Missão Amazônia vai levar alunos em ação de voluntariado


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A primeira edição da Missão Amazônia, vai levar em 3 de setembro, estudantes dos cursos de Direito e Comunicação, ao Rio Amazonas, com o objetivo de ensinar direitos fundamentais às populações ribeirinhas.


Em sete dias, os alunos junto com um grupo de professores, vão levar doações (kits de higiene, cestas básicas e remédios) e orientações sobre defensoria pública, juizados especiais, delegacias e crimes de racismo, direitos da criança e conselho tutelar, crimes contra os animais e ambientais, previdência social, direito à saúde e muito mais.

O Integra Social deste semestre, evento de recepção para os novos alunos, apoiou a Missão, com doações no valor de R$ 20,00 em dinheiro ou PIX para a ONG IPMANAUS. Quem quiser apoiar a Missão, ainda pode fazer sua doação diretamente para a ONG. Todo o dinheiro arrecadado será destinado para a compra de materiais, como: medicamentos, kits de higiene e cestas básicas.

Acompanhe a cobertura da missão nas redes sociais da FAAP.

Foto: Letícia Watanabe


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Na FAAP

São Paulo Innovation Week encerra primeira edição  com sucesso e protagonismo da FAAP 

Primeira edição do melhor festival de inovação do país reuniu mais de 80 mil pessoas, 1.800 palestrantes e 990 horas de conteúdo na FAAP e no Pacaembu;   A primeira edição do São Paulo Innovation Week (SPIW) consolidou São Paulo como o principal hub de inovação da América Latina e reforçou o papel da FAAP como um de seus grandes palcos. Realizado entre 13 e 15 de maio, o festival recebeu mais de 80 mil visitantes e ocupou simultaneamente a Fundação Armando Alvares Penteado e a Mercado Livre Arena Pacaembu, em uma programação intensa que mobilizou estudantes, professores, profissionais do mercado e representantes do poder público.  Ao longo de três dias, o SPIW reuniu mais de 1.800 palestrantes, sendo 160 internacionais, distribuídos em 33 palcos e cerca de 990 horas de conteúdo. A Inteligência Artificial foi o tema transversal do encontro, mas sempre articulada a questões humanas e sociais: futuro do trabalho, cultura digital, democracia, saúde mental, cidades inteligentes, agronegócio, finanças e transição energética. Entre os convidados de destaque, nomes como o cineasta Spike Jonze, o filósofo francês Luc Ferry e o sociólogo Gilles Lipovetsky trouxeram reflexões sobre o impacto da IA no emprego, na cultura e na polarização política, em diálogo com pesquisadores, executivos e pensadores brasileiros que passaram pelos palcos da FAAP.  A experiência do público foi marcada por ambientes imersivos, robôs humanoides circulando pelos espaços, estandes de startups apresentando soluções inovadoras e painéis que conectaram ciência, negócios, criatividade e políticas públicas. A Prefeitura de São Paulo apresentou projetos de mobilidade e smart cities, em um momento em que a capital recebeu certificações internacionais ligadas à resiliência e à sustentabilidade urbana, reforçando a vocação da cidade como laboratório vivo de inovação. O SPIW também extrapolou o eixo central do evento, promovendo atividades em regiões periféricas e dando visibilidade a jovens empreendedores e iniciativas de impacto social.  Para a comunidade FAAP, a primeira edição do SPIW teve um significado especial. Alunos, professores e funcionários tiveram passe livre para circular por toda a programação realizada na instituição e no Pacaembu, vivenciando de perto debates que costumam estar restritos a grandes conferências globais. Ao longo dos três dias principais do festival, estudantes das mais diversas áreas – de artes e comunicação a engenharia, direito, economia e relações internacionais – frequentaram keynotes, mesas-redondas, mentorias e ativações, reforçando o compromisso da FAAP em aproximar a formação acadêmica dos temas que estão redesenhando o futuro do trabalho e da sociedade.  O trabalho da Comunicação da FAAP foi outro destaque da semana. A instituição colocou seu time integralmente a serviço da cobertura do SPIW, produzindo, em tempo real, mais de 200 conteúdos para os canais institucionais, com depoimentos de alunos, professores, funcionários, palestrantes e visitantes, além de registros dos bastidores e dos principais momentos da programação. Essa produção ajudou a ampliar o alcance do evento, permitindo que quem não pôde estar presente em todos os palcos acompanhasse, à distância, parte das discussões e experiências vividas no campus.  Com repercussão extremamente positiva entre público, palestrantes, organizadores e parceiros, o São Paulo Innovation Week já tem data para voltar: a segunda edição está confirmada para acontecer entre 4 e 7 de maio de 2027. Para a FAAP, fica o legado de ter sido um dos centros nervosos dessa estreia histórica e de ter proporcionado à sua comunidade acadêmica acesso privilegiado a um dos eventos de inovação mais relevantes do


