FAAP

Estão abertas as inscrições para a 56 Anual de Arte FAAP, um dos eventos mais tradicionais do circuito de arte contemporânea em São Paulo. A mostra visa incentivar, divulgar e estimular a produção artística dos estudantes, promovendo a integração de diferentes formas de visualidade contemporânea.   Todos os estudantes matriculados e frequentando, regularmente, os cursos do Centro Universitário Armando Alvares Penteado podem participar e enviar seus trabalhos até o dia 21 de outubro.  Para se inscrever e obter informações detalhadas sobre o regulamento, por favor, acesse o link. Certifique-se de ler todas as informações atentamente para garantir que sua inscrição seja completa e dentro do prazo estabelecido.   A Anual de Arte da FAAP   Criada em 1965, a Anual de Arte FAAP se consolidou como uma vitrine para o trabalho de jovens artistas, explorando diversas linguagens e suportes, como pinturas, desenhos, vídeos, performances, gravuras, fotografias, esculturas e publicações. O caráter experimental é uma das marcas registradas da exposição, que promove a liberdade criativa e a inovação. A seleção dos trabalhos considera critérios como a potencialidade das obras, as referências artísticas utilizadas e a capacidade de superação dessas influências.   Além da visibilidade, os participantes concorrem a: 3 (três) Bolsas de Estudo de 90%, 2 (duas) Bolsas de Estudo de 75%, 2 (duas) Bolsas de Estudo de 60%, válidas especificamente para o ano seguinte ao da premiação.   A Anual de Arte FAAP é uma oportunidade única para os alunos compartilharem sua produção com a comunidade acadêmica e o cenário artístico de São Paulo, abrindo portas para novas descobertas e conexões.   Sobre a inscrição e entrega Para mais informações e inscrição, acesse este


MAB FAAP

Exposição na Biblioteca Mário de Andrade celebra a recuperação de obras de Henri Matisse

Com produção e concepção do MAB FAAP e da Biblioteca Mário de Andrade, mostra apresenta as 20 composições de Jazz, incluindo oito trabalhos recentemente recuperados O Museu de Arte Brasileira da FAAP (MAB FAAP) participa da realização da exposição Jazz – o livro de artista de Henri Matisse, que será apresentada na Biblioteca Mário de Andrade, de 12 de setembro a 12 de outubro. A mostra tem produção e concepção do MAB FAAP e da Biblioteca Mário de Andrade, com correalização da FAAP e da Prefeitura de São Paulo. A abertura acontece no dia 12 de setembro, às 15h, e marca o reencontro do público com oito obras de Henri Matisse que haviam sido subtraídas e foram recentemente recuperadas. Ao todo, a exposição reúne as 20 composições que integram a coleção, em uma iniciativa que destaca o compromisso da FAAP e de suas instituições culturais com a preservação, a pesquisa e a democratização do acesso à arte. Mais do que apresentar uma das obras mais importantes da trajetória de Matisse, a exposição celebra a recuperação de um patrimônio cultural e sua devolução à sociedade. O projeto também reforça a atuação do MAB FAAP na valorização, conservação e difusão de acervos artísticos, além de ampliar o acesso do público a um conjunto fundamental da produção moderna. “Mais do que recuperar objetos de valor artístico, a abertura da mostra é um momento de celebração da memória, da arte e da importância das instituições públicas na proteção e difusão de seus acervos”, destaca o secretário de Cultura e Economia Criativa, Totó Parente. A participação do MAB FAAP A exposição é concebida e produzida pelo MAB FAAP em parceria com a Biblioteca Mário de Andrade. A participação do museu reafirma sua atuação na pesquisa e na divulgação da história da arte, bem como seu compromisso com projetos que aproximam o público de obras e documentos de relevância internacional. “A participação da FAAP na correalização desta exposição reafirma o compromisso da Fundação com a promoção da arte, da educação e da cultura. Por meio do MAB FAAP, contribuímos para ampliar o acesso do público à obra de Henri Matisse e para fortalecer o diálogo entre instituições culturais”, afirma Pilar Guillon Liotti, membro do Conselho da FAAP. O curador da exposição e diretor-geral do MAB FAAP, Marcos Moraes, ressalta a importância de Matisse para além da pintura e destaca a relevância de Jazz na história da arte. “Artista comumente identificado como fundamental na arte moderna, Matisse dispensa qualquer tentativa de apresentá-lo apenas como um pintor de sua época. De início, é preciso ressaltar sua atuação com o desenho, as artes gráficas, a colagem, a escultura, a cenografia e mesmo nas relações com a arquitetura, mas é sobretudo na gravura que essa capacidade magistral de lidar com a cor e a linha se afirma, de maneira incontestável”, afirma. Para o curador, Jazz é um dos mais relevantes livros de artista e álbuns de gravuras do século XX. “Nada mais coerente que o MAB FAAP se associe a essa iniciativa de retomar a possibilidade de o público ter contato direto com as imagens, mas também com os textos que o artista escreveu diretamente a partir de seus cadernos de anotações, produzidos entre 1941 e 1946, celebrando, neste momento, seus 80 anos de existência”, completa. Jazz: cor, movimento e criação Publicado em 1947 pelas edições Verve, Jazz teve tiragem de 250 exemplares numerados e reúne 20 composições desenvolvidas por Matisse a partir de recortes de papéis previamente pintados com guache. O artista criou o conjunto durante um período de grandes limitações físicas. Após passar por uma grave intervenção cirúrgica, Matisse encontrou nos recortes de papel uma nova possibilidade de expressão. Durante aproximadamente dois anos, experimentou formas e cores até chegar às composições que integrariam o livro. Matisse definiu esse processo como “desenhar com a tesoura”. A técnica permitiu ao artista investigar de maneira inovadora as relações entre cor, forma, movimento e composição, levando a colagem a um novo patamar em sua produção. O título Jazz traduz a concepção de Matisse sobre o conjunto de imagens. Para o artista, as cores deveriam estabelecer uma relação dinâmica, semelhante à música. Não bastava simplesmente colocá-las lado a lado: era necessário que atuassem umas sobre as outras. Um livro de artista que marcou a história da arte A publicação de Jazz contou com a parceria do editor Tériade, um dos mais importantes editores de arte do século XX. O projeto buscou preservar, na impressão, a intensidade das cores e a força visual das composições originais. O resultado articula imagem e texto e se tornou uma das produções mais conhecidas de Matisse. As 20 composições revelam a maturidade de sua pesquisa com recortes e demonstram como o artista transformou uma condição de adversidade em uma nova possibilidade de criação. Serviço Jazz – o livro de artista de Henri Matisse Período: 12 de setembro a 12 de outubro Abertura: 12 de setembro, às 15h Local: Biblioteca Mário de Andrade Produção e concepção: MAB FAAP e Biblioteca Mário de Andrade Correalização: FAAP e Prefeitura de São Paulo Entrada:

Fique por dentro de tudo o que acontece na FAAP

Newsletter