FAAP abre exposição em parceria com o MAM São Paulo sobre a formação do artista


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Alex Cerveny, Deus Sive Natura (massacre), 2008. Doação Rose e Alfredo Setubal, 2024. Coleção MAM São Paulo. Foto_ Ding Musa


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De 26 de março a 28 de junho de 2026, a Fundação Armando Alvares Penteado e o Museu de Arte Moderna de São Paulo apresentam a exposição FAAP na coleção do MAM: a formação do artista. Com curadoria de Cauê Alves e Marcos Moraes, a mostra acontece no MAB FAAP e reúne 160 obras do acervo do MAM São Paulo de 80 artistas que passaram pela FAAP como estudantes, professores e participantes do programa de residência artística da FAAP, revelando percursos formativos que atravessam gerações e instituições. 

A mostra aborda o modo como museu e escola irradiam saberes, acolhem rupturas e acompanham os movimentos da arte brasileira. Mais do que compreender a formação como aprendizado técnico e teórico, a exposição propõe pensá-la como uma travessia permanente, que se reinventa por meio do diálogo com o mundo contemporâneo e do contato direto com a arte. 

Articulada em três núcleos – alunos, professores e artistas residentes – a exposição propõe um percurso e acompanha seis décadas de existência do curso de Artes Visuais da FAAP – mas também com artistas que estudaram Cinema, Publicidade e Comunicação Visual na Instituição. Para os curadores, “mais do que compreender a formação como aprendizado teórico, técnico e de linguagens artísticas, trata-se de estimular o diálogo com o mundo contemporâneo e o contato direto com a arte”. 

“O recorte curatorial evidencia como a formação do artista se constrói de modo contínuo e expandido. Cada obra presente na exposição testemunha o entrelaçamento entre os percursos individuais dos artistas, o ambiente pedagógico da FAAP e o papel do museu como espaço de legitimação, mediação e circulação. É possível reconhecer, no conjunto das obras, o diálogo entre as diferentes gerações que passaram pelos cursos vinculados à Fundação e que estão presentes tanto na história da arte contemporânea como na coleção do Museu. É uma excelente oportunidade para vermos também os resultados em manter dois programas de residência artística, em São Paulo e Paris, voltados para o desenvolvimento de projetos, ativos nos últimos 30 anos”, reflete Marcos Moraes, diretor do MAB FAAP, dos cursos de Artes Visuais e das Residências Artísticas da FAAP – São Paulo / Paris. 

“A exposição propõe uma reflexão sobre os vínculos entre ensino, prática e reconhecimento institucional na arte brasileira, apontando para o fato de que a formação do artista nunca está concluída: ela está sempre em expansão e se reinventando, tanto na sala de aula, no ateliê, quanto no museu ou em programas de residência artística. Ao realizar este projeto em parceria com a FAAP – a primeira entre as duas instituições – o MAM reafirma seu compromisso histórico com colaborações institucionais que ampliam o debate público e fazem o acervo circular, ativando novas leituras e contextos”, diz Cauê Alves, curador-chefe do MAM São Paulo. 

A lista de artistas é composta por Alex Cerveny, Alex Vallauri, Ana Maria Tavares, Anna Mantovani, André Komatsu, Caetano de Almeida, Caio Reisewitz, Carla Chaim, Carla Zaccagnini, Carmela Gross, Celina Yamauchi, Celso Orsini, Claudio Mubarac, Dora Longo Bahia, Edgar de Souza, Edith Derdyk, Edouard Fraipont, Elisa Bracher, Evandro Carlos Jardim, Fabiano Marques, Fabio Morais, Fabricio Lopez, Felipe Cama, Felipe Cohen, Flávia Junqueira, Gilberto Mariotti, Gisele Motta & Leandro Lima, Guilherme Petters, Gustavo Rezende, Herman Tacasey, Hudinilson Júnior, Iran do Espírito Santo, Jac Leirner, João Loureiro, José Leonilson, José Moraes, José Spaniol, Julio Plaza, Karola Braga, Keila Alaver, Laurita Salles, Leda Catunda, Letícia Ramos, Leya Mira Brander, Lia Chaia, Lina Kim, Lucas Bambozzi, Lucia Koch, Luiz Solha, Luiz Zerbini, Lydia Okumura, Marcelo Arruda, Marcello Nitsche, Marcelo Cidade, Márcia Xavier, Maria Teresa Louro, Mário Ishikawa, Mauro Restiffe, Mauro Piva, Marcius Galan, Marina Rheingantz, Marina Saleme, Mônica Barth, Mônica Nador, Mônica Schoenacker, Nelson Leirner, Nicolas Vlavianos, Norberto Nicola, Paulo Pasta, Pazé, Regina Johas, Regina Silveira, Ricardo Carioba, Rogério Canella, Rosângela Dorazio, Sandra Cinto, Santídio Pereira, Sérgio Romagnolo, Sidney Amaral, Tiago Judas, Thiago Honório & Thiago Bortolozzo, Ulysses Bôscolo, Vik Muniz e Wagner Malta Tavares. 

