Instituto Confúcio para Negócios FAAP debate as relações do agronegócio brasileiro com a china


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A crise econômica global, ocasionada pela pandemia da Covid-19, abalou mercados importantes para muitos países. Uma área, porém, caminha na contramão deste cenário: o agronegócio, que cresceu 9%, em meio a uma queda média de 19% nas receitas de outros setores, de acordo com dados da consultoria Dataagro.

A soja, principal exportação do Brasil para a China, por exemplo, representa mais de 97% das 13 milhões de toneladas de grãos e farelos exportado pelo Porto de Paranaguá, entre janeiro e julho de 2020, segundo dados do Deral (Departamento de Economia Rural), da Secretaria de Agricultura e Abastecimento do Paraná.

Para falar dessa importante relação entre o agronegócio brasileiro e o mercado chinês, o Instituto Confúcio para Negócios da FAAP realizará no próximo dia 19 de abril, às 19h, o debate sobre “Ascensão do Agronegócio Durante a Crise: As Relações entre Brasil e China”.

Durante o evento, Lourdes Zilberberg, Diretora Local do Instituto Confúcio para Negócios FAAP, conversará com a assessora especial do Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento, Larissa Wachholz, com o empresário Gabriel Prado de Barros, empreendedor e gestor de fazendas pecuárias, e o professor de Gestão do Agronegócio do Curso de Administração da FAAP e agro empresário, Rafael Possik.

 

Conheça os convidados

Larissa Wachholz: assessora especial da Ministra da Agricultura, Pecuária e Abastecimento, Tereza Cristina, para assuntos relativos à China, tem mais de dez anos de experiência com o mercado asiático, tendo morado em Pequim entre 2008 e 2013, trabalhando com desenvolvimento de negócios e relações institucionais. É mestre em Estudos Contemporâneos da China pela Renmin University of China e tem especializações em Relações Internacionais e em Finanças Corporativas pela London School of Economics com Peking University. Antes de assumir sua função atual no MAPA, trabalhou na assessoria estratégica de diversas transações com foco na China, em setores como energia, infraestrutura e máquinas e equipamentos.

Gabriel Prado de Barros: empreendedor com formação em marketing e vasta experiência internacional. Morou em San Francisco, Boston e Nova York, onde cursou Master in Internacional Business pela Hult International Business School (a escola de maior diversidade internacional em Business Administration, ranking TOP 10 FT). Tem pós-graduação em Ciências Aplicadas ao Consumidor pela ESPM, participou de cursos de extensão em planejamento de comunicação e marketing pela Miami Ad School. Possui experiência em consultoria, M&A e diversos projetos de startups no Brasil e nos Estados Unidos. Trabalhou em setores distintos que vão de carsharing, plano de saúde, Big Data e agronegócio. Atualmente está focado em dois projetos: gerir as fazendas de pecuária da família (que está na quinta geração) e introduzir no Brasil a empresa americana de fertilizantes orgânicos Monty’s Plant Food. Rafael Possik: professor da disciplina de Gestão do Agronegócio do Curso de Administração da FAAP. É graduado em Administração de Empresas e pós-graduado em Estratégia Militar para a Gestão de Negócios, ambos pela FAAP. É também 2º Tenente de Cavalaria do Exército Brasileiro, agro empresário no estado do Mato Grosso do Sul, produtor de cana-de-açúcar, soja, milho, arroz irrigado e proteína animal.

Data: 19 de abril de 2021

Horário: das 19h às 20h

Plataforma: YouTube – https://www.youtube.com/channel/UCBuhnD08R73HfIWZbLumzyw


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A crise econômica global, ocasionada pela pandemia da Covid-19, abalou mercados importantes para muitos países. Uma área, porém, caminha na contramão deste cenário: o agronegócio, que cresceu 9%, em meio a uma queda média de 19% nas receitas de outros setores, de acordo com dados da consultoria Dataagro.

