SEGUINDO A NOVA RECLASSIFICAÇÃO DO PLANO SP, MAB FAAP ESTARÁ FECHADO NOS DOIS PRÓXIMOS FINAIS DE SEMANA

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Em razão da reclassificação feita pelo Governo do Estado de São Paulo, para a fase vermelha de combate à Covid-19, o MAB FAAP estará fechado nos dois próximos finais de semana (30 e 31 de janeiro e 6 e 7 de fevereiro). 

As pessoas que reservaram ingressos para esses dias deverão reagendar a visita para os dias disponíveis. Os ingressos são gratuitos e poderão ser adquiridos pelo site .

As visitas estão disponíveis em horários reduzidos, todos os dias da semana, exceto às terças-feiras. 

Confira as exposições em cartaz: 

Surface (até 21 de fevereiro de 2021) 

Horário: das 10h às 17h 

A exposição apresenta obras do fotógrafo Gabriel Wickbold. São séries autorais construídas por meio de narrativas inspiradas no ser humano inserido em questões cotidianas. Sustentabilidade, envelhecimento, tecnologia, conectividade, luz e corpo são algumas das temáticas exploradas pelo artista. 

A mostra foi reaberta com uma nova sala denominada SóMóS, com obras exclusivas feitas durante o período de distanciamento social. O artista se reinventou e mergulhou na criação de algo que representasse esse momento de desconexão tátil e traduzisse o desejo da aproximação física. 

A série inédita traz obras que exploram uma linguagem híbrida entre a fotografia de estúdio, a manipulação digital e a pintura diretamente sobre a imagem, refletindo sobre o contato, o tato, o isolamento, a incerteza e o escurecimento de vidas. 

Da Humanidade: 100 artistas do acervo (até 4 de julho de 2021) 

Horário: das 11h às 17h 

Com obras que refletem a vida em sociedade, a exposição está dividida em 10 núcleos: identidade, infância, arte, habitat, urbe, labor, ócio, sagrado, cultura e agruras. A exposição tem como ponto de partida as ideias expressas por Hannah Arendt no livro “A Condição Humana”, de 1958, no qual a autora faz uma análise sobre o que é específico e genérico do ser humano. 

Em sua obra, Arendt aponta que todas as três atividades humanas fundamentais, o trabalho ou labor, a obra e a ação ou discurso, estão intimamente relacionadas com a condição mais geral da existência humana: o nascimento e a morte. 

Entre as obras e artistas que compõem a mostra estão: “Homem Brasileiro”, de Ernesto de Fiori (1938); “Murmúrios II”, de Hannah Brandt (1981); “Tenista na Praia”, de Gustavo Rosa (1983); e “Encarne e Viva”, de Rodolpho Parigi (2009/2010). 

MAB FAAP 

Rua Alagoas, 903 – Higienópolis

(11) 3662-7198 


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Em razão da reclassificação feita pelo Governo do Estado de São Paulo, para a fase vermelha de combate à Covid-19, o MAB FAAP estará fechado nos dois próximos finais de semana (30 e 31 de janeiro e 6 e 7 de fevereiro). 

As pessoas que reservaram ingressos para esses dias deverão reagendar a visita para os dias disponíveis. Os ingressos são gratuitos e poderão ser adquiridos pelo site .

As visitas estão disponíveis em horários reduzidos, todos os dias da semana, exceto às terças-feiras. 

Confira as exposições em cartaz: 

Surface (até 21 de fevereiro de 2021) 

Horário: das 10h às 17h 

A exposição apresenta obras do fotógrafo Gabriel Wickbold. São séries autorais construídas por meio de narrativas inspiradas no ser humano inserido em questões cotidianas. Sustentabilidade, envelhecimento, tecnologia, conectividade, luz e corpo são algumas das temáticas exploradas pelo artista. 

A mostra foi reaberta com uma nova sala denominada SóMóS, com obras exclusivas feitas durante o período de distanciamento social. O artista se reinventou e mergulhou na criação de algo que representasse esse momento de desconexão tátil e traduzisse o desejo da aproximação física. 

A série inédita traz obras que exploram uma linguagem híbrida entre a fotografia de estúdio, a manipulação digital e a pintura diretamente sobre a imagem, refletindo sobre o contato, o tato, o isolamento, a incerteza e o escurecimento de vidas. 

Da Humanidade: 100 artistas do acervo (até 4 de julho de 2021) 

Horário: das 11h às 17h 

Com obras que refletem a vida em sociedade, a exposição está dividida em 10 núcleos: identidade, infância, arte, habitat, urbe, labor, ócio, sagrado, cultura e agruras. A exposição tem como ponto de partida as ideias expressas por Hannah Arendt no livro “A Condição Humana”, de 1958, no qual a autora faz uma análise sobre o que é específico e genérico do ser humano. 

Em sua obra, Arendt aponta que todas as três atividades humanas fundamentais, o trabalho ou labor, a obra e a ação ou discurso, estão intimamente relacionadas com a condição mais geral da existência humana: o nascimento e a morte. 

Entre as obras e artistas que compõem a mostra estão: “Homem Brasileiro”, de Ernesto de Fiori (1938); “Murmúrios II”, de Hannah Brandt (1981); “Tenista na Praia”, de Gustavo Rosa (1983); e “Encarne e Viva”, de Rodolpho Parigi (2009/2010). 

