OS DIRETORES ANDRADINA AZEVEDO E DIDA ANDRADE E AS DIRETORAS DE ARTE MARÍLIA FRANCO E KARLA SALVONI, DO FILME “30 ANOS BLUES”, DISCUTEM A PRODUÇÃO DE BAIXO ORÇAMENTO NO 17º DIÁLOGOS NA WEB – FAAP

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No dia 1º de setembro, o curso de Cinema da FAAP trará importantes nomes do cinema nacional para discutir sobre o filme independente de guerrilha “30 Anos Blues” e sobre como fazer um filme sem muito recurso e de baixo orçamento. 

O encontro reunirá os diretores de cinema Andradina Azevedo e Dida Andrade e as diretoras de arte Marília Franco e Karla Salvoni. 

Com duração de 1 hora, será realizado por meio da plataforma Zoom e contará com mediação do professor Humberto Neiva, coordenador do curso de Cinema da FAAP. 

O evento será aberto à comunidade faapiana e ao público externo. Para participar, o público externo deverá se inscrever pelo link: https://central.faap.br/inscricaoonline/eventos/EventoIdentificacao.aspx?curso=PWEDWFSP_01.09.20 

O filme “30 Anos Blues” conta a história de Diogo (Dida Andrade), que após cinco anos afastado, retorna a São Paulo e reencontra o amigo André (Andradina Azevedo), que enfrenta problemas no relacionamento com Júlia (Carol Melgaço). Cansado da rotina e da ausência da paixão do início de namoro, André passa a se interessar por outras mulheres ao mesmo tempo em que lida com a frustração de não conseguir trabalhar com Cinema, área em que se formou. Já Diogo voltou a morar com os pais e, sem rumo, se envolve com uma antiga namorada, Helena (Julia Ianina), ao reencontrá-la em uma reunião da turma da faculdade. O problema é que ela, atualmente, mantém um relacionamento estável com outra pessoa. 

ANDRADINA AZEVEDO e DIDA ANDRADE – Os diretores se conheceram no curso de Cinema da FAAP. Durante a faculdade, realizaram três curtas-metragens que passaram em mais de 70 festivais nacionais e internacionais, ganhando diversos prêmios. O longa de estreia da dupla, “A Bruta Flor do Querer”, venceu dois prêmios no Festival de Gramado como melhor direção e melhor fotografia, e foi lançado em mais de 20 salas. Foi adquirido pelo Canal Brasil e hoje pode ser visto no Amazon Prime e nos canais do grupo Turner. 

Em 2019, estrearam o novo longa “30 Anos Blues”, também no Festival de Gramado, que venceu o Prêmio do Júri. O filme será representado internacionalmente pela empresa francesa Wide e em setembro passará no cine drive-in

No momento, eles estão trabalhando no roteiro do terceiro longa, “O Herdeiro: a Bíblia segundo Darwin”. 

MARÍLIA FRANCO – Diretora de Arte formada em Arquitetura e Urbanismo na Escola da Cidade, começou sua carreira como arquiteta no escritório Isay Weinfeld, um dos maiores do Brasil, onde atuou na concepção criativa de projetos assim como desenvolveu desenhos técnicos e executivos desde a escala do mobiliário ao edifício. Em sequência, encontrou na direção de arte uma nova forma de colocar em prática os conhecimentos vindos da arquitetura. Entre as séries que assinou a Direção de Arte está “Refazenda com Bela Gil” e a série educativa “Show da História”, em parceria com Karla Salvoni, dirigida por Antônio Hamburger e vencedora dos prêmios de Melhor Direção de Arte, Melhor Série Educativa, Melhor Direção no Rio Web Fest 2017 e Melhor Programa de Estúdio nos Prêmios Tal (Televisión América Latina) 2019. Assinou, também, em parceria com Karla Salvoni, a direção de arte do longa-metragem “30 Anos Blues”, dirigido por Andradina Azevedo e Dida Andrade, vencedor do ‘Prêmio Especial do Júri do Festival de Gramado de 2019’, e “Eu Nunca” com roteiro e direção de Kauê Telolli. Em 2013, teve seu trabalho final de graduação “Evidências” selecionado e exposto na Décima Bienal de Arquitetura de São Paulo. 

KARLA SALVONI – Em 2010, formou-se em Cinema pela FAAP e, desde então, trabalha com direção de arte e cenografia para cinema e publicidade. Durante 7 anos foi assistente de diversos diretores de arte e a partir de 2015 começou assinar os seus projetos em publicidades e outros autorais. Já realizou 4 longas como diretora de arte, entre eles, “30 Anos Blues”, de Dida Andrade e Andradina Azevedo, e “Mãe”, de Cristiano Burlan, com estreia prevista em 2021. 

