ALUNOS DO CURSO DE DIREITO DA FAAP VIVEM NA PRÁTICA A ATUALIZAÇÃO PROFISSIONAL TRAZIDA PELOS TEMPOS DE PANDEMIA

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Durante a quarentena, alunos do 5º semestre do curso de Direito da Faculdade Armando Alvares Penteado (FAAP) realizaram a primeira Audiência de Instrução Simulada por meio de videoconferência, conforme as orientações do Tribunal de Justiça do Estado de São Paulo (TJ-SP).

A causa era de família, envolvendo a guarda unilateral dos filhos pelo pai, sendo que o casal ainda não estava separado judicialmente. Os alunos se dividiram em grupos e cada sala representava uma das partes envolvidas. O caso passou por todas as etapas do processo como petição inicial, contestação, réplica, tréplica, audiência saneadora, perícia técnica e audiência de instrução, o ponto alto da atividade.

“Antes mesmo do TJ-SP divulgar o comunicado com as orientações, nós já estávamos aplicando esse modelo nas práticas acadêmicas do curso com o objetivo de trazer noções sobre julgamentos virtuais na pandemia e capacitar nossos alunos para as inovações do mercado”, afirma a professora e coordenadora dos trabalhos Marina Rosa Vezzoni.

 Logo no início do isolamento, o Conselho Nacional de Justiça (CNJ) permitiu, de maneira genérica, esse expediente. Mas ele não havia sido adotado até o início dos trabalhos da audiência feita pelos alunos da FAAP, uma vez que as regras estabelecidas pelo TJ-SP para as audiências virtuais foram divulgadas mais recentemente.

Aulas teóricas e práticas

Um dos projetos do 5º semestre foi desenvolvido pelas alunas Isabelle Bertozzo, Maria Lucia Almeida Prado de Castro Valente e Maria Eduarda Marchesan. Para a dinâmica dos trabalhos, elas decidiram participar do grupo de pesquisa por entender a importância dessa ação técnica preliminar para todo o processo. “Nossa audiência tratou sobre direito de família e o trabalho foi realizado com a cautela, técnica e dedicação que o tema exige”, assegura Maria Lucia.

Durante o processo, elas tiveram de lidar com a questão da guarda dos menores e a alegação de alienação parental, que foi trazida na contestação da parte contrária. Na opinião das alunas, certamente a complexidade da causa e todas as questões que a circundam colaboraram para enriquecer a dinâmica.

 Para elas, a experiência foi incrível exatamente pela oportunidade de ter aulas teóricas e práticas podendo desenvolver todo o trabalho e a rotina de um advogado, desde a primeira “conversa” com o cliente, busca por documentos, jurisprudências e elaboração das peças até a audiência de instrução.

Temas contemporâneos

Outra atividade do curso de Direito da FAAP tem recebido atenção dos alunos. Na grade do 1º semestre, a disciplina Temas Contemporâneos de Direito os leva a analisar as notícias da imprensa. O objetivo é estudar na prática as matérias teóricas ministradas no início do curso, além de mantê-los integrados às agendas atuais. “Desejamos que eles compreendam as notícias em seus mais diversos aspectos jurídicos e tenham noções reais sobre cidadania”, observa a professora Marina.

Para isso, grupos de alunos passam a criar e apresentar projetos de lei, tendo em conta os temas teóricos ministrados pelos professores. Eles também vivenciam experiências reais do processo legislativo e realizam pesquisas de campo com pessoas de vários segmentos sobre suas necessidades e desejos. A intenção dos professores é que eles sejam capazes de entender a importância do processo legislativo, do real papel do cidadão e se alinhar às demandas da sociedade.

Para a aluna do 1º semestre Anna Luiza Marques, os trabalhos foram de extrema importância, pois as atuais disputas ideológicas em meio a uma pandemia mostram cada vez mais que há falta de ética. Seu grupo decidiu criar um partido cujo tema foi a educação básica e tinha a incumbência de introduzir disciplinas obrigatórias sobre ética e cidadania para o ensino público e privado, desde o fundamental até o médio.

