FAAP sedia coletiva de imprensa da FLIP e anuncia vantagens da parceria aos alunos

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Diretor Artístico e Cultural da FLIP, Mauro Munhoz, na coletiva de imprensa na FAAP | Foto: Rafayane Carvalho/FAAP


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A Fundação Armando Alvares Penteado (FAAP) foi palco da coletiva de imprensa da Festa Literária Internacional de Paraty (FLIP), um dos eventos literários mais importantes do Brasil, que apresentou sua programação oficial e revelou os benefícios da parceria com a instituição pelo terceiro ano seguido. Essa colaboração se destaca ao oferecer aos alunos uma oportunidade única de aprendizado e produção literária durante a FLIP, que ocorrerá entre os dias 9 e 13 de outubro. 

Como parte da parceria, alunos da FAAP poderão se candidatar para participar de uma oficina literária especial durante a FLIP, sob a orientação de um jornalista convidado. No primeiro dia, os estudantes participarão de uma imersão focada no estilo literário de João do Rio (1881–1921), homenageado do ano, renomado cronista e escritor carioca, conhecido por sua sensibilidade na observação da vida urbana e dos costumes sociais. 

Nos dias seguintes, os alunos serão desafiados a produzir textos de temática livre, relacionados à FLIP e à cidade de Paraty, empregando obrigatoriamente o estilo de escrita de João do Rio. Essa experiência busca não apenas desenvolver as habilidades literárias dos participantes, mas também aproximá-los da tradição cultural da FLIP. 

No encerramento, na Casa da Cultura de Paraty, os estudantes terão a oportunidade de participar de uma mesa de debates sobre a experiência vivenciada, os textos produzidos e a influência de João do Rio na escrita contemporânea. Este momento será fundamental para a troca de ideias e reflexões sobre o processo criativo e a imersão na atmosfera literária de Paraty. 

Os melhores textos produzidos pelos alunos serão disponibilizados no site oficial da FLIP após o evento, permitindo que o público tenha acesso às obras e possa apreciar o talento e a criatividade dos jovens escritores da FAAP. 

A parceria entre a FLIP e a FAAP reforça o compromisso de ambas as instituições com a promoção da literatura e da cultura, além de oferecer aos estudantes uma vivência prática e enriquecedora no universo das letras. A FLIP, que se consagrou como um espaço de reflexão e troca de experiências literárias, ganha ainda mais relevância com a inclusão dos jovens talentos da FAAP em sua programação. 

Confira a agenda divulgada no evento: 

Mesas: Programa Principal 

  • Quarta-feira, 09 de outubro 

19h30 – Mesa 1: As ruas têm alma: João do Rio, o convidado do sereno – com Luiz Antônio Simas 

  • Quinta-feira, 10 de outubro 

10h – Mesa 2: A cidade contra nós – com Bruna Mitrano, José Falero, Stephanie Borges 

12h – Mesa 3: Da poeira que viemos – com Léonora Miano, Eliane Alves Cruz, Adriana Ferreira Silva 

15h – Mesa 4: A vida secreta das emoções, com Ilaria Gaspari, Marcela Dantés, Natalia Timerman 

17h – Mesa 5: Inventar na América Latina – com Joca Reiners Terron, Juan Cárdenas, Noemi Jaffe  

19h – Mesa 6: Dormindo com o inimigo – com Mark Coeckelbergh, Danny Caine, Fabiana Moraes 

21h – Mesa 7: Profecias do passado – com Robert Jones Jr., Evandro Cruz e Silva, Juliana Borges 

  • Sexta-feira, 11 de outubro 

10h – Mesa 8: A paz e o gesto – com Lisa Ginzburg, Ana Margarida Carvalho, Adriana Ferreira Silva 

12h – Mesa 9: Como enfrentar o ódio – com Patrícia Campos Mello, Felipe Neto, Fabiana Moraes   

15h – Mesa 10: Saber o passado, mirar o futuro – com Raoni, Txai Suruí, Guilherme Freitas 

17h – Mesa 11: Descobrimento ao contrário – com Micheliny Verunschk, Odorico Leal, Rita Palmeira 

19h – Mesa 12: Não existe mais lá – com Atef Abu Saif, Julia Dantas, Bianca Tavolari 

21h – Mesa 13: Zé Kleber: Rádio Novelo Apresenta Ao Vivo – com Branca Vianna, Évelin Argenta, Flora Thomson-DeVeaux, Natália S., Paula S. e Vitor Hugo B. Brigitte Vasallo, Geni Nuñez, Nanni Rios 

