Pesquisa do NiMD da FAAP mostra novidades no universo das redes sociais


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O Núcleo de Inovação em Mídia Digital (NiMD) da FAAP estimula o desenvolvimento da linguagem digital no campo da Comunicação e trimestralmente, desde 2014, trazem análises do Facebook e Instagram, no relatório Mídias Sociais 360º (o #MS360FAAP) em parceria com a Emplifi. 

De acordo com o estudo relativo dos meses de julho, agosto e setembro, 36,9% das postagens feitas por empresas no terceiro trimestre foi no formato reels, com o formato em foto ficando em segundo lugar, com 36,1% das postagens. Isso se dá possivelmente pelo melhor resultado de alcance que o formato reels oferece em geral. É a primeira vez que o reels ultrapassa os demais formatos nos perfis de marcas. 

No caso dos influenciadores digitais, a preferência tabém se mantém pelo reels com 45% do total de publicações. Curiosamente, o formato que mais gera interações é o carrossel, com mediana de 2.027 interações por postagem. 

Outro dado relevante encontrado na pesquisa é a consolidação na frequência de posts. Tanto marcas quanto influenciadores fazem, em média, 3 postagens por semana apenas e esse número pouco alterou em trimestres anteriores. Mas é importante lembrar que esse número trata apenas daquilo que vai para o feed, sem considerar stories. É possível ver que há uma transferência de conteúdos menos elaborados, que exigem menor produção, para esse formato. 

“É possível concluir que a menor quantidade de postagens está diretamente ligada à busca por maior qualidade na produção do conteúdo – visto que o reels exige mais detalhes, como a escolha de músicas e edição de vídeo mais cuidadosa”, explica o coordenador do Núcleo de Inovação em Mídia Digital e do curso de Publicidade e Propaganda da FAAP, professor Eric Messa. 

O professor Adriano Cerullo, pesquisador envolvido no estudo comenta esses números: “O crescimento das páginas da categoria Comunidades indica como o Facebook está cada vez mais se tornando uma plataforma de troca de informações e experiências nichadas, com o usuário interessado em questões específicas e não gerais”. Para baixar o relatório completo, basta acessar: https://www.faap.br/nimd/ms360faap.asp 

Sobre o NIMD-FAAP 

O Núcleo de Inovação em Mídia Digital (NiMD) da FAAP, criado em 2013, tem como finalidade capacitar os profissionais da área, oferecer conhecimento prático aos estudantes de comunicação e ao público interessado no assunto e, especialmente, compartilhar com o mercado estudos e reflexões. A proposta é fomentar a evolução da linguagem digital e a comunicação entre marcas e seus consumidores. 


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São Paulo Audiovisual Hub acontece na FAAP pelo segundo ano consecutivo 

Segunda edição do encontro acontece de 8 a 12 de junho e reúne workshops, rodadas de negócios e debates com profissionais do Brasil e do exterior  O governo de São Paulo, por meio da Secretaria da Cultura, Economia e Indústria Criativas do Estado de São Paulo, abriu as inscrições para a segunda edição do São Paulo Audiovisual Hub, evento voltado ao fortalecimento da indústria audiovisual paulista e à internacionalização de produções brasileiras. O encontro gratuito acontece entre os dias 8 e 12 de junho, na FAAP, em Higienópolis, na capital paulista. As inscrições estão abertas pelo site oficial: https://spaudiovisualhub.com.br/ A programação reúne workshops, debates, rodadas de negócios e atividades de networking com profissionais do Brasil e do exterior. Ao todo, o evento contará com cerca de 30 convidados internacionais e selecionará até 30 participantes para cada um dos cinco workshops voltados a produtores, diretores e distribuidores.  As atividades abordarão temas como coprodução internacional, distribuição, financiamento, festivais, inteligência artificial aplicada ao audiovisual, streaming e estratégias para mercados internacionais.  “Ao sediar pelo segundo ano consecutivo o São Paulo Audiovisual Hub, a FAAP reafirma seu papel como catalisadora da criatividade e da inovação. Com a exclusividade de ser a instituição que conecta de forma tão direta a universidade ao mercado, oferecemos aos nossos alunos mais e melhores oportunidades de acesso ao mundo dos negócios já durante sua formação. Este evento não apenas aproxima talentos emergentes e profissionais consolidados da indústria, mas também traduz nosso compromisso em transformar a excelência acadêmica em impacto cultural real. Temos a certeza de que, mais uma vez, a FAAP será o ponto de encontro onde novas ideias florescem e o futuro do audiovisual brasileiro ganha forma”, compartilha Luis Sobral, CEO da FAAP. A edição de 2025 reuniu mais de 1.200 participantes. O evento promoveu 213 reuniões agendadas e várias rodadas de negócios e contou com representantes de 15 países, consolidando São Paulo como um dos principais polos de conexão internacional do audiovisual brasileiro.  “Convidamos profissionais, estudantes e agentes do setor a participarem dessa imersão, que conecta talentos, conhecimento e oportunidades de negócio. É um espaço de formação, troca e articulação que reforça o papel de São Paulo como principal polo audiovisual do país”, afirma a secretária da Cultura, Economia e Indústria Criativas do Estado de São Paulo, Marília Marton.  O evento integra o Plano de Desenvolvimento da Indústria Audiovisual Paulista e tem curadoria e gestão do programa Cinema do Brasil, em parceria com a Secretaria da Cultura, Economia e Indústria Criativas, com o Museu da Imagem e do Som (MIS), com a Associação Paulista dos Amigos da Arte (APAA), e apoio da Lei Paulo


