Secretária da Cultura participa do lançamento do projeto da FAAP com a APAA  

FOTOS

Marcos Anjos/FAAP


CATEGORIA


DATA


COMPARTILHE


_MCS6628

Trupe do Mundo Circo SP com Marília Marton (Secretária de Cultura, Economia e Indústria Criativas do Estado de São Paulo) | Foto: Marcos Anjos/FAAP


COMPARTILHE

COMPARTILHE

A Fundação Armando Alvares Penteado (FAAP), por meio do Business Hub (B-Hub), lança um novo e criativo projeto extensionista em parceria com a Associação Paulista dos Amigos da Arte (APAA): o Troféu Picadeiro. Envolvendo os alunos em uma jornada colaborativa e interdisciplinar, integrando arte, design e cultura circense. 

“Os alunos, através das suas atividades complementares da universidade, poderão desenvolver propostas de um protótipo de um troféu. Para quem não sabe, o troféu é uma obra de arte que a gente guarda ad aeternum, extremamente exclusivo. Muito importante a gente assinar essa união entre a Secretaria da Cultura, através da Associação Paulista de Amigos da Arte, com a Fundação Armando Alvares Penteado”, disse Marília Marton, Secretária da Cultura, Economia e Indústria Criativas do Estado de São Paulo. 

O principal objetivo do projeto é a criação do protótipo do troféu pelos alunos, que será entregue em uma cerimônia oficial do prêmio, em dezembro. Para participar, os alunos devem se inscrever pelo Canvas (sistema dos alunos) na aba de “práticas extensionistas”. 

O projeto será dividido em seis etapas, garantindo a participação ativa de alunos, professores e diversos cursos da FAAP. A primeira etapa foi o convite que aconteceu hoje (27). Intitulado como “A Transformação do Palhaço nos Intervalos de Aula”, personagens de palhaços apareceram de forma inesperada pelos corredores e áreas comuns da FAAP, criando uma atmosfera lúdica e engajando os estudantes para participarem dessa prática extensionista. 

A segunda etapa será dividida em dois momentos: em uma mesa-redonda, artistas circenses e profissionais da APAA compartilharão suas experiências, oferecendo uma base teórica sobre a importância do circo na cultura brasileira e o papel do design na criação de troféus. No segundo momento, os alunos serão imersos na vida circense, visitando o Circo Moscow, em São Paulo, onde vivenciarão as tradições e inovações dessa arte. 

A etapa culmina no desafio criativo, em que os alunos desenvolverão conceitos iniciais para o troféu, com sessões de feedback de professores e profissionais. 

O projeto incentiva uma ampla pesquisa sobre o circo, desde sua estética visual até a técnica de design de troféus. Além de assistir aos documentários como “Pagliacci” e “O Palhaço”, os alunos participarão de workshops práticos e sessões de feedback com especialistas, como parte da terceira etapa. Ao final, cada grupo apresentará protótipos do troféu, utilizando ferramentas como modelagem 3D e prototipagem física. 

Após receberem feedbacks, os alunos trabalharão na quarta etapa – a produção final do troféu. Com orientação técnica de professores, o troféu será produzido em quantidade suficiente para as categorias do Troféu Picadeiro, com uma entrega formal prevista para a cerimônia oficial da premiação. Finalizando, assim, a quinta etapa. 

O Projeto APAA – Troféu Picadeiro oferece aos alunos uma oportunidade única de aplicar seus conhecimentos de forma prática e criativa, ao mesmo tempo em que contribuem para um evento cultural de grande relevância no cenário brasileiro. 

Além da produção, para finalizar as etapas, será organizada uma exposição dos troféus no espaço da FAAP, para que o público possa conhecer os trabalhos realizados. A documentação de todo o processo também será incentivada, permitindo que os alunos reflitam sobre o aprendizado e enriqueçam seus portfólios. 