A exposição aprofunda a compreensão da escola e do museu como espaços ativos de pensamento, experimentação e circulação. Ao longo de 60 anos, o curso de Artes Visuais amplia o ensino artístico para além da sala de aula, articulando formação, prática e inserção no circuito profissional. Iniciativas como a Anual de Artes, atualmente em sua 55ª edição, responsável por revelar importantes nomes em início de carreira para o circuito artístico, e os programas de residência artística, em São Paulo e em Paris, que somam mais de 450 artistas recebidos ao longo de três décadas, evidenciam esse comprometimento contínuo com a criação, o intercâmbio e a construção de trajetórias no campo da arte. 

FAAP na coleção do MAM São Paulo: a formação do artista 

Abertura: 26 de março de 2026  

Classificação indicativa: 12 anos

MAB FAAP 

Rua Alagoas, 903 – Higienópolis 

Horário de funcionamento: 

De terça a domingo, das 10h às 18h – última entrada às 17h30


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MAB FAAP

Flávio de Carvalho: MAB FAAP retoma presença em Ribeirão Preto com exposição no Colégio FAAP 

Mostra apresenta fotografias e réplicas da produção de um dos principais nomes da vanguarda artística brasileira e aproxima estudantes de sua obra experimental  O Museu de Arte Brasileira da FAAP (MAB FAAP) retoma sua presença em Ribeirão Preto com a exposição Flávio de Carvalho: a cidade como palco, realizada no Colégio FAAP. A iniciativa integra as celebrações dos 65 anos de criação do Museu e reforça o compromisso da instituição com a formação artística, a preservação da memória cultural e a difusão da arte brasileira.  A mostra apresenta uma seleção de fotografias e réplicas relacionadas à trajetória de Flávio de Carvalho, artista, arquiteto, cenógrafo, escritor, performer e agitador cultural. Reconhecido por sua atuação múltipla e por seu espírito experimental, Carvalho ocupa lugar de destaque na história da arte moderna brasileira, especialmente por suas iniciativas que aproximaram arte, arquitetura, corpo e espaço urbano.  A exposição foi organizada no momento em que são celebrados os 70 anos da Experiência nº 3, realizada em 1956. Na ocasião, Flávio de Carvalho percorreu as ruas do centro de São Paulo vestindo seu new look, uma proposta de traje de verão para o homem brasileiro. Ao transformar a cidade em espaço de experimentação e debate, o artista reafirmou a conexão entre comportamento, arquitetura e vida urbana.  A produção de Flávio de Carvalho se estende por diferentes campos. Além de suas experiências em manifestações de rua, criou, em 1933, o Teatro da Experiência, responsável pela encenação de O Bailado do Deus Morto. Na arquitetura, projetou, entre outras realizações, o conjunto de 17 casas modernistas da Vila América, na alameda Lorena, em 1936, e transformou, a partir de 1942, a sede da Fazenda Capuava em um de seus projetos mais emblemáticos e em espaço de convivência com importantes nomes da cena artística e cultural.  Sua trajetória também inclui pesquisas e proposições pioneiras, como a utilização do álcool como combustível automobilístico, além de uma produção contínua em desenho, pintura, cinema, teatro, dança, arquitetura e literatura. Essa diversidade faz de Flávio de Carvalho uma figura singular, cuja obra permanece atual por seu caráter transgressor, inventivo e permanentemente renovador.  Com cerca de 4 mil obras, o acervo do MAB FAAP reúne conjuntos fundamentais da arte moderna e contemporânea brasileira. Ao longo de mais de seis décadas, o Museu também se consolidou pela realização e pelo apoio a exposições, projetos educativos, empréstimos de obras, residências artísticas e iniciativas desenvolvidas em parceria com outras instituições.  A presença da exposição no Colégio FAAP, em Ribeirão Preto, amplia o acesso dos estudantes a uma referência essencial da produção artística brasileira e estimula novos olhares sobre criação, inovação e pensamento crítico. A proposta está alinhada à atuação do MAB FAAP como espaço de formação para além da sala de aula, promovendo a circulação de conhecimento e o interesse pela arte e pela cultura.  Segundo Marcos Moraes, diretor-geral do MAB FAAP, a iniciativa reafirma o vínculo da instituição com Ribeirão Preto e contribui para a valorização e a difusão da produção de um artista cuja obra continua a atravessar o tempo.  “Retomar os olhares sobre Flávio de Carvalho e sua diversidade de produção significa reconhecer a atualidade de uma obra que permanece instigante, irreverente e capaz de provocar novas reflexões.”  A mostra dialoga ainda com uma apresentação realizada na sede da FAAP, em São Paulo, que reúne uma réplica de parte do new look e fotografias da caminhada de Flávio de Carvalho pelas ruas da capital paulista.  Serviço Exposição: Flávio de Carvalho: a cidade como palco Data: 20 de outubro de 2026 a 26 de fevereiro de 2027 Horário: das 8h às 17h Local: Colégio FAAP — Ribeirão Preto Realização: Museu de Arte Brasileira da FAAP (MAB FAAP) e FAAP Direção-geral do MAB FAAP: Marcos