Business Communication and Media

Ética no Marketing Esportivo é tema de debate na FAAP

A FAAP realizou na última quarta-feira, 27 de maio, o debate Ética no Marketing Esportivo: desafios entre regulação, publicidade e apostas. O evento integrou a prática extensionista Laboratório de Ética Publicitária, uma parceria entre a FAAP e o CONAR que ao longo do semestre reuniu alunos para discutir os limites éticos da comunicação no mercado esportivo contemporâneo.  O encontro reuniu profissionais de diferentes áreas: marketing esportivo, direito desportivo, autorregulamentação publicitária e setor de apostas.  Um dos eixos centrais da discussão foi a transformação que as casas de apostas esportivas provocaram no modelo de financiamento do futebol nacional. Os debatedores apontaram que o ciclo de crescimento acelerado já dá sinais de acomodação, reflexo tanto da regulamentação quanto da retração de marcas que não honraram contratos.  Caio Lacerda, CMO do Santos FC, trouxe a experiência concreta de como o clube atravessou esse cenário, optando por um patrocinador master após rigorosa análise jurídica e reputacional. Lacerda também explicou que o clube mantém termo assinado por funcionários e corpo diretivo proibindo apostas nas plataformas patrocinadoras e que, por questões de direito de imagem coletiva, os atletas não podem ser usados individualmente em campanhas dos patrocinadores.  Alexandre Câmara, Head de Patrocínios da Superbet, defendeu que as marcas sérias do setor já migraram de uma publicidade agressiva de conversão para uma construção de marca mais sustentável, com foco em reputação de longo prazo.  Do ponto de vista jurídico e regulatório, o debate evidenciou que regulação e ética não são a mesma coisa,  e que as duas se alimentam mutuamente ao longo do tempo.   Ao encerrar o evento, o professor Eric Messa, coordenador do curso de Publicidade e Propaganda da FAAP, sintetizou: a ética não é um conjunto fixo de respostas, mas um processo contínuo de discussão coletiva. “Ética é um conjunto de valores que depende de ser não só ensinado, depende de ser discutido, depende de ser debatido em coletivo o tempo inteiro. É isso que estamos fazendo aqui”.  Entender onde termina o que a norma permite e começa o que a ética exige, saber dizer não a um cliente ou a uma campanha, compreender as implicações sociais de cada decisão de comunicação; tudo isso é parte essencial do repertório de quem quer atuar com responsabilidade num mercado cada vez mais complexo e


