O MAB FAAP celebra o seu sexagenário com uma nova exposição “Um Celeiro de Artistas – MAB FAAP 60 anos” – de 14 de agosto a 28 de novembro


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Com a curadoria de Denise Mattar, a mostra, que acontece em comemoração aos 60 anos do MAB FAAP, reúne obras de alguns dos mais importantes artistas brasileiros como Maria Bonomi, Regina Silveira, Julio Plaza, Claudio Tozzi, Carmela Gross, Jac Leirner, Leda Catunda, Ivald Granato, Jum Nakao, entre outros.

São 120 obras pertencentes ao acervo do MAB FAAP, apresentadas em dois núcleos. O primeiro deles reúne obras de professores e alunos que fizeram a história da instituição. O segundo faz uma homenagem à exposição 15 Jovens Artistas Brasileiros, realizada pelo museu em 1978. A mostra tem ainda um segmento dedicado à arte postal, além de vídeos que rememoram importantes exposições e imagens dos ateliês.

Durante a visita, o público tem a oportunidade de apreciar obras de várias gerações, desde representantes da arte social da década de 1940 até as múltiplas vertentes da arte contemporânea. O primeiro núcleo apresentado na exposição é composto por obras de alunos e professores. Nomes como Renina Katz, Clóvis Graciano, Marcelo Grassman, Darel Valença Lins, José Moraes, Caciporé Torres, Nicolas Vlavianos, Donato Ferrari, João Rossi, Tomoshige Kusuno, Teresa Nazar e Ubirajara Ribeiro compõem essa parte da mostra, ao lado de outros grandes nomes como Julio Plaza, Regina Silveira, Carmela Gross, Evandro Carlos Jardim, Maria Bonomi, Jac Leirner, Leda Catunda, Maria Tereza Louro, Mônica Barth, Alex Flemming, Jum Nakao, Laurita Salles e Sandra Cinto.

Paralelamente o visitante pode apreciar a exposição “15 Jovens Artistas Brasileiros”, realizada em 1978 no MAB FAAP, com a curadoria de Carlos von Schmidt. Integram esse núcleo obras de Takashi Fukushima, Claudio Tozzi, Aldir Mendes de Souza, Gregório Gruber, Newton Mesquita, Marcello Nitsche, Luiz Paulo Baravelli, Gilberto Salvador, Marcos Concílio, Juarez Magno, Inácio Rodrigues, Rubens Gerchman, Antonio Sérgio Benevento e Ivald Granato.

Para complementar a exposição, há ainda um núcleo sobre Arte Postal, remanescente de um intenso período de trocas e intercâmbios entre artistas, promovido por Walter Zanini, professor da FAAP, diretor de duas edições marcantes da Bienal de São Paulo (1981 e 1983) e diretor do Museu de Arte Contemporânea da USP. Compõem esse núcleo os artistas Leonhard Frank Duch, Hudinilson Jr., Léon Ferrari, Vera Barcellos, Alex Flemming, Donato Ferrari e Tadeu Jungle.

 

 

SAIBA MAIS SOBRE A EXPOSIÇÃO

 

 

Exposição “Um Celeiro de Artistas – MAB FAAP 60 anos”

Período de visitação: de 14 de agosto a 28 de novembro

Horário: das 11h às 17h, todos os dias da semana, exceto às terças-feiras

Endereço: R. Alagoas, 903 – Higienópolis

Informações: (11) 3662-7198

Agendamento de visitas: https://visitante.agendamento.faap.br

Entrada: Gratuita


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Com a curadoria de Denise Mattar, a mostra, que acontece em comemoração aos 60 anos do MAB FAAP, reúne obras de alguns dos mais importantes artistas brasileiros como Maria Bonomi, Regina Silveira, Julio Plaza, Claudio Tozzi, Carmela Gross, Jac Leirner, Leda Catunda, Ivald Granato, Jum Nakao, entre outros.

São 120 obras pertencentes ao acervo do MAB FAAP, apresentadas em dois núcleos. O primeiro deles reúne obras de professores e alunos que fizeram a história da instituição. O segundo faz uma homenagem à exposição 15 Jovens Artistas Brasileiros, realizada pelo museu em 1978. A mostra tem ainda um segmento dedicado à arte postal, além de vídeos que rememoram importantes exposições e imagens dos ateliês.

Durante a visita, o público tem a oportunidade de apreciar obras de várias gerações, desde representantes da arte social da década de 1940 até as múltiplas vertentes da arte contemporânea. O primeiro núcleo apresentado na exposição é composto por obras de alunos e professores. Nomes como Renina Katz, Clóvis Graciano, Marcelo Grassman, Darel Valença Lins, José Moraes, Caciporé Torres, Nicolas Vlavianos, Donato Ferrari, João Rossi, Tomoshige Kusuno, Teresa Nazar e Ubirajara Ribeiro compõem essa parte da mostra, ao lado de outros grandes nomes como Julio Plaza, Regina Silveira, Carmela Gross, Evandro Carlos Jardim, Maria Bonomi, Jac Leirner, Leda Catunda, Maria Tereza Louro, Mônica Barth, Alex Flemming, Jum Nakao, Laurita Salles e Sandra Cinto.

