MUSEU DE ARTE BRASILEIRA DA FAAP INAUGURA AS EXPOSIÇÕES “ETERNA TRILOGIA: RETRATOS, PAISAGENS E NATUREZAS-MORTAS” E “OBRAS PRIMAS”

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O Museu de Arte Brasileira da FAAP apresenta, a partir de 15 de fevereiro, a exposição “Eterna Trilogia” com 103 obras dos mais clássicos gêneros visuais presentes na história da arte ocidental: retrato, paisagem e natureza-morta. Gratuita, a mostra trará ainda um núcleo especial, dedicado a celebrar os 70 anos da FAAP e que relembrará as primeiras obras adquiridas pelo museu.

Em “Eterna Trilogia”, no núcleo Retratos, o público verá obras que não se limitam a resumir as características físicas do retratado, mas também seu estado de ânimo, personalidade, caráter, valores éticos e história. Obras de Anita Malfatti, Tarsila do Amaral, Candido Portinari, Flávio de Carvalho, Victor Brecheret, entre outros artistas compõem o espaço.

O núcleo Paisagens traz produções de artistas como Johann Moritz Rugendas, Alfredo Volpi, Cícero Dias, Nicolas Vlavianos e Emiliano Di Cavalcanti. Nele, será possível apreciar a representação de paisagens marítimas, rurais, históricas. O gênero Natureza-morta compõe o terceiro núcleo com obras de Pedro Alexandrino, Cícero Dias, Gilberto Vançan, Flávio Shiró, Maria Tereza Louro, entre outros artistas.

O objetivo da curadoria é que o público possa contemplar obras de tendências acadêmica e modernista, além de realizações e interpretações de formas artísticas e conteúdos estéticos próprios do século XX e do início do século XXI. A partir dessas obras, o visitante poderá notar variações sobre um mesmo tema e assinalar analogias, paridades e abordagens excepcionais.

Núcleo especial

No núcleo central, denominado Obras-primas, será o momento de rememorar as primeiras obras que integraram o acervo do museu há 55 anos. Para isso, estarão presentes, entre as 18 obras, uma pintura do artista Umberto Veruda, datada de 1903; a obra Retrato de Homem, pintada por Anita Malfatti entre 1912/13; Alegoria à Música, de 1910, do artista Benedito Calixto; entre outras.Quatro exposições se revezarão no núcleo especial para celebrar os 70 anos da FAAP. Após Obras-primas, que fica na programação até 30 de abril, o público terá a oportunidade de ver a mostra “Arquitetura do Prédio Matriz da FAAP” com imagens, plantas e obras que relembram a construção do edifício principal, cujo projeto é do francês Auguste Perret.

Confira aqui algumas obras expostas na exposição “Eterna Trilogia: Retratos, Paisagens e Naturezas-mortas”



Clique aqui para ver algumas imagens da exposição Obras Primas

Eterna Trilogia: Retratos, Paisagens e Naturezas-mortas

Data: de 15/2 a 10/12/2017

Obras Primas

Data: de 15/2 a 30/04/2017

Horários: Segundas, quartas, quintas e sextas-feiras, das 10h às 19h, com última entrada às 18h.

Aos sábados, domingos e feriados, das 10h às 18h, com última entrada às 17h.(Fechado às terças-feiras, inclusive quando feriado)

Local: MAB-FAAPEndereço: Rua Alagoas, 903 – Higienópolis

Informações: (11) 3662-7198

Agendamento de visitas educativas: (11) 3662-7200

Entrada: gratuita


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O Museu de Arte Brasileira da FAAP apresenta, a partir de 15 de fevereiro, a exposição “Eterna Trilogia” com 103 obras dos mais clássicos gêneros visuais presentes na história da arte ocidental: retrato, paisagem e natureza-morta. Gratuita, a mostra trará ainda um núcleo especial, dedicado a celebrar os 70 anos da FAAP e que relembrará as primeiras obras adquiridas pelo museu.

Em “Eterna Trilogia”, no núcleo Retratos, o público verá obras que não se limitam a resumir as características físicas do retratado, mas também seu estado de ânimo, personalidade, caráter, valores éticos e história. Obras de Anita Malfatti, Tarsila do Amaral, Candido Portinari, Flávio de Carvalho, Victor Brecheret, entre outros artistas compõem o espaço.

O núcleo Paisagens traz produções de artistas como Johann Moritz Rugendas, Alfredo Volpi, Cícero Dias, Nicolas Vlavianos e Emiliano Di Cavalcanti. Nele, será possível apreciar a representação de paisagens marítimas, rurais, históricas. O gênero Natureza-morta compõe o terceiro núcleo com obras de Pedro Alexandrino, Cícero Dias, Gilberto Vançan, Flávio Shiró, Maria Tereza Louro, entre outros artistas.

O objetivo da curadoria é que o público possa contemplar obras de tendências acadêmica e modernista, além de realizações e interpretações de formas artísticas e conteúdos estéticos próprios do século XX e do início do século XXI. A partir dessas obras, o visitante poderá notar variações sobre um mesmo tema e assinalar analogias, paridades e abordagens excepcionais.