“Por meio das iniciativas populares realizadas ao longo do semestre, tivemos a percepção de situações que antes não eram evidentes. Assuntos polêmicos, como aborto e penas alternativas, trouxeram um conhecimento, uma propriedade e um questionamento interno maior, que nos fez crescer como seres humanos”, relata a aluna.

Na avaliação final da professora, todas essas dinâmicas experimentadas pelos alunos de Direito da FAAP, nas suas mais variadas formas, permitiram que o trabalho em grupo os mantivessem engajados e próximos. “A sala de aula passou a ser dentro de suas casas e o isolamento permitiu laços de amizade e de trabalho ainda maiores”, assegura a coordenadora Marina.


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Durante a quarentena, alunos do 5º semestre do curso de Direito da Faculdade Armando Alvares Penteado (FAAP) realizaram a primeira Audiência de Instrução Simulada por meio de videoconferência, conforme as orientações do Tribunal de Justiça do Estado de São Paulo (TJ-SP).

A causa era de família, envolvendo a guarda unilateral dos filhos pelo pai, sendo que o casal ainda não estava separado judicialmente. Os alunos se dividiram em grupos e cada sala representava uma das partes envolvidas. O caso passou por todas as etapas do processo como petição inicial, contestação, réplica, tréplica, audiência saneadora, perícia técnica e audiência de instrução, o ponto alto da atividade.

“Antes mesmo do TJ-SP divulgar o comunicado com as orientações, nós já estávamos aplicando esse modelo nas práticas acadêmicas do curso com o objetivo de trazer noções sobre julgamentos virtuais na pandemia e capacitar nossos alunos para as inovações do mercado”, afirma a professora e coordenadora dos trabalhos Marina Rosa Vezzoni.

 Logo no início do isolamento, o Conselho Nacional de Justiça (CNJ) permitiu, de maneira genérica, esse expediente. Mas ele não havia sido adotado até o início dos trabalhos da audiência feita pelos alunos da FAAP, uma vez que as regras estabelecidas pelo TJ-SP para as audiências virtuais foram divulgadas mais recentemente.

Aulas teóricas e práticas

Um dos projetos do 5º semestre foi desenvolvido pelas alunas Isabelle Bertozzo, Maria Lucia Almeida Prado de Castro Valente e Maria Eduarda Marchesan. Para a dinâmica dos trabalhos, elas decidiram participar do grupo de pesquisa por entender a importância dessa ação técnica preliminar para todo o processo. “Nossa audiência tratou sobre direito de família e o trabalho foi realizado com a cautela, técnica e dedicação que o tema exige”, assegura Maria Lucia.

Durante o processo, elas tiveram de lidar com a questão da guarda dos menores e a alegação de alienação parental, que foi trazida na contestação da parte contrária. Na opinião das alunas, certamente a complexidade da causa e todas as questões que a circundam colaboraram para enriquecer a dinâmica.

 Para elas, a experiência foi incrível exatamente pela oportunidade de ter aulas teóricas e práticas podendo desenvolver todo o trabalho e a rotina de um advogado, desde a primeira “conversa” com o cliente, busca por documentos, jurisprudências e elaboração das peças até a audiência de instrução.

Temas contemporâneos

Outra atividade do curso de Direito da FAAP tem recebido atenção dos alunos. Na grade do 1º semestre, a disciplina Temas Contemporâneos de Direito os leva a analisar as notícias da imprensa. O objetivo é estudar na prática as matérias teóricas ministradas no início do curso, além de mantê-los integrados às agendas atuais. “Desejamos que eles compreendam as notícias em seus mais diversos aspectos jurídicos e tenham noções reais sobre cidadania”, observa a professora Marina.

Para isso, grupos de alunos passam a criar e apresentar projetos de lei, tendo em conta os temas teóricos ministrados pelos professores. Eles também vivenciam experiências reais do processo legislativo e realizam pesquisas de campo com pessoas de vários segmentos sobre suas necessidades e desejos. A intenção dos professores é que eles sejam capazes de entender a importância do processo legislativo, do real papel do cidadão e se alinhar às demandas da sociedade.