Em 2025, o projeto continuará com a APAA sendo o cliente de novas práticas extensionistas no Curso de Audiovisual, Arquitetura e Urbanismo, e Cinema, promovendo ainda mais oportunidades de integração criativa e educacional aos alunos. 

Se você é aluno FAAP e tem interesse em participar, inscreva-se pelo sistema e divirta-se! 

Personagens de palhaços apareceram de forma inesperada pelos corredores e áreas comuns da FAAP, criando uma atmosfera lúdica e engajando os estudantes para participarem dessa prática extensionista.

“A Transformação do Palhaço nos Intervalos de Aula”


FOTOS

Marcos Anjos/FAAP


DATA



CATEGORIA

banner-horizontal-home-1

Vestibular FAAP

Inscreva-se
banner-horizontal-home-2

Outras notícias que você também pode gostar

Você está vendo:

Fique por dentro de tudo o que acontece na FAAP

Na FAAP

O futuro da carne bovina brasileira passa pelo conhecimento

Poucos setores brasileiros passaram por uma evolução tão grande quanto a carne bovina. No último ano, o Brasil não apenas manteve sua força nas exportações, mas assumiu também a liderança mundial na produção, com 12,35 milhões de toneladas produzidas, 3,5 milhões exportadas e quase US$ 18 bilhões em vendas externas.   Os números impressionam, mas, por si só, não explicam essa trajetória. Eles revelam a dimensão da responsabilidade que o Brasil passou a assumir no abastecimento mundial de proteína animal.  A carne bovina brasileira está presente em mais de 170 mercados, mas cerca de 70% de tudo o que produzimos continua no Brasil. É uma cadeia que atende o mundo sem deixar de abastecer a mesa dos brasileiros.   Essa posição não foi conquistada por acaso. É resultado de décadas de trabalho de pecuaristas, frigoríficos, técnicos, pesquisadores, autoridades sanitárias e profissionais que entenderam que produzir bem não bastava. Era preciso garantir regularidade, qualidade, sanidade e capacidade de atender o que cada mercado exige. Trata-se de uma construção coletiva, baseada na cooperação entre os setores público e privado, que consolidou a credibilidade internacional da carne bovina brasileira.  O mundo está mudando e o mercado da carne também. Países que historicamente tiveram grande produção enfrentam redução de rebanho, custos mais altos e limitações para ampliar a oferta. Ao mesmo tempo, cresce a demanda por proteína em regiões como a Ásia, o Oriente Médio e parte da África.  O Brasil tem espaço para ocupar parte dessa demanda. No ano passado, o país tinha 195,5 milhões de cabeças de gado, o maior rebanho comercial do mundo. Entre 2005 e 2025, a produção brasileira de carne bovina aumentou 41%, enquanto a área de pastagens diminuiu.   A pecuária brasileira de hoje é diferente da de duas décadas atrás. Temos mais genética, melhor manejo, nutrição mais precisa, confinamento, terminação intensiva a pasto, integração com outras atividades e mais tecnologia dentro da fazenda e da indústria.   Mas não há espaço para achar que o trabalho está pronto.   A abertura de mercados, a rastreabilidade, a agenda ambiental, os controles sanitários, as exigências de consumidores e as regras comerciais vão continuar influenciando diretamente o futuro da carne brasileira. O Brasil precisa estar preparado para responder a isso com informação, transparência e capacidade técnica.  A Associação Brasileira das Indústrias Exportadoras de Carnes (ABIEC) atua justamente nessa frente. Representamos uma indústria responsável por praticamente todas as exportações brasileiras de carne bovina. Trabalhamos para abrir mercados, defender o setor, dialogar com governos, acompanhar regulações internacionais e mostrar ao mundo o que a cadeia brasileira tem construído.   Só que esse ambiente exige gente preparada. A cadeia da carne deixou de ser um assunto restrito à fazenda ou ao frigorífico. Hoje, quem trabalha no setor precisa entender de produção, mercado, comércio exterior, sustentabilidade, sanidade, logística, legislação e comunicação.   Foi pensando nisso que criamos a Beef School, curso de extensão da ABIEC com a FAAP. A proposta é aproximar quem quer conhecer melhor a cadeia da realidade de um setor que movimenta mais de R$ 1,15 trilhão por ano e responde por cerca de 9% do PIB brasileiro.   A liderança conquistada pelo Brasil não é um ponto de chegada. É um compromisso permanente com a excelência, a inovação e a capacidade de evoluir. O futuro da carne bovina brasileira será construído por profissionais capazes de compreender as transformações do mercado, antecipar desafios e transformar conhecimento em vantagem


