Diálogos de Gerações: FAAP e CEAL promovem evento para alunos com empresários renomados  

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No próximo dia 25, a FAAP se une ao CEAL – Conselho de Empresários da América Latina – para realizar uma série de debates com diferentes abordagens sobre a região.  

Empresários e intelectuais de renome participarão de painéis com alunos do programa de tripla titulação BIA, Business and International Affairs, com mediação de professores da graduação, onde discutirão temas como: visão e integração da América Latina e ascensão de novas e jovens lideranças da região.  

Estarão presentes empresários e intelectuais como Roberto Teixeira da Costa, Economista e um dos fundadores do CEAL, Caio Carvalho, Presidente da ABAG, Ricardo Scheffer de Figueiredo, CEO SONDA Brasil, Christian Lohbauer, Cientista Político, Humberto Casagrande, CEO do CIEE, Weber Porto, Diretor da ABAG, Marcello Costa, da Cacau Show, Jayme Garfinkel, presidente do Conselho da Porto Seguro e Alida Bellandi, Presidente da Indústria Guarany, além, é claro, de Ingo Plöger, Presidente Internacional do CEAL. 

O Anfitrião do evento, e responsável pelo discurso de abertura, será Dr. Antonio Bias Bueno Guillon, Diretor-Presidente da FAAP.  

“Mais uma vez, a FAAP promove um evento de altíssimo nível, reunindo um time de empresários do mais alto gabarito para dividir com nossos alunos suas expertises e impressões do mundo. Não há maneira melhor de começar o ano letivo”, comenta Dr. Bias. 

Sobre o CEAL  

O CEAL é um Conselho criado há 35 anos, que reúne empresários privados de 19 países da América Latina, Porto Rico, Miami e Península Ibérica, comprometidos com uma América sem Fronteiras, através da troca de experiências, do estímulo ao investimento e da integração entre empresários. 

“O CEAL é a voz do empresariado na América Latina, que pensa nas Américas sem fronteiras, buscando novas oportunidades e possibilidades através da integração regional, aumentando assim o progresso da região latino-americana, diz o Presidente do CEAL – Capítulo Brasil, o Sr. Ingo Plöger.  

Atualmente, o CEAL é composto por mais de 600 empresários agrupados em 21 capítulos. Seu órgão dirigente é o Conselho Internacional composto por representantes de cada capítulo, que coordena as suas diversas atividades.  

Confira a programação do evento Diálogos de Gerações:  

11h00 – Abertura 

Dr. Antonio Bias Bueno Guillon 

 
11h15 – Painel 1: Visões da América Latina 

Moderação: Profa. Fernanda Magnotta 

Participantes 

Alunos: Ana Júlia Cappellano (4º ARI), Beatriz Guimarães Hidalgo (5º ARI), Luís Felipe Bento Mota (7º ECE) 

Empresários: Roberto Teixeira da Costa, Caio Carvalho e Ricardo Scheffer de Figueiredo
 

11h45 – Painel 2: Integração da América Latina 

Moderação: Prof. José Sarkis

Participantes 

Alunos: Júlia Costa Durães (3º ARI), Eduardo Crispim Augusto (3º AAG), João Pedro Carvalho Gonçalves (5º ARI) 

Empresários: Weber Porto, Jayme Garfinkel, Alida Bellandi 
 

12h15 – Painel 3: As Novas e Jovens Lideranças Latino-Americanas 

Moderação: Profa. Raquel Dell’Agli 

Participantes 

Alunos: Vivian Volpi (4º AAG), Betina Maria Pereira de Moraes Leal (2º ARI), Vittoria Berardocco Aguiar (3º AAG) 

Empresários: Christian Lohbauer,  Humberto Casagrande e Marcello Costa 


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Poucos setores brasileiros passaram por uma evolução tão grande quanto a carne bovina. No último ano, o Brasil não apenas manteve sua força nas exportações, mas assumiu também a liderança mundial na produção, com 12,35 milhões de toneladas produzidas, 3,5 milhões exportadas e quase US$ 18 bilhões em vendas externas.   Os números impressionam, mas, por si só, não explicam essa trajetória. Eles revelam a dimensão da responsabilidade que o Brasil passou a assumir no abastecimento mundial de proteína animal.  A carne bovina brasileira está presente em mais de 170 mercados, mas cerca de 70% de tudo o que produzimos continua no Brasil. É uma cadeia que atende o mundo sem deixar de abastecer a mesa dos brasileiros.   Essa posição não foi conquistada por acaso. É resultado de décadas de trabalho de pecuaristas, frigoríficos, técnicos, pesquisadores, autoridades sanitárias e profissionais que entenderam que produzir bem não bastava. Era preciso garantir regularidade, qualidade, sanidade e capacidade de atender o que cada mercado exige. Trata-se de uma construção coletiva, baseada na cooperação entre os setores público e privado, que consolidou a credibilidade internacional da carne bovina brasileira.  O mundo está mudando e o mercado da carne também. Países que historicamente tiveram grande produção enfrentam redução de rebanho, custos mais altos e limitações para ampliar a oferta. Ao mesmo tempo, cresce a demanda por proteína em regiões como a Ásia, o Oriente Médio e parte da África.  O Brasil tem espaço para ocupar parte dessa demanda. No ano passado, o país tinha 195,5 milhões de cabeças de gado, o maior rebanho comercial do mundo. Entre 2005 e 2025, a produção brasileira de carne bovina aumentou 41%, enquanto a área de pastagens diminuiu.   A pecuária brasileira de hoje é diferente da de duas décadas atrás. Temos mais genética, melhor manejo, nutrição mais precisa, confinamento, terminação intensiva a pasto, integração com outras atividades e mais tecnologia dentro da fazenda e da indústria.   Mas não há espaço para achar que o trabalho está pronto.   A abertura de mercados, a rastreabilidade, a agenda ambiental, os controles sanitários, as exigências de consumidores e as regras comerciais vão continuar influenciando diretamente o futuro da carne brasileira. O Brasil precisa estar preparado para responder a isso com informação, transparência e capacidade técnica.  A Associação Brasileira das Indústrias Exportadoras de Carnes (ABIEC) atua justamente nessa frente. Representamos uma indústria responsável por praticamente todas as exportações brasileiras de carne bovina. Trabalhamos para abrir mercados, defender o setor, dialogar com governos, acompanhar regulações internacionais e mostrar ao mundo o que a cadeia brasileira tem construído.   Só que esse ambiente exige gente preparada. A cadeia da carne deixou de ser um assunto restrito à fazenda ou ao frigorífico. Hoje, quem trabalha no setor precisa entender de produção, mercado, comércio exterior, sustentabilidade, sanidade, logística, legislação e comunicação.   Foi pensando nisso que criamos a Beef School, curso de extensão da ABIEC com a FAAP. A proposta é aproximar quem quer conhecer melhor a cadeia da realidade de um setor que movimenta mais de R$ 1,15 trilhão por ano e responde por cerca de 9% do PIB brasileiro.   A liderança conquistada pelo Brasil não é um ponto de chegada. É um compromisso permanente com a excelência, a inovação e a capacidade de evoluir. O futuro da carne bovina brasileira será construído por profissionais capazes de compreender as transformações do mercado, antecipar desafios e transformar conhecimento em vantagem


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