AULA MAGNA – ARTE CONTEMPORÂNEA COM O CURADOR DA BIENAL JOCHEN VOLZ

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O curador da 32ª Bienal de Arte de São Paulo, que será realizada no segundo semestre de 2016, faz palestra aberta ao público na FAAP, na próxima segunda-feira (7/3), às 11h. A convite do curso de Artes Visuais da instituição, Jochen Volz falará sobre arte contemporânea e sua relação com o espaço urbano e a arquitetura da cidade.

Entre os temas que serão abordados na palestra, estão os estudos de caso sobre o processo e desenvolvimento de obras comissionadas para Bienais e exposições internacionais. Volz pretende tratar ainda das diversas questões espaciais em relação à produção de obras – negociação e inversão de espaços, relações entre interior e exterior, paisagens e sentidos, refletindo sobre as estratégias oferecidas pela arte contemporânea para acolher ou habitar incertezas.

Jochen Volz foi diretor de programação da Serpentine Galleries, de Londres, um dos espaços institucionais mais respeitados para a difusão de arte contemporânea na capital londrina. É curador do Instituto Inhotim, em Minas Gerais, desde 2004, onde atuou como diretor geral, entre 2005 e 2007, e diretor artístico, entre 2007 e 2012. Em Inhotim, foi cocurador de uma série de projetos site-specific de arte e arquitetura em grande escala, incluindo artistas como Adriana Varejão, Dominique Gonzalez-Foerster, Doris Salcedo, Doug Aitken, Hélio Oiticica, Matthew Barney e Rirkrit Tiravanija.

Público externo: Clique aqui para fazer sua inscrição.

ALUNOS DA FAAP NÃO PRECISAM FAZER INSCRIÇÃO.

Aula magna com Jochen Volz

Data: 07/03/2016 (segunda-feira)

Horário: 11h

Local: FAAP – Centro de Convenções – Prédio 5

Endereço: Rua Alagoas, 903 – Higienópolis


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O curador da 32ª Bienal de Arte de São Paulo, que será realizada no segundo semestre de 2016, faz palestra aberta ao público na FAAP, na próxima segunda-feira (7/3), às 11h. A convite do curso de Artes Visuais da instituição, Jochen Volz falará sobre arte contemporânea e sua relação com o espaço urbano e a arquitetura da cidade.

Entre os temas que serão abordados na palestra, estão os estudos de caso sobre o processo e desenvolvimento de obras comissionadas para Bienais e exposições internacionais. Volz pretende tratar ainda das diversas questões espaciais em relação à produção de obras – negociação e inversão de espaços, relações entre interior e exterior, paisagens e sentidos, refletindo sobre as estratégias oferecidas pela arte contemporânea para acolher ou habitar incertezas.

Jochen Volz foi diretor de programação da Serpentine Galleries, de Londres, um dos espaços institucionais mais respeitados para a difusão de arte contemporânea na capital londrina. É curador do Instituto Inhotim, em Minas Gerais, desde 2004, onde atuou como diretor geral, entre 2005 e 2007, e diretor artístico, entre 2007 e 2012. Em Inhotim, foi cocurador de uma série de projetos site-specific de arte e arquitetura em grande escala, incluindo artistas como Adriana Varejão, Dominique Gonzalez-Foerster, Doris Salcedo, Doug Aitken, Hélio Oiticica, Matthew Barney e Rirkrit Tiravanija.

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ALUNOS DA FAAP NÃO PRECISAM FAZER INSCRIÇÃO.

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Data: 07/03/2016 (segunda-feira)

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O futuro da carne bovina brasileira passa pelo conhecimento

Poucos setores brasileiros passaram por uma evolução tão grande quanto a carne bovina. No último ano, o Brasil não apenas manteve sua força nas exportações, mas assumiu também a liderança mundial na produção, com 12,35 milhões de toneladas produzidas, 3,5 milhões exportadas e quase US$ 18 bilhões em vendas externas.   Os números impressionam, mas, por si só, não explicam essa trajetória. Eles revelam a dimensão da responsabilidade que o Brasil passou a assumir no abastecimento mundial de proteína animal.  A carne bovina brasileira está presente em mais de 170 mercados, mas cerca de 70% de tudo o que produzimos continua no Brasil. É uma cadeia que atende o mundo sem deixar de abastecer a mesa dos brasileiros.   Essa posição não foi conquistada por acaso. É resultado de décadas de trabalho de pecuaristas, frigoríficos, técnicos, pesquisadores, autoridades sanitárias e profissionais que entenderam que produzir bem não bastava. Era preciso garantir regularidade, qualidade, sanidade e capacidade de atender o que cada mercado exige. Trata-se de uma construção coletiva, baseada na cooperação entre os setores público e privado, que consolidou a credibilidade internacional da carne bovina brasileira.  O mundo está mudando e o mercado da carne também. Países que historicamente tiveram grande produção enfrentam redução de rebanho, custos mais altos e limitações para ampliar a oferta. Ao mesmo tempo, cresce a demanda por proteína em regiões como a Ásia, o Oriente Médio e parte da África.  O Brasil tem espaço para ocupar parte dessa demanda. No ano passado, o país tinha 195,5 milhões de cabeças de gado, o maior rebanho comercial do mundo. Entre 2005 e 2025, a produção brasileira de carne bovina aumentou 41%, enquanto a área de pastagens diminuiu.   A pecuária brasileira de hoje é diferente da de duas décadas atrás. Temos mais genética, melhor manejo, nutrição mais precisa, confinamento, terminação intensiva a pasto, integração com outras atividades e mais tecnologia dentro da fazenda e da indústria.   Mas não há espaço para achar que o trabalho está pronto.   A abertura de mercados, a rastreabilidade, a agenda ambiental, os controles sanitários, as exigências de consumidores e as regras comerciais vão continuar influenciando diretamente o futuro da carne brasileira. O Brasil precisa estar preparado para responder a isso com informação, transparência e capacidade técnica.  A Associação Brasileira das Indústrias Exportadoras de Carnes (ABIEC) atua justamente nessa frente. Representamos uma indústria responsável por praticamente todas as exportações brasileiras de carne bovina. Trabalhamos para abrir mercados, defender o setor, dialogar com governos, acompanhar regulações internacionais e mostrar ao mundo o que a cadeia brasileira tem construído.   Só que esse ambiente exige gente preparada. A cadeia da carne deixou de ser um assunto restrito à fazenda ou ao frigorífico. Hoje, quem trabalha no setor precisa entender de produção, mercado, comércio exterior, sustentabilidade, sanidade, logística, legislação e comunicação.   Foi pensando nisso que criamos a Beef School, curso de extensão da ABIEC com a FAAP. A proposta é aproximar quem quer conhecer melhor a cadeia da realidade de um setor que movimenta mais de R$ 1,15 trilhão por ano e responde por cerca de 9% do PIB brasileiro.   A liderança conquistada pelo Brasil não é um ponto de chegada. É um compromisso permanente com a excelência, a inovação e a capacidade de evoluir. O futuro da carne bovina brasileira será construído por profissionais capazes de compreender as transformações do mercado, antecipar desafios e transformar conhecimento em vantagem


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