NOVO ESTUDO DO NiMD FAAP REVELA TENDÊNCIAS DE PODCASTS NO BRASIL

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Os podcasts vêm ganhando o gosto dos veículos de comunicação e de plataformas de redes sociais, que encontraram na ferramenta uma nova forma de levar informação e entreter o seu público. Tendo em vista o crescimento das produções e do hábito de consumi-las, o Núcleo de Inovação em Mídia Digital da Faculdade Armando Alvares Penteado (NiMD FAAP) desenvolveu um novo estudo que traz à tona insights sobre o caminho dessa forma de distribuição de conteúdo no Brasil.

O estudo foi desenvolvido a partir do cruzamento de dados de duas pesquisas distintas. A primeira, com informações trazidas pela PodPesquisa, que teve sua quarta edição divulgada no final de 2018. Com o apoio da Rádio CBN, recebeu mais de 22 mil respostas, o que a torna, até agora, a maior pesquisa sobre o universo de podcasts já realizada no País.

Foram extraídos deste universo 1.079 podcasts brasileiros para inicialmente analisar quais os formatos e gêneros mais usuais e, a partir daí, levantar possíveis demandas que oferecem nichos a serem mais bem explorados na podosfera.

A outra pesquisa utilizada é um levantamento de dados qualitativos com 300 respondentes feito com o apoio da empresa de tecnologia MindMiners, especializada em pesquisa digital.

Um dos primeiros dados levantados pelo estudo do NiMD FAAP diz respeito às principais categorias de podcasts existentes no Brasil. Cinema, Séries e Cultura Pop alcançaram a primeira colocação, com 20,9% do conteúdo, seguidos por Esporte e Recreação (10,1%), Comportamento (9,5%), Notícias e Política (7,6%) e Games (6,9%).

Temas que são normalmente encontrados em blogs e redes sociais como Moda e Beleza, Crianças e Família, e Gastronomia obtiveram baixíssima porcentagem de podcasts exclusivamente dedicados aos temas: 0,3%, 05% e 0,7%, respectivamente.

Não foi encontrado nenhum conteúdo sobre Adulto/Erotismo na pesquisa quantitativa. Mas, apesar de haver uma dificuldade das pessoas em admitir que consomem esse tipo de produto, na pesquisa qualitativa, feita pela MindMiners, quase um em cada quatro respondentes citou que gostaria de encontrar mais esse tipo de conteúdo.

Entre os 1.079 podcasts analisados, também foram identificados os formatos mais existentes: mais da metade (55,3%) está no formato bate-papo, quando há dois ou mais integrantes conversando entre si. Pouco explorados, ou com demanda reprimida, mas que se configuram um caminho para os produtores, estão os formatos de debate (9,7%), documentário/jornalismo (5,5%), jogos/games shows (0,6%) e storytelling/audiodrama (1,9%).

 

Outros dados apontados no estudo do NiMD FAAP:

 

•O termo podcast ainda apresenta uma difícil associação com o que representa: 30% dos respondentes não souberam defini-lo; mas mais da metade já compreende o nome.

 

•Entre os 108 respondentes ouvintes de podcasts (36% do total), alguns dos assuntos preferidos são: Comédia, Tecnologia, Música, Cinema/Séries/Cultura Pop, Arte e Cultura, Games e Educação.

 

•A aceitação a podcasts com mais de uma hora de duração é pequena: apenas 8%.

 

•A frequência de publicação dos episódios deve ser semanal para 29% dos que acompanham podcasts; 44% deles avaliam que é melhor que haja de duas a três atualizações semanais; apenas 21% demostra preferência por conteúdos diários.

 

Além do professor Marcelo Abud, crítico de rádio, o estudo do NiMD FAAP também tem como coautores os ex-alunos da FAAP Cesar Yuji Ishikawa e Luiz Dias Gonzaga. O conteúdo completo pode ser conferido na área de Artigos e Insights no link: http://www.faap.br/nimd/

 


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Os podcasts vêm ganhando o gosto dos veículos de comunicação e de plataformas de redes sociais, que encontraram na ferramenta uma nova forma de levar informação e entreter o seu público. Tendo em vista o crescimento das produções e do hábito de consumi-las, o Núcleo de Inovação em Mídia Digital da Faculdade Armando Alvares Penteado (NiMD FAAP) desenvolveu um novo estudo que traz à tona insights sobre o caminho dessa forma de distribuição de conteúdo no Brasil.

O estudo foi desenvolvido a partir do cruzamento de dados de duas pesquisas distintas. A primeira, com informações trazidas pela PodPesquisa, que teve sua quarta edição divulgada no final de 2018. Com o apoio da Rádio CBN, recebeu mais de 22 mil respostas, o que a torna, até agora, a maior pesquisa sobre o universo de podcasts já realizada no País.

Foram extraídos deste universo 1.079 podcasts brasileiros para inicialmente analisar quais os formatos e gêneros mais usuais e, a partir daí, levantar possíveis demandas que oferecem nichos a serem mais bem explorados na podosfera.