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Inscrições abertas para a 56 Anual de Arte FAAP

Estão abertas as inscrições para a 56 Anual de Arte FAAP, um dos eventos mais tradicionais do circuito de arte contemporânea em São Paulo. A mostra visa incentivar, divulgar e estimular a produção artística dos estudantes, promovendo a integração de diferentes formas de visualidade contemporânea.   Todos os estudantes matriculados e frequentando, regularmente, os cursos do Centro Universitário Armando Alvares Penteado podem participar e enviar seus trabalhos até o dia 21 de outubro.  Para se inscrever e obter informações detalhadas sobre o regulamento, por favor, acesse o link. Certifique-se de ler todas as informações atentamente para garantir que sua inscrição seja completa e dentro do prazo estabelecido.   A Anual de Arte da FAAP   Criada em 1965, a Anual de Arte FAAP se consolidou como uma vitrine para o trabalho de jovens artistas, explorando diversas linguagens e suportes, como pinturas, desenhos, vídeos, performances, gravuras, fotografias, esculturas e publicações. O caráter experimental é uma das marcas registradas da exposição, que promove a liberdade criativa e a inovação. A seleção dos trabalhos considera critérios como a potencialidade das obras, as referências artísticas utilizadas e a capacidade de superação dessas influências.   Além da visibilidade, os participantes concorrem a: 3 (três) Bolsas de Estudo de 90%, 2 (duas) Bolsas de Estudo de 75%, 2 (duas) Bolsas de Estudo de 60%, válidas especificamente para o ano seguinte ao da premiação.   A Anual de Arte FAAP é uma oportunidade única para os alunos compartilharem sua produção com a comunidade acadêmica e o cenário artístico de São Paulo, abrindo portas para novas descobertas e conexões.   Sobre a inscrição e entrega Para mais informações e inscrição, acesse este


Artes Visuais

Estudantes de Artes Visuais participam de programação especial durante a Jornada Profissional  

Entre os dias 14 e 16 de setembro, os alunos do curso de Artes Visuais da FAAP participaram de uma programação especial durante a Jornada Profissional, com atividades voltadas à aproximação entre formação acadêmica, prática profissional e diferentes espaços de atuação no campo da arte.   A programação teve início na segunda-feira (14), com uma visita à exposição Jazz – o livro de artista de Henri Matisse, na Biblioteca Mário de Andrade. Realizada pelo Museu de Arte Brasileira da FAAP (MAB FAAP) e pela biblioteca, a mostra conta com a correalização da FAAP e da Prefeitura de São Paulo.  A visita teve como objetivo ampliar a experiência dos estudantes para além da exposição, com a oportunidade de conhecer o acervo e o funcionamento da Biblioteca Mário de Andrade por meio do contato direto com profissionais da instituição. Os alunos também puderam conferir a mostra de curta duração, em cartaz de 12 de setembro a 12 de outubro.   Na terça-feira (15), os estudantes participaram da palestra “Novas orientações para o ensino e a aprendizagem da Arte”, com o Prof. Dr. Giuliano Siqueira. O encontro abordou perspectivas contemporâneas para o ensino da arte e sua relação com os processos de aprendizagem.   Encerrando a programação, na quarta-feira (16), foi realizado o Seminário de Investigações Contemporâneas, com a participação da artista Marinés Agurto Hormazábal (1984, Lima, Peru), que integra a Residência Artística FAAP – São Paulo. A atividade aproximou os estudantes de uma produção artística contemporânea em desenvolvimento e abriu espaço para a troca sobre processos, pesquisas e práticas no campo das artes visuais.   Ao longo dos três dias, a Jornada Profissional promoveu diferentes formas de contato entre os alunos, instituições, profissionais e artistas, ampliando as possibilidades de diálogo entre a formação em Artes Visuais e o universo


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Exposição na Biblioteca Mário de Andrade celebra a recuperação de obras de Henri Matisse

