SEMANA JURÍDICA DA FAAP DISCUTE OS REFLEXOS DA INTERNET NA SOCIEDADE E NA ÁREA DO DIREITO

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Os impactos sociais e jurídicos da tecnologia na vida das pessoas e no funcionamento das empresas serão discutidos durante a XXI Semana Jurídica, promovida pela Faculdade de Direito da FAAP, que acontecerá entre os dias 2 e 4 de maio.

O evento será destinado aos alunos da instituição e contará com a participação de alguns dos maiores especialistas em big data, influenciadores digitais, inteligência artificial, moedas virtuais e redes sociais. Estarão presentes nomes como Bruno Bione (Ponto Br), Bruno Magrani (Nubank), Eric Messa (Núcleo de Inovação em Mídia Digital da FAAP), Juliano Cappi (GGI.br), Renato Leite Monteiro (Privacy.br) e Solano Camargo (Universidade de Porto).

A Semana será aberta pelo diretor da Faculdade de Direito da FAAP, José Roberto Neves Amorim, acompanhado pelo professor Mário Sarrubbo e pela professora Náila Nucci, coordenadores da Pós-graduação e de Atividades Pedagógicas, respectivamente.

Na ocasião, também serão anunciados os alunos que se destacaram com seus trabalhos de iniciação científica sobre temas como guarda compartilhada, socioafetividade, organização criminosa e defesa e proteção com armas. São eles Beatriz Cristhina dos Santos Fernandes (10º semestre), Joaquim Pedro de Miranda Baldoíno (7º), Mariana Ferreira da Cruz Pires (9º) e Tatiana Duarte Brandão dos Santos (9º).

 

CONFIRA AQUI A PROGRAMAÇÃO

 

XXI Semana Jurídica

Data: 2, 3 e 4 de maio

Local: Auditório 1 da FAAP

Horário: Vide programação

Mais informações: 3662.7343

 

Sobre os palestrantes

 

Bruno Bioni – É pesquisador da Rede Latino-americana de Estudos sobre Vigilância, Tecnologia e Sociedade/LAVITS e advogado do Núcleo de Informação e Coordenação do Ponto Br/NIC.br. Mestre em Direito Civil e doutorando em Direito Comercial. Foi study visitor do Departamento de Proteção de Dados Pessoais do Conselho da Europa e pesquisador-visitante do Centro de Pesquisa de Direito, Tecnologia e Sociedade da Faculdade de Direito da Universidade de Ottawa e do Grupo de Pesquisa em Políticas Públicas para o Acesso à Informação da Universidade de São Paulo (USP).

 

Bruno Magrani – É responsável pela área de Relações Institucionais e Governamentais do Nubank e foi diretor de relações institucionais e governamentais do Facebook no Brasil. Mestre em inovação e regulação de novas tecnologias pela Harvard Law School e bacharel em Direito pela Universidade Federal do Rio de Janeiro.

 

Renato Leite Monteiro – É sócio e coordenador da área de Proteção de Dados do escritório Baptista Luz Advogados e cofundador do Data Privacy.br. Foi consultor do Ministério da Justiça para o Anteprojeto de Proteção de Dados e study visitor do Departamento de Proteção de Dados Pessoais do Conselho da Europa. Tem LL.M. (mestrado em Direito) em Global Business Law e em Propriedade Intelectual, Direito e Tecnologia pela New York University e pela National University of Singapore, respectivamente, É ainda doutorando em Filosofia do Direito na Universidade de São Paulo.

 

Eric Messa – Coordenador do Núcleo de Inovação em Mídia Digital (NiMD) e professor da Faculdade de Comunicação e Marketing da FAAP, é colaborador do blog “Update or Die!” e do jornal “Meio e Mensagem”. Em 2013, foi eleito pela revista “Próxxima” um dos 50 profissionais mais inovadores do mercado de comunicação e marketing. É mestre em Comunicação e Semiótica e especialista em Tecnologia Educacional.

