TOUR VIRTUAL DAS EXPOSIÇÕES “GABRIEL WICKBOLD” E “DA HUMANIDADE” ESTÃO ENTRE OS TEMAS QUE FAZEM PARTE DA NOVA PÁGINA DE CONTEÚDOS ESPECIAIS DO MAB FAAP

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Diante do atual cenário de pandemia do novo coronavírus, o Museu de Arte Brasileira da FAAP, sempre preocupado em manter o público conectado e informado, lança em seu site um link com conteúdos especiais on-line.

A página reúne um tour virtual à exposição individual “Gabriel Wickbold 2020”, que apresenta mais de 100 obras do fotógrafo construídas por meio de narrativas inspiradas no ser humano inserido em questões cotidianas. Sustentabilidade, envelhecimento, tecnologia, conectividade, luz e corpo são algumas das temáticas exploradas por ele.

Além disso, a nova página contém os registros do evento “Conversas no MAB” com os artistas Walmor Corrêa e J. Pavel Herrera, realizadas durante a exposição “Palavras Somam”, em 2019. A mostra retratou um amplo período da história da arte brasileira, desde a década de 1940 até os dias atuais, e trouxe à tona a presença e a potência da palavra nas artes visuais.

Será possível também fazer um passeio virtual pela exposição “Da Humanidade: 100 artistas do acervo”, com comentários da curadora Laura Rodriguez. A mostra marca a centésima curadoria realizada com obras pertencentes à coleção do MAB FAAP e é inspirada nas ideias expressas por Hannah Arendt no livro “A Condição Humana”, de 1958, no qual a autora faz uma análise sobre o que é específico e genérico no ser humano.

O público continuará atuando como “curador” e sugerindo obras para compor a exposição no segundo semestre. Pelo computador, é possível ter acesso às imagens do banco de dados on-line do MAB e escolher uma obra pelo link http://mabfaap.sismu.com.br/acervo/, enviando a sugestão pelo DM do Instagram (@mabfaap) ou pelo e-mail museu.educativo@faap.br. Aquelas que estiverem entre as 20 mais votadas farão parte da mostra.

A iniciativa busca trazer novidades e conteúdos das artes visuais semanalmente, visando aumentar o repertório cultural e o acesso on-line ao público.

 

Acesse os conteúdos aqui: http://www.faap.br/museu/conteudos-especiais.asp


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Diante do atual cenário de pandemia do novo coronavírus, o Museu de Arte Brasileira da FAAP, sempre preocupado em manter o público conectado e informado, lança em seu site um link com conteúdos especiais on-line.

A página reúne um tour virtual à exposição individual “Gabriel Wickbold 2020”, que apresenta mais de 100 obras do fotógrafo construídas por meio de narrativas inspiradas no ser humano inserido em questões cotidianas. Sustentabilidade, envelhecimento, tecnologia, conectividade, luz e corpo são algumas das temáticas exploradas por ele.

Além disso, a nova página contém os registros do evento “Conversas no MAB” com os artistas Walmor Corrêa e J. Pavel Herrera, realizadas durante a exposição “Palavras Somam”, em 2019. A mostra retratou um amplo período da história da arte brasileira, desde a década de 1940 até os dias atuais, e trouxe à tona a presença e a potência da palavra nas artes visuais.

Será possível também fazer um passeio virtual pela exposição “Da Humanidade: 100 artistas do acervo”, com comentários da curadora Laura Rodriguez. A mostra marca a centésima curadoria realizada com obras pertencentes à coleção do MAB FAAP e é inspirada nas ideias expressas por Hannah Arendt no livro “A Condição Humana”, de 1958, no qual a autora faz uma análise sobre o que é específico e genérico no ser humano.

O público continuará atuando como “curador” e sugerindo obras para compor a exposição no segundo semestre. Pelo computador, é possível ter acesso às imagens do banco de dados on-line do MAB e escolher uma obra pelo link http://mabfaap.sismu.com.br/acervo/, enviando a sugestão pelo DM do Instagram (@mabfaap) ou pelo e-mail museu.educativo@faap.br. Aquelas que estiverem entre as 20 mais votadas farão parte da mostra.

