Confira a lista dos trabalhos selecionados para a 53 Anual de Arte FAAP

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A Comissão de Seleção da 53 Anual de Arte FAAP, composta pelas professoras Georgia Kyriakakis e Luana Fortes e pelos professores Marcos Moraes e Thiago Honório, após análise do conjunto de trabalhos inscritos, selecionou os abaixo discriminados:  

Inscrição    Obras(s)       Nome  

14               A, C             Daniela Eorendjian Torrente  

20                 A                Clara Helena Sobieski Tafner  

22                 C                Ana Luiza Lima Sasaki  

24*                A                Carolina Basile Heise  

26               A, B              Giovanna Freire Ferrante Mussolin  

28                 A                 Rayane Gomes Borges  

34                B                  Nicole Ribeiro Morsa  

40                A                   Lev Preiori Serodio Conehero  

43              A, B                Isabela Martinez Vatavuk  

46               A                    Ana Mae Kawakami  

47            B, C                 Joana de Fátima Barreto  

55*            B                     Ana Pacheco Gavião  

60              B                    Cora Pereira Hors  

65              C                   Beatriz Freitas Fernandes Távora Filgueiras  

71           A, B, C              Luiza Corá Buso  

72               A                   Maria Tereza Thomaz Bomfim  

73             A, B                 Miguel Pongitor Galan  

76           A, B, C              Maria Vitória Accorsi Rausch Souto  

78             A                      Rodrigo Dishchekenian Lahoud  

 82           B                      Tomás Martos Hernandez  

 84           A                       Agnaldo Bauerman Schunck Junior  

 85       A, B, C                  Samanta Franco Martins  

 86           A                        Marina Schmidt Kehl  

 89      A, B, C                    Thomas Yassuda Braeckman  

 91*         A                         Luisa Cal Burza  

 94          A                          Raquel Liberman Lopes  

 95          C                          Laura Garjulli Agresti  

 98          C                         Carolina Sommer Guidotti  

 99          A                          Tarsila Freire D’Abronzo  

 101       B                           Manuela Julian Gontijo Alves Pinto  

 105       A                            Juliana Fernandes Bert 

* A seleção destes trabalhos fica condicionada a entrega de documento oficial autorizando o uso do equipamento/ mobiliário mencionado como parte integrante para a apresentação e participação na exposição, de 28/11/2023 a 17/03/24.  
 

Observações: 
  

– Trabalhos selecionados que necessitem condições específicas de montagem, ou suporte (como mobiliário específico, tinta/pintura específica, equipamentos eletrônicos) deverão ser providenciados e entregues em data a ser comunicada pela organização da exposição.  

– Para os trabalhos que necessitem da participação na montagem serão agendadas datas e horários individualmente, desde que tenha sido solicitado, e justificado na inscrição. 

– A organização da exposição entrará em contato para agendar a revisão das informações relativas à ficha técnica dos trabalhos selecionados. – Conforme previsto no Regulamento, os trabalhos não selecionados deverão ser retirados nas datas e horários programados, impreterivelmente.


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Poucos setores brasileiros passaram por uma evolução tão grande quanto a carne bovina. No último ano, o Brasil não apenas manteve sua força nas exportações, mas assumiu também a liderança mundial na produção, com 12,35 milhões de toneladas produzidas, 3,5 milhões exportadas e quase US$ 18 bilhões em vendas externas.   Os números impressionam, mas, por si só, não explicam essa trajetória. Eles revelam a dimensão da responsabilidade que o Brasil passou a assumir no abastecimento mundial de proteína animal.  A carne bovina brasileira está presente em mais de 170 mercados, mas cerca de 70% de tudo o que produzimos continua no Brasil. É uma cadeia que atende o mundo sem deixar de abastecer a mesa dos brasileiros.   Essa posição não foi conquistada por acaso. É resultado de décadas de trabalho de pecuaristas, frigoríficos, técnicos, pesquisadores, autoridades sanitárias e profissionais que entenderam que produzir bem não bastava. Era preciso garantir regularidade, qualidade, sanidade e capacidade de atender o que cada mercado exige. Trata-se de uma construção coletiva, baseada na cooperação entre os setores público e privado, que consolidou a credibilidade internacional da carne bovina brasileira.  O mundo está mudando e o mercado da carne também. Países que historicamente tiveram grande produção enfrentam redução de rebanho, custos mais altos e limitações para ampliar a oferta. Ao mesmo tempo, cresce a demanda por proteína em regiões como a Ásia, o Oriente Médio e parte da África.  O Brasil tem espaço para ocupar parte dessa demanda. No ano passado, o país tinha 195,5 milhões de cabeças de gado, o maior rebanho comercial do mundo. Entre 2005 e 2025, a produção brasileira de carne bovina aumentou 41%, enquanto a área de pastagens diminuiu.   A pecuária brasileira de hoje é diferente da de duas décadas atrás. Temos mais genética, melhor manejo, nutrição mais precisa, confinamento, terminação intensiva a pasto, integração com outras atividades e mais tecnologia dentro da fazenda e da indústria.   Mas não há espaço para achar que o trabalho está pronto.   A abertura de mercados, a rastreabilidade, a agenda ambiental, os controles sanitários, as exigências de consumidores e as regras comerciais vão continuar influenciando diretamente o futuro da carne brasileira. O Brasil precisa estar preparado para responder a isso com informação, transparência e capacidade técnica.  A Associação Brasileira das Indústrias Exportadoras de Carnes (ABIEC) atua justamente nessa frente. Representamos uma indústria responsável por praticamente todas as exportações brasileiras de carne bovina. Trabalhamos para abrir mercados, defender o setor, dialogar com governos, acompanhar regulações internacionais e mostrar ao mundo o que a cadeia brasileira tem construído.   Só que esse ambiente exige gente preparada. A cadeia da carne deixou de ser um assunto restrito à fazenda ou ao frigorífico. Hoje, quem trabalha no setor precisa entender de produção, mercado, comércio exterior, sustentabilidade, sanidade, logística, legislação e comunicação.   Foi pensando nisso que criamos a Beef School, curso de extensão da ABIEC com a FAAP. A proposta é aproximar quem quer conhecer melhor a cadeia da realidade de um setor que movimenta mais de R$ 1,15 trilhão por ano e responde por cerca de 9% do PIB brasileiro.   A liderança conquistada pelo Brasil não é um ponto de chegada. É um compromisso permanente com a excelência, a inovação e a capacidade de evoluir. O futuro da carne bovina brasileira será construído por profissionais capazes de compreender as transformações do mercado, antecipar desafios e transformar conhecimento em vantagem


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