NÚCLEO DE INOVAÇÃO EM MÍDIA DIGITAL (NiMD) DA FAAP DIVULGA NOVO RELATÓRIO#MS360FAAP REVELANDO QUE AS MARCAS GANHAM CADA VEZ MAIS FORÇA NO INSTAGRAM

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A mais recente pesquisa #MS360FAAP, desenvolvida trimestralmente pelo Núcleo de Inovação em Mídia Digital (NiMD) da FAAP, em parceria com a Socialbakers, mostra que os usuários do Instagram têm seguido cada vez mais marcas na plataforma.

O levantamento mede a atividade dos 100 perfis de negócios no Brasil com mais interações nas mídias sociais. Traz, ainda, dados dos 100 perfis de influenciadores digitais com mais interações.

No último trimestre analisado, a média de crescimento de seguidores de perfis de Marcas no Instagram, foi cerca de 140 mil. No trimestre anterior, o número médio foi de 99 mil novos seguidores.

As marcas têm feito, em média, 22 publicações por semana no Instagram, o mesmo número indicado no relatório do trimestre anterior – abril, maio e junho. São cerca de 3 publicações por dia.

Outro dado interessante do relatório diz respeito às postagens do tipo carrossel, com mais de uma foto ou vídeo. Os posts foram os que mais geraram curtidas e comentários nos perfis das marcas. No entanto, em páginas de celebridades, também avaliado no estudo, foram as publicações com apenas uma imagem que geraram mais “likes” entre os usuários.

 

Facebook

 

Ainda que seja a rede com mais seguidores, o Facebook começa a enfrentar uma diminuição no ritmo de crescimento. No segmento “Marcas/Institucional”, o aumento médio de fãs caiu de 83.325 nos meses de abril, maio e junho para apenas 50.505 entre julho, agosto e setembro.

Mas a queda maior – e mais surpreendente –, por se tratar de um período eleitoral, se deu entre os perfis de “Mídia”. Nesse segmento, o crescimento médio de 21.621 fãs verificado no segundo trimestre deste ano caiu para 6.270 no terceiro período analisado.

Mais números:

 

– Mesmo com os especialistas de mercado indicando o vídeo como sendo o formato preferencial no Facebook, a maior parte das marcas prefere postagens de fotos na plataforma.

– 29% das publicações feitas por marcas no Instagram não utilizam nenhuma hashtag.

– As celebridades brasileiras com mais interações no Instagram possuem, em média, 7,8 milhões de seguidores.

 

Todos os gráficos do #MS360FAAP estão disponíveis no site www.faap.br/ms360faap.


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A mais recente pesquisa #MS360FAAP, desenvolvida trimestralmente pelo Núcleo de Inovação em Mídia Digital (NiMD) da FAAP, em parceria com a Socialbakers, mostra que os usuários do Instagram têm seguido cada vez mais marcas na plataforma.

O levantamento mede a atividade dos 100 perfis de negócios no Brasil com mais interações nas mídias sociais. Traz, ainda, dados dos 100 perfis de influenciadores digitais com mais interações.

No último trimestre analisado, a média de crescimento de seguidores de perfis de Marcas no Instagram, foi cerca de 140 mil. No trimestre anterior, o número médio foi de 99 mil novos seguidores.

As marcas têm feito, em média, 22 publicações por semana no Instagram, o mesmo número indicado no relatório do trimestre anterior – abril, maio e junho. São cerca de 3 publicações por dia.

Outro dado interessante do relatório diz respeito às postagens do tipo carrossel, com mais de uma foto ou vídeo. Os posts foram os que mais geraram curtidas e comentários nos perfis das marcas. No entanto, em páginas de celebridades, também avaliado no estudo, foram as publicações com apenas uma imagem que geraram mais “likes” entre os usuários.

 

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Ainda que seja a rede com mais seguidores, o Facebook começa a enfrentar uma diminuição no ritmo de crescimento. No segmento “Marcas/Institucional”, o aumento médio de fãs caiu de 83.325 nos meses de abril, maio e junho para apenas 50.505 entre julho, agosto e setembro.

