PROJETO DE RELAÇÕES PÚBLICAS INVESTIGA TRANSFORMAÇÕES URBANAS DA MOOCA

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Mooca, bairro que guarda memórias paulistanas, é o foco de uma investigação de alunas do curso de Relações Públicas coordenada pela professora Vivian Blaso. A pesquisa “Mooca: histórias e trajetórias da identidade paulistana em transformação” é uma oportunidade única das futuras profissionais de RP observarem comunidades e suas múltiplas camadas de influência inseridas nos seus territórios, uma maneira de as alunas desenvolverem a habilidade de gestão de conflitos. 

Para a aluna do quinto semestre de RP Lara de Araújo, o projeto é uma maneira de desenvolver a analisar os diferentes pontos de vista. “Conversei e pesquisei sobre vários públicos, como um representante do Shopping Mooca, os moradores do bairro e o responsável pelo coletivo Muda Mooca. Entender o que eles estão passando e como podemos auxiliar foi uma experiência enriquecedora. Nunca tinha vivenciado algo parecido a esse projeto”, conta Lara. 

O projeto teve parceria do curso de Arquitetura e Urbanismo. “Poucos permanecerão no bairro, morando nos novos imóveis. A maioria será obrigada a procurar outro lugar para morar, isto é, onde possa comprar uma nova moradia”, explica o professor do curso, Sérgio Sandler, que deixou às alunas de RP a seguinte reflexão: “O que acontece com os moradores tradicionais e tudo o que os representa no bairro da Mooca? Além disso, a pesquisa utilizou os recursos de dados secundários, etnografia urbana, entrevistas e aplicação de um questionário que contou com o apoio do professor Lisandro Cordeiro, da disciplina de Pesquisa. “As pesquisas ajudarão as alunas coletarem e, principalmente, entenderem as opiniões e pontos de vista de cada um dos agentes envolvidos e impactados pelo processo de verticalização do bairro da Mooca”, comenta o docente.


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Mooca, bairro que guarda memórias paulistanas, é o foco de uma investigação de alunas do curso de Relações Públicas coordenada pela professora Vivian Blaso. A pesquisa “Mooca: histórias e trajetórias da identidade paulistana em transformação” é uma oportunidade única das futuras profissionais de RP observarem comunidades e suas múltiplas camadas de influência inseridas nos seus territórios, uma maneira de as alunas desenvolverem a habilidade de gestão de conflitos. 

Para a aluna do quinto semestre de RP Lara de Araújo, o projeto é uma maneira de desenvolver a analisar os diferentes pontos de vista. “Conversei e pesquisei sobre vários públicos, como um representante do Shopping Mooca, os moradores do bairro e o responsável pelo coletivo Muda Mooca. Entender o que eles estão passando e como podemos auxiliar foi uma experiência enriquecedora. Nunca tinha vivenciado algo parecido a esse projeto”, conta Lara. 

O projeto teve parceria do curso de Arquitetura e Urbanismo. “Poucos permanecerão no bairro, morando nos novos imóveis. A maioria será obrigada a procurar outro lugar para morar, isto é, onde possa comprar uma nova moradia”, explica o professor do curso, Sérgio Sandler, que deixou às alunas de RP a seguinte reflexão: “O que acontece com os moradores tradicionais e tudo o que os representa no bairro da Mooca? Além disso, a pesquisa utilizou os recursos de dados secundários, etnografia urbana, entrevistas e aplicação de um questionário que contou com o apoio do professor Lisandro Cordeiro, da disciplina de Pesquisa. “As pesquisas ajudarão as alunas coletarem e, principalmente, entenderem as opiniões e pontos de vista de cada um dos agentes envolvidos e impactados pelo processo de verticalização do bairro da Mooca”, comenta o docente.


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MAB FAAP

Exposição “Miró: Mestre das Formas” ganha destaque em primeira mão na coluna de Alice Ferraz, no Estadão 

A exposição “Miró: Mestre das Formas”, que será apresentada pelo Instituto Tostex e Museu de Arte Brasileira da FAAP (MAB FAAP) a partir de 7 de agosto, foi destaque em primeira mão na coluna da jornalista Alice Ferraz, publicada nesta terça-feira no jornal O Estado de S. Paulo.   A reportagem antecipa informações sobre a mostra, considerada uma das mais relevantes dedicadas ao artista espanhol Joan Miró já realizadas no Brasil. A exposição reunirá mais de 100 obras originais, entre pinturas, gravuras, esculturas, tapeçarias, fotografias e documentos históricos, proporcionando ao público um panorama abrangente da trajetória e da produção artística de um dos principais nomes da arte moderna do século XX.   Com curadoria de Jordi J. Claverol, a exposição será organizada em cinco núcleos temáticos, permitindo ao visitante percorrer diferentes momentos da carreira de Miró e compreender a evolução de sua linguagem artística.   Na publicação, a Conselheira da FAAP, Sra. Pilar Guillon Liotti, destaca a relevância da iniciativa para a instituição e para o cenário cultural brasileiro:   “Receber no MAB FAAP um conjunto inédito de obras que revela essa trajetória e reafirmar o compromisso do museu com exposições que ampliam o diálogo entre diferentes culturas.”   A coluna também ressalta o caráter inédito da mostra, que trará ao Brasil obras que nunca foram exibidas no país, resultado de um amplo trabalho de articulação internacional realizado em parceria entre a FAAP e o Instituto Totex.   A exposição reforça o compromisso do MAB FAAP em promover grandes mostras internacionais e ampliar o acesso do público brasileiro a importantes referências da arte mundial, consolidando o museu como um espaço de intercâmbio cultural e de valorização do patrimônio