 

Enrico Roberto – Advogado especialista em Transações de Tecnologia e Proteção de Dados no escritório Baptista Luz Advogados, é pesquisador em Direito, Tecnologia e Inteligência Artificial na Universidade de São Paulo e no Lawgorithm. Já atuou nas áreas de tecnologia e propriedade intelectual no escritório Trench, Rossi e Watanabe, associado ao Baker & McKenzie, e foi assistente de pesquisa na Universidade de Stanford. Seu trabalho é voltado principalmente a assessorar startups de tecnologia em proteção de dados, contratos de tecnologia e mitigação de riscos legais em estratégias operacionais. Possui doutorado em curso e é bacharel em Direito pela Universidade de São Paulo. Tem LL.M. (mestrado em Direito) na Ludwig-Maximilians-Universität de Munique, em parceria com o Max-Planck Institut, onde estudou aspectos de responsabilidade civil de sistemas de inteligência artificial.

 

Juliano Cappi – Doutor em Comunicação, é coordenador da Escola de Governança e assessor do Comitê Gestor da Internet no Brasil (CGI.br). Também estuda as interações em redes sociais digitais e os impactos do uso crescente desses ambientes de mediação nas relações da sociedade. Nos últimos doze anos, tem se dedicado a pesquisar temas relacionados à governança e ao uso da Internet, o que contribuiu para a criação do Centro Regional de Estudos para o Desenvolvimento da Sociedade da Informação (CETIC.br). Também coordenou diversas publicações sobre o uso da Internet no Brasil.

 

Solano de Camargo – É advogado em São Paulo e graduando em Direito francês pela Universidade Jean Molin (Lyon 3 – França). É também mestre e doutorando em Direito Internacional e Comparado pela Faculdade de Direito da Universidade de São Paulo (USP) e pesquisador (split-site doctoral program) junto à Faculdade de Direito da Universidade do Porto (Portugal).


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Os impactos sociais e jurídicos da tecnologia na vida das pessoas e no funcionamento das empresas serão discutidos durante a XXI Semana Jurídica, promovida pela Faculdade de Direito da FAAP, que acontecerá entre os dias 2 e 4 de maio.

O evento será destinado aos alunos da instituição e contará com a participação de alguns dos maiores especialistas em big data, influenciadores digitais, inteligência artificial, moedas virtuais e redes sociais. Estarão presentes nomes como Bruno Bione (Ponto Br), Bruno Magrani (Nubank), Eric Messa (Núcleo de Inovação em Mídia Digital da FAAP), Juliano Cappi (GGI.br), Renato Leite Monteiro (Privacy.br) e Solano Camargo (Universidade de Porto).

A Semana será aberta pelo diretor da Faculdade de Direito da FAAP, José Roberto Neves Amorim, acompanhado pelo professor Mário Sarrubbo e pela professora Náila Nucci, coordenadores da Pós-graduação e de Atividades Pedagógicas, respectivamente.

Na ocasião, também serão anunciados os alunos que se destacaram com seus trabalhos de iniciação científica sobre temas como guarda compartilhada, socioafetividade, organização criminosa e defesa e proteção com armas. São eles Beatriz Cristhina dos Santos Fernandes (10º semestre), Joaquim Pedro de Miranda Baldoíno (7º), Mariana Ferreira da Cruz Pires (9º) e Tatiana Duarte Brandão dos Santos (9º).

 

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XXI Semana Jurídica

Data: 2, 3 e 4 de maio

Local: Auditório 1 da FAAP

Horário: Vide programação

Mais informações: 3662.7343

 

Sobre os palestrantes

 

Bruno Bioni – É pesquisador da Rede Latino-americana de Estudos sobre Vigilância, Tecnologia e Sociedade/LAVITS e advogado do Núcleo de Informação e Coordenação do Ponto Br/NIC.br. Mestre em Direito Civil e doutorando em Direito Comercial. Foi study visitor do Departamento de Proteção de Dados Pessoais do Conselho da Europa e pesquisador-visitante do Centro de Pesquisa de Direito, Tecnologia e Sociedade da Faculdade de Direito da Universidade de Ottawa e do Grupo de Pesquisa em Políticas Públicas para o Acesso à Informação da Universidade de São Paulo (USP).

