FAAP SERÁ PALCO DO SEMINÁRIO INTERNACIONAL “1918: DA GUERRA À PAZ. SÃO PAULO E A GRANDE GUERRA”, PROMOVIDO PELA FUNDAÇÃO ALEXANDRE DE GUSMÃO (FUNAG)

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No centenário do armistício que pôs fim à Primeira Guerra Mundial, a Fundação Alexandre de Gusmão (FUNAG), vinculada ao Ministério das Relações Exteriores, com a coordenação-geral do Ministro Antonio de Moraes Mesplé, em parceria com a FAAP, promove, no dia 5 de novembro, o seminário internacional “1918: da guerra à paz. São Paulo e a Grande Guerra”.

Entre os palestrantes estão o Embaixador Rubens Ricupero, diretor da FAAP, o professor da Universidade de Verona Emilio Franzina, o professor da UNICAMP Francisco Foot Hardman, o historiador argentino Ricardo Weinmann, a professora da Universidade Federal do Paraná Liane Maria Bertucci e o jornalista Oscar Pilagallo.

Haverá, também, a mesa-redonda “O Primeiro Pós-guerra e a Nova Ordem Mundial” com a participação do Embaixador Rubens Ricupero, do professor Celso Lafer, ex-ministro das Relações Exteriores, e do Professor Ricardo Weinmann, com mediação Embaixador Sérgio Eduardo Moreira Lima, presidente da FUNAG.

 

A entrada é gratuita e aberta ao público. Para participar, é necessário fazer a inscrição. CLIQUE AQUI

 

Seminário Internacional 1918: da guerra à paz. São Paulo e a Grande Guerra.

Data: 5 de novembro

Horário: às 9h

Local: Auditório da FAAP. Rua Alagoas, 903, Higienópolis, São Paulo-SP.

 

Embaixador Rubens Ricupero, diretor da FAAP – “O Brasil e a Grande Guerra (1914-1918)”

 

Professor Emilio Franzina, da Universidade de Verona – “Combatentes ítalo-brasileiros na Grande Guerra”

 

Professor Francisco Foot Hardman, da UNICAMP – “Movimento Pacifista em São Paulo”

 

Jornalista Oscar Pilagallo – “A imprensa paulista e a Grande Guerra”

 

Historiador argentino Ricardo Weinmann – “A neutralidade argentina”

 

Professora Liane Maria Bertucci, da Universidade Federal do Paraná – “A gripe espanhola em São Paulo e no Brasil”

 


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No centenário do armistício que pôs fim à Primeira Guerra Mundial, a Fundação Alexandre de Gusmão (FUNAG), vinculada ao Ministério das Relações Exteriores, com a coordenação-geral do Ministro Antonio de Moraes Mesplé, em parceria com a FAAP, promove, no dia 5 de novembro, o seminário internacional “1918: da guerra à paz. São Paulo e a Grande Guerra”.

Entre os palestrantes estão o Embaixador Rubens Ricupero, diretor da FAAP, o professor da Universidade de Verona Emilio Franzina, o professor da UNICAMP Francisco Foot Hardman, o historiador argentino Ricardo Weinmann, a professora da Universidade Federal do Paraná Liane Maria Bertucci e o jornalista Oscar Pilagallo.

Haverá, também, a mesa-redonda “O Primeiro Pós-guerra e a Nova Ordem Mundial” com a participação do Embaixador Rubens Ricupero, do professor Celso Lafer, ex-ministro das Relações Exteriores, e do Professor Ricardo Weinmann, com mediação Embaixador Sérgio Eduardo Moreira Lima, presidente da FUNAG.

 

A entrada é gratuita e aberta ao público. Para participar, é necessário fazer a inscrição. CLIQUE AQUI

 

Seminário Internacional 1918: da guerra à paz. São Paulo e a Grande Guerra.

Data: 5 de novembro

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Embaixador Rubens Ricupero, diretor da FAAP – “O Brasil e a Grande Guerra (1914-1918)”

 

Professor Emilio Franzina, da Universidade de Verona – “Combatentes ítalo-brasileiros na Grande Guerra”

 

Professor Francisco Foot Hardman, da UNICAMP – “Movimento Pacifista em São Paulo”

 

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MAB FAAP

Exposição “Miró: Mestre das Formas” ganha destaque em primeira mão na coluna de Alice Ferraz, no Estadão 

A exposição “Miró: Mestre das Formas”, que será apresentada pelo Instituto Totex e Museu de Arte Brasileira da FAAP (MAB FAAP) a partir de 7 de agosto, foi destaque em primeira mão na coluna da jornalista Alice Ferraz, publicada nesta terça-feira no jornal O Estado de S. Paulo.   A reportagem antecipa informações sobre a mostra, considerada uma das mais relevantes dedicadas ao artista espanhol Joan Miró já realizadas no Brasil. A exposição reunirá mais de 100 obras originais, entre pinturas, gravuras, esculturas, tapeçarias, fotografias e documentos históricos, proporcionando ao público um panorama abrangente da trajetória e da produção artística de um dos principais nomes da arte moderna do século XX.   Com curadoria de Jordi J. Claverol, a exposição será organizada em cinco núcleos temáticos, permitindo ao visitante percorrer diferentes momentos da carreira de Miró e compreender a evolução de sua linguagem artística.   Na publicação, a Conselheira da FAAP, Sra. Pilar Guillon Liotti, destaca a relevância da iniciativa para a instituição e para o cenário cultural brasileiro:   “Receber no MAB FAAP um conjunto inédito de obras que revela essa trajetória e reafirmar o compromisso do museu com exposições que ampliam o diálogo entre diferentes culturas.”   A coluna também ressalta o caráter inédito da mostra, que trará ao Brasil obras que nunca foram exibidas no país, resultado de um amplo trabalho de articulação internacional realizado em parceria entre a FAAP e o Instituto Totex.   A exposição reforça o compromisso do MAB FAAP em promover grandes mostras internacionais e ampliar o acesso do público brasileiro a importantes referências da arte mundial, consolidando o museu como um espaço de intercâmbio cultural e de valorização do patrimônio