A outra pesquisa utilizada é um levantamento de dados qualitativos com 300 respondentes feito com o apoio da empresa de tecnologia MindMiners, especializada em pesquisa digital.

Um dos primeiros dados levantados pelo estudo do NiMD FAAP diz respeito às principais categorias de podcasts existentes no Brasil. Cinema, Séries e Cultura Pop alcançaram a primeira colocação, com 20,9% do conteúdo, seguidos por Esporte e Recreação (10,1%), Comportamento (9,5%), Notícias e Política (7,6%) e Games (6,9%).

Temas que são normalmente encontrados em blogs e redes sociais como Moda e Beleza, Crianças e Família, e Gastronomia obtiveram baixíssima porcentagem de podcasts exclusivamente dedicados aos temas: 0,3%, 05% e 0,7%, respectivamente.

Não foi encontrado nenhum conteúdo sobre Adulto/Erotismo na pesquisa quantitativa. Mas, apesar de haver uma dificuldade das pessoas em admitir que consomem esse tipo de produto, na pesquisa qualitativa, feita pela MindMiners, quase um em cada quatro respondentes citou que gostaria de encontrar mais esse tipo de conteúdo.

Entre os 1.079 podcasts analisados, também foram identificados os formatos mais existentes: mais da metade (55,3%) está no formato bate-papo, quando há dois ou mais integrantes conversando entre si. Pouco explorados, ou com demanda reprimida, mas que se configuram um caminho para os produtores, estão os formatos de debate (9,7%), documentário/jornalismo (5,5%), jogos/games shows (0,6%) e storytelling/audiodrama (1,9%).

 

Outros dados apontados no estudo do NiMD FAAP:

 

•O termo podcast ainda apresenta uma difícil associação com o que representa: 30% dos respondentes não souberam defini-lo; mas mais da metade já compreende o nome.

 

•Entre os 108 respondentes ouvintes de podcasts (36% do total), alguns dos assuntos preferidos são: Comédia, Tecnologia, Música, Cinema/Séries/Cultura Pop, Arte e Cultura, Games e Educação.

 

•A aceitação a podcasts com mais de uma hora de duração é pequena: apenas 8%.

 

•A frequência de publicação dos episódios deve ser semanal para 29% dos que acompanham podcasts; 44% deles avaliam que é melhor que haja de duas a três atualizações semanais; apenas 21% demostra preferência por conteúdos diários.

 

Além do professor Marcelo Abud, crítico de rádio, o estudo do NiMD FAAP também tem como coautores os ex-alunos da FAAP Cesar Yuji Ishikawa e Luiz Dias Gonzaga. O conteúdo completo pode ser conferido na área de Artigos e Insights no link: http://www.faap.br/nimd/

 


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Da sala de aula ao palco global: FAAP vira centro de debate sobre o futuro 

Em maio de 2026, a Fundação Armando Alvares Penteado (FAAP) assume o protagonismo ao sediar palcos e instalações do São Paulo Innovation Week (SPIW), um dos maiores festivais globais de tecnologia e inovação do mundo. Mais do que receber parte da programação, a instituição consolida seu papel como território onde ciência, arte e inovação se encontram – conectando tradição acadêmica, pensamento crítico e mercado.  O SPIW também ocupará a Mercado Livre Arena Pacaembu, recentemente modernizada, ampliando o alcance urbano do festival. A integração entre os dois espaços reforça a vocação da região como novo eixo de economia criativa, convivência e produção de conhecimento qualificado.   Com arquitetura icônica, histórico de formação de lideranças e forte presença cultural, a FAAP deixa de ser apenas uma instituição de ensino para se afirmar como hub de discussão sobre o futuro. Ao receber o SPIW, a instituição fortalece sua ponte com a sociedade e amplia o diálogo entre universidade, setor criativo, investidores e empresas de tecnologia.  Para Pilar Guillon Liotti, membro do Conselho Curador da FAAP e do MAB FAAP, “a SPIW tem tudo a ver conosco: além de reforçar nosso compromisso com a formação, promove o diálogo entre arte, cultura e tecnologia e fortalece a ponte entre academia, setor criativo e mercado de inovação”.  “A FAAP está na vanguarda dos investimentos em tecnologia neste exato momento. Temos mais de 120 disciplinas – do curso de artes visuais ao de direito – que incorporam temas sobre inteligência artificial e novas tecnologias, garantindo que nossos cursos se adaptem à nova realidade”, afirma Luis Sobral, CEO da FAAP.   A comunidade FAAP – estudantes, professores e funcionários – terá trânsito livre pelo SPIW durante os três dias do festival, que ocorrerá concomitantemente à Semana Acadêmica da Instituição. A decisão reforça o caráter integrado da iniciativa, promovendo uma troca direta entre programação acadêmica e debates globais sobre tecnologia, economia criativa e transformação digital.  O festival reunirá conferências, curadores científicos, palestrantes internacionais, startups, investidores e agentes culturais, trazendo a ciência para o centro do debate público e conectando conhecimento acadêmico a aplicações práticas de mercado.  A participação no SPIW integra a estratégia da FAAP de consolidar iniciativas que ampliem sua interação com a sociedade. Nos últimos anos, a instituição tem investido em laboratórios, programas de extensão e pesquisa aplicada, além de lançar uma graduação em Inteligência Artificial – movimento que reforça seu compromisso com a formação alinhada às demandas contemporâneas.  Ao sediar o SPIW, a FAAP assume o protagonismo na construção de uma nova geografia da inovação em São Paulo, posicionando-se como epicentro de ideias que conectam tradição, tecnologia e