 

Bruno Magrani – É responsável pela área de Relações Institucionais e Governamentais do Nubank e foi diretor de relações institucionais e governamentais do Facebook no Brasil. Mestre em inovação e regulação de novas tecnologias pela Harvard Law School e bacharel em Direito pela Universidade Federal do Rio de Janeiro.

 

Renato Leite Monteiro – É sócio e coordenador da área de Proteção de Dados do escritório Baptista Luz Advogados e cofundador do Data Privacy.br. Foi consultor do Ministério da Justiça para o Anteprojeto de Proteção de Dados e study visitor do Departamento de Proteção de Dados Pessoais do Conselho da Europa. Tem LL.M. (mestrado em Direito) em Global Business Law e em Propriedade Intelectual, Direito e Tecnologia pela New York University e pela National University of Singapore, respectivamente, É ainda doutorando em Filosofia do Direito na Universidade de São Paulo.

 

Eric Messa – Coordenador do Núcleo de Inovação em Mídia Digital (NiMD) e professor da Faculdade de Comunicação e Marketing da FAAP, é colaborador do blog “Update or Die!” e do jornal “Meio e Mensagem”. Em 2013, foi eleito pela revista “Próxxima” um dos 50 profissionais mais inovadores do mercado de comunicação e marketing. É mestre em Comunicação e Semiótica e especialista em Tecnologia Educacional.

 

Enrico Roberto – Advogado especialista em Transações de Tecnologia e Proteção de Dados no escritório Baptista Luz Advogados, é pesquisador em Direito, Tecnologia e Inteligência Artificial na Universidade de São Paulo e no Lawgorithm. Já atuou nas áreas de tecnologia e propriedade intelectual no escritório Trench, Rossi e Watanabe, associado ao Baker & McKenzie, e foi assistente de pesquisa na Universidade de Stanford. Seu trabalho é voltado principalmente a assessorar startups de tecnologia em proteção de dados, contratos de tecnologia e mitigação de riscos legais em estratégias operacionais. Possui doutorado em curso e é bacharel em Direito pela Universidade de São Paulo. Tem LL.M. (mestrado em Direito) na Ludwig-Maximilians-Universität de Munique, em parceria com o Max-Planck Institut, onde estudou aspectos de responsabilidade civil de sistemas de inteligência artificial.

 

Juliano Cappi – Doutor em Comunicação, é coordenador da Escola de Governança e assessor do Comitê Gestor da Internet no Brasil (CGI.br). Também estuda as interações em redes sociais digitais e os impactos do uso crescente desses ambientes de mediação nas relações da sociedade. Nos últimos doze anos, tem se dedicado a pesquisar temas relacionados à governança e ao uso da Internet, o que contribuiu para a criação do Centro Regional de Estudos para o Desenvolvimento da Sociedade da Informação (CETIC.br). Também coordenou diversas publicações sobre o uso da Internet no Brasil.

 

Solano de Camargo – É advogado em São Paulo e graduando em Direito francês pela Universidade Jean Molin (Lyon 3 – França). É também mestre e doutorando em Direito Internacional e Comparado pela Faculdade de Direito da Universidade de São Paulo (USP) e pesquisador (split-site doctoral program) junto à Faculdade de Direito da Universidade do Porto (Portugal).


