Confira os palestrantes selecionados para a conferência da Res Artis na FAAP


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A FAAP será palco da primeira conferência da Res Artis na América Latina


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A FAAP será palco da primeira conferência da Res Artis na América Latina, intitulada Outras Primaveras: Florações do Sul Global. A Res Artis é uma rede mundial de Residências Artísticas que conecta mais de 650 membros em mais de 80 países, promovendo o intercâmbio cultural e a sustentabilidade das residências artísticas ao redor do mundo. 

O evento acontecerá de 18 a 23 de setembro e marcará o 20º aniversário da Residência Artística FAAP – São Paulo. A conferência também coincidirá com dois importantes eventos: a 36ª Bienal de São Paulo e a Temporada França-Brasil, que celebra os 200 anos de relações diplomáticas entre os dois países. 

A programação deste ano contará com palestrantes selecionados por meio de uma chamada aberta, reforçando o compromisso com a diversidade de vozes e experiências no campo das residências artísticas. Conheça os nomes que integram esta edição e prepare-se para diálogos inspiradores sobre arte, cultura e internacionalização. Parabéns aos candidatos aprovados:  

  • Wanjiru Koinange (Kenya), “Memory, Movement, and Momentum: Lessons from a Career in Creative Ecosystems”;
  • Lina Ángel Sabogal (Argentina), “Red Quincho: Art Residencies and micropolitics from the Global South”;
  • Felix Toro (Brazil), “Situatedness as a Guiding Principle: Sacatar’s Place-Based Practice”;
  • Monica Contreras (Mexico), “Painting a brighter horizon: Community-focused artist residency in Atotonilco, Guanajuato, Mexico”;
  • Mayatili Marika (Australia), “Artistic Cultural Diplomacy and Ancestral Pasts/&/Futures”;
  • Nazura Rahime (Malaysia), “Learning Through Exchange: Community and Mentorship in Barehands Residency”;
  • Ahmed Mourad Khanfir (Senegal), “Artist Residencies as Cultural Safe Zones in the MENA and African Regions”;
  • Tracian Meikle (Uganda/The Netherlands), “Worldbuilding Through Art – Imagining Futures of Liberation at Afropocene StudioLab, Uganda”;
  • Nguyen Vu Tu Hang (Vietnam), “Fractured Mobility and Uneven Trust: Building an Artist-in-Residence Network in Vietnam from the Global South”;
  • Moni Aisida (Nigeria), “Art, Residencies, and the Natural World: Contextual Practices from the G.A.S. Farm House, Nigeria”;
  • Alecsandra Matias de Oliveira (Brazil), “Artistas brasileiros em residências em Dacar (Senegal)”;
  • Rafael RG (Brazil), “Deitar no céu para olhar o chão”;
  • Patricia Stagi (Brazil), “Casero: Residência Artística Florestal e Incubadora de Projetos em Arte e Ecologia”;
  • Carolina Boettner (Argentina e Alemanha), “Researching through place: residencies rooted in territory”;
  • Antonio Monteiro de Barros Sobral (Brazil), “Residência São João: uma terra viva”;
  • Charlotte Lily Hilder (Australia), “How Public Programs develop cultural exchange opportunities”;
  • Dominick A Maia Tanner (Angola), “Reframing the Gaze: Cultural Sovereignty and Artistic Residencies from the Global South”;
  • Tamara Isaac (Brazil), “Writing Our Migrations: A Poetry Workshop on Language and Belonging”;
  • Ama BE (US and Ghana), “Rooted in Fissure: Embodying Pan-African Artist Pedagogies”;
  • Hsiao-Chi Chu (Taiwan / Netherlands), “Reframing Residencies: Sustainable Impact and Institutional Strategies Across Regional Contexts for artist-in-residence (AiR)”;
  • Sam Brakarsh (Zimbabwe and the US), “Beyond Silence: Artistic Residencies as Catalysts for Censorship Reform and Creative Freedom in the Global South”;
  • Naima Hassan (Germany), “Workshop: Ceremonies for de/territorialized pan-African festival archives”;
  • Mac Andre Arboleda (Philippines), “I Grew Up in a Click Farm”;
  • (Helen) Maria Cristina Cebllos (Puerto Rico), “Rito de Paso”;
  • Helga Elsner Torres (Germany), “Reconnecting with the Global South: Art and Identity”;
  • Guillermo Rodríguez (Puerto Rico), “The ‘Downbeat’ effect: on the importance of in-residency-time in artistic research and curatorial practice”;
  • Bruno Alves de Almeida (Netherlands), “Art Residencies as Infrastructures for Ecological Engagement – Jan van Eyck Academie”;
  • Diego Mencaroni (Italy), “Mobility and Equity of Fellows Coming from the Global South. Challenges, difficulties, obstacles and solutions.”;
  • La Wayaka Current – Sofie Iversen, Victor Fernandez (Chile / UK), “Held by the Land: Inner Shifts and Creative Renewal Across Living Territories”;
  • Andrés Knob (Argentina), “Residencies as Relational Practice and Affective Space: 20 years of Proyecto´ace”;
  • Alicia Marvan (Mexico), “Regenerative Tactics: Fostering Decolonization and Sustainability through Culture and Education”;
  • Constanza Escobar (Colombia), “Residencias de arte para salvaguardar el patrimonio vivo”;
  • Abbey IT-A (Ghana), “INTERVENTION ‘ON SITE’ – When colleagues become collaborators…”;
  • Daniel Maposa (Zimbabwe), “From Policy to Practice: Advancing Sustainable Cultural Governance in Harare”;
  • Mia Harris (United Kingdom), “Clay & Conversation: A Residency Project by Jacqui Ramrayka at the V&A”;
  • Fernanda Luz Avendaño (Brazil), “Melancolia e souvenir”;
  • Guillermina Bustos (Brazil), “La memoria es una batalla ganada – Historia de las gestiones autónomas como metodologías de aprendizaje comunitario”.