Na FAAP

O futuro da carne bovina brasileira passa pelo conhecimento

Poucos setores brasileiros passaram por uma evolução tão grande quanto a carne bovina. No último ano, o Brasil não apenas manteve sua força nas exportações, mas assumiu também a liderança mundial na produção, com 12,35 milhões de toneladas produzidas, 3,5 milhões exportadas e quase US$ 18 bilhões em vendas externas.   Os números impressionam, mas, por si só, não explicam essa trajetória. Eles revelam a dimensão da responsabilidade que o Brasil passou a assumir no abastecimento mundial de proteína animal.  A carne bovina brasileira está presente em mais de 170 mercados, mas cerca de 70% de tudo o que produzimos continua no Brasil. É uma cadeia que atende o mundo sem deixar de abastecer a mesa dos brasileiros.   Essa posição não foi conquistada por acaso. É resultado de décadas de trabalho de pecuaristas, frigoríficos, técnicos, pesquisadores, autoridades sanitárias e profissionais que entenderam que produzir bem não bastava. Era preciso garantir regularidade, qualidade, sanidade e capacidade de atender o que cada mercado exige. Trata-se de uma construção coletiva, baseada na cooperação entre os setores público e privado, que consolidou a credibilidade internacional da carne bovina brasileira.  O mundo está mudando e o mercado da carne também. Países que historicamente tiveram grande produção enfrentam redução de rebanho, custos mais altos e limitações para ampliar a oferta. Ao mesmo tempo, cresce a demanda por proteína em regiões como a Ásia, o Oriente Médio e parte da África.  O Brasil tem espaço para ocupar parte dessa demanda. No ano passado, o país tinha 195,5 milhões de cabeças de gado, o maior rebanho comercial do mundo. Entre 2005 e 2025, a produção brasileira de carne bovina aumentou 41%, enquanto a área de pastagens diminuiu.   A pecuária brasileira de hoje é diferente da de duas décadas atrás. Temos mais genética, melhor manejo, nutrição mais precisa, confinamento, terminação intensiva a pasto, integração com outras atividades e mais tecnologia dentro da fazenda e da indústria.   Mas não há espaço para achar que o trabalho está pronto.   A abertura de mercados, a rastreabilidade, a agenda ambiental, os controles sanitários, as exigências de consumidores e as regras comerciais vão continuar influenciando diretamente o futuro da carne brasileira. O Brasil precisa estar preparado para responder a isso com informação, transparência e capacidade técnica.  A Associação Brasileira das Indústrias Exportadoras de Carnes (ABIEC) atua justamente nessa frente. Representamos uma indústria responsável por praticamente todas as exportações brasileiras de carne bovina. Trabalhamos para abrir mercados, defender o setor, dialogar com governos, acompanhar regulações internacionais e mostrar ao mundo o que a cadeia brasileira tem construído.   Só que esse ambiente exige gente preparada. A cadeia da carne deixou de ser um assunto restrito à fazenda ou ao frigorífico. Hoje, quem trabalha no setor precisa entender de produção, mercado, comércio exterior, sustentabilidade, sanidade, logística, legislação e comunicação.   Foi pensando nisso que criamos a Beef School, curso de extensão da ABIEC com a FAAP. A proposta é aproximar quem quer conhecer melhor a cadeia da realidade de um setor que movimenta mais de R$ 1,15 trilhão por ano e responde por cerca de 9% do PIB brasileiro.   A liderança conquistada pelo Brasil não é um ponto de chegada. É um compromisso permanente com a excelência, a inovação e a capacidade de evoluir. O futuro da carne bovina brasileira será construído por profissionais capazes de compreender as transformações do mercado, antecipar desafios e transformar conhecimento em vantagem


Internacional

FAAP inicia a edição 2026 do Projeto SEED em parceria com instituições japonesas 

A FAAP realizou, em junho, uma reunião que marcou o início da edição 2026 do Projeto SEED (Social Entrepreneurship and Economic Development), importante iniciativa internacional voltada ao desenvolvimento de soluções inovadoras para empresas e organizações japonesas, por meio da colaboração entre estudantes e universidades de diferentes países.   O encontro, realizado na Diretoria Mantenedora da FAAP, reuniu representantes da instituição e parceiros japoneses responsáveis pelo desenvolvimento do programa. Na ocasião, foram discutidas as diretrizes da próxima edição do SEED, reafirmando o compromisso conjunto com a internacionalização do ensino, a inovação e o fortalecimento da cooperação acadêmica entre Brasil e Japão.   Idealizado pela GOROM Association, o Projeto SEED proporciona uma experiência acadêmica e intercultural que reúne estudantes de diferentes nacionalidades em equipes multiculturais para o desenvolvimento de projetos voltados a desafios reais apresentados por empresas da província de Yamanashi. Ao longo dos anos, o programa consolidou-se como uma importante iniciativa de formação internacional, promovendo o intercâmbio de conhecimentos, a inovação e o empreendedorismo.   A reunião também contou com a participação do empresário japonês Tetsutaro Nakagomi, Presidente e CEO da DAITA Co., Ltd., apoiador do Projeto SEED, cuja atuação tem contribuído para o fortalecimento da iniciativa e para a aproximação entre os setores acadêmico e empresarial no

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