A soja, principal exportação do Brasil para a China, por exemplo, representa mais de 97% das 13 milhões de toneladas de grãos e farelos exportado pelo Porto de Paranaguá, entre janeiro e julho de 2020, segundo dados do Deral (Departamento de Economia Rural), da Secretaria de Agricultura e Abastecimento do Paraná.

Para falar dessa importante relação entre o agronegócio brasileiro e o mercado chinês, o Instituto Confúcio para Negócios da FAAP realizará no próximo dia 19 de abril, às 19h, o debate sobre “Ascensão do Agronegócio Durante a Crise: As Relações entre Brasil e China”.

Durante o evento, Lourdes Zilberberg, Diretora Local do Instituto Confúcio para Negócios FAAP, conversará com a assessora especial do Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento, Larissa Wachholz, com o empresário Gabriel Prado de Barros, empreendedor e gestor de fazendas pecuárias, e o professor de Gestão do Agronegócio do Curso de Administração da FAAP e agro empresário, Rafael Possik.

 

Conheça os convidados

Larissa Wachholz: assessora especial da Ministra da Agricultura, Pecuária e Abastecimento, Tereza Cristina, para assuntos relativos à China, tem mais de dez anos de experiência com o mercado asiático, tendo morado em Pequim entre 2008 e 2013, trabalhando com desenvolvimento de negócios e relações institucionais. É mestre em Estudos Contemporâneos da China pela Renmin University of China e tem especializações em Relações Internacionais e em Finanças Corporativas pela London School of Economics com Peking University. Antes de assumir sua função atual no MAPA, trabalhou na assessoria estratégica de diversas transações com foco na China, em setores como energia, infraestrutura e máquinas e equipamentos.

Gabriel Prado de Barros: empreendedor com formação em marketing e vasta experiência internacional. Morou em San Francisco, Boston e Nova York, onde cursou Master in Internacional Business pela Hult International Business School (a escola de maior diversidade internacional em Business Administration, ranking TOP 10 FT). Tem pós-graduação em Ciências Aplicadas ao Consumidor pela ESPM, participou de cursos de extensão em planejamento de comunicação e marketing pela Miami Ad School. Possui experiência em consultoria, M&A e diversos projetos de startups no Brasil e nos Estados Unidos. Trabalhou em setores distintos que vão de carsharing, plano de saúde, Big Data e agronegócio. Atualmente está focado em dois projetos: gerir as fazendas de pecuária da família (que está na quinta geração) e introduzir no Brasil a empresa americana de fertilizantes orgânicos Monty’s Plant Food. Rafael Possik: professor da disciplina de Gestão do Agronegócio do Curso de Administração da FAAP. É graduado em Administração de Empresas e pós-graduado em Estratégia Militar para a Gestão de Negócios, ambos pela FAAP. É também 2º Tenente de Cavalaria do Exército Brasileiro, agro empresário no estado do Mato Grosso do Sul, produtor de cana-de-açúcar, soja, milho, arroz irrigado e proteína animal.

Data: 19 de abril de 2021

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O futuro da carne bovina brasileira passa pelo conhecimento