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MAB FAAP

Exposição na Biblioteca Mário de Andrade celebra a recuperação de obras de Henri Matisse

Com produção e concepção do MAB FAAP e da Biblioteca Mário de Andrade, mostra apresenta as 20 composições de Jazz, incluindo oito trabalhos recentemente recuperados O Museu de Arte Brasileira da FAAP (MAB FAAP) participa da realização da exposição Jazz – o livro de artista de Henri Matisse, que será apresentada na Biblioteca Mário de Andrade, de 12 de setembro a 12 de outubro. A mostra tem produção e concepção do MAB FAAP e da Biblioteca Mário de Andrade, com correalização da FAAP e da Prefeitura de São Paulo. A abertura acontece no dia 12 de setembro, às 15h, e marca o reencontro do público com oito obras de Henri Matisse que haviam sido subtraídas e foram recentemente recuperadas. Ao todo, a exposição reúne as 20 composições que integram a coleção, em uma iniciativa que destaca o compromisso da FAAP e de suas instituições culturais com a preservação, a pesquisa e a democratização do acesso à arte. Mais do que apresentar uma das obras mais importantes da trajetória de Matisse, a exposição celebra a recuperação de um patrimônio cultural e sua devolução à sociedade. O projeto também reforça a atuação do MAB FAAP na valorização, conservação e difusão de acervos artísticos, além de ampliar o acesso do público a um conjunto fundamental da produção moderna. “Mais do que recuperar objetos de valor artístico, a abertura da mostra é um momento de celebração da memória, da arte e da importância das instituições públicas na proteção e difusão de seus acervos”, destaca o secretário de Cultura e Economia Criativa, Totó Parente. A participação do MAB FAAP A exposição é concebida e produzida pelo MAB FAAP em parceria com a Biblioteca Mário de Andrade. A participação do museu reafirma sua atuação na pesquisa e na divulgação da história da arte, bem como seu compromisso com projetos que aproximam o público de obras e documentos de relevância internacional. “A participação da FAAP na correalização desta exposição reafirma o compromisso da Fundação com a promoção da arte, da educação e da cultura. Por meio do MAB FAAP, contribuímos para ampliar o acesso do público à obra de Henri Matisse e para fortalecer o diálogo entre instituições culturais”, afirma Pilar Guillon Liotti, membro do Conselho da FAAP. O curador da exposição e diretor-geral do MAB FAAP, Marcos Moraes, ressalta a importância de Matisse para além da pintura e destaca a relevância de Jazz na história da arte. “Artista comumente identificado como fundamental na arte moderna, Matisse dispensa qualquer tentativa de apresentá-lo apenas como um pintor de sua época. De início, é preciso ressaltar sua atuação com o desenho, as artes gráficas, a colagem, a escultura, a cenografia e mesmo nas relações com a arquitetura, mas é sobretudo na gravura que essa capacidade magistral de lidar com a cor e a linha se afirma, de maneira incontestável”, afirma. Para o curador, Jazz é um dos mais relevantes livros de artista e álbuns de gravuras do século XX. “Nada mais coerente que o MAB FAAP se associe a essa iniciativa de retomar a possibilidade de o público ter contato direto com as imagens, mas também com os textos que o artista escreveu diretamente a partir de seus cadernos de anotações, produzidos entre 1941 e 1946, celebrando, neste momento, seus 80 anos de existência”, completa. Jazz: cor, movimento e criação Publicado em 1947 pelas edições Verve, Jazz teve tiragem de 250 exemplares numerados e reúne 20 composições desenvolvidas por Matisse a partir de recortes de papéis previamente pintados com guache. O artista criou o conjunto durante um período de grandes limitações físicas. Após passar por uma grave intervenção cirúrgica, Matisse encontrou nos recortes de papel uma nova possibilidade de expressão. Durante aproximadamente dois anos, experimentou formas e cores até chegar às composições que integrariam o livro. Matisse definiu esse processo como “desenhar com a tesoura”. A técnica permitiu ao artista investigar de maneira inovadora as relações entre cor, forma, movimento e composição, levando a colagem a um novo patamar em sua produção. O título Jazz traduz a concepção de Matisse sobre o conjunto de imagens. Para o artista, as cores deveriam estabelecer uma relação dinâmica, semelhante à música. Não bastava simplesmente colocá-las lado a lado: era necessário que atuassem umas sobre as outras. Um livro de artista que marcou a história da arte A publicação de Jazz contou com a parceria do editor Tériade, um dos mais importantes editores de arte do século XX. O projeto buscou preservar, na impressão, a intensidade das cores e a força visual das composições originais. O resultado articula imagem e texto e se tornou uma das produções mais conhecidas de Matisse. As 20 composições revelam a maturidade de sua pesquisa com recortes e demonstram como o artista transformou uma condição de adversidade em uma nova possibilidade de criação. Serviço Jazz – o livro de artista de Henri Matisse Período: 12 de setembro a 12 de outubro Abertura: 12 de setembro, às 15h Local: Biblioteca Mário de Andrade Produção e concepção: MAB FAAP e Biblioteca Mário de Andrade Correalização: FAAP e Prefeitura de São Paulo Entrada:


