O CINEASTA HILTON LACERDA E O ATOR JESUÍTA BARBOSA PARTICIPAM DA 4ª EDIÇÃO DO “DIÁLOGOS NA WEB – FAAP” – EVENTO ON-LINE EXCLUSIVO PARA ALUNOS E PROFESSORES – 2 DE MAIO, 16H

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No dia 2 de junho, o curso de Cinema da FAAP realizará a 4ª edição do “Diálogos na WEB –FAAP”, que contará com a participação do cineasta e roteirista Hilton Lacerda e do ator Jesuíta Barbosa.

Durante o encontro, Hilton contará sobre sua trajetória e a profissão de diretor roteirista. Jesuíta falará sobre a diferença entre atuar no cinema e na televisão.

Destinado aos alunos e professores da FAAP, o evento será realizado por meio da plataforma Zoom, pelo link: https://zoom.us/j/97780437804

HILTON LACERDA é formado pela Universidade Federal de Pernambuco – UFPE. Começou suas atividades como assistente de direção e corroteirista. Nos anos 90, formou com Helder Aragão a dupla Dolores & Morales, responsável pela direção de vários videoclipes da cena Manguebeat, como Mestre Ambrósio, Mundo Livre S/A e Chico Science e Nação Zumbi. Escreveu o roteiro junto com Lírio Ferreira e Paulo Caldas do filme “Baile Perfumado”. Roteirizou cinco longas-metragens dirigidos por Claudio Assis, que foram “Febre do rato”, “Baixio das bestas”, “Amarelo Manga”, Big Jato”, em parceria com Anna Francisco, e “Piedade”, em parceria com Anna Francisco e Dillner Gomes. Escreveu ainda os roteiros dos filmes “A Festa da Menina Morta”, de Matheus Nachtergaele, “Árido Movie”, de Lírio Ferreira, e “Corpo Elétrico”, de Marcelo Caetano, em parceria com o diretor Gabriel Domingues. Dirigiu e roteirizou, juntamente com Lírio Ferreira, o documentário “Cartola – Música para os Olhos”, e estreou na direção com o filme “Tatuagem”, ganhando os prêmios de Melhor Filme em Gramado, Melhor filme do júri e do público do Festival do RJ. Seu mais recente trabalho é “Fim de Festa”, de 2019. Já dirigiu duas séries para o Canal Brasil e está com a próxima em produção, baseada no universo do filme “Tatuagem”.

JESUÍTA BARBOSA nasceu em Salgueiro, Pernambuco. Mudou-se para Fortaleza, onde começou a atuar em grupos de teatro na escola. Fez Licenciatura em Teatro no Instituto Federal do Ceará. Participou do coletivo de teatro chamado As Travestidas, que viajou por diversas cidades do nordeste. Atuou também da peça “Corpos Aprisionados e Deserdados”, com o Centro de Experimentação em Movimentos e fez parte por dois anos da Cia. de Teatro do Improviso. Estreou no cinema com o curta-metragem “Dias em Cuba”. Atuou no filme “Serra Pelada”, de Heitor Dhalia, “Tatuagem”, de Hilton Lacerda, que lhe rendeu vários prêmios, entre eles o de melhor ator no Festival do Rio, em 2013, “Praia do Futuro”, de Karim Ainouz, “Malasartes e o Duelo com a Morte”, de Paulo Morelli, e o “Grande Circo Místico”, de Cacá Diegues. Estreou na televisão, na Globo, com a minissérie “Amores Roubados”. Em seguida, atuou em “O Rebu”, “Ligações Perigosas”, “Justiça”, “Onde Nascem os Fortes” e, por fim, fez a novela “Verão 90”.

“O DIRETOR ROTEIRISTA E A ATUAÇÃO EM CINEMA/TV”

DIA: 02/06 (TERÇA-FEIRA)

HORÁRIO: 16h

DURAÇÃO: 1 HORA


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No dia 2 de junho, o curso de Cinema da FAAP realizará a 4ª edição do “Diálogos na WEB –FAAP”, que contará com a participação do cineasta e roteirista Hilton Lacerda e do ator Jesuíta Barbosa.

Durante o encontro, Hilton contará sobre sua trajetória e a profissão de diretor roteirista. Jesuíta falará sobre a diferença entre atuar no cinema e na televisão.

Destinado aos alunos e professores da FAAP, o evento será realizado por meio da plataforma Zoom, pelo link: https://zoom.us/j/97780437804

HILTON LACERDA é formado pela Universidade Federal de Pernambuco – UFPE. Começou suas atividades como assistente de direção e corroteirista. Nos anos 90, formou com Helder Aragão a dupla Dolores & Morales, responsável pela direção de vários videoclipes da cena Manguebeat, como Mestre Ambrósio, Mundo Livre S/A e Chico Science e Nação Zumbi. Escreveu o roteiro junto com Lírio Ferreira e Paulo Caldas do filme “Baile Perfumado”. Roteirizou cinco longas-metragens dirigidos por Claudio Assis, que foram “Febre do rato”, “Baixio das bestas”, “Amarelo Manga”, Big Jato”, em parceria com Anna Francisco, e “Piedade”, em parceria com Anna Francisco e Dillner Gomes. Escreveu ainda os roteiros dos filmes “A Festa da Menina Morta”, de Matheus Nachtergaele, “Árido Movie”, de Lírio Ferreira, e “Corpo Elétrico”, de Marcelo Caetano, em parceria com o diretor Gabriel Domingues. Dirigiu e roteirizou, juntamente com Lírio Ferreira, o documentário “Cartola – Música para os Olhos”, e estreou na direção com o filme “Tatuagem”, ganhando os prêmios de Melhor Filme em Gramado, Melhor filme do júri e do público do Festival do RJ. Seu mais recente trabalho é “Fim de Festa”, de 2019. Já dirigiu duas séries para o Canal Brasil e está com a próxima em produção, baseada no universo do filme “Tatuagem”.