Paralelamente o visitante pode apreciar a exposição “15 Jovens Artistas Brasileiros”, realizada em 1978 no MAB FAAP, com a curadoria de Carlos von Schmidt. Integram esse núcleo obras de Takashi Fukushima, Claudio Tozzi, Aldir Mendes de Souza, Gregório Gruber, Newton Mesquita, Marcello Nitsche, Luiz Paulo Baravelli, Gilberto Salvador, Marcos Concílio, Juarez Magno, Inácio Rodrigues, Rubens Gerchman, Antonio Sérgio Benevento e Ivald Granato.

Para complementar a exposição, há ainda um núcleo sobre Arte Postal, remanescente de um intenso período de trocas e intercâmbios entre artistas, promovido por Walter Zanini, professor da FAAP, diretor de duas edições marcantes da Bienal de São Paulo (1981 e 1983) e diretor do Museu de Arte Contemporânea da USP. Compõem esse núcleo os artistas Leonhard Frank Duch, Hudinilson Jr., Léon Ferrari, Vera Barcellos, Alex Flemming, Donato Ferrari e Tadeu Jungle.

 

 

SAIBA MAIS SOBRE A EXPOSIÇÃO

 

 

Exposição “Um Celeiro de Artistas – MAB FAAP 60 anos”

Período de visitação: de 14 de agosto a 28 de novembro

Horário: das 11h às 17h, todos os dias da semana, exceto às terças-feiras

Endereço: R. Alagoas, 903 – Higienópolis

Informações: (11) 3662-7198

Agendamento de visitas: https://visitante.agendamento.faap.br

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Poucos setores brasileiros passaram por uma evolução tão grande quanto a carne bovina. No último ano, o Brasil não apenas manteve sua força nas exportações, mas assumiu também a liderança mundial na produção, com 12,35 milhões de toneladas produzidas, 3,5 milhões exportadas e quase US$ 18 bilhões em vendas externas.   Os números impressionam, mas, por si só, não explicam essa trajetória. Eles revelam a dimensão da responsabilidade que o Brasil passou a assumir no abastecimento mundial de proteína animal.  A carne bovina brasileira está presente em mais de 170 mercados, mas cerca de 70% de tudo o que produzimos continua no Brasil. É uma cadeia que atende o mundo sem deixar de abastecer a mesa dos brasileiros.   Essa posição não foi conquistada por acaso. É resultado de décadas de trabalho de pecuaristas, frigoríficos, técnicos, pesquisadores, autoridades sanitárias e profissionais que entenderam que produzir bem não bastava. Era preciso garantir regularidade, qualidade, sanidade e capacidade de atender o que cada mercado exige. Trata-se de uma construção coletiva, baseada na cooperação entre os setores público e privado, que consolidou a credibilidade internacional da carne bovina brasileira.  O mundo está mudando e o mercado da carne também. Países que historicamente tiveram grande produção enfrentam redução de rebanho, custos mais altos e limitações para ampliar a oferta. Ao mesmo tempo, cresce a demanda por proteína em regiões como a Ásia, o Oriente Médio e parte da África.  O Brasil tem espaço para ocupar parte dessa demanda. No ano passado, o país tinha 195,5 milhões de cabeças de gado, o maior rebanho comercial do mundo. Entre 2005 e 2025, a produção brasileira de carne bovina aumentou 41%, enquanto a área de pastagens diminuiu.   A pecuária brasileira de hoje é diferente da de duas décadas atrás. Temos mais genética, melhor manejo, nutrição mais precisa, confinamento, terminação intensiva a pasto, integração com outras atividades e mais tecnologia dentro da fazenda e da indústria.   Mas não há espaço para achar que o trabalho está pronto.   A abertura de mercados, a rastreabilidade, a agenda ambiental, os controles sanitários, as exigências de consumidores e as regras comerciais vão continuar influenciando diretamente o futuro da carne brasileira. O Brasil precisa estar preparado para responder a isso com informação, transparência e capacidade técnica.  A Associação Brasileira das Indústrias Exportadoras de Carnes (ABIEC) atua justamente nessa frente. Representamos uma indústria responsável por praticamente todas as exportações brasileiras de carne bovina. Trabalhamos para abrir mercados, defender o setor, dialogar com governos, acompanhar regulações internacionais e mostrar ao mundo o que a cadeia brasileira tem construído.   Só que esse ambiente exige gente preparada. A cadeia da carne deixou de ser um assunto restrito à fazenda ou ao frigorífico. Hoje, quem trabalha no setor precisa entender de produção, mercado, comércio exterior, sustentabilidade, sanidade, logística, legislação e comunicação.   Foi pensando nisso que criamos a Beef School, curso de extensão da ABIEC com a FAAP. A proposta é aproximar quem quer conhecer melhor a cadeia da realidade de um setor que movimenta mais de R$ 1,15 trilhão por ano e responde por cerca de 9% do PIB brasileiro.   A liderança conquistada pelo Brasil não é um ponto de chegada. É um compromisso permanente com a excelência, a inovação e a capacidade de evoluir. O futuro da carne bovina brasileira será construído por profissionais capazes de compreender as transformações do mercado, antecipar desafios e transformar conhecimento em vantagem


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