CONCURSO DE MODA DA FAAP ANUNCIA VENCEDORES EM DESFILE NO TEATRO FAAP – 5 DE NOVEMBRO – ASSISTA AO VIVO PELA TV FAAP

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A espera para conhecer a coleção vencedora do FAAP Moda, concurso interno da Faculdade Armando Alvares Penteado, está chegando ao fim. A grande final está marcada para o dia 5 de novembro, a partir das 21h, com a participação de grandes nomes do mundo da moda nacional e internacional.

O corpo de jurados dessa edição será formado apenas por mulheres, assim como as seis finalistas do concurso. Já estão confirmadas Ana Claudia Michels, Camila Espinosa, Carol Ribeiro, Carol Vassone, Fernanda Niemeyer, Gloria Coelho, Helena Lunardelli, Helena Montanarini, Isabela Fiorentino, Lilli Teddi, Lily Sarti, Manu Gavassi, Maria Rita Alonso, Rafaela Caniello, Renata Alhadeff, Renata Sarti, Susana Barbosa e Vivian Whitemam.

As juradas terão a difícil missão de escolher a coleção vencedora da noite a partir de critérios que vão da qualidade das produções e dos tecidos à materialização da ideia e apresentação da coleção. Haverá, ainda, a coleção escolhida pela votação do público, que poderá participar baixando o aplicativo do FAAP Moda, disponível para download, gratuito, nas versões IOs e Android. O desfile poderá ser acompanhado ao vivo pela TV FAAP (www.faap.br/tvfaap).

 

Finalistas

As seis alunas finalistas do FAAP Moda participam pela primeira vez do concurso. As coleções foram selecionadas com base no conceito de criação, na possibilidade de execução da peça e na escolha dos tecidos e materiais para confecção. Com a ajuda de profissionais da área, as jovens estilistas tiveram quatro meses para desenvolver as peças, além de pensar em todo o processo do desfile, incluindo modelos, música, entre outras características.

 

Conexão universidade e mercado

Lançado em 2004, o concurso FAAP Moda foi um sucesso imediato e, a cada ano, torna-se uma plataforma de lançamento de profissionais de qualidade com grandes nomes envolvidos, como diretores de arte, stylists, DJs e mídia especializada. O principal objetivo da ação é fazer a conexão entre alunos criativos e profissionais consagrados, envolvendo todas as etapas e processos de construção e apresentação de uma coleção.

 

O FAAP Moda foi idealizado pelo curso de Moda da FAAP e pelas ex-alunas e organizadoras Renata Paternostro e Marianna Dal Canton. Os estudantes são selecionados com base em projetos/croquis apresentados inicialmente para uma banca de professores. A segunda etapa envolve professores da FAAP e profissionais de mercado. Já na terceira e última fase, em que as coleções são apresentadas em um desfile, cabe aos profissionais que compõem a comissão de jurados escolherem os três primeiros colocados. Há ainda o vencedor escolhido pela votação do público.

 

Conheça as coleções finalistas:

 

Da terra ao corpo – de Sabrina Rutowitcz

A coleção surgiu a partir da reflexão sobre como se enxerga as próprias riquezas e a vontade de expor as raízes culturais sob uma nova perspectiva, elevando o status que une a ancestralidade do artesanato com a modernidade de shapes. Os looks apresentam processos manuais sofisticados, bordados minuciosos com sementes de acácia e coco, além de pedras naturais da região amazônica, cristais Swarovski e flores de seda. Todas as peças foram elaboradas a partir da técnica francesa Lunéville. A estudante utiliza tecidos naturais como a ráfia, juta e fibras de patchouli forrados com 100% linho, tingimentos trabalhados artesanalmente e acabamentos com botões de ráfia.

 

Epifania – de Bia Nardini

Coleção autobiográfica que veio à tona após a estudante passar por um doloroso processo de depressão. É inspirada nas séries “Ausência”, “Nostalgia” e “Brinca com Fogo”, do artista Lucas Simões. As peças foram construídas a partir de armações feitas de barbatana de aço que se assemelham a “gaiolas” e evocam a ideia do corpo aprisionado em si mesmo – materializando o sentimento que ficou marcado no passado.

 

Excesso Conexo – de Louise Coutinho

A aluna criou uma coleção a partir de sua leitura pessoal sobre a saúde mental diante do excesso de informação que impacta o ser humano nos dias de hoje. Ela investigou a partir da leitura do livro “A Geração Superficial”. A coleção possui sobreposições de forma contundente, criando looks que se apresentam com inúmeras camadas, refletindo o que é excedente. As composições, muitas vezes, ganham dimensões que indagam o olhar. Os excessos também são explorados por meio da volumetria que é acentuada pelas múltiplas aplicações em formato de post-its.

