GABRIEL WICKBOLD APRESENTA OBRAS INÉDITAS NO MUSEU DE ARTE BRASILEIRA DA FAAP (MAB FAAP)

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As séries autorais de Gabriel Wickbold são construídas por meio de narrativas inspiradas no ser humano inserido em questões cotidianas. Sustentabilidade, envelhecimento, tecnologia, conectividade, luz e corpo são algumas das temáticas exploradas pelo fotógrafo, que apresenta a exposição individual “Surface” no Museu de Arte Brasileira da FAAP (MAB FAAP). Com curadoria de Marcello Dantas, a mostra foi reaberta com uma nova sala denominada “SóMóS”, com obras inéditas feitas durante o período de distanciamento social em função da pandemia da Covid-19.

O artista se reinventou e mergulhou na criação de algo que representasse esse momento de desconexão tátil e traduzisse o desejo da aproximação física. A série traz obras que exploram uma linguagem híbrida entre a fotografia de estúdio, a manipulação digital e a pintura diretamente sobre a imagem, refletindo sobre o contato, o tato, o isolamento, a incerteza e o escurecimento de vidas.

Além de “SóMóS”, o artista reúne mais de 100 obras que integram cinco séries autorais desenvolvidas durante 14 anos de trabalho. São elas: “I am Light”, “Naïve”, “Sexual Colors”, “I am on-line” e “Sans Tache”, que estão divididas em seis salas no MAB FAAP, em um percurso que permite conectar a trajetória do artista por meio de seus trabalhos mais icônicos.

“SóMóS” (2020) reflete a ansiedade, a ocultação da identidade e a distância física no retrato; “I am Light” (2018) converge pinturas humanas com a aplicação de glitter e tem como resultado telas com cores potentes, que criam efeitos de aura nos personagens. “Sans Tache” (2014) critica a relação do homem com o envelhecimento e provoca uma reflexão sobre as marcas de expressão e o uso abusivo de recursos de computação para manipular uma estética inatingível. Em “I am online” (2016), o fotógrafo discute o sufocamento causado pelo excesso de conectividade com a internet e as máscaras que criamos para as redes sociais.

A exposição individual no MAB FAAP é uma oportunidade para o público conhecer a pesquisa e a estética do trabalho do artista, que já passou por importantes exposições no Brasil e no mundo. O espaço prestigiado já recebeu outros relevantes nomes da fotografia, como Mario Testino, Bob Wolfenson, Bob Gruen e JR Duran.

A BMW do Brasil é patrocinadora oficial e a Espaço Laser patrocinadora máster da exposição.

O MAB FAAP estava fechado desde março deste ano por conta da Covid-19, seguindo as determinações das autoridades públicas de saúde e com parte de suas mostras sendo exibidas em plataforma on-line. Com a autorização da Prefeitura Municipal de São Paulo – uma vez que a cidade entrou na “fase verde” do Plano São Paulo – a Instituição está reabrindo as portas, mantendo as diretrizes e recomendações que garantam a segurança de funcionários e visitantes, conforme explica, em vídeo no Youtube da FAAP, a Diretora Administrativa do Museu, Fernanda Celidonio. https://www.youtube.com/watch?v=6X5BYyJ_1Xw&feature=youtu.be

Sobre o artista

Desfrutando do reconhecimento crítico e comercial alcançado nos últimos anos, o artista foi mais uma vez sucesso de vendas na SP-Arte e na SP-Foto de 2019. Teve seu trabalho exibido internacionalmente no ano passado em exposições individuais em Lisboa e Londres e na Xposure, um dos maiores festivais de fotografia do mundo, realizada nos Emirados Árabes Unidos, onde foi um dos homenageados e conquistou definitivamente o respeito da crítica mundial.

