NOMES COMO ANITA MALFATTI, TARSILA DO AMARAL E TOMIE OHTAKE TERÃO SUAS OBRAS EXPOSTAS NO MAB-FAAP – ACESSE “NOTICIAS” E SAIBA MAIS.

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A participação feminina na história da arte brasileira foi reconhecida a partir do Modernismo, quando a mulher passou a ocupar espaços maioritariamente dominados por artistas homens nas esferas artística, cultural e social. Anteriormente ao movimento, a presença da mulher era praticamente desconhecida devido a determinismos biológicos, preconceitos sociais de gênero e da ausência de oportunidades e de reconhecimento por parte das instituições e suas práticas. Para mostrar a ascensão feminina na arte brasileira, o Museu de Arte Brasileira da FAAP (MAB-FAAP) realiza, a partir de 18 de abril, a exposição Elas: mulheres artistas no acervo do MAB.

A mostra reúne 82 obras, de autoria de 64 mulheres artistas dos séculos XX e XXI, que deixaram marcas na história da arte nacional e internacional. Entre elas, Anita Malfatti, Tarsila do Amaral, Noemia Mourão, Djanira, Marina Caram, Mira Schendel, Tomie Ohtake, Geórgia Kyriakakis, Anna Maria Maiolino, Carmela Gross, Teresa Nazar, Mary Vieira e Maria Bonomi, entre outras.

Durante a visita, o público terá a oportunidade de observar diferentes técnicas, das mais significativas linguagens formais e conceitos artísticos do período que a mostra aborda, como pintura, gravura, desenho, escultura, objeto, fotografia e vídeo.

SAIBA MAIS SOBRE A EXPOSIÇÃO

EXPOSIÇÃO ELAS: MULHERES ARTISTAS NO ACERVO DO MAB

Data: de 18 de abril a 25 de setembro de 2016

Horário: de segunda a sexta-feira, das 10h às 19h– última entrada às 18h

Aos sábados, domingos e feriados, das 10h às 18h – ultima entrada às 17h(Fechado às terças-feiras, inclusive quando feriado)

Local: MAB-FAAP – Sala Annie Alvares Penteado

Endereço: Rua Alagoas, 903 – Prédio 1 – Higienópolis

Informações: (11) 3662-7198

Agendamento de visitas educativas: (11) 3662-7200

Entrada gratuita

 


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A participação feminina na história da arte brasileira foi reconhecida a partir do Modernismo, quando a mulher passou a ocupar espaços maioritariamente dominados por artistas homens nas esferas artística, cultural e social. Anteriormente ao movimento, a presença da mulher era praticamente desconhecida devido a determinismos biológicos, preconceitos sociais de gênero e da ausência de oportunidades e de reconhecimento por parte das instituições e suas práticas. Para mostrar a ascensão feminina na arte brasileira, o Museu de Arte Brasileira da FAAP (MAB-FAAP) realiza, a partir de 18 de abril, a exposição Elas: mulheres artistas no acervo do MAB.

A mostra reúne 82 obras, de autoria de 64 mulheres artistas dos séculos XX e XXI, que deixaram marcas na história da arte nacional e internacional. Entre elas, Anita Malfatti, Tarsila do Amaral, Noemia Mourão, Djanira, Marina Caram, Mira Schendel, Tomie Ohtake, Geórgia Kyriakakis, Anna Maria Maiolino, Carmela Gross, Teresa Nazar, Mary Vieira e Maria Bonomi, entre outras.

Durante a visita, o público terá a oportunidade de observar diferentes técnicas, das mais significativas linguagens formais e conceitos artísticos do período que a mostra aborda, como pintura, gravura, desenho, escultura, objeto, fotografia e vídeo.