Para a aluna do 1º semestre Anna Luiza Marques, os trabalhos foram de extrema importância, pois as atuais disputas ideológicas em meio a uma pandemia mostram cada vez mais que há falta de ética. Seu grupo decidiu criar um partido cujo tema foi a educação básica e tinha a incumbência de introduzir disciplinas obrigatórias sobre ética e cidadania para o ensino público e privado, desde o fundamental até o médio.

“Por meio das iniciativas populares realizadas ao longo do semestre, tivemos a percepção de situações que antes não eram evidentes. Assuntos polêmicos, como aborto e penas alternativas, trouxeram um conhecimento, uma propriedade e um questionamento interno maior, que nos fez crescer como seres humanos”, relata a aluna.

Na avaliação final da professora, todas essas dinâmicas experimentadas pelos alunos de Direito da FAAP, nas suas mais variadas formas, permitiram que o trabalho em grupo os mantivessem engajados e próximos. “A sala de aula passou a ser dentro de suas casas e o isolamento permitiu laços de amizade e de trabalho ainda maiores”, assegura a coordenadora Marina.


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Da sala de aula ao palco global: FAAP vira centro de debate sobre o futuro 

Em maio de 2026, a Fundação Armando Alvares Penteado (FAAP) assume o protagonismo ao sediar palcos e instalações do São Paulo Innovation Week (SPIW), um dos maiores festivais globais de tecnologia e inovação do mundo. Mais do que receber parte da programação, a instituição consolida seu papel como território onde ciência, arte e inovação se encontram – conectando tradição acadêmica, pensamento crítico e mercado.  O SPIW também ocupará a Mercado Livre Arena Pacaembu, recentemente modernizada, ampliando o alcance urbano do festival. A integração entre os dois espaços reforça a vocação da região como novo eixo de economia criativa, convivência e produção de conhecimento qualificado.   Com arquitetura icônica, histórico de formação de lideranças e forte presença cultural, a FAAP deixa de ser apenas uma instituição de ensino para se afirmar como hub de discussão sobre o futuro. Ao receber o SPIW, a instituição fortalece sua ponte com a sociedade e amplia o diálogo entre universidade, setor criativo, investidores e empresas de tecnologia.  Para Pilar Guillon Liotti, membro do Conselho Curador da FAAP e do MAB FAAP, “a SPIW tem tudo a ver conosco: além de reforçar nosso compromisso com a formação, promove o diálogo entre arte, cultura e tecnologia e fortalece a ponte entre academia, setor criativo e mercado de inovação”.  “A FAAP está na vanguarda dos investimentos em tecnologia neste exato momento. Temos mais de 120 disciplinas – do curso de artes visuais ao de direito – que incorporam temas sobre inteligência artificial e novas tecnologias, garantindo que nossos cursos se adaptem à nova realidade”, afirma Luis Sobral, CEO da FAAP.   A comunidade FAAP – estudantes, professores e funcionários – terá trânsito livre pelo SPIW durante os três dias do festival, que ocorrerá concomitantemente à Semana Acadêmica da Instituição. A decisão reforça o caráter integrado da iniciativa, promovendo uma troca direta entre programação acadêmica e debates globais sobre tecnologia, economia criativa e transformação digital.  O festival reunirá conferências, curadores científicos, palestrantes internacionais, startups, investidores e agentes culturais, trazendo a ciência para o centro do debate público e conectando conhecimento acadêmico a aplicações práticas de mercado.  A participação no SPIW integra a estratégia da FAAP de consolidar iniciativas que ampliem sua interação com a sociedade. Nos últimos anos, a instituição tem investido em laboratórios, programas de extensão e pesquisa aplicada, além de lançar uma graduação em Inteligência Artificial – movimento que reforça seu compromisso com a formação alinhada às demandas contemporâneas.  Ao sediar o SPIW, a FAAP assume o protagonismo na construção de uma nova geografia da inovação em São Paulo, posicionando-se como epicentro de ideias que conectam tradição, tecnologia e


Na FAAP

WAIFF 2026 estreia no Brasil e transforma FAAP em polo de debates sobre IA e audiovisual  