 

Confira algumas obras que estão na exposição:

http://www.faap.br/exposicoes/gabrielwickbold/galeria.asp

 

 

Surface

Local: Museu de Arte Brasileira da FAAP (MAB FAAP)

Endereço: R. Alagoas, 903 – Higienópolis, São Paulo

Quando: 21 de outubro de 2020 a 31 de janeiro de 2021

Horários: De quarta a segunda, das 11h às 17h

Informações: (11) 3662- 7198

Visitas somente com horário agendado pelo site https://visitante.agendamento.faap.br/

Entrada Gratuita


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As séries autorais de Gabriel Wickbold são construídas por meio de narrativas inspiradas no ser humano inserido em questões cotidianas. Sustentabilidade, envelhecimento, tecnologia, conectividade, luz e corpo são algumas das temáticas exploradas pelo fotógrafo, que apresenta a exposição individual “Surface” no Museu de Arte Brasileira da FAAP (MAB FAAP). Com curadoria de Marcello Dantas, a mostra foi reaberta com uma nova sala denominada “SóMóS”, com obras inéditas feitas durante o período de distanciamento social em função da pandemia da Covid-19.

O artista se reinventou e mergulhou na criação de algo que representasse esse momento de desconexão tátil e traduzisse o desejo da aproximação física. A série traz obras que exploram uma linguagem híbrida entre a fotografia de estúdio, a manipulação digital e a pintura diretamente sobre a imagem, refletindo sobre o contato, o tato, o isolamento, a incerteza e o escurecimento de vidas.

Além de “SóMóS”, o artista reúne mais de 100 obras que integram cinco séries autorais desenvolvidas durante 14 anos de trabalho. São elas: “I am Light”, “Naïve”, “Sexual Colors”, “I am on-line” e “Sans Tache”, que estão divididas em seis salas no MAB FAAP, em um percurso que permite conectar a trajetória do artista por meio de seus trabalhos mais icônicos.

“SóMóS” (2020) reflete a ansiedade, a ocultação da identidade e a distância física no retrato; “I am Light” (2018) converge pinturas humanas com a aplicação de glitter e tem como resultado telas com cores potentes, que criam efeitos de aura nos personagens. “Sans Tache” (2014) critica a relação do homem com o envelhecimento e provoca uma reflexão sobre as marcas de expressão e o uso abusivo de recursos de computação para manipular uma estética inatingível. Em “I am online” (2016), o fotógrafo discute o sufocamento causado pelo excesso de conectividade com a internet e as máscaras que criamos para as redes sociais.

A exposição individual no MAB FAAP é uma oportunidade para o público conhecer a pesquisa e a estética do trabalho do artista, que já passou por importantes exposições no Brasil e no mundo. O espaço prestigiado já recebeu outros relevantes nomes da fotografia, como Mario Testino, Bob Wolfenson, Bob Gruen e JR Duran.

A BMW do Brasil é patrocinadora oficial e a Espaço Laser patrocinadora máster da exposição.

O MAB FAAP estava fechado desde março deste ano por conta da Covid-19, seguindo as determinações das autoridades públicas de saúde e com parte de suas mostras sendo exibidas em plataforma on-line. Com a autorização da Prefeitura Municipal de São Paulo – uma vez que a cidade entrou na “fase verde” do Plano São Paulo – a Instituição está reabrindo as portas, mantendo as diretrizes e recomendações que garantam a segurança de funcionários e visitantes, conforme explica, em vídeo no Youtube da FAAP, a Diretora Administrativa do Museu, Fernanda Celidonio. https://www.youtube.com/watch?v=6X5BYyJ_1Xw&feature=youtu.be

Sobre o artista

Desfrutando do reconhecimento crítico e comercial alcançado nos últimos anos, o artista foi mais uma vez sucesso de vendas na SP-Arte e na SP-Foto de 2019. Teve seu trabalho exibido internacionalmente no ano passado em exposições individuais em Lisboa e Londres e na Xposure, um dos maiores festivais de fotografia do mundo, realizada nos Emirados Árabes Unidos, onde foi um dos homenageados e conquistou definitivamente o respeito da crítica mundial.