Mas a queda maior – e mais surpreendente –, por se tratar de um período eleitoral, se deu entre os perfis de “Mídia”. Nesse segmento, o crescimento médio de 21.621 fãs verificado no segundo trimestre deste ano caiu para 6.270 no terceiro período analisado.

Mais números:

 

– Mesmo com os especialistas de mercado indicando o vídeo como sendo o formato preferencial no Facebook, a maior parte das marcas prefere postagens de fotos na plataforma.

– 29% das publicações feitas por marcas no Instagram não utilizam nenhuma hashtag.

– As celebridades brasileiras com mais interações no Instagram possuem, em média, 7,8 milhões de seguidores.

 

Todos os gráficos do #MS360FAAP estão disponíveis no site www.faap.br/ms360faap.


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O futuro da carne bovina brasileira passa pelo conhecimento

Poucos setores brasileiros passaram por uma evolução tão grande quanto a carne bovina. No último ano, o Brasil não apenas manteve sua força nas exportações, mas assumiu também a liderança mundial na produção, com 12,35 milhões de toneladas produzidas, 3,5 milhões exportadas e quase US$ 18 bilhões em vendas externas.   Os números impressionam, mas, por si só, não explicam essa trajetória. Eles revelam a dimensão da responsabilidade que o Brasil passou a assumir no abastecimento mundial de proteína animal.  A carne bovina brasileira está presente em mais de 170 mercados, mas cerca de 70% de tudo o que produzimos continua no Brasil. É uma cadeia que atende o mundo sem deixar de abastecer a mesa dos brasileiros.   Essa posição não foi conquistada por acaso. É resultado de décadas de trabalho de pecuaristas, frigoríficos, técnicos, pesquisadores, autoridades sanitárias e profissionais que entenderam que produzir bem não bastava. Era preciso garantir regularidade, qualidade, sanidade e capacidade de atender o que cada mercado exige. Trata-se de uma construção coletiva, baseada na cooperação entre os setores público e privado, que consolidou a credibilidade internacional da carne bovina brasileira.  O mundo está mudando e o mercado da carne também. Países que historicamente tiveram grande produção enfrentam redução de rebanho, custos mais altos e limitações para ampliar a oferta. Ao mesmo tempo, cresce a demanda por proteína em regiões como a Ásia, o Oriente Médio e parte da África.  O Brasil tem espaço para ocupar parte dessa demanda. No ano passado, o país tinha 195,5 milhões de cabeças de gado, o maior rebanho comercial do mundo. Entre 2005 e 2025, a produção brasileira de carne bovina aumentou 41%, enquanto a área de pastagens diminuiu.   A pecuária brasileira de hoje é diferente da de duas décadas atrás. Temos mais genética, melhor manejo, nutrição mais precisa, confinamento, terminação intensiva a pasto, integração com outras atividades e mais tecnologia dentro da fazenda e da indústria.   Mas não há espaço para achar que o trabalho está pronto.   A abertura de mercados, a rastreabilidade, a agenda ambiental, os controles sanitários, as exigências de consumidores e as regras comerciais vão continuar influenciando diretamente o futuro da carne brasileira. O Brasil precisa estar preparado para responder a isso com informação, transparência e capacidade técnica.  A Associação Brasileira das Indústrias Exportadoras de Carnes (ABIEC) atua justamente nessa frente. Representamos uma indústria responsável por praticamente todas as exportações brasileiras de carne bovina. Trabalhamos para abrir mercados, defender o setor, dialogar com governos, acompanhar regulações internacionais e mostrar ao mundo o que a cadeia brasileira tem construído.   Só que esse ambiente exige gente preparada. A cadeia da carne deixou de ser um assunto restrito à fazenda ou ao frigorífico. Hoje, quem trabalha no setor precisa entender de produção, mercado, comércio exterior, sustentabilidade, sanidade, logística, legislação e comunicação.   Foi pensando nisso que criamos a Beef School, curso de extensão da ABIEC com a FAAP. A proposta é aproximar quem quer conhecer melhor a cadeia da realidade de um setor que movimenta mais de R$ 1,15 trilhão por ano e responde por cerca de 9% do PIB brasileiro.   A liderança conquistada pelo Brasil não é um ponto de chegada. É um compromisso permanente com a excelência, a inovação e a capacidade de evoluir. O futuro da carne bovina brasileira será construído por profissionais capazes de compreender as transformações do mercado, antecipar desafios e transformar conhecimento em vantagem


