EXPOSIÇÕES “P/B – ACERVO MAB” E “A COR NÃO TEM FIM: PINTURAS E TAPEÇARIAS DE JACQUES DOUCHEZ” INAUGURAM TEMPORADA DE MOSTRAS DO MAB FAAP

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O Museu de Arte Brasileira da FAAP (MAB FAAP) reserva novidades para os visitantes em 2018. A primeira exposição “P/B – Acervo MAB” apresenta um recorte de obras exclusivamente dominadas pelos pigmentos preto, branco e as gamas intermediárias de tons de cinza. Ocupando a sala central do mesmo ambiente, a mostra “A cor não tem fim: pinturas e tapeçarias de Jacques Douchez” faz tributo ao artista e tapeceiro francês.

As duas exposições integram-se ao estarem atreladas, principalmente, à obediência curatorial que prestam à cor.

“P/B – Acervo MAB” reúne 69 obras divididas em dois blocos: um destacará produções por ordem cronológica, como os desenhos de Candido Portinari, Emiliano Di Cavalcanti e Cícero Dias; o outro será composto por obras com tendência expressionista, como os retratos de mulheres de Flávio de Carvalho e os intensos desenhos em nanquim de Marina Caran.

Com predomínio de técnicas de desenho, a mostra apresenta a importância do preto e do branco na história da arte brasileira – do modernismo até os dias atuais.

“A cor não tem fim” traz ao público a coleção do MAB FAAP composta por pinturas, desenhos e, principalmente, tapeçarias de Jacques Douchez.

Radicado no Brasil em 1949, o artista foi um dos mais notáveis tapeceiros da segunda metade do século XX, uma vez que suas ideias e realizações passaram a distinguir artisticamente a tapeçaria produzida no país. Douchez conhecia muito bem os materiais e dominava os processos técnicos de realização da tapeçaria, inserindo valores de tridimensionalidade que levam o visitante a apreciar suas realizações como esculturas de fibras.

As exposições – gratuitas – ficarão em cartaz na sala Annie Penteado do MAB FAAP até 16 de dezembro. Ao longo do período, serão realizadas visitas educativas, bate-papos com artistas, entre outras atividades. A agenda pode ser conferida, mensalmente, no link: www.faap.br/museu (ir em Setor Educativo).

Confira algumas obras que estarão expostas na exposição “P/B – Acervo MAB”


Veja aqui algumas obras que estarão expostas na mostra “A cor não tem fim: pinturas e tapeçarias de Jacques Douchez”

Exposições “P/B – Acervo MAB” e “A cor não tem fim: pinturas e tapeçarias de Jacques Douchez”

Período de visitação: de 17/1 a 16/12/2018

Horário: Segundas, quartas, quintas e sextas-feiras, das 10h às 19h (última entrada às 18h); aos sábados, domingos e feriados, das 10h às 18h (última entrada às 17h). (Fechado às terças-feiras, inclusive quando feriado)

Local: MAB FAAP – Sala Annie Alvares Penteado

Endereço: Rua Alagoas, 903 – Higienópolis

Informações: (11) 3662-7198

Agendamento de visitas educativas: (11) 3662-7200

Entrada gratuita


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O Museu de Arte Brasileira da FAAP (MAB FAAP) reserva novidades para os visitantes em 2018. A primeira exposição “P/B – Acervo MAB” apresenta um recorte de obras exclusivamente dominadas pelos pigmentos preto, branco e as gamas intermediárias de tons de cinza. Ocupando a sala central do mesmo ambiente, a mostra “A cor não tem fim: pinturas e tapeçarias de Jacques Douchez” faz tributo ao artista e tapeceiro francês.

As duas exposições integram-se ao estarem atreladas, principalmente, à obediência curatorial que prestam à cor.

“P/B – Acervo MAB” reúne 69 obras divididas em dois blocos: um destacará produções por ordem cronológica, como os desenhos de Candido Portinari, Emiliano Di Cavalcanti e Cícero Dias; o outro será composto por obras com tendência expressionista, como os retratos de mulheres de Flávio de Carvalho e os intensos desenhos em nanquim de Marina Caran.

Com predomínio de técnicas de desenho, a mostra apresenta a importância do preto e do branco na história da arte brasileira – do modernismo até os dias atuais.

“A cor não tem fim” traz ao público a coleção do MAB FAAP composta por pinturas, desenhos e, principalmente, tapeçarias de Jacques Douchez.

Radicado no Brasil em 1949, o artista foi um dos mais notáveis tapeceiros da segunda metade do século XX, uma vez que suas ideias e realizações passaram a distinguir artisticamente a tapeçaria produzida no país. Douchez conhecia muito bem os materiais e dominava os processos técnicos de realização da tapeçaria, inserindo valores de tridimensionalidade que levam o visitante a apreciar suas realizações como esculturas de fibras.

As exposições – gratuitas – ficarão em cartaz na sala Annie Penteado do MAB FAAP até 16 de dezembro. Ao longo do período, serão realizadas visitas educativas, bate-papos com artistas, entre outras atividades. A agenda pode ser conferida, mensalmente, no link: www.faap.br/museu (ir em Setor Educativo).