DIA: 01/09 (TERÇA-FEIRA) 

HORÁRIO: 16h 

DURAÇÃO: 1 HORA 

PÚBLICO: ALUNOS E PROFESSORES E CONVIDADOS 

ASSUNTO DO DEBATE: 30 ANOS BLUES – O FILME DE GUERRILHA 

CONVIDADOS: os diretores ANDRADINA AZEVEDO e DIDA ANDRADE e as diretoras de arte MARÍLIA FRANCO e KARLA SALVONI. 


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No dia 1º de setembro, o curso de Cinema da FAAP trará importantes nomes do cinema nacional para discutir sobre o filme independente de guerrilha “30 Anos Blues” e sobre como fazer um filme sem muito recurso e de baixo orçamento. 

O encontro reunirá os diretores de cinema Andradina Azevedo e Dida Andrade e as diretoras de arte Marília Franco e Karla Salvoni. 

Com duração de 1 hora, será realizado por meio da plataforma Zoom e contará com mediação do professor Humberto Neiva, coordenador do curso de Cinema da FAAP. 

O evento será aberto à comunidade faapiana e ao público externo. Para participar, o público externo deverá se inscrever pelo link: https://central.faap.br/inscricaoonline/eventos/EventoIdentificacao.aspx?curso=PWEDWFSP_01.09.20 

O filme “30 Anos Blues” conta a história de Diogo (Dida Andrade), que após cinco anos afastado, retorna a São Paulo e reencontra o amigo André (Andradina Azevedo), que enfrenta problemas no relacionamento com Júlia (Carol Melgaço). Cansado da rotina e da ausência da paixão do início de namoro, André passa a se interessar por outras mulheres ao mesmo tempo em que lida com a frustração de não conseguir trabalhar com Cinema, área em que se formou. Já Diogo voltou a morar com os pais e, sem rumo, se envolve com uma antiga namorada, Helena (Julia Ianina), ao reencontrá-la em uma reunião da turma da faculdade. O problema é que ela, atualmente, mantém um relacionamento estável com outra pessoa. 

ANDRADINA AZEVEDO e DIDA ANDRADE – Os diretores se conheceram no curso de Cinema da FAAP. Durante a faculdade, realizaram três curtas-metragens que passaram em mais de 70 festivais nacionais e internacionais, ganhando diversos prêmios. O longa de estreia da dupla, “A Bruta Flor do Querer”, venceu dois prêmios no Festival de Gramado como melhor direção e melhor fotografia, e foi lançado em mais de 20 salas. Foi adquirido pelo Canal Brasil e hoje pode ser visto no Amazon Prime e nos canais do grupo Turner. 

Em 2019, estrearam o novo longa “30 Anos Blues”, também no Festival de Gramado, que venceu o Prêmio do Júri. O filme será representado internacionalmente pela empresa francesa Wide e em setembro passará no cine drive-in

No momento, eles estão trabalhando no roteiro do terceiro longa, “O Herdeiro: a Bíblia segundo Darwin”. 

MARÍLIA FRANCO – Diretora de Arte formada em Arquitetura e Urbanismo na Escola da Cidade, começou sua carreira como arquiteta no escritório Isay Weinfeld, um dos maiores do Brasil, onde atuou na concepção criativa de projetos assim como desenvolveu desenhos técnicos e executivos desde a escala do mobiliário ao edifício. Em sequência, encontrou na direção de arte uma nova forma de colocar em prática os conhecimentos vindos da arquitetura. Entre as séries que assinou a Direção de Arte está “Refazenda com Bela Gil” e a série educativa “Show da História”, em parceria com Karla Salvoni, dirigida por Antônio Hamburger e vencedora dos prêmios de Melhor Direção de Arte, Melhor Série Educativa, Melhor Direção no Rio Web Fest 2017 e Melhor Programa de Estúdio nos Prêmios Tal (Televisión América Latina) 2019. Assinou, também, em parceria com Karla Salvoni, a direção de arte do longa-metragem “30 Anos Blues”, dirigido por Andradina Azevedo e Dida Andrade, vencedor do ‘Prêmio Especial do Júri do Festival de Gramado de 2019’, e “Eu Nunca” com roteiro e direção de Kauê Telolli. Em 2013, teve seu trabalho final de graduação “Evidências” selecionado e exposto na Décima Bienal de Arquitetura de São Paulo. 