 

Flesh and Bones – de Viktoria Ezequiel

A coleção é inspirada no fascínio, complexidade e perfeicça~o da anatomia humana combinados à impactante obra do pintor Francis Bacon. A estudante percorreu as páginas de um antigo livro intitulado “Estudio de Los Huesos”, que discorre sobre a estrutura do corpo humano. A coleção chama a atenção para as construções instigantes do body, bermuda, hot pant e coletes, que exibem um trabalho minucioso de tiras vazadas finalizadas com rebite, além de plissados irregulares que criam movimento intenso. As mangas superalongadas sugerem deformações em alusão à obra de Francis Bacon.

 

Geleia Geral – de Ana Clara Watanabe

Coleção masculina que busca compreender a formação do movimento Tropicalista a partir do conceito da Antropofagia proposto pelo poeta paulistano Oswald de Andrade. Os seis looks exibem silhuetas supervolumosas, que brincam com a abstração do corpo e são favorecidas pela estrutura corporal robusta dos homens. A paleta de cores é composta por um mix de tons vivos, neon, que se misturam à coloração opaca, na qual aparece o branco transparente.

 

Metamorfose – de Maria Eugenia Albuquerque Boccuto

A coleção é inspirada na obra do artista ganense “El Anatsui”. A estudante utiliza técnica manual para se debruçar no aspecto sensorial e explorar texturas que são constituídas de diferentes matérias-primas como o algodão, a lã, a viscose e o plástico. A coleção apresenta silhuetas alongadas nada óbvias, em que cada look traz sempre a ideia de mesclar materiais em um jogo assimétrico criativo, no qual camadas alternadas por tecidos lisos e elaborados no tear se sobrepõem de forma elegante – ora revelando ora ocultando partes da vestimenta e do corpo como os braços.

 

Ficha técnica FAAP Moda 2019:

Direção de produção: Marianna Dal Canton e Renata Paternostro

Direção de estilo (1ª fase): Lorenzo Merlino e Monayna Pinheiro

Styling: Mauricio Ianês

Direção de desfile: Roberta Marzolla

Assistente de Direção e Produção Executiva: Diego Casmurro

Direção de casting: Alexandre Queiróz e Roberta Marzolla

Direção musical: Max Blum

Beauty: Fabiana Gomes – M.A.C Cosmetics e Robert Estevão

Direção Musical : Max Blum

Programação visual: M&Co Creative Studio

Programação de vídeos: Manilha Filmes

 

16ª edição do FAAP Moda

Data: 05/11 (terça-feira)

Horário: a partir das 20h30

Local: Teatro FAAP

Endereço: Rua Alagoas, 903 – Higienópolis

 

Para assistir ao vivo pela Internet:

Endereço: http://www.faap.br/tvfaap

Horário do desfile: a partir das 21h

 

 

 


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A espera para conhecer a coleção vencedora do FAAP Moda, concurso interno da Faculdade Armando Alvares Penteado, está chegando ao fim. A grande final está marcada para o dia 5 de novembro, a partir das 21h, com a participação de grandes nomes do mundo da moda nacional e internacional.

O corpo de jurados dessa edição será formado apenas por mulheres, assim como as seis finalistas do concurso. Já estão confirmadas Ana Claudia Michels, Camila Espinosa, Carol Ribeiro, Carol Vassone, Fernanda Niemeyer, Gloria Coelho, Helena Lunardelli, Helena Montanarini, Isabela Fiorentino, Lilli Teddi, Lily Sarti, Manu Gavassi, Maria Rita Alonso, Rafaela Caniello, Renata Alhadeff, Renata Sarti, Susana Barbosa e Vivian Whitemam.

As juradas terão a difícil missão de escolher a coleção vencedora da noite a partir de critérios que vão da qualidade das produções e dos tecidos à materialização da ideia e apresentação da coleção. Haverá, ainda, a coleção escolhida pela votação do público, que poderá participar baixando o aplicativo do FAAP Moda, disponível para download, gratuito, nas versões IOs e Android. O desfile poderá ser acompanhado ao vivo pela TV FAAP (www.faap.br/tvfaap).

 

Finalistas

As seis alunas finalistas do FAAP Moda participam pela primeira vez do concurso. As coleções foram selecionadas com base no conceito de criação, na possibilidade de execução da peça e na escolha dos tecidos e materiais para confecção. Com a ajuda de profissionais da área, as jovens estilistas tiveram quatro meses para desenvolver as peças, além de pensar em todo o processo do desfile, incluindo modelos, música, entre outras características.

