FAAPCAST | Ex-aluna e atual coordenadora da instituição fala de uma vida profissional construída na FAAP 


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Fernanda Magnotta no FAAPCast | Foto: Rafayane Carvalho/FAAP


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O último episódio desta temporada do FAAPCast, conduzido pela Professora Ana Julia Ribeiro, teve a honra de receber a Professora Fernanda Magnotta, coordenadora do curso de Business and International Affairs. 

 O interesse pela área das Relações Internacionais floresceu sob a influência familiar, onde a interseção entre curiosidades e características interpessoais despertou sua atenção para o papel que ocuparia no mundo. De família de imigrantes, ela foi cativada pelo desejo de compreender o mundo, suas diversas culturas e nações, optando, portanto, cursar esta disciplina em sua graduação.  

“Eu sempre digo aos estudantes: se você quer fazer Relações Internacionais, existe uma base comum que, de certa forma, une as pessoas em torno deste curso. Que tem a ver com uma certa vontade de compreender o mundo. De entender sobre outras culturas, outros países, tentar descrever ou pelo menos dissecar as estruturas de poder”, compartilhou. 

Revelou que, antes de iniciar sua graduação, jamais havia pisado em um avião. Naquela época, sua experiência com o âmbito internacional era limitada. No entanto, sua paixão e curiosidade pelo mundo a impulsionou para uma relação profunda e duradoura com a profissão. 

“O que é que configura uma experiência de, entre aspas, de “sucesso”? Um mix de autoconhecimento, do porquê aquilo faz sentido para você, com conhecimento, repertório e redes de relacionamento que não ficam na superfície. A construção de relacionamentos genuínos”, disse Magnotta. 

A Coordenadora também compartilhou sobre o evento do dia 28 de maio, em que fez parte da organização da comemoração ao Bicentenário das Relações Diplomáticas entre Brasil e Estados Unidos. No Palácio do Itamaraty, em Brasília, Magnotta além de fazer parte de um painel no seminário, também lançou o livro que organizou com artigos e contribuições de nomes relevantes. Um marco importante na carreira. 

A conversa foi inspiradora tanto para aqueles que almejam cursar uma graduação quanto àqueles que acreditam que seus sonhos podem se tornar realidade. Assista o episódio completo clicando aqui. 


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WAIFF 2026 estreia no Brasil e transforma FAAP em polo de debates sobre IA e audiovisual  

O World AI Film Festival (WAIFF) encerrou neste sábado (28) sua primeira edição no Brasil, após dois dias de programação intensa na FAAP, em São Paulo. O festival reuniu profissionais do audiovisual, da publicidade, do streaming e da tecnologia para discutir, na prática, como a Inteligência Artificial já está redesenhando a criação e a produção de conteúdo no mundo.   Realizado nos dias 27 e 28 de fevereiro, o WAIFF 2026 marcou a entrada oficial de São Paulo na rede global de encontros dedicados à IA no audiovisual, consolidando a cidade como um dos hubs da discussão internacional sobre o tema.   Na abertura, os organizadores destacaram o simbolismo de trazer o festival para o Brasil em um momento em que o mercado audiovisual vive incertezas e, ao mesmo tempo, enxerga na IA novas possibilidades de criação, modelos de negócio e acesso a ferramentas antes restritas a grandes estúdios.   Ao longo dos dois dias, o WAIFF 2026 promoveu um mergulho nas transformações em curso na indústria. Painéis e mesas de debate trataram desde o uso da IA na escrita de roteiros, edição e pós-produção, até seus impactos em publicidade, streaming, formatos digitais e na relação entre criadores, marcas e plataformas.   Executivos, produtores, criadores de conteúdo e profissionais ligados à televisão e à publicidade participaram de discussões sobre:  – Formatos curtos e engajamento nas redes; – O uso da IA em longa-metragens e séries; – Desafios jurídicos, direitos autorais e ética; – Modelos de negócio para um mercado impactado pela automação.   A Agência Ampfy realizou, ainda na sexta-feira (27), uma Maratona Criativa exclusiva para alunos da FAAP, apresentando cases premiados que utilizaram Inteligência Artificial de forma inovadora e estratégica. Além da palestra, os estudantes foram convidados a desenvolver um projeto para um cliente real, a CVC Turismo, aplicando IA em sua proposta. A melhor ideia será selecionada e seus autores concorrerão a uma vaga de estágio na Ampfy, reforçando o compromisso da FAAP em aproximar seus alunos do mercado de trabalho.    O segundo dia concentrou parte das discussões sobre o futuro do audiovisual, o papel dos criadores independentes e a importância de formação e qualificação profissional para uso responsável das novas tecnologias.   Um dos momentos de destaque foi a palestra de Nizan Guanaes, que abordou a criatividade em tempos de Inteligência Artificial, e de Fabiano Gullane, ex-aluno da FAAP e um dos mais importantes produtores cinematográficos do país.   Paralelamente às palestras e aos painéis, o festival exibiu a Mostra Competitiva WAIFF 2026, com produções nacionais e internacionais realizadas com o apoio de Inteligência Artificial em diferentes estágios do processo criativo.   Os filmes concorreram nas categorias Longa-metragem, Série Vertical, Publicidade, Curta-metragem – Animação, Curta-metragem – Documentário, Curta-metragem – Fantasia, Curta-metragem – Ação, Curta-metragem – Drama, além dos prêmios de Melhor Diretora,  Jovem Diretor e Melhor do Festival. Os finalistas foram escolhidos por um júri formado por profissionais como Jacqueline Sato (Atriz, roteirista e produtora – Presidente do Júri), Fabiano Gullane (Produtor e sócio da Gullane Filmes), Heitor Dhalia (Cineasta, diretor de O Cheiro do Ralo e DNA do Crime), Lyara Oliveira (Gestora e produtora especialista em audiovisual), Paulo Aguiar (Criador do CR_IA) e Tadeu Jungle (Diretor, roteirista, poeta visual e videoartista).  A cerimônia de premiação, realizada na tarde de sábado, no palco principal, encerrou o festival destacando a diversidade de linguagens, abordagens estéticas e temas explorados com o uso de IA. Reforçando que a tecnologia já faz parte do vocabulário criativo de uma nova geração de realizadores.   Ao aproximar criadores, empresas de tecnologia, estudantes, produtores e agentes do mercado, o festival mostrou que a discussão sobre IA já não é futurista: ela é parte do presente da produção audiovisual e deve se intensificar nos próximos

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