MAB FAAP

FAAP no SPIW: experiências que formam cidadãos globais 

Mais do que espectadores, estudantes da FAAP integram a operação do São Paulo Innovation Week e vivenciam, em contato direto com palestrantes internacionais, uma experiência de formação além da sala de aula  Muito foi e será dito sobre o São Paulo Innovation Week (SPIW), pela ótica de jornalistas atentos, organizadores orgulhosos e participantes satisfeitos, todos devidamente impactados pela dimensão dessa experiência que aterrizou na zona oeste da cidade e fez desse lugar e momento um epicentro de algumas das conversas mais relevantes da atualidade e até do futuro.  E, ainda que pudesse contribuir com meus pensamentos nesse sentido, nunca deixo de me maravilhar com aquilo que passa despercebido e que, em alguma medida, continua sendo o que diferencia a FAAP de outras instituições de perfil semelhante: as oportunidades de vivências significativas para seus alunos.  Mais do que meros espectadores, seletos estudantes foram convidados a integrar a equipe de apoio do SPIW e, alguns deles, sob minha orientação, cuidaram, dentre outras coisas, da escolta e apoio a Palestrantes Internacionais (nada mais justo para estudantes de Relações Internacionais). Nessa atividade, que oscila entre o glamour de estar ao lado de mentes brilhantes e o pragmatismo dos vários quilômetros percorridos a pé pelos pavilhões, nasce uma oportunidade de aprendizado que é, por definição, transformadora.  Muitas vezes, em grandes eventos, focamos no que está sob o refletor. Mas é no “atrás das cenas” que a mágica da formação humana acontece. Nossos alunos não foram apenas facilitadores logísticos; eles se tornaram pontes.  Enquanto caminhavam pelos corredores, esses jovens tiveram a chance rara de trocar ideias com algumas das maiores autoridades mundiais em seus campos de atuação. São diálogos que não constam no cronograma oficial, mas que expandem o repertório de forma decisiva. Ali, entre um camarim e um palco, a diplomacia deixou de ser um conceito teórico nos livros para se tornar a prática real da hospitalidade, da agilidade e da inteligência emocional.  O que mais me tocou nessa jornada foi observar o impacto que o entusiasmo dos nossos alunos causou nesses convidados internacionais. Em um mundo saturado de protocolos automáticos, os estudantes da FAAP entregaram o que há de mais escasso e genuíno: atenção plena e interesse real.  Ao ouvirem atentamente e demonstrarem domínio sobre os temas discutidos, eles não apenas cumpriram uma função técnica; eles trouxeram sorrisos e humanidade ao dia exaustivo desses palestrantes. Essa é uma função que, embora não fosse estritamente essencial para o evento “acontecer”, foi absolutamente essencial para trazer realização e significado à experiência de quem nos visitou.  Educar é, acima de tudo, criar contextos para que o talento encontre a oportunidade. Ver nossos alunos transitando com desenvoltura entre autoridades, traduzindo culturas e demonstrando um preparo que vai muito além do currículo acadêmico, é a maior prova de que a FAAP continua no caminho certo.  Não formamos apenas especialistas em suas áreas do saber; buscamos formar cidadãos globais capazes de ler o mundo — seja no silêncio de uma biblioteca, seja no caos vibrante de um evento de inovação.  Sinto um orgulho imenso de cada um deles. Orgulho da postura, da curiosidade incansável e da forma como aproveitaram cada segundo, tanto na frente quanto atrás dos palcos. O SPIW começa e acaba, mas a bagagem que esses alunos trazem para o campus é o tipo de ativo que tempo nenhum apaga.  Isso é ser


Na FAAP

SPIW na FAAP: inovação e ciência em diálogo com as artes, a cultura e as humanidades