 

Conexão universidade e mercado

Lançado em 2004, o concurso FAAP Moda foi um sucesso imediato e, a cada ano, torna-se uma plataforma de lançamento de profissionais de qualidade com grandes nomes envolvidos, como diretores de arte, stylists, DJs e mídia especializada. O principal objetivo da ação é fazer a conexão entre alunos criativos e profissionais consagrados, envolvendo todas as etapas e processos de construção e apresentação de uma coleção.

 

O FAAP Moda foi idealizado pelo curso de Moda da FAAP e pelas ex-alunas e organizadoras Renata Paternostro e Marianna Dal Canton. Os estudantes são selecionados com base em projetos/croquis apresentados inicialmente para uma banca de professores. A segunda etapa envolve professores da FAAP e profissionais de mercado. Já na terceira e última fase, em que as coleções são apresentadas em um desfile, cabe aos profissionais que compõem a comissão de jurados escolherem os três primeiros colocados. Há ainda o vencedor escolhido pela votação do público.

 

Conheça as coleções finalistas:

 

Da terra ao corpo – de Sabrina Rutowitcz

A coleção surgiu a partir da reflexão sobre como se enxerga as próprias riquezas e a vontade de expor as raízes culturais sob uma nova perspectiva, elevando o status que une a ancestralidade do artesanato com a modernidade de shapes. Os looks apresentam processos manuais sofisticados, bordados minuciosos com sementes de acácia e coco, além de pedras naturais da região amazônica, cristais Swarovski e flores de seda. Todas as peças foram elaboradas a partir da técnica francesa Lunéville. A estudante utiliza tecidos naturais como a ráfia, juta e fibras de patchouli forrados com 100% linho, tingimentos trabalhados artesanalmente e acabamentos com botões de ráfia.

 

Epifania – de Bia Nardini

Coleção autobiográfica que veio à tona após a estudante passar por um doloroso processo de depressão. É inspirada nas séries “Ausência”, “Nostalgia” e “Brinca com Fogo”, do artista Lucas Simões. As peças foram construídas a partir de armações feitas de barbatana de aço que se assemelham a “gaiolas” e evocam a ideia do corpo aprisionado em si mesmo – materializando o sentimento que ficou marcado no passado.

 

Excesso Conexo – de Louise Coutinho

A aluna criou uma coleção a partir de sua leitura pessoal sobre a saúde mental diante do excesso de informação que impacta o ser humano nos dias de hoje. Ela investigou a partir da leitura do livro “A Geração Superficial”. A coleção possui sobreposições de forma contundente, criando looks que se apresentam com inúmeras camadas, refletindo o que é excedente. As composições, muitas vezes, ganham dimensões que indagam o olhar. Os excessos também são explorados por meio da volumetria que é acentuada pelas múltiplas aplicações em formato de post-its.

 

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Geleia Geral – de Ana Clara Watanabe

Coleção masculina que busca compreender a formação do movimento Tropicalista a partir do conceito da Antropofagia proposto pelo poeta paulistano Oswald de Andrade. Os seis looks exibem silhuetas supervolumosas, que brincam com a abstração do corpo e são favorecidas pela estrutura corporal robusta dos homens. A paleta de cores é composta por um mix de tons vivos, neon, que se misturam à coloração opaca, na qual aparece o branco transparente.

 

Metamorfose – de Maria Eugenia Albuquerque Boccuto

A coleção é inspirada na obra do artista ganense “El Anatsui”. A estudante utiliza técnica manual para se debruçar no aspecto sensorial e explorar texturas que são constituídas de diferentes matérias-primas como o algodão, a lã, a viscose e o plástico. A coleção apresenta silhuetas alongadas nada óbvias, em que cada look traz sempre a ideia de mesclar materiais em um jogo assimétrico criativo, no qual camadas alternadas por tecidos lisos e elaborados no tear se sobrepõem de forma elegante – ora revelando ora ocultando partes da vestimenta e do corpo como os braços.

 

Ficha técnica FAAP Moda 2019:

Direção de produção: Marianna Dal Canton e Renata Paternostro

Direção de estilo (1ª fase): Lorenzo Merlino e Monayna Pinheiro

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Direção de desfile: Roberta Marzolla

Assistente de Direção e Produção Executiva: Diego Casmurro

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Direção musical: Max Blum

Beauty: Fabiana Gomes – M.A.C Cosmetics e Robert Estevão

Direção Musical : Max Blum

Programação visual: M&Co Creative Studio

Programação de vídeos: Manilha Filmes

 

16ª edição do FAAP Moda

Data: 05/11 (terça-feira)

Horário: a partir das 20h30

Local: Teatro FAAP

Endereço: Rua Alagoas, 903 – Higienópolis

 

Para assistir ao vivo pela Internet:

Endereço: http://www.faap.br/tvfaap

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SPIW na FAAP: inovação e ciência em diálogo com as artes, a cultura e as humanidades

