CONSAGRADO ROTEIRISTA NORTE-AMERICANO, JAMES HART, FAZ PALESTRA NA FAAP – INSCRIÇÕES ABERTAS

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Em passagem pelo Brasil, o roteirista norte-americano James V. Hart, responsável por filmes como Hook – A Volta do Capitão Gancho, dirigido por Steven Spielberg, e Drácula de Bram Stocker, dirigido por Francis Ford Coppola, estará na FAAP, de São Paulo, para uma palestra no próximo dia 10 de julho (segunda-feira), às 11h. O evento contará ainda com a participação do roteirista David França Mendes e mediação da atriz e também roteirista Silvia Lourenço.

Após participar da 5ª edição do Festival de Roteiro Audiovisual de Porto Alegre (FRAPA), que ocorrerá entre 4 e 7 de julho, James V. Hart virá a São Paulo exclusivamente para conversar sobre sua carreira, o papel do roteirista no cinema norte-americano e seu trabalho de adaptação de obras literárias.

O evento é uma realização da FAAP, do Cinema do Brasil (programa de exportação e promoção do cinema brasileiro no exterior), do FRAPA e da Associação Brasileira de Roteiristas (ABRA).

As inscrições para o evento – gratuito e aberto ao público – devem ser feitas com antecedência. Clique aqui.

James V. Hart – da Literatura ao Roteiro

Data: 10/7 (segunda-feira)

Horário: das 11h às 12h30

Local: FAAP – Centro de Convenções

Endereço: Rua Alagoas, 903 – Higienópolis

Mais informações: (11) 3662-7449

Entrada gratuita – Haverá tradução consecutiva.

Sobre James V. Hart

Roteirista norte-americano, escreveu filmes que foram sucesso de público nos Estados Unidos e no mercado internacional. Além de Hook – A Volta do Capitão Gancho, baseado em uma ideia de seu filho Jake, então com apenas seis anos, e de Drácula de Bram Stocker, também escreveu Os Muppets na Ilha do Tesouro, Contato, Vivendo na Eternidade, Frankenstein de Mary Shelley, Lara Croft: Tomb Raider, O Som do Coração, Reino Escondido, a série Crossbones, entre outros.

Em 2015, no Festival de Cinema de Austin, Hart lançou o Hart Chart (https://hartchart.com/), um software para análise de roteiros que ajuda a visualizar as emoções dos personagens em suas jornadas. É um dos fundadores do Peter Pan Children’s Fund, organização filantrópica que apoia hospitais infantis e participa do conselho do Writers Guild Initiative.


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Em passagem pelo Brasil, o roteirista norte-americano James V. Hart, responsável por filmes como Hook – A Volta do Capitão Gancho, dirigido por Steven Spielberg, e Drácula de Bram Stocker, dirigido por Francis Ford Coppola, estará na FAAP, de São Paulo, para uma palestra no próximo dia 10 de julho (segunda-feira), às 11h. O evento contará ainda com a participação do roteirista David França Mendes e mediação da atriz e também roteirista Silvia Lourenço.

Após participar da 5ª edição do Festival de Roteiro Audiovisual de Porto Alegre (FRAPA), que ocorrerá entre 4 e 7 de julho, James V. Hart virá a São Paulo exclusivamente para conversar sobre sua carreira, o papel do roteirista no cinema norte-americano e seu trabalho de adaptação de obras literárias.

O evento é uma realização da FAAP, do Cinema do Brasil (programa de exportação e promoção do cinema brasileiro no exterior), do FRAPA e da Associação Brasileira de Roteiristas (ABRA).

As inscrições para o evento – gratuito e aberto ao público – devem ser feitas com antecedência. Clique aqui.

James V. Hart – da Literatura ao Roteiro

Data: 10/7 (segunda-feira)

Horário: das 11h às 12h30

Local: FAAP – Centro de Convenções

Endereço: Rua Alagoas, 903 – Higienópolis

Mais informações: (11) 3662-7449

Entrada gratuita – Haverá tradução consecutiva.

Sobre James V. Hart

Roteirista norte-americano, escreveu filmes que foram sucesso de público nos Estados Unidos e no mercado internacional. Além de Hook – A Volta do Capitão Gancho, baseado em uma ideia de seu filho Jake, então com apenas seis anos, e de Drácula de Bram Stocker, também escreveu Os Muppets na Ilha do Tesouro, Contato, Vivendo na Eternidade, Frankenstein de Mary Shelley, Lara Croft: Tomb Raider, O Som do Coração, Reino Escondido, a série Crossbones, entre outros.