Na FAAP

O futuro da carne bovina brasileira passa pelo conhecimento

Poucos setores brasileiros passaram por uma evolução tão grande quanto a carne bovina. No último ano, o Brasil não apenas manteve sua força nas exportações, mas assumiu também a liderança mundial na produção, com 12,35 milhões de toneladas produzidas, 3,5 milhões exportadas e quase US$ 18 bilhões em vendas externas.   Os números impressionam, mas, por si só, não explicam essa trajetória. Eles revelam a dimensão da responsabilidade que o Brasil passou a assumir no abastecimento mundial de proteína animal.  A carne bovina brasileira está presente em mais de 170 mercados, mas cerca de 70% de tudo o que produzimos continua no Brasil. É uma cadeia que atende o mundo sem deixar de abastecer a mesa dos brasileiros.   Essa posição não foi conquistada por acaso. É resultado de décadas de trabalho de pecuaristas, frigoríficos, técnicos, pesquisadores, autoridades sanitárias e profissionais que entenderam que produzir bem não bastava. Era preciso garantir regularidade, qualidade, sanidade e capacidade de atender o que cada mercado exige. Trata-se de uma construção coletiva, baseada na cooperação entre os setores público e privado, que consolidou a credibilidade internacional da carne bovina brasileira.  O mundo está mudando e o mercado da carne também. Países que historicamente tiveram grande produção enfrentam redução de rebanho, custos mais altos e limitações para ampliar a oferta. Ao mesmo tempo, cresce a demanda por proteína em regiões como a Ásia, o Oriente Médio e parte da África.  O Brasil tem espaço para ocupar parte dessa demanda. No ano passado, o país tinha 195,5 milhões de cabeças de gado, o maior rebanho comercial do mundo. Entre 2005 e 2025, a produção brasileira de carne bovina aumentou 41%, enquanto a área de pastagens diminuiu.   A pecuária brasileira de hoje é diferente da de duas décadas atrás. Temos mais genética, melhor manejo, nutrição mais precisa, confinamento, terminação intensiva a pasto, integração com outras atividades e mais tecnologia dentro da fazenda e da indústria.   Mas não há espaço para achar que o trabalho está pronto.   A abertura de mercados, a rastreabilidade, a agenda ambiental, os controles sanitários, as exigências de consumidores e as regras comerciais vão continuar influenciando diretamente o futuro da carne brasileira. O Brasil precisa estar preparado para responder a isso com informação, transparência e capacidade técnica.  A Associação Brasileira das Indústrias Exportadoras de Carnes (ABIEC) atua justamente nessa frente. Representamos uma indústria responsável por praticamente todas as exportações brasileiras de carne bovina. Trabalhamos para abrir mercados, defender o setor, dialogar com governos, acompanhar regulações internacionais e mostrar ao mundo o que a cadeia brasileira tem construído.   Só que esse ambiente exige gente preparada. A cadeia da carne deixou de ser um assunto restrito à fazenda ou ao frigorífico. Hoje, quem trabalha no setor precisa entender de produção, mercado, comércio exterior, sustentabilidade, sanidade, logística, legislação e comunicação.   Foi pensando nisso que criamos a Beef School, curso de extensão da ABIEC com a FAAP. A proposta é aproximar quem quer conhecer melhor a cadeia da realidade de um setor que movimenta mais de R$ 1,15 trilhão por ano e responde por cerca de 9% do PIB brasileiro.   A liderança conquistada pelo Brasil não é um ponto de chegada. É um compromisso permanente com a excelência, a inovação e a capacidade de evoluir. O futuro da carne bovina brasileira será construído por profissionais capazes de compreender as transformações do mercado, antecipar desafios e transformar conhecimento em vantagem


Internacional

FAAP inicia a edição 2026 do Projeto SEED em parceria com instituições japonesas 

A FAAP realizou, em junho, uma reunião que marcou o início da edição 2026 do Projeto SEED (Social Entrepreneurship and Economic Development), importante iniciativa internacional voltada ao desenvolvimento de soluções inovadoras para empresas e organizações japonesas, por meio da colaboração entre estudantes e universidades de diferentes países.   O encontro, realizado na Diretoria Mantenedora da FAAP, reuniu representantes da instituição e parceiros japoneses responsáveis pelo desenvolvimento do programa. Na ocasião, foram discutidas as diretrizes da próxima edição do SEED, reafirmando o compromisso conjunto com a internacionalização do ensino, a inovação e o fortalecimento da cooperação acadêmica entre Brasil e Japão.   Idealizado pela GOROM Association, o Projeto SEED proporciona uma experiência acadêmica e intercultural que reúne estudantes de diferentes nacionalidades em equipes multiculturais para o desenvolvimento de projetos voltados a desafios reais apresentados por empresas da província de Yamanashi. Ao longo dos anos, o programa consolidou-se como uma importante iniciativa de formação internacional, promovendo o intercâmbio de conhecimentos, a inovação e o empreendedorismo.   A reunião também contou com a participação do empresário japonês Tetsutaro Nakagomi, Presidente e CEO da DAITA Co., Ltd., apoiador do Projeto SEED, cuja atuação tem contribuído para o fortalecimento da iniciativa e para a aproximação entre os setores acadêmico e empresarial no

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