 

Confira algumas obras que estão na exposição:

http://www.faap.br/exposicoes/gabrielwickbold/galeria.asp

 

 

Surface

Local: Museu de Arte Brasileira da FAAP (MAB FAAP)

Endereço: R. Alagoas, 903 – Higienópolis, São Paulo

Quando: 21 de outubro de 2020 a 31 de janeiro de 2021

Horários: De quarta a segunda, das 11h às 17h

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Visitas somente com horário agendado pelo site https://visitante.agendamento.faap.br/

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WAIFF 2026 estreia no Brasil e transforma FAAP em polo de debates sobre IA e audiovisual  

O World AI Film Festival (WAIFF) encerrou neste sábado (28) sua primeira edição no Brasil, após dois dias de programação intensa na FAAP, em São Paulo. O festival reuniu profissionais do audiovisual, da publicidade, do streaming e da tecnologia para discutir, na prática, como a Inteligência Artificial já está redesenhando a criação e a produção de conteúdo no mundo.   Realizado nos dias 27 e 28 de fevereiro, o WAIFF 2026 marcou a entrada oficial de São Paulo na rede global de encontros dedicados à IA no audiovisual, consolidando a cidade como um dos hubs da discussão internacional sobre o tema.   Na abertura, os organizadores destacaram o simbolismo de trazer o festival para o Brasil em um momento em que o mercado audiovisual vive incertezas e, ao mesmo tempo, enxerga na IA novas possibilidades de criação, modelos de negócio e acesso a ferramentas antes restritas a grandes estúdios.   Ao longo dos dois dias, o WAIFF 2026 promoveu um mergulho nas transformações em curso na indústria. Painéis e mesas de debate trataram desde o uso da IA na escrita de roteiros, edição e pós-produção, até seus impactos em publicidade, streaming, formatos digitais e na relação entre criadores, marcas e plataformas.   Executivos, produtores, criadores de conteúdo e profissionais ligados à televisão e à publicidade participaram de discussões sobre:  – Formatos curtos e engajamento nas redes; – O uso da IA em longa-metragens e séries; – Desafios jurídicos, direitos autorais e ética; – Modelos de negócio para um mercado impactado pela automação.   A Agência Ampfy realizou, ainda na sexta-feira (27), uma Maratona Criativa exclusiva para alunos da FAAP, apresentando cases premiados que utilizaram Inteligência Artificial de forma inovadora e estratégica. Além da palestra, os estudantes foram convidados a desenvolver um projeto para um cliente real, a CVC Turismo, aplicando IA em sua proposta. A melhor ideia será selecionada e seus autores concorrerão a uma vaga de estágio na Ampfy, reforçando o compromisso da FAAP em aproximar seus alunos do mercado de trabalho.    O segundo dia concentrou parte das discussões sobre o futuro do audiovisual, o papel dos criadores independentes e a importância de formação e qualificação profissional para uso responsável das novas tecnologias.   Um dos momentos de destaque foi a palestra de Nizan Guanaes, que abordou a criatividade em tempos de Inteligência Artificial, e de Fabiano Gullane, ex-aluno da FAAP e um dos mais importantes produtores cinematográficos do país.   Paralelamente às palestras e aos painéis, o festival exibiu a Mostra Competitiva WAIFF 2026, com produções nacionais e internacionais realizadas com o apoio de Inteligência Artificial em diferentes estágios do processo criativo.   Os filmes concorreram nas categorias Longa-metragem, Série Vertical, Publicidade, Curta-metragem – Animação, Curta-metragem – Documentário, Curta-metragem – Fantasia, Curta-metragem – Ação, Curta-metragem – Drama, além dos prêmios de Melhor Diretora,  Jovem Diretor e Melhor do Festival. Os finalistas foram escolhidos por um júri formado por profissionais como Jacqueline Sato (Atriz, roteirista e produtora – Presidente do Júri), Fabiano Gullane (Produtor e sócio da Gullane Filmes), Heitor Dhalia (Cineasta, diretor de O Cheiro do Ralo e DNA do Crime), Lyara Oliveira (Gestora e produtora especialista em audiovisual), Paulo Aguiar (Criador do CR_IA) e Tadeu Jungle (Diretor, roteirista, poeta visual e videoartista).  A cerimônia de premiação, realizada na tarde de sábado, no palco principal, encerrou o festival destacando a diversidade de linguagens, abordagens estéticas e temas explorados com o uso de IA. Reforçando que a tecnologia já faz parte do vocabulário criativo de uma nova geração de realizadores.   Ao aproximar criadores, empresas de tecnologia, estudantes, produtores e agentes do mercado, o festival mostrou que a discussão sobre IA já não é futurista: ela é parte do presente da produção audiovisual e deve se intensificar nos próximos

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