Na FAAP

WAIFF 2026 estreia no Brasil e transforma FAAP em polo de debates sobre IA e audiovisual  

O World AI Film Festival (WAIFF) encerrou neste sábado (28) sua primeira edição no Brasil, após dois dias de programação intensa na FAAP, em São Paulo. O festival reuniu profissionais do audiovisual, da publicidade, do streaming e da tecnologia para discutir, na prática, como a Inteligência Artificial já está redesenhando a criação e a produção de conteúdo no mundo.   Realizado nos dias 27 e 28 de fevereiro, o WAIFF 2026 marcou a entrada oficial de São Paulo na rede global de encontros dedicados à IA no audiovisual, consolidando a cidade como um dos hubs da discussão internacional sobre o tema.   Na abertura, os organizadores destacaram o simbolismo de trazer o festival para o Brasil em um momento em que o mercado audiovisual vive incertezas e, ao mesmo tempo, enxerga na IA novas possibilidades de criação, modelos de negócio e acesso a ferramentas antes restritas a grandes estúdios.   Ao longo dos dois dias, o WAIFF 2026 promoveu um mergulho nas transformações em curso na indústria. Painéis e mesas de debate trataram desde o uso da IA na escrita de roteiros, edição e pós-produção, até seus impactos em publicidade, streaming, formatos digitais e na relação entre criadores, marcas e plataformas.   Executivos, produtores, criadores de conteúdo e profissionais ligados à televisão e à publicidade participaram de discussões sobre:  – Formatos curtos e engajamento nas redes; – O uso da IA em longa-metragens e séries; – Desafios jurídicos, direitos autorais e ética; – Modelos de negócio para um mercado impactado pela automação.   A Agência Ampfy realizou, ainda na sexta-feira (27), uma Maratona Criativa exclusiva para alunos da FAAP, apresentando cases premiados que utilizaram Inteligência Artificial de forma inovadora e estratégica. Além da palestra, os estudantes foram convidados a desenvolver um projeto para um cliente real, a CVC Turismo, aplicando IA em sua proposta. A melhor ideia será selecionada e seus autores concorrerão a uma vaga de estágio na Ampfy, reforçando o compromisso da FAAP em aproximar seus alunos do mercado de trabalho.    O segundo dia concentrou parte das discussões sobre o futuro do audiovisual, o papel dos criadores independentes e a importância de formação e qualificação profissional para uso responsável das novas tecnologias.   Um dos momentos de destaque foi a palestra de Nizan Guanaes, que abordou a criatividade em tempos de Inteligência Artificial, e de Fabiano Gullane, ex-aluno da FAAP e um dos mais importantes produtores cinematográficos do país.   Paralelamente às palestras e aos painéis, o festival exibiu a Mostra Competitiva WAIFF 2026, com produções nacionais e internacionais realizadas com o apoio de Inteligência Artificial em diferentes estágios do processo criativo.   Os filmes concorreram nas categorias Longa-metragem, Série Vertical, Publicidade, Curta-metragem – Animação, Curta-metragem – Documentário, Curta-metragem – Fantasia, Curta-metragem – Ação, Curta-metragem – Drama, além dos prêmios de Melhor Diretora,  Jovem Diretor e Melhor do Festival. Os finalistas foram escolhidos por um júri formado por profissionais como Jacqueline Sato (Atriz, roteirista e produtora – Presidente do Júri), Fabiano Gullane (Produtor e sócio da Gullane Filmes), Heitor Dhalia (Cineasta, diretor de O Cheiro do Ralo e DNA do Crime), Lyara Oliveira (Gestora e produtora especialista em audiovisual), Paulo Aguiar (Criador do CR_IA) e Tadeu Jungle (Diretor, roteirista, poeta visual e videoartista).  A cerimônia de premiação, realizada na tarde de sábado, no palco principal, encerrou o festival destacando a diversidade de linguagens, abordagens estéticas e temas explorados com o uso de IA. Reforçando que a tecnologia já faz parte do vocabulário criativo de uma nova geração de realizadores.   Ao aproximar criadores, empresas de tecnologia, estudantes, produtores e agentes do mercado, o festival mostrou que a discussão sobre IA já não é futurista: ela é parte do presente da produção audiovisual e deve se intensificar nos próximos

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