Em 2015, no Festival de Cinema de Austin, Hart lançou o Hart Chart (https://hartchart.com/), um software para análise de roteiros que ajuda a visualizar as emoções dos personagens em suas jornadas. É um dos fundadores do Peter Pan Children’s Fund, organização filantrópica que apoia hospitais infantis e participa do conselho do Writers Guild Initiative.


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O futuro da carne bovina brasileira passa pelo conhecimento

Poucos setores brasileiros passaram por uma evolução tão grande quanto a carne bovina. No último ano, o Brasil não apenas manteve sua força nas exportações, mas assumiu também a liderança mundial na produção, com 12,35 milhões de toneladas produzidas, 3,5 milhões exportadas e quase US$ 18 bilhões em vendas externas.   Os números impressionam, mas, por si só, não explicam essa trajetória. Eles revelam a dimensão da responsabilidade que o Brasil passou a assumir no abastecimento mundial de proteína animal.  A carne bovina brasileira está presente em mais de 170 mercados, mas cerca de 70% de tudo o que produzimos continua no Brasil. É uma cadeia que atende o mundo sem deixar de abastecer a mesa dos brasileiros.   Essa posição não foi conquistada por acaso. É resultado de décadas de trabalho de pecuaristas, frigoríficos, técnicos, pesquisadores, autoridades sanitárias e profissionais que entenderam que produzir bem não bastava. Era preciso garantir regularidade, qualidade, sanidade e capacidade de atender o que cada mercado exige. Trata-se de uma construção coletiva, baseada na cooperação entre os setores público e privado, que consolidou a credibilidade internacional da carne bovina brasileira.  O mundo está mudando e o mercado da carne também. Países que historicamente tiveram grande produção enfrentam redução de rebanho, custos mais altos e limitações para ampliar a oferta. Ao mesmo tempo, cresce a demanda por proteína em regiões como a Ásia, o Oriente Médio e parte da África.  O Brasil tem espaço para ocupar parte dessa demanda. No ano passado, o país tinha 195,5 milhões de cabeças de gado, o maior rebanho comercial do mundo. Entre 2005 e 2025, a produção brasileira de carne bovina aumentou 41%, enquanto a área de pastagens diminuiu.   A pecuária brasileira de hoje é diferente da de duas décadas atrás. Temos mais genética, melhor manejo, nutrição mais precisa, confinamento, terminação intensiva a pasto, integração com outras atividades e mais tecnologia dentro da fazenda e da indústria.   Mas não há espaço para achar que o trabalho está pronto.   A abertura de mercados, a rastreabilidade, a agenda ambiental, os controles sanitários, as exigências de consumidores e as regras comerciais vão continuar influenciando diretamente o futuro da carne brasileira. O Brasil precisa estar preparado para responder a isso com informação, transparência e capacidade técnica.  A Associação Brasileira das Indústrias Exportadoras de Carnes (ABIEC) atua justamente nessa frente. Representamos uma indústria responsável por praticamente todas as exportações brasileiras de carne bovina. Trabalhamos para abrir mercados, defender o setor, dialogar com governos, acompanhar regulações internacionais e mostrar ao mundo o que a cadeia brasileira tem construído.   Só que esse ambiente exige gente preparada. A cadeia da carne deixou de ser um assunto restrito à fazenda ou ao frigorífico. Hoje, quem trabalha no setor precisa entender de produção, mercado, comércio exterior, sustentabilidade, sanidade, logística, legislação e comunicação.   Foi pensando nisso que criamos a Beef School, curso de extensão da ABIEC com a FAAP. A proposta é aproximar quem quer conhecer melhor a cadeia da realidade de um setor que movimenta mais de R$ 1,15 trilhão por ano e responde por cerca de 9% do PIB brasileiro.   A liderança conquistada pelo Brasil não é um ponto de chegada. É um compromisso permanente com a excelência, a inovação e a capacidade de evoluir. O futuro da carne bovina brasileira será construído por profissionais capazes de compreender as transformações do mercado, antecipar desafios e transformar conhecimento em vantagem


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FAAP inicia a edição 2026 do Projeto SEED em parceria com instituições japonesas 

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Aluna de Moda da FAAP é finalista do Concurso Sou de Algodão 

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