Com curadorias plurais e programação internacional, evento amplia a conversa sobre tecnologia e os desafios contemporâneos Por Edilamar Galvão Vivemos um tempo em que a palavra inovação se tornou onipresente. Ela aparece em discursos empresariais, campanhas institucionais, pitches de startups, políticas públicas e, claro, nas conversas sobre inteligência artificial, transformação digital e futuro do trabalho. Mas talvez valha a pena fazer uma pergunta menos óbvia: que tipo de inovação estamos celebrando? O São Paulo Innovation Week (SPIW), que acontece esta semana com mais de 500 palestrantes, é importante justamente porque amplia essa conversa. Distribuído entre a FAAP e a Mercado Livre Arena Pacaembu, com centenas de palestras e grandes nomes nacionais e internacionais, o evento não trata apenas de tecnologia como ferramenta ou de mercado como horizonte. Sua programação conecta tecnologia, ciência, educação, criatividade, cultura, empreendedorismo e impacto social. Nesse sentido, faz toda a diferença que parte dessa experiência aconteça na FAAP. Digo isso não apenas como professora e coordenadora de um dos cursos da instituição, mas como alguém que trabalha há muitos anos em um ambiente universitário onde a interdisciplinaridade não é um slogan recente, e sim parte da cultura institucional. Uma escola de arte entende que inovação também é linguagem. Uma escola de comunicação entende que inovação também é narrativa. Uma escola de negócios entende que inovação também é estratégia, transformação e capacidade de antecipar cenários. Num momento em que a tecnologia avança em velocidade impressionante — especialmente com a inteligência artificial reorganizando profissões, processos criativos e até nossas formas de interação — torna-se ainda mais importante criar espaços em que a pergunta não seja apenas o que podemos fazer?, mas também o que devemos fazer? Como isso transforma a experiência humana? Quem participa dessa transformação e quem fica à margem dela? Ao observar alguns nomes da programação, essa amplitude fica evidente. Steven Pinker, com sua longa reflexão sobre linguagem, cognição e natureza humana. Suzana Herculano-Houzel, cuja pesquisa sobre cérebro e inteligência amplia a conversa entre neurociência e tecnologia. Rebecca Goldstein, na interseção entre filosofia e literatura, trazendo para o debate questões sobre racionalidade, conhecimento e experiência humana. Daniel Goleman, que tornou central a discussão sobre inteligência emocional em um mundo progressivamente mediado por tecnologia. Ailton Krenak, com a perspectiva indispensável dos povos originários e sua poderosa provocação sobre outras formas de imaginar humanidade, desenvolvimento e o “futuro ancestral”. Spike Jonze, cineasta cuja obra já explorava, no território da ficção, questões hoje bastante concretas sobre afeto, mediação tecnológica e inteligência artificial. A presença e curadoria do físico e astrônomo Marcelo Gleiser conferem ao evento uma densidade intelectual particularmente relevante, ao inscrever o debate sobre inovação para além do fascínio tecnológico imediato e colocá-lo no terreno das grandes perguntas sobre conhecimento, consciência, humanidade e os futuros que estamos, coletivamente, construindo. De maneira geral, o SPIW nos lembra algo essencial: os especialistas em tecnologia são protagonistas incontornáveis da construção do futuro. Mas as questões que emergem dessa transformação — éticas, culturais, cognitivas e sociais — exigem um diálogo igualmente indispensável com outros campos do conhecimento. Porque inovação sem reflexão humanística corre o risco de produzir soluções tecnicamente “brilhantes”, mas culturalmente pobres e, muitas vezes, socialmente perigosas, como já advertiam Adorno e Horkheimer em Dialética do Esclarecimento. Talvez seja justamente esse um dos sentidos mais interessantes de ver a FAAP integrada a esse movimento: lembrar que tecnologia e humanidades não pertencem a universos opostos. Ao contrário. As perguntas mais complexas do nosso tempo nascem exatamente nessa interseção. Para nossos estudantes, isso representa acesso a debates contemporâneos de alto nível. Para os professores, oportunidade de atualização e provocação intelectual. Para a cidade, a chance de ocupar espaços de conhecimento como lugares vivos de encontro e imaginação. Assim, já na largada, a mensagem forte do SPIW é clara: inovação real exige repertório, crítica, sensibilidade e capacidade de formular boas perguntas. Edilamar Galvão é doutora em Comunicação e Semiótica pela PUC-SP, com pós-doutorado no Diversitas — Núcleo de Estudos das Diversidades, Intolerâncias e Conflitos da USP. É coordenadora do curso de Jornalismo e do programa BCM — Business, Communication and Media, além de professora de Estética no curso de Artes Visuais da