Poucos setores brasileiros passaram por uma evolução tão grande quanto a carne bovina. No último ano, o Brasil não apenas manteve sua força nas exportações, mas assumiu também a liderança mundial na produção, com 12,35 milhões de toneladas produzidas, 3,5 milhões exportadas e quase US$ 18 bilhões em vendas externas.   Os números impressionam, mas, por si só, não explicam essa trajetória. Eles revelam a dimensão da responsabilidade que o Brasil passou a assumir no abastecimento mundial de proteína animal.  A carne bovina brasileira está presente em mais de 170 mercados, mas cerca de 70% de tudo o que produzimos continua no Brasil. É uma cadeia que atende o mundo sem deixar de abastecer a mesa dos brasileiros.   Essa posição não foi conquistada por acaso. É resultado de décadas de trabalho de pecuaristas, frigoríficos, técnicos, pesquisadores, autoridades sanitárias e profissionais que entenderam que produzir bem não bastava. Era preciso garantir regularidade, qualidade, sanidade e capacidade de atender o que cada mercado exige. Trata-se de uma construção coletiva, baseada na cooperação entre os setores público e privado, que consolidou a credibilidade internacional da carne bovina brasileira.  O mundo está mudando e o mercado da carne também. Países que historicamente tiveram grande produção enfrentam redução de rebanho, custos mais altos e limitações para ampliar a oferta. Ao mesmo tempo, cresce a demanda por proteína em regiões como a Ásia, o Oriente Médio e parte da África.  O Brasil tem espaço para ocupar parte dessa demanda. No ano passado, o país tinha 195,5 milhões de cabeças de gado, o maior rebanho comercial do mundo. Entre 2005 e 2025, a produção brasileira de carne bovina aumentou 41%, enquanto a área de pastagens diminuiu.   A pecuária brasileira de hoje é diferente da de duas décadas atrás. Temos mais genética, melhor manejo, nutrição mais precisa, confinamento, terminação intensiva a pasto, integração com outras atividades e mais tecnologia dentro da fazenda e da indústria.   Mas não há espaço para achar que o trabalho está pronto.   A abertura de mercados, a rastreabilidade, a agenda ambiental, os controles sanitários, as exigências de consumidores e as regras comerciais vão continuar influenciando diretamente o futuro da carne brasileira. O Brasil precisa estar preparado para responder a isso com informação, transparência e capacidade técnica.  A Associação Brasileira das Indústrias Exportadoras de Carnes (ABIEC) atua justamente nessa frente. Representamos uma indústria responsável por praticamente todas as exportações brasileiras de carne bovina. Trabalhamos para abrir mercados, defender o setor, dialogar com governos, acompanhar regulações internacionais e mostrar ao mundo o que a cadeia brasileira tem construído.   Só que esse ambiente exige gente preparada. A cadeia da carne deixou de ser um assunto restrito à fazenda ou ao frigorífico. Hoje, quem trabalha no setor precisa entender de produção, mercado, comércio exterior, sustentabilidade, sanidade, logística, legislação e comunicação.   Foi pensando nisso que criamos a Beef School, curso de extensão da ABIEC com a FAAP. A proposta é aproximar quem quer conhecer melhor a cadeia da realidade de um setor que movimenta mais de R$ 1,15 trilhão por ano e responde por cerca de 9% do PIB brasileiro.   A liderança conquistada pelo Brasil não é um ponto de chegada. É um compromisso permanente com a excelência, a inovação e a capacidade de evoluir. O futuro da carne bovina brasileira será construído por profissionais capazes de compreender as transformações do mercado, antecipar desafios e transformar conhecimento em vantagem


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FAAP inicia a edição 2026 do Projeto SEED em parceria com instituições japonesas 

A FAAP realizou, em junho, uma reunião que marcou o início da edição 2026 do Projeto SEED (Social Entrepreneurship and Economic Development), importante iniciativa internacional voltada ao desenvolvimento de soluções inovadoras para empresas e organizações japonesas, por meio da colaboração entre estudantes e universidades de diferentes países.   O encontro, realizado na Diretoria Mantenedora da FAAP, reuniu representantes da instituição e parceiros japoneses responsáveis pelo desenvolvimento do programa. Na ocasião, foram discutidas as diretrizes da próxima edição do SEED, reafirmando o compromisso conjunto com a internacionalização do ensino, a inovação e o fortalecimento da cooperação acadêmica entre Brasil e Japão.   Idealizado pela GOROM Association, o Projeto SEED proporciona uma experiência acadêmica e intercultural que reúne estudantes de diferentes nacionalidades em equipes multiculturais para o desenvolvimento de projetos voltados a desafios reais apresentados por empresas da província de Yamanashi. Ao longo dos anos, o programa consolidou-se como uma importante iniciativa de formação internacional, promovendo o intercâmbio de conhecimentos, a inovação e o empreendedorismo.   A reunião também contou com a participação do empresário japonês Tetsutaro Nakagomi, Presidente e CEO da DAITA Co., Ltd., apoiador do Projeto SEED, cuja atuação tem contribuído para o fortalecimento da iniciativa e para a aproximação entre os setores acadêmico e empresarial no


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