Com produção e concepção do MAB FAAP e da Biblioteca Mário de Andrade, mostra apresenta as 20 composições de Jazz, incluindo oito trabalhos recentemente recuperados O Museu de Arte Brasileira da FAAP (MAB FAAP) participa da realização da exposição Jazz – o livro de artista de Henri Matisse, que será apresentada na Biblioteca Mário de Andrade, de 12 de setembro a 12 de outubro. A mostra tem produção e concepção do MAB FAAP e da Biblioteca Mário de Andrade, com correalização da FAAP e da Prefeitura de São Paulo. A abertura acontece no dia 12 de setembro, às 15h, e marca o reencontro do público com oito obras de Henri Matisse que haviam sido subtraídas e foram recentemente recuperadas. Ao todo, a exposição reúne as 20 composições que integram a coleção, em uma iniciativa que destaca o compromisso da FAAP e de suas instituições culturais com a preservação, a pesquisa e a democratização do acesso à arte. Mais do que apresentar uma das obras mais importantes da trajetória de Matisse, a exposição celebra a recuperação de um patrimônio cultural e sua devolução à sociedade. O projeto também reforça a atuação do MAB FAAP na valorização, conservação e difusão de acervos artísticos, além de ampliar o acesso do público a um conjunto fundamental da produção moderna. “Mais do que recuperar objetos de valor artístico, a abertura da mostra é um momento de celebração da memória, da arte e da importância das instituições públicas na proteção e difusão de seus acervos”, destaca o secretário de Cultura e Economia Criativa, Totó Parente. A participação do MAB FAAP A exposição é concebida e produzida pelo MAB FAAP em parceria com a Biblioteca Mário de Andrade. A participação do museu reafirma sua atuação na pesquisa e na divulgação da história da arte, bem como seu compromisso com projetos que aproximam o público de obras e documentos de relevância internacional. “A participação da FAAP na correalização desta exposição reafirma o compromisso da Fundação com a promoção da arte, da educação e da cultura. Por meio do MAB FAAP, contribuímos para ampliar o acesso do público à obra de Henri Matisse e para fortalecer o diálogo entre instituições culturais”, afirma Pilar Guillon Liotti, membro do Conselho da FAAP. O curador da exposição e diretor-geral do MAB FAAP, Marcos Moraes, ressalta a importância de Matisse para além da pintura e destaca a relevância de Jazz na história da arte. “Artista comumente identificado como fundamental na arte moderna, Matisse dispensa qualquer tentativa de apresentá-lo apenas como um pintor de sua época. De início, é preciso ressaltar sua atuação com o desenho, as artes gráficas, a colagem, a escultura, a cenografia e mesmo nas relações com a arquitetura, mas é sobretudo na gravura que essa capacidade magistral de lidar com a cor e a linha se afirma, de maneira incontestável”, afirma. Para o curador, Jazz é um dos mais relevantes livros de artista e álbuns de gravuras do século XX. “Nada mais coerente que o MAB FAAP se associe a essa iniciativa de retomar a possibilidade de o público ter contato direto com as imagens, mas também com os textos que o artista escreveu diretamente a partir de seus cadernos de anotações, produzidos entre 1941 e 1946, celebrando, neste momento, seus 80 anos de existência”, completa. Jazz: cor, movimento e criação Publicado em 1947 pelas edições Verve, Jazz teve tiragem de 250 exemplares numerados e reúne 20 composições desenvolvidas por Matisse a partir de recortes de papéis previamente pintados com guache. O artista criou o conjunto durante um período de grandes limitações físicas. Após passar por uma grave intervenção cirúrgica, Matisse encontrou nos recortes de papel uma nova possibilidade de expressão. Durante aproximadamente dois anos, experimentou formas e cores até chegar às composições que integrariam o livro. Matisse definiu esse processo como “desenhar com a tesoura”. A técnica permitiu ao artista investigar de maneira inovadora as relações entre cor, forma, movimento e composição, levando a colagem a um novo patamar em sua produção. O título Jazz traduz a concepção de Matisse sobre o conjunto de imagens. Para o artista, as cores deveriam estabelecer uma relação dinâmica, semelhante à música. Não bastava simplesmente colocá-las lado a lado: era necessário que atuassem umas sobre as outras. Um livro de artista que marcou a história da arte A publicação de Jazz contou com a parceria do editor Tériade, um dos mais importantes editores de arte do século XX. O projeto buscou preservar, na impressão, a intensidade das cores e a força visual das composições originais. O resultado articula imagem e texto e se tornou uma das produções mais conhecidas de Matisse. As 20 composições revelam a maturidade de sua pesquisa com recortes e demonstram como o artista transformou uma condição de adversidade em uma nova possibilidade de criação. Serviço Jazz – o livro de artista de Henri Matisse Período: 12 de setembro a 12 de outubro Abertura: 12 de setembro, às 15h Local: Biblioteca Mário de Andrade Produção e concepção: MAB FAAP e Biblioteca Mário de Andrade Correalização: FAAP e Prefeitura de São Paulo Entrada:

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