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Instituto Confúcio

Alunos do Instituto Confúcio da FAAP participam do Chinese Bridge 2026  

Entre os dias 15 e 17 de maio, alunos do Instituto Confúcio da FAAP participaram do Chinese Bridge 2026, tradicional competição global de língua e cultura chinesas. Os estudantes foram acompanhados pela diretora Xiaoshu Zhu e pelos professores Liu Shenge e Lei Caizhu. O evento é promovido pelo Ministério da Educação da China, em parceria com as embaixadas chinesas e os Institutos Confúcio de cada país. A etapa nacional deste ano foi sediada no Rio de Janeiro, reunindo estudantes de mandarim de São Paulo, Rio de Janeiro, Mato Grosso, Rio Grande do Sul, Minas Gerais, Ceará, entre outras localidades.  O Chinese Bridge é realizado em etapas nacionais, que avaliam as capacidades de oratória e proficiência em mandarim, além do conhecimento cultural sobre a China. Com os campeões definidos em cada país, os melhores colocados seguem para a final mundial, na China, na qual os vencedores concorrem a diferentes modalidades de bolsas de estudo.  Representando o Instituto Confúcio da FAAP, o estudante Massimo Cheli conquistou o 3º lugar em proficiência em mandarim na categoria Universitário, destacando-se entre participantes de diversas instituições de ensino. A competição foi dividida em três momentos: discursos, apresentação de talentos e avaliação de escuta e leitura em mandarim.  “Foi um final de semana incrível proporcionado pelo Instituto Confúcio para Negócios da FAAP, que marca mais um momento importante na história de amizade com a instituição”, afirma o estudante. Massimo já havia vivido na China após conquistar uma bolsa de estudos para a universidade parceira UIBE (University of International Business and Economics), com total apoio da FAAP.  Também participaram desta edição os alunos Gabriel Verotti e Anna Beatriz Matos, ambos do Colégio FAAP – Ribeirão Preto, que estiveram pela primeira vez no Chinese Bridge. Gabriel relata que ter participado do evento “foi uma experiência inesquecível e muito importante para mim. Consegui praticar o mandarim, conhecer mais a cultura chinesa e fazer novas amizades. Sou muito grato à FAAP por essa oportunidade”. A aluna Anna Beatriz destaca que “foi muito mais que uma competição. Tive um contato com a cultura e o idioma chinês que não seria possível se não fosse pela oportunidade de participar do evento. Todas as pessoas presentes eram respeitosas, talentosas e empáticas e, mesmo em um curto período de tempo, criou-se um senso de comunidade… Acho que nunca aprendi tanto em um período tão curto de tempo”. A participação dos jovens estudantes em uma competição de alcance internacional reforça o incentivo ao aprendizado de mandarim desde cedo e à vivência intercultural entre os alunos


Business and International Affairs

Alunos do Programa BIA visitam a B3 e o Museu da Bolsa

Para encerrar o curso de PDCI (Programa de Desenvolvimento de Competências Individuais) “Como Investir em Ações”, cerca de 30 alunos da FAAP, todos integrantes do Programa BIA (Business and International Affairs), participaram, no dia 12 de maio, de uma visita técnica à B3, a bolsa de valores oficial do Brasil. A atividade teve como objetivo aproximar os conteúdos trabalhados em sala de aula da realidade do mercado financeiro.  O dia começou com uma explanação na própria B3 sobre a infraestrutura da instituição e seu papel como Contraparte Central (CCP) nas negociações. Esse tema, que costuma despertar bastante curiosidade entre investidores iniciantes, foi abordado de forma didática, permitindo aos alunos compreender melhor como a Bolsa garante segurança, liquidez e eficiência às operações.  Na sequência, o grupo visitou o Museu da Bolsa, onde pôde conhecer objetos, documentos históricos e curiosidades que retratam a evolução do mercado de capitais no Brasil. A visita proporcionou uma perspectiva histórica do desenvolvimento da Bolsa e do papel do mercado acionário na economia do país.  Para finalizar a programação, os alunos foram ao Centro de Operações da B3, espaço responsável por coordenar e monitorar todas as negociações que passam pelos sistemas da Bolsa. Observar o ambiente em funcionamento, em tempo real, reforçou de maneira concreta muitos dos conceitos estudados ao longo do curso.  A experiência na B3 contribuiu de forma significativa para a formação dos estudantes, ao conectar teoria e prática, ampliar o entendimento sobre o funcionamento do mercado de capitais e fortalecer o interesse pela área de investimentos e


Na FAAP

São Paulo Innovation Week encerra primeira edição  com sucesso e protagonismo da FAAP 