Internacional

FAAP inicia a edição 2026 do Projeto SEED em parceria com instituições japonesas 

A FAAP realizou, em junho, uma reunião que marcou o início da edição 2026 do Projeto SEED (Social Entrepreneurship and Economic Development), importante iniciativa internacional voltada ao desenvolvimento de soluções inovadoras para empresas e organizações japonesas, por meio da colaboração entre estudantes e universidades de diferentes países.   O encontro, realizado na Diretoria Mantenedora da FAAP, reuniu representantes da instituição e parceiros japoneses responsáveis pelo desenvolvimento do programa. Na ocasião, foram discutidas as diretrizes da próxima edição do SEED, reafirmando o compromisso conjunto com a internacionalização do ensino, a inovação e o fortalecimento da cooperação acadêmica entre Brasil e Japão.   Idealizado pela GOROM Association, o Projeto SEED proporciona uma experiência acadêmica e intercultural que reúne estudantes de diferentes nacionalidades em equipes multiculturais para o desenvolvimento de projetos voltados a desafios reais apresentados por empresas da província de Yamanashi. Ao longo dos anos, o programa consolidou-se como uma importante iniciativa de formação internacional, promovendo o intercâmbio de conhecimentos, a inovação e o empreendedorismo.   A reunião também contou com a participação do empresário japonês Tetsutaro Nakagomi, Presidente e CEO da DAITA Co., Ltd., apoiador do Projeto SEED, cuja atuação tem contribuído para o fortalecimento da iniciativa e para a aproximação entre os setores acadêmico e empresarial no


Moda

Aluna de Moda da FAAP é finalista do Concurso Sou de Algodão 

A aluna Nayara Pereira de Souza, do curso de Moda da FAAP, foi selecionada como finalista do Concurso Sou de Algodão, representando a região Sudeste na etapa final do 4º Desafio Sou de Algodão + Casa de Criadores.  “O concurso é direcionado exclusivamente a estudantes de moda de instituições brasileiras reconhecidas pelo MEC. Assim, ter uma aluna da FAAP entre os finalistas é uma vitrine enorme, tanto para o nosso curso quanto para carreira profissional dessa aluna”, destaca a professora Juliana Schmitt.  Ao todo, são cinco finalistas – uma de cada região do país – que irão apresentar, em novembro de 2026, suas coleções completas com seis looks na 59ª edição da Casa de Criadores, um dos mais importantes eventos da moda brasileira.  “Me sinto muito feliz e privilegiada sabendo que o meu projeto teve potencial para chegar aos finalistas. A FAAP teve um papel fundamental na minha inscrição, porque, através dela, eu pude desenvolver o meu lado criativo e técnico e chegar no projeto que temos hoje”, afirma a estudante Nayara.   Na etapa final, todos os tecidos serão fornecidos por marcas parceiras do movimento Sou de Algodão. As coleções serão avaliadas por uma banca formada por profissionais de destaque no mercado, que observará critérios como acabamento, originalidade, conceito e apresentação, além da forma como o desfile é desenvolvido.  A classificação de Nayara reforça a qualidade da formação em Moda da FAAP e o compromisso da instituição em incentivar a participação dos alunos em concursos e projetos que aproximam o ambiente acadêmico do cenário profissional da moda no

Fique por dentro de tudo o que acontece na FAAP

Newsletter