Núcleo especial

No núcleo central, denominado Obras-primas, será o momento de rememorar as primeiras obras que integraram o acervo do museu há 55 anos. Para isso, estarão presentes, entre as 18 obras, uma pintura do artista Umberto Veruda, datada de 1903; a obra Retrato de Homem, pintada por Anita Malfatti entre 1912/13; Alegoria à Música, de 1910, do artista Benedito Calixto; entre outras.Quatro exposições se revezarão no núcleo especial para celebrar os 70 anos da FAAP. Após Obras-primas, que fica na programação até 30 de abril, o público terá a oportunidade de ver a mostra “Arquitetura do Prédio Matriz da FAAP” com imagens, plantas e obras que relembram a construção do edifício principal, cujo projeto é do francês Auguste Perret.

Confira aqui algumas obras expostas na exposição “Eterna Trilogia: Retratos, Paisagens e Naturezas-mortas”



Clique aqui para ver algumas imagens da exposição Obras Primas

Eterna Trilogia: Retratos, Paisagens e Naturezas-mortas

Data: de 15/2 a 10/12/2017

Obras Primas

Data: de 15/2 a 30/04/2017

Horários: Segundas, quartas, quintas e sextas-feiras, das 10h às 19h, com última entrada às 18h.

Aos sábados, domingos e feriados, das 10h às 18h, com última entrada às 17h.(Fechado às terças-feiras, inclusive quando feriado)

Local: MAB-FAAPEndereço: Rua Alagoas, 903 – Higienópolis

Informações: (11) 3662-7198

Agendamento de visitas educativas: (11) 3662-7200

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WAIFF 2026 estreia no Brasil e transforma FAAP em polo de debates sobre IA e audiovisual  

O World AI Film Festival (WAIFF) encerrou neste sábado (28) sua primeira edição no Brasil, após dois dias de programação intensa na FAAP, em São Paulo. O festival reuniu profissionais do audiovisual, da publicidade, do streaming e da tecnologia para discutir, na prática, como a Inteligência Artificial já está redesenhando a criação e a produção de conteúdo no mundo.   Realizado nos dias 27 e 28 de fevereiro, o WAIFF 2026 marcou a entrada oficial de São Paulo na rede global de encontros dedicados à IA no audiovisual, consolidando a cidade como um dos hubs da discussão internacional sobre o tema.   Na abertura, os organizadores destacaram o simbolismo de trazer o festival para o Brasil em um momento em que o mercado audiovisual vive incertezas e, ao mesmo tempo, enxerga na IA novas possibilidades de criação, modelos de negócio e acesso a ferramentas antes restritas a grandes estúdios.   Ao longo dos dois dias, o WAIFF 2026 promoveu um mergulho nas transformações em curso na indústria. Painéis e mesas de debate trataram desde o uso da IA na escrita de roteiros, edição e pós-produção, até seus impactos em publicidade, streaming, formatos digitais e na relação entre criadores, marcas e plataformas.   Executivos, produtores, criadores de conteúdo e profissionais ligados à televisão e à publicidade participaram de discussões sobre:  – Formatos curtos e engajamento nas redes; – O uso da IA em longa-metragens e séries; – Desafios jurídicos, direitos autorais e ética; – Modelos de negócio para um mercado impactado pela automação.   A Agência Ampfy realizou, ainda na sexta-feira (27), uma Maratona Criativa exclusiva para alunos da FAAP, apresentando cases premiados que utilizaram Inteligência Artificial de forma inovadora e estratégica. Além da palestra, os estudantes foram convidados a desenvolver um projeto para um cliente real, a CVC Turismo, aplicando IA em sua proposta. A melhor ideia será selecionada e seus autores concorrerão a uma vaga de estágio na Ampfy, reforçando o compromisso da FAAP em aproximar seus alunos do mercado de trabalho.    O segundo dia concentrou parte das discussões sobre o futuro do audiovisual, o papel dos criadores independentes e a importância de formação e qualificação profissional para uso responsável das novas tecnologias.   Um dos momentos de destaque foi a palestra de Nizan Guanaes, que abordou a criatividade em tempos de Inteligência Artificial, e de Fabiano Gullane, ex-aluno da FAAP e um dos mais importantes produtores cinematográficos do país.   Paralelamente às palestras e aos painéis, o festival exibiu a Mostra Competitiva WAIFF 2026, com produções nacionais e internacionais realizadas com o apoio de Inteligência Artificial em diferentes estágios do processo criativo.   Os filmes concorreram nas categorias Longa-metragem, Série Vertical, Publicidade, Curta-metragem – Animação, Curta-metragem – Documentário, Curta-metragem – Fantasia, Curta-metragem – Ação, Curta-metragem – Drama, além dos prêmios de Melhor Diretora,  Jovem Diretor e Melhor do Festival. Os finalistas foram escolhidos por um júri formado por profissionais como Jacqueline Sato (Atriz, roteirista e produtora – Presidente do Júri), Fabiano Gullane (Produtor e sócio da Gullane Filmes), Heitor Dhalia (Cineasta, diretor de O Cheiro do Ralo e DNA do Crime), Lyara Oliveira (Gestora e produtora especialista em audiovisual), Paulo Aguiar (Criador do CR_IA) e Tadeu Jungle (Diretor, roteirista, poeta visual e videoartista).  A cerimônia de premiação, realizada na tarde de sábado, no palco principal, encerrou o festival destacando a diversidade de linguagens, abordagens estéticas e temas explorados com o uso de IA. Reforçando que a tecnologia já faz parte do vocabulário criativo de uma nova geração de realizadores.   Ao aproximar criadores, empresas de tecnologia, estudantes, produtores e agentes do mercado, o festival mostrou que a discussão sobre IA já não é futurista: ela é parte do presente da produção audiovisual e deve se intensificar nos próximos

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