KARLA SALVONI – Em 2010, formou-se em Cinema pela FAAP e, desde então, trabalha com direção de arte e cenografia para cinema e publicidade. Durante 7 anos foi assistente de diversos diretores de arte e a partir de 2015 começou assinar os seus projetos em publicidades e outros autorais. Já realizou 4 longas como diretora de arte, entre eles, “30 Anos Blues”, de Dida Andrade e Andradina Azevedo, e “Mãe”, de Cristiano Burlan, com estreia prevista em 2021. 

DIA: 01/09 (TERÇA-FEIRA) 

HORÁRIO: 16h 

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PÚBLICO: ALUNOS E PROFESSORES E CONVIDADOS 

ASSUNTO DO DEBATE: 30 ANOS BLUES – O FILME DE GUERRILHA 

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Poucos setores brasileiros passaram por uma evolução tão grande quanto a carne bovina. No último ano, o Brasil não apenas manteve sua força nas exportações, mas assumiu também a liderança mundial na produção, com 12,35 milhões de toneladas produzidas, 3,5 milhões exportadas e quase US$ 18 bilhões em vendas externas.   Os números impressionam, mas, por si só, não explicam essa trajetória. Eles revelam a dimensão da responsabilidade que o Brasil passou a assumir no abastecimento mundial de proteína animal.  A carne bovina brasileira está presente em mais de 170 mercados, mas cerca de 70% de tudo o que produzimos continua no Brasil. É uma cadeia que atende o mundo sem deixar de abastecer a mesa dos brasileiros.   Essa posição não foi conquistada por acaso. É resultado de décadas de trabalho de pecuaristas, frigoríficos, técnicos, pesquisadores, autoridades sanitárias e profissionais que entenderam que produzir bem não bastava. Era preciso garantir regularidade, qualidade, sanidade e capacidade de atender o que cada mercado exige. Trata-se de uma construção coletiva, baseada na cooperação entre os setores público e privado, que consolidou a credibilidade internacional da carne bovina brasileira.  O mundo está mudando e o mercado da carne também. Países que historicamente tiveram grande produção enfrentam redução de rebanho, custos mais altos e limitações para ampliar a oferta. Ao mesmo tempo, cresce a demanda por proteína em regiões como a Ásia, o Oriente Médio e parte da África.  O Brasil tem espaço para ocupar parte dessa demanda. No ano passado, o país tinha 195,5 milhões de cabeças de gado, o maior rebanho comercial do mundo. Entre 2005 e 2025, a produção brasileira de carne bovina aumentou 41%, enquanto a área de pastagens diminuiu.   A pecuária brasileira de hoje é diferente da de duas décadas atrás. Temos mais genética, melhor manejo, nutrição mais precisa, confinamento, terminação intensiva a pasto, integração com outras atividades e mais tecnologia dentro da fazenda e da indústria.   Mas não há espaço para achar que o trabalho está pronto.   A abertura de mercados, a rastreabilidade, a agenda ambiental, os controles sanitários, as exigências de consumidores e as regras comerciais vão continuar influenciando diretamente o futuro da carne brasileira. O Brasil precisa estar preparado para responder a isso com informação, transparência e capacidade técnica.  A Associação Brasileira das Indústrias Exportadoras de Carnes (ABIEC) atua justamente nessa frente. Representamos uma indústria responsável por praticamente todas as exportações brasileiras de carne bovina. Trabalhamos para abrir mercados, defender o setor, dialogar com governos, acompanhar regulações internacionais e mostrar ao mundo o que a cadeia brasileira tem construído.   Só que esse ambiente exige gente preparada. A cadeia da carne deixou de ser um assunto restrito à fazenda ou ao frigorífico. Hoje, quem trabalha no setor precisa entender de produção, mercado, comércio exterior, sustentabilidade, sanidade, logística, legislação e comunicação.   Foi pensando nisso que criamos a Beef School, curso de extensão da ABIEC com a FAAP. A proposta é aproximar quem quer conhecer melhor a cadeia da realidade de um setor que movimenta mais de R$ 1,15 trilhão por ano e responde por cerca de 9% do PIB brasileiro.   A liderança conquistada pelo Brasil não é um ponto de chegada. É um compromisso permanente com a excelência, a inovação e a capacidade de evoluir. O futuro da carne bovina brasileira será construído por profissionais capazes de compreender as transformações do mercado, antecipar desafios e transformar conhecimento em vantagem


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