Música original: Stela Nesrine 

  • Sábado, 12 de outubro 

10h – Mesa 14: O amor político – com Brigitte Vasallo, Geni Nuñez, Nanni Rios 

12h – Mesa 15: A eterna guerra dos sexos Jazmina Barrera, Ligia Gonçalves Diniz, Branca Vianna  

15h – Mesa 16: Sagradas e profanas – com – Gabriela Cabezón Câmara, Arelis Uribe, Stephanie Borges 

17h – Mesa 17: A memória dos homens – com Mohamed Mbougar Sarr, Jeferson Tenório, Rita Palmeira 

19h – Mesa 18: Anatomia do futuro – com Édouard Louis, Paulo Roberto Pires  

  • Domingo, 13 de outubro 

10h – Mesa 19: Invenção e linguagem: o romance segue – com Carla Madeira, Silvana Tavano, Mariana Salomão Carrara 

12h – Mesa 20: Anúncio em breve


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O futuro da carne bovina brasileira passa pelo conhecimento

Poucos setores brasileiros passaram por uma evolução tão grande quanto a carne bovina. No último ano, o Brasil não apenas manteve sua força nas exportações, mas assumiu também a liderança mundial na produção, com 12,35 milhões de toneladas produzidas, 3,5 milhões exportadas e quase US$ 18 bilhões em vendas externas.   Os números impressionam, mas, por si só, não explicam essa trajetória. Eles revelam a dimensão da responsabilidade que o Brasil passou a assumir no abastecimento mundial de proteína animal.  A carne bovina brasileira está presente em mais de 170 mercados, mas cerca de 70% de tudo o que produzimos continua no Brasil. É uma cadeia que atende o mundo sem deixar de abastecer a mesa dos brasileiros.   Essa posição não foi conquistada por acaso. É resultado de décadas de trabalho de pecuaristas, frigoríficos, técnicos, pesquisadores, autoridades sanitárias e profissionais que entenderam que produzir bem não bastava. Era preciso garantir regularidade, qualidade, sanidade e capacidade de atender o que cada mercado exige. Trata-se de uma construção coletiva, baseada na cooperação entre os setores público e privado, que consolidou a credibilidade internacional da carne bovina brasileira.  O mundo está mudando e o mercado da carne também. Países que historicamente tiveram grande produção enfrentam redução de rebanho, custos mais altos e limitações para ampliar a oferta. Ao mesmo tempo, cresce a demanda por proteína em regiões como a Ásia, o Oriente Médio e parte da África.  O Brasil tem espaço para ocupar parte dessa demanda. No ano passado, o país tinha 195,5 milhões de cabeças de gado, o maior rebanho comercial do mundo. Entre 2005 e 2025, a produção brasileira de carne bovina aumentou 41%, enquanto a área de pastagens diminuiu.   A pecuária brasileira de hoje é diferente da de duas décadas atrás. Temos mais genética, melhor manejo, nutrição mais precisa, confinamento, terminação intensiva a pasto, integração com outras atividades e mais tecnologia dentro da fazenda e da indústria.   Mas não há espaço para achar que o trabalho está pronto.   A abertura de mercados, a rastreabilidade, a agenda ambiental, os controles sanitários, as exigências de consumidores e as regras comerciais vão continuar influenciando diretamente o futuro da carne brasileira. O Brasil precisa estar preparado para responder a isso com informação, transparência e capacidade técnica.  A Associação Brasileira das Indústrias Exportadoras de Carnes (ABIEC) atua justamente nessa frente. Representamos uma indústria responsável por praticamente todas as exportações brasileiras de carne bovina. Trabalhamos para abrir mercados, defender o setor, dialogar com governos, acompanhar regulações internacionais e mostrar ao mundo o que a cadeia brasileira tem construído.   Só que esse ambiente exige gente preparada. A cadeia da carne deixou de ser um assunto restrito à fazenda ou ao frigorífico. Hoje, quem trabalha no setor precisa entender de produção, mercado, comércio exterior, sustentabilidade, sanidade, logística, legislação e comunicação.   Foi pensando nisso que criamos a Beef School, curso de extensão da ABIEC com a FAAP. A proposta é aproximar quem quer conhecer melhor a cadeia da realidade de um setor que movimenta mais de R$ 1,15 trilhão por ano e responde por cerca de 9% do PIB brasileiro.   A liderança conquistada pelo Brasil não é um ponto de chegada. É um compromisso permanente com a excelência, a inovação e a capacidade de evoluir. O futuro da carne bovina brasileira será construído por profissionais capazes de compreender as transformações do mercado, antecipar desafios e transformar conhecimento em vantagem


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Aluna de Moda da FAAP é finalista do Concurso Sou de Algodão 

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