O World AI Film Festival (WAIFF) encerrou neste sábado (28) sua primeira edição no Brasil, após dois dias de programação intensa na FAAP, em São Paulo. O festival reuniu profissionais do audiovisual, da publicidade, do streaming e da tecnologia para discutir, na prática, como a Inteligência Artificial já está redesenhando a criação e a produção de conteúdo no mundo.   Realizado nos dias 27 e 28 de fevereiro, o WAIFF 2026 marcou a entrada oficial de São Paulo na rede global de encontros dedicados à IA no audiovisual, consolidando a cidade como um dos hubs da discussão internacional sobre o tema.   Na abertura, os organizadores destacaram o simbolismo de trazer o festival para o Brasil em um momento em que o mercado audiovisual vive incertezas e, ao mesmo tempo, enxerga na IA novas possibilidades de criação, modelos de negócio e acesso a ferramentas antes restritas a grandes estúdios.   Ao longo dos dois dias, o WAIFF 2026 promoveu um mergulho nas transformações em curso na indústria. Painéis e mesas de debate trataram desde o uso da IA na escrita de roteiros, edição e pós-produção, até seus impactos em publicidade, streaming, formatos digitais e na relação entre criadores, marcas e plataformas.   Executivos, produtores, criadores de conteúdo e profissionais ligados à televisão e à publicidade participaram de discussões sobre:  – Formatos curtos e engajamento nas redes; – O uso da IA em longa-metragens e séries; – Desafios jurídicos, direitos autorais e ética; – Modelos de negócio para um mercado impactado pela automação.   A Agência Ampfy realizou, ainda na sexta-feira (27), uma Maratona Criativa exclusiva para alunos da FAAP, apresentando cases premiados que utilizaram Inteligência Artificial de forma inovadora e estratégica. Além da palestra, os estudantes foram convidados a desenvolver um projeto para um cliente real, a CVC Turismo, aplicando IA em sua proposta. A melhor ideia será selecionada e seus autores concorrerão a uma vaga de estágio na Ampfy, reforçando o compromisso da FAAP em aproximar seus alunos do mercado de trabalho.    O segundo dia concentrou parte das discussões sobre o futuro do audiovisual, o papel dos criadores independentes e a importância de formação e qualificação profissional para uso responsável das novas tecnologias.   Um dos momentos de destaque foi a palestra de Nizan Guanaes, que abordou a criatividade em tempos de Inteligência Artificial, e de Fabiano Gullane, ex-aluno da FAAP e um dos mais importantes produtores cinematográficos do país.   Paralelamente às palestras e aos painéis, o festival exibiu a Mostra Competitiva WAIFF 2026, com produções nacionais e internacionais realizadas com o apoio de Inteligência Artificial em diferentes estágios do processo criativo.   Os filmes concorreram nas categorias Longa-metragem, Série Vertical, Publicidade, Curta-metragem – Animação, Curta-metragem – Documentário, Curta-metragem – Fantasia, Curta-metragem – Ação, Curta-metragem – Drama, além dos prêmios de Melhor Diretora,  Jovem Diretor e Melhor do Festival. Os finalistas foram escolhidos por um júri formado por profissionais como Jacqueline Sato (Atriz, roteirista e produtora – Presidente do Júri), Fabiano Gullane (Produtor e sócio da Gullane Filmes), Heitor Dhalia (Cineasta, diretor de O Cheiro do Ralo e DNA do Crime), Lyara Oliveira (Gestora e produtora especialista em audiovisual), Paulo Aguiar (Criador do CR_IA) e Tadeu Jungle (Diretor, roteirista, poeta visual e videoartista).  A cerimônia de premiação, realizada na tarde de sábado, no palco principal, encerrou o festival destacando a diversidade de linguagens, abordagens estéticas e temas explorados com o uso de IA. Reforçando que a tecnologia já faz parte do vocabulário criativo de uma nova geração de realizadores.   Ao aproximar criadores, empresas de tecnologia, estudantes, produtores e agentes do mercado, o festival mostrou que a discussão sobre IA já não é futurista: ela é parte do presente da produção audiovisual e deve se intensificar nos próximos

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