Internacional

FAAP inicia a edição 2026 do Projeto SEED em parceria com instituições japonesas 

A FAAP realizou, em junho, uma reunião que marcou o início da edição 2026 do Projeto SEED (Social Entrepreneurship and Economic Development), importante iniciativa internacional voltada ao desenvolvimento de soluções inovadoras para empresas e organizações japonesas, por meio da colaboração entre estudantes e universidades de diferentes países.   O encontro, realizado na Diretoria Mantenedora da FAAP, reuniu representantes da instituição e parceiros japoneses responsáveis pelo desenvolvimento do programa. Na ocasião, foram discutidas as diretrizes da próxima edição do SEED, reafirmando o compromisso conjunto com a internacionalização do ensino, a inovação e o fortalecimento da cooperação acadêmica entre Brasil e Japão.   Idealizado pela GOROM Association, o Projeto SEED proporciona uma experiência acadêmica e intercultural que reúne estudantes de diferentes nacionalidades em equipes multiculturais para o desenvolvimento de projetos voltados a desafios reais apresentados por empresas da província de Yamanashi. Ao longo dos anos, o programa consolidou-se como uma importante iniciativa de formação internacional, promovendo o intercâmbio de conhecimentos, a inovação e o empreendedorismo.   A reunião também contou com a participação do empresário japonês Tetsutaro Nakagomi, Presidente e CEO da DAITA Co., Ltd., apoiador do Projeto SEED, cuja atuação tem contribuído para o fortalecimento da iniciativa e para a aproximação entre os setores acadêmico e empresarial no


Moda

Aluna de Moda da FAAP é finalista do Concurso Sou de Algodão 

A aluna Nayara Pereira de Souza, do curso de Moda da FAAP, foi selecionada como finalista do Concurso Sou de Algodão, representando a região Sudeste na etapa final do 4º Desafio Sou de Algodão + Casa de Criadores.  “O concurso é direcionado exclusivamente a estudantes de moda de instituições brasileiras reconhecidas pelo MEC. Assim, ter uma aluna da FAAP entre os finalistas é uma vitrine enorme, tanto para o nosso curso quanto para carreira profissional dessa aluna”, destaca a professora Juliana Schmitt.  Ao todo, são cinco finalistas – uma de cada região do país – que irão apresentar, em novembro de 2026, suas coleções completas com seis looks na 59ª edição da Casa de Criadores, um dos mais importantes eventos da moda brasileira.  “Me sinto muito feliz e privilegiada sabendo que o meu projeto teve potencial para chegar aos finalistas. A FAAP teve um papel fundamental na minha inscrição, porque, através dela, eu pude desenvolver o meu lado criativo e técnico e chegar no projeto que temos hoje”, afirma a estudante Nayara.   Na etapa final, todos os tecidos serão fornecidos por marcas parceiras do movimento Sou de Algodão. As coleções serão avaliadas por uma banca formada por profissionais de destaque no mercado, que observará critérios como acabamento, originalidade, conceito e apresentação, além da forma como o desfile é desenvolvido.  A classificação de Nayara reforça a qualidade da formação em Moda da FAAP e o compromisso da instituição em incentivar a participação dos alunos em concursos e projetos que aproximam o ambiente acadêmico do cenário profissional da moda no

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