Primeira edição do melhor festival de inovação do país reuniu mais de 80 mil pessoas, 1.800 palestrantes e 990 horas de conteúdo na FAAP e no Pacaembu;   A primeira edição do São Paulo Innovation Week (SPIW) consolidou São Paulo como o principal hub de inovação da América Latina e reforçou o papel da FAAP como um de seus grandes palcos. Realizado entre 13 e 15 de maio, o festival recebeu mais de 80 mil visitantes e ocupou simultaneamente a Fundação Armando Alvares Penteado e a Mercado Livre Arena Pacaembu, em uma programação intensa que mobilizou estudantes, professores, profissionais do mercado e representantes do poder público.  Ao longo de três dias, o SPIW reuniu mais de 1.800 palestrantes, sendo 160 internacionais, distribuídos em 33 palcos e cerca de 990 horas de conteúdo. A Inteligência Artificial foi o tema transversal do encontro, mas sempre articulada a questões humanas e sociais: futuro do trabalho, cultura digital, democracia, saúde mental, cidades inteligentes, agronegócio, finanças e transição energética. Entre os convidados de destaque, nomes como o cineasta Spike Jonze, o filósofo francês Luc Ferry e o sociólogo Gilles Lipovetsky trouxeram reflexões sobre o impacto da IA no emprego, na cultura e na polarização política, em diálogo com pesquisadores, executivos e pensadores brasileiros que passaram pelos palcos da FAAP.  A experiência do público foi marcada por ambientes imersivos, robôs humanoides circulando pelos espaços, estandes de startups apresentando soluções inovadoras e painéis que conectaram ciência, negócios, criatividade e políticas públicas. A Prefeitura de São Paulo apresentou projetos de mobilidade e smart cities, em um momento em que a capital recebeu certificações internacionais ligadas à resiliência e à sustentabilidade urbana, reforçando a vocação da cidade como laboratório vivo de inovação. O SPIW também extrapolou o eixo central do evento, promovendo atividades em regiões periféricas e dando visibilidade a jovens empreendedores e iniciativas de impacto social.  Para a comunidade FAAP, a primeira edição do SPIW teve um significado especial. Alunos, professores e funcionários tiveram passe livre para circular por toda a programação realizada na instituição e no Pacaembu, vivenciando de perto debates que costumam estar restritos a grandes conferências globais. Ao longo dos três dias principais do festival, estudantes das mais diversas áreas – de artes e comunicação a engenharia, direito, economia e relações internacionais – frequentaram keynotes, mesas-redondas, mentorias e ativações, reforçando o compromisso da FAAP em aproximar a formação acadêmica dos temas que estão redesenhando o futuro do trabalho e da sociedade.  O trabalho da Comunicação da FAAP foi outro destaque da semana. A instituição colocou seu time integralmente a serviço da cobertura do SPIW, produzindo, em tempo real, mais de 200 conteúdos para os canais institucionais, com depoimentos de alunos, professores, funcionários, palestrantes e visitantes, além de registros dos bastidores e dos principais momentos da programação. Essa produção ajudou a ampliar o alcance do evento, permitindo que quem não pôde estar presente em todos os palcos acompanhasse, à distância, parte das discussões e experiências vividas no campus.  Com repercussão extremamente positiva entre público, palestrantes, organizadores e parceiros, o São Paulo Innovation Week já tem data para voltar: a segunda edição está confirmada para acontecer entre 4 e 7 de maio de 2027. Para a FAAP, fica o legado de ter sido um dos centros nervosos dessa estreia histórica e de ter proporcionado à sua comunidade acadêmica acesso privilegiado a um dos eventos de inovação mais relevantes do