SAIBA MAIS SOBRE A EXPOSIÇÃO

EXPOSIÇÃO ELAS: MULHERES ARTISTAS NO ACERVO DO MAB

Data: de 18 de abril a 25 de setembro de 2016

Horário: de segunda a sexta-feira, das 10h às 19h– última entrada às 18h

Aos sábados, domingos e feriados, das 10h às 18h – ultima entrada às 17h(Fechado às terças-feiras, inclusive quando feriado)

Local: MAB-FAAP – Sala Annie Alvares Penteado

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WAIFF 2026 estreia no Brasil e transforma FAAP em polo de debates sobre IA e audiovisual  

O World AI Film Festival (WAIFF) encerrou neste sábado (28) sua primeira edição no Brasil, após dois dias de programação intensa na FAAP, em São Paulo. O festival reuniu profissionais do audiovisual, da publicidade, do streaming e da tecnologia para discutir, na prática, como a Inteligência Artificial já está redesenhando a criação e a produção de conteúdo no mundo.   Realizado nos dias 27 e 28 de fevereiro, o WAIFF 2026 marcou a entrada oficial de São Paulo na rede global de encontros dedicados à IA no audiovisual, consolidando a cidade como um dos hubs da discussão internacional sobre o tema.   Na abertura, os organizadores destacaram o simbolismo de trazer o festival para o Brasil em um momento em que o mercado audiovisual vive incertezas e, ao mesmo tempo, enxerga na IA novas possibilidades de criação, modelos de negócio e acesso a ferramentas antes restritas a grandes estúdios.   Ao longo dos dois dias, o WAIFF 2026 promoveu um mergulho nas transformações em curso na indústria. Painéis e mesas de debate trataram desde o uso da IA na escrita de roteiros, edição e pós-produção, até seus impactos em publicidade, streaming, formatos digitais e na relação entre criadores, marcas e plataformas.   Executivos, produtores, criadores de conteúdo e profissionais ligados à televisão e à publicidade participaram de discussões sobre:  – Formatos curtos e engajamento nas redes; – O uso da IA em longa-metragens e séries; – Desafios jurídicos, direitos autorais e ética; – Modelos de negócio para um mercado impactado pela automação.   A Agência Ampfy realizou, ainda na sexta-feira (27), uma Maratona Criativa exclusiva para alunos da FAAP, apresentando cases premiados que utilizaram Inteligência Artificial de forma inovadora e estratégica. Além da palestra, os estudantes foram convidados a desenvolver um projeto para um cliente real, a CVC Turismo, aplicando IA em sua proposta. A melhor ideia será selecionada e seus autores concorrerão a uma vaga de estágio na Ampfy, reforçando o compromisso da FAAP em aproximar seus alunos do mercado de trabalho.    O segundo dia concentrou parte das discussões sobre o futuro do audiovisual, o papel dos criadores independentes e a importância de formação e qualificação profissional para uso responsável das novas tecnologias.   Um dos momentos de destaque foi a palestra de Nizan Guanaes, que abordou a criatividade em tempos de Inteligência Artificial, e de Fabiano Gullane, ex-aluno da FAAP e um dos mais importantes produtores cinematográficos do país.   Paralelamente às palestras e aos painéis, o festival exibiu a Mostra Competitiva WAIFF 2026, com produções nacionais e internacionais realizadas com o apoio de Inteligência Artificial em diferentes estágios do processo criativo.   Os filmes concorreram nas categorias Longa-metragem, Série Vertical, Publicidade, Curta-metragem – Animação, Curta-metragem – Documentário, Curta-metragem – Fantasia, Curta-metragem – Ação, Curta-metragem – Drama, além dos prêmios de Melhor Diretora,  Jovem Diretor e Melhor do Festival. Os finalistas foram escolhidos por um júri formado por profissionais como Jacqueline Sato (Atriz, roteirista e produtora – Presidente do Júri), Fabiano Gullane (Produtor e sócio da Gullane Filmes), Heitor Dhalia (Cineasta, diretor de O Cheiro do Ralo e DNA do Crime), Lyara Oliveira (Gestora e produtora especialista em audiovisual), Paulo Aguiar (Criador do CR_IA) e Tadeu Jungle (Diretor, roteirista, poeta visual e videoartista).  A cerimônia de premiação, realizada na tarde de sábado, no palco principal, encerrou o festival destacando a diversidade de linguagens, abordagens estéticas e temas explorados com o uso de IA. Reforçando que a tecnologia já faz parte do vocabulário criativo de uma nova geração de realizadores.   Ao aproximar criadores, empresas de tecnologia, estudantes, produtores e agentes do mercado, o festival mostrou que a discussão sobre IA já não é futurista: ela é parte do presente da produção audiovisual e deve se intensificar nos próximos

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