Ensino Médio

XV Semana do Colégio FAAP encerra com sucesso e celebra integração e espírito esportivo

A XV Semana do Colégio FAAP foi marcada por dias de intensa participação, integração e espírito esportivo entre os alunos. Ao longo da programação, os estudantes tiveram a oportunidade de desenvolver diferentes habilidades, fortalecer vínculos e vivenciar, na prática, valores como cooperação, respeito e trabalho em equipe.  Divididos em quatro bandeiras, os alunos participaram de 40 atividades que foram além da competição esportiva. A programação contemplou diferentes áreas do conhecimento e da expressão, incluindo exatas, humanas, educação física, esportes, música, dança, arte e moda.  Em cada atividade, os estudantes foram desafiados a demonstrar talento, criatividade, dedicação e capacidade de trabalhar coletivamente, em uma experiência que integrou conhecimento, convivência e diversão.  Ao final da competição, a classificação ficou definida da seguinte forma:  1º lugar: Bandeira Azul 2º lugar: Bandeira Amarela e Bandeira Laranja 3º lugar: Bandeira Verde  Nesta edição, a Semana do Colégio FAAP também contou com novas formas de reconhecimento, valorizando não apenas os resultados alcançados pelas equipes, mas também atitudes que contribuíram para uma experiência coletiva positiva.  Os líderes de cada equipe receberam um certificado de competência em liderança, em reconhecimento ao papel desempenhado durante as atividades. Também foi realizada uma premiação de fair play, destinada a reconhecer um estudante que se destacou pelo cuidado, pela colaboração e pela dedicação ao bom funcionamento dos espaços utilizados durante a Semana.  A Semana do Colégio FAAP promove aprendizado, convivência e desenvolvimento de competências e valores, reforçando a importância da integração, da cooperação, do respeito e do trabalho em equipe na formação dos

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