Confira algumas obras que estarão expostas na exposição “P/B – Acervo MAB”


Veja aqui algumas obras que estarão expostas na mostra “A cor não tem fim: pinturas e tapeçarias de Jacques Douchez”

Exposições “P/B – Acervo MAB” e “A cor não tem fim: pinturas e tapeçarias de Jacques Douchez”

Período de visitação: de 17/1 a 16/12/2018

Horário: Segundas, quartas, quintas e sextas-feiras, das 10h às 19h (última entrada às 18h); aos sábados, domingos e feriados, das 10h às 18h (última entrada às 17h). (Fechado às terças-feiras, inclusive quando feriado)

Local: MAB FAAP – Sala Annie Alvares Penteado

Endereço: Rua Alagoas, 903 – Higienópolis

Informações: (11) 3662-7198

Agendamento de visitas educativas: (11) 3662-7200

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WAIFF 2026 estreia no Brasil e transforma FAAP em polo de debates sobre IA e audiovisual  

O World AI Film Festival (WAIFF) encerrou neste sábado (28) sua primeira edição no Brasil, após dois dias de programação intensa na FAAP, em São Paulo. O festival reuniu profissionais do audiovisual, da publicidade, do streaming e da tecnologia para discutir, na prática, como a Inteligência Artificial já está redesenhando a criação e a produção de conteúdo no mundo.   Realizado nos dias 27 e 28 de fevereiro, o WAIFF 2026 marcou a entrada oficial de São Paulo na rede global de encontros dedicados à IA no audiovisual, consolidando a cidade como um dos hubs da discussão internacional sobre o tema.   Na abertura, os organizadores destacaram o simbolismo de trazer o festival para o Brasil em um momento em que o mercado audiovisual vive incertezas e, ao mesmo tempo, enxerga na IA novas possibilidades de criação, modelos de negócio e acesso a ferramentas antes restritas a grandes estúdios.   Ao longo dos dois dias, o WAIFF 2026 promoveu um mergulho nas transformações em curso na indústria. Painéis e mesas de debate trataram desde o uso da IA na escrita de roteiros, edição e pós-produção, até seus impactos em publicidade, streaming, formatos digitais e na relação entre criadores, marcas e plataformas.   Executivos, produtores, criadores de conteúdo e profissionais ligados à televisão e à publicidade participaram de discussões sobre:  – Formatos curtos e engajamento nas redes; – O uso da IA em longa-metragens e séries; – Desafios jurídicos, direitos autorais e ética; – Modelos de negócio para um mercado impactado pela automação.   A Agência Ampfy realizou, ainda na sexta-feira (27), uma Maratona Criativa exclusiva para alunos da FAAP, apresentando cases premiados que utilizaram Inteligência Artificial de forma inovadora e estratégica. Além da palestra, os estudantes foram convidados a desenvolver um projeto para um cliente real, a CVC Turismo, aplicando IA em sua proposta. A melhor ideia será selecionada e seus autores concorrerão a uma vaga de estágio na Ampfy, reforçando o compromisso da FAAP em aproximar seus alunos do mercado de trabalho.    O segundo dia concentrou parte das discussões sobre o futuro do audiovisual, o papel dos criadores independentes e a importância de formação e qualificação profissional para uso responsável das novas tecnologias.   Um dos momentos de destaque foi a palestra de Nizan Guanaes, que abordou a criatividade em tempos de Inteligência Artificial, e de Fabiano Gullane, ex-aluno da FAAP e um dos mais importantes produtores cinematográficos do país.   Paralelamente às palestras e aos painéis, o festival exibiu a Mostra Competitiva WAIFF 2026, com produções nacionais e internacionais realizadas com o apoio de Inteligência Artificial em diferentes estágios do processo criativo.   Os filmes concorreram nas categorias Longa-metragem, Série Vertical, Publicidade, Curta-metragem – Animação, Curta-metragem – Documentário, Curta-metragem – Fantasia, Curta-metragem – Ação, Curta-metragem – Drama, além dos prêmios de Melhor Diretora,  Jovem Diretor e Melhor do Festival. Os finalistas foram escolhidos por um júri formado por profissionais como Jacqueline Sato (Atriz, roteirista e produtora – Presidente do Júri), Fabiano Gullane (Produtor e sócio da Gullane Filmes), Heitor Dhalia (Cineasta, diretor de O Cheiro do Ralo e DNA do Crime), Lyara Oliveira (Gestora e produtora especialista em audiovisual), Paulo Aguiar (Criador do CR_IA) e Tadeu Jungle (Diretor, roteirista, poeta visual e videoartista).  A cerimônia de premiação, realizada na tarde de sábado, no palco principal, encerrou o festival destacando a diversidade de linguagens, abordagens estéticas e temas explorados com o uso de IA. Reforçando que a tecnologia já faz parte do vocabulário criativo de uma nova geração de realizadores.   Ao aproximar criadores, empresas de tecnologia, estudantes, produtores e agentes do mercado, o festival mostrou que a discussão sobre IA já não é futurista: ela é parte do presente da produção audiovisual e deve se intensificar nos próximos

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