Com curadorias plurais e programação internacional, evento amplia a conversa sobre tecnologia e os desafios contemporâneos Por Edilamar Galvão Vivemos um tempo em que a palavra inovação se tornou onipresente. Ela aparece em discursos empresariais, campanhas institucionais, pitches de startups, políticas públicas e, claro, nas conversas sobre inteligência artificial, transformação digital e futuro do trabalho. Mas talvez valha a pena fazer uma pergunta menos óbvia: que tipo de inovação estamos celebrando? O São Paulo Innovation Week (SPIW), que acontece esta semana com mais de 500 palestrantes, é importante justamente porque amplia essa conversa. Distribuído entre a FAAP e a Mercado Livre Arena Pacaembu, com centenas de palestras e grandes nomes nacionais e internacionais, o evento não trata apenas de tecnologia como ferramenta ou de mercado como horizonte. Sua programação conecta tecnologia, ciência, educação, criatividade, cultura, empreendedorismo e impacto social. Nesse sentido, faz toda a diferença que parte dessa experiência aconteça na FAAP. Digo isso não apenas como professora e coordenadora de um dos cursos da instituição, mas como alguém que trabalha há muitos anos em um ambiente universitário onde a interdisciplinaridade não é um slogan recente, e sim parte da cultura institucional. Uma escola de arte entende que inovação também é linguagem. Uma escola de comunicação entende que inovação também é narrativa. Uma escola de negócios entende que inovação também é estratégia, transformação e capacidade de antecipar cenários. Num momento em que a tecnologia avança em velocidade impressionante — especialmente com a inteligência artificial reorganizando profissões, processos criativos e até nossas formas de interação — torna-se ainda mais importante criar espaços em que a pergunta não seja apenas o que podemos fazer?, mas também o que devemos fazer? Como isso transforma a experiência humana? Quem participa dessa transformação e quem fica à margem dela? Ao observar alguns nomes da programação, essa amplitude fica evidente. Steven Pinker, com sua longa reflexão sobre linguagem, cognição e natureza humana. Suzana Herculano-Houzel, cuja pesquisa sobre cérebro e inteligência amplia a conversa entre neurociência e tecnologia. Rebecca Goldstein, na interseção entre filosofia e literatura, trazendo para o debate questões sobre racionalidade, conhecimento e experiência humana. Daniel Goleman, que tornou central a discussão sobre inteligência emocional em um mundo progressivamente mediado por tecnologia. Ailton Krenak, com a perspectiva indispensável dos povos originários e sua poderosa provocação sobre outras formas de imaginar humanidade, desenvolvimento e o “futuro ancestral”. Spike Jonze, cineasta cuja obra já explorava, no território da ficção, questões hoje bastante concretas sobre afeto, mediação tecnológica e inteligência artificial. A presença e curadoria do físico e astrônomo Marcelo Gleiser conferem ao evento uma densidade intelectual particularmente relevante, ao inscrever o debate sobre inovação para além do fascínio tecnológico imediato e colocá-lo no terreno das grandes perguntas sobre conhecimento, consciência, humanidade e os futuros que estamos, coletivamente, construindo. De maneira geral, o SPIW nos lembra algo essencial: os especialistas em tecnologia são protagonistas incontornáveis da construção do futuro. Mas as questões que emergem dessa transformação — éticas, culturais, cognitivas e sociais — exigem um diálogo igualmente indispensável com outros campos do conhecimento. Porque inovação sem reflexão humanística corre o risco de produzir soluções tecnicamente “brilhantes”, mas culturalmente pobres e, muitas vezes, socialmente perigosas, como já advertiam Adorno e Horkheimer em Dialética do Esclarecimento. Talvez seja justamente esse um dos sentidos mais interessantes de ver a FAAP integrada a esse movimento: lembrar que tecnologia e humanidades não pertencem a universos opostos. Ao contrário. As perguntas mais complexas do nosso tempo nascem exatamente nessa interseção. Para nossos estudantes, isso representa acesso a debates contemporâneos de alto nível. Para os professores, oportunidade de atualização e provocação intelectual. Para a cidade, a chance de ocupar espaços de conhecimento como lugares vivos de encontro e imaginação. Assim, já na largada, a mensagem forte do SPIW é clara: inovação real exige repertório, crítica, sensibilidade e capacidade de formular boas perguntas. Edilamar Galvão é doutora em Comunicação e Semiótica pela PUC-SP, com pós-doutorado no Diversitas — Núcleo de Estudos das Diversidades, Intolerâncias e Conflitos da USP. É coordenadora do curso de Jornalismo e do programa BCM — Business, Communication and Media, além de professora de Estética no curso de Artes Visuais da


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