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O futuro da carne bovina brasileira passa pelo conhecimento

Poucos setores brasileiros passaram por uma evolução tão grande quanto a carne bovina. No último ano, o Brasil não apenas manteve sua força nas exportações, mas assumiu também a liderança mundial na produção, com 12,35 milhões de toneladas produzidas, 3,5 milhões exportadas e quase US$ 18 bilhões em vendas externas.   Os números impressionam, mas, por si só, não explicam essa trajetória. Eles revelam a dimensão da responsabilidade que o Brasil passou a assumir no abastecimento mundial de proteína animal.  A carne bovina brasileira está presente em mais de 170 mercados, mas cerca de 70% de tudo o que produzimos continua no Brasil. É uma cadeia que atende o mundo sem deixar de abastecer a mesa dos brasileiros.   Essa posição não foi conquistada por acaso. É resultado de décadas de trabalho de pecuaristas, frigoríficos, técnicos, pesquisadores, autoridades sanitárias e profissionais que entenderam que produzir bem não bastava. Era preciso garantir regularidade, qualidade, sanidade e capacidade de atender o que cada mercado exige. Trata-se de uma construção coletiva, baseada na cooperação entre os setores público e privado, que consolidou a credibilidade internacional da carne bovina brasileira.  O mundo está mudando e o mercado da carne também. Países que historicamente tiveram grande produção enfrentam redução de rebanho, custos mais altos e limitações para ampliar a oferta. Ao mesmo tempo, cresce a demanda por proteína em regiões como a Ásia, o Oriente Médio e parte da África.  O Brasil tem espaço para ocupar parte dessa demanda. No ano passado, o país tinha 195,5 milhões de cabeças de gado, o maior rebanho comercial do mundo. Entre 2005 e 2025, a produção brasileira de carne bovina aumentou 41%, enquanto a área de pastagens diminuiu.   A pecuária brasileira de hoje é diferente da de duas décadas atrás. Temos mais genética, melhor manejo, nutrição mais precisa, confinamento, terminação intensiva a pasto, integração com outras atividades e mais tecnologia dentro da fazenda e da indústria.   Mas não há espaço para achar que o trabalho está pronto.   A abertura de mercados, a rastreabilidade, a agenda ambiental, os controles sanitários, as exigências de consumidores e as regras comerciais vão continuar influenciando diretamente o futuro da carne brasileira. O Brasil precisa estar preparado para responder a isso com informação, transparência e capacidade técnica.  A Associação Brasileira das Indústrias Exportadoras de Carnes (ABIEC) atua justamente nessa frente. Representamos uma indústria responsável por praticamente todas as exportações brasileiras de carne bovina. Trabalhamos para abrir mercados, defender o setor, dialogar com governos, acompanhar regulações internacionais e mostrar ao mundo o que a cadeia brasileira tem construído.   Só que esse ambiente exige gente preparada. A cadeia da carne deixou de ser um assunto restrito à fazenda ou ao frigorífico. Hoje, quem trabalha no setor precisa entender de produção, mercado, comércio exterior, sustentabilidade, sanidade, logística, legislação e comunicação.   Foi pensando nisso que criamos a Beef School, curso de extensão da ABIEC com a FAAP. A proposta é aproximar quem quer conhecer melhor a cadeia da realidade de um setor que movimenta mais de R$ 1,15 trilhão por ano e responde por cerca de 9% do PIB brasileiro.   A liderança conquistada pelo Brasil não é um ponto de chegada. É um compromisso permanente com a excelência, a inovação e a capacidade de evoluir. O futuro da carne bovina brasileira será construído por profissionais capazes de compreender as transformações do mercado, antecipar desafios e transformar conhecimento em vantagem


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FAAP inicia a edição 2026 do Projeto SEED em parceria com instituições japonesas 

A FAAP realizou, em junho, uma reunião que marcou o início da edição 2026 do Projeto SEED (Social Entrepreneurship and Economic Development), importante iniciativa internacional voltada ao desenvolvimento de soluções inovadoras para empresas e organizações japonesas, por meio da colaboração entre estudantes e universidades de diferentes países.   O encontro, realizado na Diretoria Mantenedora da FAAP, reuniu representantes da instituição e parceiros japoneses responsáveis pelo desenvolvimento do programa. Na ocasião, foram discutidas as diretrizes da próxima edição do SEED, reafirmando o compromisso conjunto com a internacionalização do ensino, a inovação e o fortalecimento da cooperação acadêmica entre Brasil e Japão.   Idealizado pela GOROM Association, o Projeto SEED proporciona uma experiência acadêmica e intercultural que reúne estudantes de diferentes nacionalidades em equipes multiculturais para o desenvolvimento de projetos voltados a desafios reais apresentados por empresas da província de Yamanashi. Ao longo dos anos, o programa consolidou-se como uma importante iniciativa de formação internacional, promovendo o intercâmbio de conhecimentos, a inovação e o empreendedorismo.   A reunião também contou com a participação do empresário japonês Tetsutaro Nakagomi, Presidente e CEO da DAITA Co., Ltd., apoiador do Projeto SEED, cuja atuação tem contribuído para o fortalecimento da iniciativa e para a aproximação entre os setores acadêmico e empresarial no


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Aluna de Moda da FAAP é finalista do Concurso Sou de Algodão 

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