JESUÍTA BARBOSA nasceu em Salgueiro, Pernambuco. Mudou-se para Fortaleza, onde começou a atuar em grupos de teatro na escola. Fez Licenciatura em Teatro no Instituto Federal do Ceará. Participou do coletivo de teatro chamado As Travestidas, que viajou por diversas cidades do nordeste. Atuou também da peça “Corpos Aprisionados e Deserdados”, com o Centro de Experimentação em Movimentos e fez parte por dois anos da Cia. de Teatro do Improviso. Estreou no cinema com o curta-metragem “Dias em Cuba”. Atuou no filme “Serra Pelada”, de Heitor Dhalia, “Tatuagem”, de Hilton Lacerda, que lhe rendeu vários prêmios, entre eles o de melhor ator no Festival do Rio, em 2013, “Praia do Futuro”, de Karim Ainouz, “Malasartes e o Duelo com a Morte”, de Paulo Morelli, e o “Grande Circo Místico”, de Cacá Diegues. Estreou na televisão, na Globo, com a minissérie “Amores Roubados”. Em seguida, atuou em “O Rebu”, “Ligações Perigosas”, “Justiça”, “Onde Nascem os Fortes” e, por fim, fez a novela “Verão 90”.

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Da sala de aula ao palco global: FAAP vira centro de debate sobre o futuro 

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Na FAAP

WAIFF 2026 estreia no Brasil e transforma FAAP em polo de debates sobre IA e audiovisual  

O World AI Film Festival (WAIFF) encerrou neste sábado (28) sua primeira edição no Brasil, após dois dias de programação intensa na FAAP, em São Paulo. O festival reuniu profissionais do audiovisual, da publicidade, do streaming e da tecnologia para discutir, na prática, como a Inteligência Artificial já está redesenhando a criação e a produção de conteúdo no mundo.   Realizado nos dias 27 e 28 de fevereiro, o WAIFF 2026 marcou a entrada oficial de São Paulo na rede global de encontros dedicados à IA no audiovisual, consolidando a cidade como um dos hubs da discussão internacional sobre o tema.   Na abertura, os organizadores destacaram o simbolismo de trazer o festival para o Brasil em um momento em que o mercado audiovisual vive incertezas e, ao mesmo tempo, enxerga na IA novas possibilidades de criação, modelos de negócio e acesso a ferramentas antes restritas a grandes estúdios.   Ao longo dos dois dias, o WAIFF 2026 promoveu um mergulho nas transformações em curso na indústria. Painéis e mesas de debate trataram desde o uso da IA na escrita de roteiros, edição e pós-produção, até seus impactos em publicidade, streaming, formatos digitais e na relação entre criadores, marcas e plataformas.   Executivos, produtores, criadores de conteúdo e profissionais ligados à televisão e à publicidade participaram de discussões sobre:  – Formatos curtos e engajamento nas redes; – O uso da IA em longa-metragens e séries; – Desafios jurídicos, direitos autorais e ética; – Modelos de negócio para um mercado impactado pela automação.   A Agência Ampfy realizou, ainda na sexta-feira (27), uma Maratona Criativa exclusiva para alunos da FAAP, apresentando cases premiados que utilizaram Inteligência Artificial de forma inovadora e estratégica. Além da palestra, os estudantes foram convidados a desenvolver um projeto para um cliente real, a CVC Turismo, aplicando IA em sua proposta. A melhor ideia será selecionada e seus autores concorrerão a uma vaga de estágio na Ampfy, reforçando o compromisso da FAAP em aproximar seus alunos do mercado de trabalho.    O segundo dia concentrou parte das discussões sobre o futuro do audiovisual, o papel dos criadores independentes e a importância de formação e qualificação profissional para uso responsável das novas tecnologias.   Um dos momentos de destaque foi a palestra de Nizan Guanaes, que abordou a criatividade em tempos de Inteligência Artificial, e de Fabiano Gullane, ex-aluno da FAAP e um dos mais importantes produtores cinematográficos do país.   Paralelamente às palestras e aos painéis, o festival exibiu a Mostra Competitiva WAIFF 2026, com produções nacionais e internacionais realizadas com o apoio de Inteligência Artificial em diferentes estágios do processo criativo.   Os filmes concorreram nas categorias Longa-metragem, Série Vertical, Publicidade, Curta-metragem – Animação, Curta-metragem – Documentário, Curta-metragem – Fantasia, Curta-metragem – Ação, Curta-metragem – Drama, além dos prêmios de Melhor Diretora,  Jovem Diretor e Melhor do Festival. Os finalistas foram escolhidos por um júri formado por profissionais como Jacqueline Sato (Atriz, roteirista e produtora – Presidente do Júri), Fabiano Gullane (Produtor e sócio da Gullane Filmes), Heitor Dhalia (Cineasta, diretor de O Cheiro do Ralo e DNA do Crime), Lyara Oliveira (Gestora e produtora especialista em audiovisual), Paulo Aguiar (Criador do CR_IA) e Tadeu Jungle (Diretor, roteirista, poeta visual e videoartista).  A cerimônia de premiação, realizada na tarde de sábado, no palco principal, encerrou o festival destacando a diversidade de linguagens, abordagens estéticas e temas explorados com o uso de IA. Reforçando que a tecnologia já faz parte do vocabulário criativo de uma nova geração de realizadores.   Ao aproximar criadores, empresas de tecnologia, estudantes, produtores e agentes do mercado, o festival mostrou que a discussão sobre IA já não é futurista: ela é parte do presente da produção audiovisual e deve se intensificar nos próximos

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