Semana de Responsabilidade Social da FAAP atendeu mais de 300 jovens


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A Semana de Responsabilidade Social da FAAP que envolveu mais de 100 alunos voluntários e 40 professores e técnicos da instituição chegou ao seu último dia oferecendo 27 atividades em áreas que vão de criatividades a negócios, onde a FAAP tem excelência. 


A instituição contribuiu com alimentação, vale-transporte e infraestrutura para receber 300 jovens do Instituto PROA e do Centro Assistencial de Motivação Profissional (CAMP) para participar de oficinas profissionalizantes ministradas por alunos da FAAP com os conhecimentos adquiridos em sala de aula. 

Oficinas sobre como fazer um programa jornalístico de TV e curta-metragem, produção de ecobag, criação de comerciais, produção audiovisual, e como potencializar sua marca pessoal ajudaram jovens como a Camile Santana, do PROA a ampliar sua visão sobre o que escolher como profissão. “Foi uma experiência incrível participar das oficinas de jornalismo e de costura. São áreas que me interessam bastante e que me trouxeram novas visões do que eu quero nesse momento em que estou escolhendo a faculdade”.

Promovida pelo FAAP Social, que completa 20 anos em 2023, a iniciativa deu à FAAP o Selo de Instituição Socialmente Responsável da Associação Brasileira de Mantenedoras de Ensino Superior (ABMES) e já beneficiou quase sete mil jovens em um projeto construído em conjunto com os alunos, fomentando a missão da FAAP de difundir conhecimento, postura ética, pensamento crítico, arte, cultura e espírito empreendedor de forma inovadora com o objetivo de formar cidadãos críticos e seres humanos conscientes, capazes de liderar de forma inspiradora uma transformação positiva e sustentável na sociedade. 


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Certificações de Competências Profissionais do Programa BCM fortalecem formação já durante a graduação 

A FAAP inaugura as Certificações de Competências Profissionais (CCP) dentro do Programa BCM, oferecendo aos estudantes de Jornalismo, Publicidade e Propaganda e Relações Públicas a oportunidade de conquistar credenciais oficiais ainda durante a graduação. As CCPs reconhecem competências específicas desenvolvidas ao longo da trajetória acadêmica e agregam valor ao perfil profissional dos alunos.  O que são as CCPs  As Certificações de Competências Profissionais são certificados intermediários, emitidos pela FAAP, que comprovam que o estudante aprofundou conhecimentos e adquiriu habilidades em temas estratégicos da comunicação contemporânea. Cada certificação é estruturada por uma trilha formativa que combina disciplinas regulares dos cursos do BCM e componentes flexíveis oferecidos pela instituição.  Composição das trilhas   As trilhas formativas reúnem:  Como obter a certificação  Ao concluir e ser aprovado em todos os componentes de uma trilha, o estudante pode solicitar a emissão da certificação pela Central de Relacionamento. A FAAP fará a verificação dos requisitos e, após aprovação, emitirá a Certificação de Competências Profissionais, que pode ser inserida no currículo, no LinkedIn, em portfólios e outras apresentações profissionais.  Benefícios para a carreira  Certificações disponíveis no lançamento  Na primeira etapa do Programa BCM, as CCPs disponíveis são:  Novas certificações poderão ser lançadas nos semestres seguintes, conforme as demandas do mercado e a evolução curricular.  Informações importantes  Para mais informações sobre as trilhas, requisitos e procedimentos para solicitação, consulte a página do curso no portal FAAP ou procure a Central de