Na FAAP

São Paulo Innovation Week começa na FAAP e promete ser um dos grandes eventos de inovação do ano

Com cerimônia de abertura no Teatro FAAP, que reuniu autoridades e lideranças da cidade, evento traz, de 13 a 15 de maio, uma programação intensa com grandes nomes da ciência, da tecnologia, da cultura e dos negócios — com livre acesso para a comunidade FAAP. Com a presença de autoridades, aconteceu nessa terça-feira a cerimônia de abertura do São Paulo Innovation Week no Teatro FAAP. Todos foram recebidos por Dona Celita Procopio de Carvalho, presidente do Conselho Curador da FAAP e responsável pelo primeiro discurso da noite, pela Sra. Pilar Guillon Liotti, membro do Conselho Curador da FAAP e conselheira do MAB FAAP, e pelo Dr. Antonio Bias Bueno Guillon, diretor-presidente da FAAP. Estiveram presentes o presidente da Federação das Indústrias do Estado de São Paulo (Fiesp), Paulo Skaf, o secretário de Estado dos Direitos da Pessoa com Deficiência de São Paulo e ex-presidente da OAB-SP, Marcos da Costa, representando a gestão do governador Tarcísio de Freitas, o secretário de Desenvolvimento Econômico e Trabalho da capital paulista, Rodrigo Goulart, e Erick Bretas, CEO do Estadão, além de muitos outros membros do secretariado municipal e representantes das Forças Armadas. A partir desta quarta-feira, 13 de maio, o campus da FAAP se transforma em um grande hub de inovação, criatividade e tecnologia, recebendo a programação principal do São Paulo Innovation Week até o dia 15. Ao longo de três dias, alunos, professores, ex-alunos e convidados poderão circular por diferentes espaços — como o Teatro FAAP, o Centro de Convenções, a Sala Annie Penteado, estúdios de cinema e salas de aula — para acompanhar palestras, painéis, masterclasses e experiências imersivas que conectam ciência, negócios, cultura e impacto social. Entre os principais destaques da programação na FAAP estão nomes de projeção nacional e internacional. No Teatro FAAP, Marcelo Gleiser fala sobre a busca por vida extraterrestre e o novo lugar da humanidade no cosmos, enquanto Suzana Herculano-Houzel discute o futuro da mente humana. Ivair Gontijo revela os bastidores da nova corrida espacial e o caminho até a NASA. O diálogo entre inovação, sociedade e democracia também é um eixo central do SPIW. O jornalista russo Dmitry Muratov, prêmio Nobel da Paz, fala sobre coragem e liberdade; o filósofo francês Luc Ferry aborda as contradições da inovação como paradigma contemporâneo; Luiz Felipe Pondé discute os dilemas da tecnologia sob a ótica da filosofia; e a psicanalista Maria Homem trata das relações entre amor, dinheiro e poder em um mundo em transformação. Em paralelo, temas como geopolítica, clima e desenvolvimento ganham voz com Marcos Troyjo e nossa professora Fernanda Magnotta, aproximando tecnologia, política e sustentabilidade. A programação ainda contempla assuntos estratégicos para o futuro das cidades e dos negócios. Victor Borges (SPTrans) e Pedro M. Fernandes (SP Urbanismo) discutem mobilidade inteligente e infraestrutura urbana, enquanto painéis sobre cidades conectadas, 5G, segurança cibernética e proteção de dados reúnem executivos de empresas como Oracle, BASF, Natura e outras lideranças setoriais. A ciência e a divulgação científica também aparecem em talks de nomes como Sérgio Sacani e Michelle Schneider, reforçando o papel da FAAP como espaço de encontro entre academia, mercado e sociedade. Reafirmando seu compromisso com a formação integral e com a cidade de São Paulo, a FAAP garante acesso livre à programação realizada no campus para a comunidade FAAP. Alunos, professores e ex-alunos poderão acompanhar gratuitamente keynotes, painéis, sessões de autógrafos, mentorias e apresentações distribuídas pelos diversos espaços da instituição. A programação completa do São Paulo Innovation Week pode ser consultada no site oficial do evento, permitindo que cada participante personalize sua jornada em um encontro que já desponta como um dos mais relevantes do ano no cenário de inovação

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