MAB FAAP

FAAP no SPIW: experiências que formam cidadãos globais 

Mais do que espectadores, estudantes da FAAP integram a operação do São Paulo Innovation Week e vivenciam, em contato direto com palestrantes internacionais, uma experiência de formação além da sala de aula  Muito foi e será dito sobre o São Paulo Innovation Week (SPIW), pela ótica de jornalistas atentos, organizadores orgulhosos e participantes satisfeitos, todos devidamente impactados pela dimensão dessa experiência que aterrizou na zona oeste da cidade e fez desse lugar e momento um epicentro de algumas das conversas mais relevantes da atualidade e até do futuro.  E, ainda que pudesse contribuir com meus pensamentos nesse sentido, nunca deixo de me maravilhar com aquilo que passa despercebido e que, em alguma medida, continua sendo o que diferencia a FAAP de outras instituições de perfil semelhante: as oportunidades de vivências significativas para seus alunos.  Mais do que meros espectadores, seletos estudantes foram convidados a integrar a equipe de apoio do SPIW e, alguns deles, sob minha orientação, cuidaram, dentre outras coisas, da escolta e apoio a Palestrantes Internacionais (nada mais justo para estudantes de Relações Internacionais). Nessa atividade, que oscila entre o glamour de estar ao lado de mentes brilhantes e o pragmatismo dos vários quilômetros percorridos a pé pelos pavilhões, nasce uma oportunidade de aprendizado que é, por definição, transformadora.  Muitas vezes, em grandes eventos, focamos no que está sob o refletor. Mas é no “atrás das cenas” que a mágica da formação humana acontece. Nossos alunos não foram apenas facilitadores logísticos; eles se tornaram pontes.  Enquanto caminhavam pelos corredores, esses jovens tiveram a chance rara de trocar ideias com algumas das maiores autoridades mundiais em seus campos de atuação. São diálogos que não constam no cronograma oficial, mas que expandem o repertório de forma decisiva. Ali, entre um camarim e um palco, a diplomacia deixou de ser um conceito teórico nos livros para se tornar a prática real da hospitalidade, da agilidade e da inteligência emocional.  O que mais me tocou nessa jornada foi observar o impacto que o entusiasmo dos nossos alunos causou nesses convidados internacionais. Em um mundo saturado de protocolos automáticos, os estudantes da FAAP entregaram o que há de mais escasso e genuíno: atenção plena e interesse real.  Ao ouvirem atentamente e demonstrarem domínio sobre os temas discutidos, eles não apenas cumpriram uma função técnica; eles trouxeram sorrisos e humanidade ao dia exaustivo desses palestrantes. Essa é uma função que, embora não fosse estritamente essencial para o evento “acontecer”, foi absolutamente essencial para trazer realização e significado à experiência de quem nos visitou.  Educar é, acima de tudo, criar contextos para que o talento encontre a oportunidade. Ver nossos alunos transitando com desenvoltura entre autoridades, traduzindo culturas e demonstrando um preparo que vai muito além do currículo acadêmico, é a maior prova de que a FAAP continua no caminho certo.  Não formamos apenas especialistas em suas áreas do saber; buscamos formar cidadãos globais capazes de ler o mundo — seja no silêncio de uma biblioteca, seja no caos vibrante de um evento de inovação.  Sinto um orgulho imenso de cada um deles. Orgulho da postura, da curiosidade incansável e da forma como aproveitaram cada segundo, tanto na frente quanto atrás dos palcos. O SPIW começa e acaba, mas a bagagem que esses alunos trazem para o campus é o tipo de ativo que tempo nenhum apaga.  Isso é ser


Na FAAP

SPIW na FAAP: inovação e ciência em diálogo com as artes, a cultura e as humanidades