Na FAAP

O futuro da carne bovina brasileira passa pelo conhecimento

Poucos setores brasileiros passaram por uma evolução tão grande quanto a carne bovina. No último ano, o Brasil não apenas manteve sua força nas exportações, mas assumiu também a liderança mundial na produção, com 12,35 milhões de toneladas produzidas, 3,5 milhões exportadas e quase US$ 18 bilhões em vendas externas.   Os números impressionam, mas, por si só, não explicam essa trajetória. Eles revelam a dimensão da responsabilidade que o Brasil passou a assumir no abastecimento mundial de proteína animal.  A carne bovina brasileira está presente em mais de 170 mercados, mas cerca de 70% de tudo o que produzimos continua no Brasil. É uma cadeia que atende o mundo sem deixar de abastecer a mesa dos brasileiros.   Essa posição não foi conquistada por acaso. É resultado de décadas de trabalho de pecuaristas, frigoríficos, técnicos, pesquisadores, autoridades sanitárias e profissionais que entenderam que produzir bem não bastava. Era preciso garantir regularidade, qualidade, sanidade e capacidade de atender o que cada mercado exige. Trata-se de uma construção coletiva, baseada na cooperação entre os setores público e privado, que consolidou a credibilidade internacional da carne bovina brasileira.  O mundo está mudando e o mercado da carne também. Países que historicamente tiveram grande produção enfrentam redução de rebanho, custos mais altos e limitações para ampliar a oferta. Ao mesmo tempo, cresce a demanda por proteína em regiões como a Ásia, o Oriente Médio e parte da África.  O Brasil tem espaço para ocupar parte dessa demanda. No ano passado, o país tinha 195,5 milhões de cabeças de gado, o maior rebanho comercial do mundo. Entre 2005 e 2025, a produção brasileira de carne bovina aumentou 41%, enquanto a área de pastagens diminuiu.   A pecuária brasileira de hoje é diferente da de duas décadas atrás. Temos mais genética, melhor manejo, nutrição mais precisa, confinamento, terminação intensiva a pasto, integração com outras atividades e mais tecnologia dentro da fazenda e da indústria.   Mas não há espaço para achar que o trabalho está pronto.   A abertura de mercados, a rastreabilidade, a agenda ambiental, os controles sanitários, as exigências de consumidores e as regras comerciais vão continuar influenciando diretamente o futuro da carne brasileira. O Brasil precisa estar preparado para responder a isso com informação, transparência e capacidade técnica.  A Associação Brasileira das Indústrias Exportadoras de Carnes (ABIEC) atua justamente nessa frente. Representamos uma indústria responsável por praticamente todas as exportações brasileiras de carne bovina. Trabalhamos para abrir mercados, defender o setor, dialogar com governos, acompanhar regulações internacionais e mostrar ao mundo o que a cadeia brasileira tem construído.   Só que esse ambiente exige gente preparada. A cadeia da carne deixou de ser um assunto restrito à fazenda ou ao frigorífico. Hoje, quem trabalha no setor precisa entender de produção, mercado, comércio exterior, sustentabilidade, sanidade, logística, legislação e comunicação.   Foi pensando nisso que criamos a Beef School, curso de extensão da ABIEC com a FAAP. A proposta é aproximar quem quer conhecer melhor a cadeia da realidade de um setor que movimenta mais de R$ 1,15 trilhão por ano e responde por cerca de 9% do PIB brasileiro.   A liderança conquistada pelo Brasil não é um ponto de chegada. É um compromisso permanente com a excelência, a inovação e a capacidade de evoluir. O futuro da carne bovina brasileira será construído por profissionais capazes de compreender as transformações do mercado, antecipar desafios e transformar conhecimento em vantagem


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FAAP inicia a edição 2026 do Projeto SEED em parceria com instituições japonesas 

A FAAP realizou, em junho, uma reunião que marcou o início da edição 2026 do Projeto SEED (Social Entrepreneurship and Economic Development), importante iniciativa internacional voltada ao desenvolvimento de soluções inovadoras para empresas e organizações japonesas, por meio da colaboração entre estudantes e universidades de diferentes países.   O encontro, realizado na Diretoria Mantenedora da FAAP, reuniu representantes da instituição e parceiros japoneses responsáveis pelo desenvolvimento do programa. Na ocasião, foram discutidas as diretrizes da próxima edição do SEED, reafirmando o compromisso conjunto com a internacionalização do ensino, a inovação e o fortalecimento da cooperação acadêmica entre Brasil e Japão.   Idealizado pela GOROM Association, o Projeto SEED proporciona uma experiência acadêmica e intercultural que reúne estudantes de diferentes nacionalidades em equipes multiculturais para o desenvolvimento de projetos voltados a desafios reais apresentados por empresas da província de Yamanashi. Ao longo dos anos, o programa consolidou-se como uma importante iniciativa de formação internacional, promovendo o intercâmbio de conhecimentos, a inovação e o empreendedorismo.   A reunião também contou com a participação do empresário japonês Tetsutaro Nakagomi, Presidente e CEO da DAITA Co., Ltd., apoiador do Projeto SEED, cuja atuação tem contribuído para o fortalecimento da iniciativa e para a aproximação entre os setores acadêmico e empresarial no

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