Relações Internacionais

Construindo o futuro, um aluno de cada vez: a magia do Fórum FAAP 

Por Victor Grinberg  Existe uma crença popular, fundada em um suposto inconsciente coletivo, de que a relação professor-aluno-escola está cada vez mais complexa devido às transformações geracionais, digitais e contextuais do momento em que vivemos. De alguma forma, essa ideia manifesta-se na máxima, muito difundida, de que os estudantes não querem “nada com nada” e de que é difícil fazê-los vivenciar a vida fora das telas dos celulares. Anualmente, essa percepção é colocada à prova quando abrimos nossas portas para 600 estudantes – do 8º ano do Ensino Fundamental ao 3º ano do Ensino Médio – que preenchem nossas salas e corredores como diplomatas, juízes, dirigentes esportivos, jornalistas e congêneres. Eles dão vida a uma das maiores e mais tradicionais simulações multilaterais (também conhecidas como Modelos ONU): o Fórum FAAP. Embora muito se fale e se veja, em fotos e vídeos, sobre o quão valorosa é a vivência dessa metodologia de role-play com nuances de problem-based learning para os nossos delegados, pouco se fala sobre os organizadores. Tive o privilégio de ver o Fórum se transformar da sua 6ª edição, na qual entrei como delegado, até a 22ª, quando marco dez anos como coordenador do evento. Justamente por isso, sou um entusiasta da ideia de que o propósito constrói o resultado. Com isso, quero dizer que, do lado da organização, tivemos 300 estudantes de todos os cursos de graduação da FAAP envolvidos diretamente na sustentação dessa atividade (e não uso a palavra “sustentação” de forma leviana). Para além do formato, o que faz a diferença é o zelo de cada um: do staff de primeira viagem que acolhe, com um sorriso e um ombro amigo, o adolescente ansioso; do diretor acadêmico que avalia com pulso firme e responsabilidade, lançando uma “crise” para depois celebrar os resultados com os jovens; e até do secretariado e das equipes de estrutura que, nos bastidores, preparam cada kit com cuidado e carinho, garantindo a fluidez para que nada esteja fora do lugar. O mais incrível é que, perante essas expectativas de zelo, o resultado se torna ainda mais magnífico quando as particularidades de cada um nos ajudam a ir além. Nos treinamentos pré-evento, sempre menciono o “Jeito Disney” de encantar e busco despertar neles essa aspiração. A cada ano, surpreendo-me com a forma como alcançamos esse objetivo. Seja a aluna de Moda que costura a calça rasgada de um delegado, o aluno de Design e Animação que preenche o espaço com origamis de dinossauro (arrancando risadas genuínas de colegas e espectadores), ou aquele aluno de Economia que descobre que a parte mais gratificante é ser monitor da “luta de cotonete”, transmitindo garra para os delegados superarem seus embates. A vivacidade dos discentes não está perdida; ela apenas fica dormente à espera de um propósito em um mundo de ações vazias e corriqueiras. Quando confrontados com significados e expectativas, eles nunca decepcionam. Nunca me decepcionaram. Pelo contrário, cativam-me e tornam-me fã de cada um. Viva o Fórum FAAP, mas, acima de tudo, viva quem o faz


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Projeto Lupinhas: FAAP e Agência Lupa fortalecem parceria em combate à desinformação 

A parceria entre a FAAP e a Agência Lupa no Projeto Lupinhas, que envolve alunos do Programa BCM (Business Communication and Media) em pesquisas sobre desinformação, ganhou um novo capítulo com a atual força-tarefa dedicada à identificação de deepfakes nas redes sociais. A iniciativa, em andamento entre março e junho, dá continuidade ao trabalho iniciado na pesquisa O Brasil do Zap, relatório apresentado recentemente e que analisou conteúdos que circulam em grupos públicos de WhatsApp no país.  Coordenado pela professora Beatriz Farrugia, o Projeto Lupinhas faz parte do Observatório Lupa, núcleo de pesquisa aplicada em desinformação, e integra estudantes de Jornalismo, Publicidade e Propaganda e Relações Públicas, todos do Programa BCM da FAAP. “Com o projeto, os alunos aprendem na prática os desafios do combate à desinformação e as complexidades das técnicas usadas em campanhas de manipulação. Eles também colaboram na elaboração de relatórios para a sociedade civil, aproximando a produção acadêmica das necessidades do debate público”, afirma a professora.   Para os estudantes, o Projeto Lupinhas funciona como um laboratório de apuração, análise crítica e ética profissional. “Participar do Projeto Lupinhas é a realização de um sonho. A apuração é a base do jornalismo, e poder aprender isso de perto, com os melhores, é uma honra. Com certeza, essa experiência já mudou e ainda vai mudar minha forma de enxergar a profissão”, disse a aluna de Jornalismo Laura Vick.  A dimensão ética da desinformação também é ressaltada pelos alunos de Relações Públicas. “Fazer parte dessa força-tarefa me permite analisar de perto o impacto de conteúdos manipulados, um tema que se conecta diretamente com a ética e a transparência, pilares da minha futura profissão. O foco na identificação de conteúdos enganosos contribui para o desenvolvimento de um olhar mais técnico e crítico sobre o consumo de informação nas redes sociais”, afirma Fernanda Rabello, estudante de RP.  Do ponto de vista da Publicidade e Propaganda, o projeto amplia repertórios e sensibiliza para o impacto social da comunicação. “É uma experiência muito diferente e, ao mesmo tempo, enriquecedora. Essa oportunidade nos faz abrir a mente e descobrir diversas coisas novas. A parceria entre a FAAP e a Lupa nos traz aprendizado e nos aproxima de temas que são reais e influenciam o nosso mundo”, destaca João Duque, aluno de PP.  Grande inovação acadêmica da FAAP, o Programa BCM oferece tripla titulação em Publicidade, Relações Públicas e Jornalismo, formando profissionais versáteis e preparados para os desafios da era da Inteligência Artificial, da revolução digital e das big techs, com foco em comunicação, reputação, branding e gestão de crises. Inserido nesse contexto, o Projeto Lupinhas consolida a integração entre pesquisa aplicada, formação acadêmica e enfrentamento à desinformação no ecossistema

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