Com curadorias plurais e programação internacional, evento amplia a conversa sobre tecnologia e os desafios contemporâneos Por Edilamar Galvão Vivemos um tempo em que a palavra inovação se tornou onipresente. Ela aparece em discursos empresariais, campanhas institucionais, pitches de startups, políticas públicas e, claro, nas conversas sobre inteligência artificial, transformação digital e futuro do trabalho. Mas talvez valha a pena fazer uma pergunta menos óbvia: que tipo de inovação estamos celebrando? O São Paulo Innovation Week (SPIW), que acontece esta semana com mais de 500 palestrantes, é importante justamente porque amplia essa conversa. Distribuído entre a FAAP e a Mercado Livre Arena Pacaembu, com centenas de palestras e grandes nomes nacionais e internacionais, o evento não trata apenas de tecnologia como ferramenta ou de mercado como horizonte. Sua programação conecta tecnologia, ciência, educação, criatividade, cultura, empreendedorismo e impacto social. Nesse sentido, faz toda a diferença que parte dessa experiência aconteça na FAAP. Digo isso não apenas como professora e coordenadora de um dos cursos da instituição, mas como alguém que trabalha há muitos anos em um ambiente universitário onde a interdisciplinaridade não é um slogan recente, e sim parte da cultura institucional. Uma escola de arte entende que inovação também é linguagem. Uma escola de comunicação entende que inovação também é narrativa. Uma escola de negócios entende que inovação também é estratégia, transformação e capacidade de antecipar cenários. Num momento em que a tecnologia avança em velocidade impressionante — especialmente com a inteligência artificial reorganizando profissões, processos criativos e até nossas formas de interação — torna-se ainda mais importante criar espaços em que a pergunta não seja apenas o que podemos fazer?, mas também o que devemos fazer? Como isso transforma a experiência humana? Quem participa dessa transformação e quem fica à margem dela? Ao observar alguns nomes da programação, essa amplitude fica evidente. Steven Pinker, com sua longa reflexão sobre linguagem, cognição e natureza humana. Suzana Herculano-Houzel, cuja pesquisa sobre cérebro e inteligência amplia a conversa entre neurociência e tecnologia. Rebecca Goldstein, na interseção entre filosofia e literatura, trazendo para o debate questões sobre racionalidade, conhecimento e experiência humana. Daniel Goleman, que tornou central a discussão sobre inteligência emocional em um mundo progressivamente mediado por tecnologia. Ailton Krenak, com a perspectiva indispensável dos povos originários e sua poderosa provocação sobre outras formas de imaginar humanidade, desenvolvimento e o “futuro ancestral”. Spike Jonze, cineasta cuja obra já explorava, no território da ficção, questões hoje bastante concretas sobre afeto, mediação tecnológica e inteligência artificial. A presença e curadoria do físico e astrônomo Marcelo Gleiser conferem ao evento uma densidade intelectual particularmente relevante, ao inscrever o debate sobre inovação para além do fascínio tecnológico imediato e colocá-lo no terreno das grandes perguntas sobre conhecimento, consciência, humanidade e os futuros que estamos, coletivamente, construindo. De maneira geral, o SPIW nos lembra algo essencial: os especialistas em tecnologia são protagonistas incontornáveis da construção do futuro. Mas as questões que emergem dessa transformação — éticas, culturais, cognitivas e sociais — exigem um diálogo igualmente indispensável com outros campos do conhecimento. Porque inovação sem reflexão humanística corre o risco de produzir soluções tecnicamente “brilhantes”, mas culturalmente pobres e, muitas vezes, socialmente perigosas, como já advertiam Adorno e Horkheimer em Dialética do Esclarecimento. Talvez seja justamente esse um dos sentidos mais interessantes de ver a FAAP integrada a esse movimento: lembrar que tecnologia e humanidades não pertencem a universos opostos. Ao contrário. As perguntas mais complexas do nosso tempo nascem exatamente nessa interseção. Para nossos estudantes, isso representa acesso a debates contemporâneos de alto nível. Para os professores, oportunidade de atualização e provocação intelectual. Para a cidade, a chance de ocupar espaços de conhecimento como lugares vivos de encontro e imaginação. Assim, já na largada, a mensagem forte do SPIW é clara: inovação real exige repertório, crítica, sensibilidade e capacidade de formular boas perguntas. Edilamar Galvão é doutora em Comunicação e Semiótica pela PUC-SP, com pós-doutorado no Diversitas — Núcleo de Estudos das Diversidades, Intolerâncias e Conflitos da USP. É coordenadora do curso de Jornalismo e do programa BCM — Business, Communication and Media, além de professora de Estética no curso de Artes Visuais da

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