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O futuro da carne bovina brasileira passa pelo conhecimento

Poucos setores brasileiros passaram por uma evolução tão grande quanto a carne bovina. No último ano, o Brasil não apenas manteve sua força nas exportações, mas assumiu também a liderança mundial na produção, com 12,35 milhões de toneladas produzidas, 3,5 milhões exportadas e quase US$ 18 bilhões em vendas externas.   Os números impressionam, mas, por si só, não explicam essa trajetória. Eles revelam a dimensão da responsabilidade que o Brasil passou a assumir no abastecimento mundial de proteína animal.  A carne bovina brasileira está presente em mais de 170 mercados, mas cerca de 70% de tudo o que produzimos continua no Brasil. É uma cadeia que atende o mundo sem deixar de abastecer a mesa dos brasileiros.   Essa posição não foi conquistada por acaso. É resultado de décadas de trabalho de pecuaristas, frigoríficos, técnicos, pesquisadores, autoridades sanitárias e profissionais que entenderam que produzir bem não bastava. Era preciso garantir regularidade, qualidade, sanidade e capacidade de atender o que cada mercado exige. Trata-se de uma construção coletiva, baseada na cooperação entre os setores público e privado, que consolidou a credibilidade internacional da carne bovina brasileira.  O mundo está mudando e o mercado da carne também. Países que historicamente tiveram grande produção enfrentam redução de rebanho, custos mais altos e limitações para ampliar a oferta. Ao mesmo tempo, cresce a demanda por proteína em regiões como a Ásia, o Oriente Médio e parte da África.  O Brasil tem espaço para ocupar parte dessa demanda. No ano passado, o país tinha 195,5 milhões de cabeças de gado, o maior rebanho comercial do mundo. Entre 2005 e 2025, a produção brasileira de carne bovina aumentou 41%, enquanto a área de pastagens diminuiu.   A pecuária brasileira de hoje é diferente da de duas décadas atrás. Temos mais genética, melhor manejo, nutrição mais precisa, confinamento, terminação intensiva a pasto, integração com outras atividades e mais tecnologia dentro da fazenda e da indústria.   Mas não há espaço para achar que o trabalho está pronto.   A abertura de mercados, a rastreabilidade, a agenda ambiental, os controles sanitários, as exigências de consumidores e as regras comerciais vão continuar influenciando diretamente o futuro da carne brasileira. O Brasil precisa estar preparado para responder a isso com informação, transparência e capacidade técnica.  A Associação Brasileira das Indústrias Exportadoras de Carnes (ABIEC) atua justamente nessa frente. Representamos uma indústria responsável por praticamente todas as exportações brasileiras de carne bovina. Trabalhamos para abrir mercados, defender o setor, dialogar com governos, acompanhar regulações internacionais e mostrar ao mundo o que a cadeia brasileira tem construído.   Só que esse ambiente exige gente preparada. A cadeia da carne deixou de ser um assunto restrito à fazenda ou ao frigorífico. Hoje, quem trabalha no setor precisa entender de produção, mercado, comércio exterior, sustentabilidade, sanidade, logística, legislação e comunicação.   Foi pensando nisso que criamos a Beef School, curso de extensão da ABIEC com a FAAP. A proposta é aproximar quem quer conhecer melhor a cadeia da realidade de um setor que movimenta mais de R$ 1,15 trilhão por ano e responde por cerca de 9% do PIB brasileiro.   A liderança conquistada pelo Brasil não é um ponto de chegada. É um compromisso permanente com a excelência, a inovação e a capacidade de evoluir. O futuro da carne bovina brasileira será construído por profissionais capazes de compreender as transformações do mercado, antecipar desafios e transformar conhecimento em vantagem


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FAAP inicia a edição 2026 do Projeto SEED em parceria com instituições japonesas 

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