Semana de formação e capacitação docente FAAP aborda IA na educação 

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Da esquerda para direita: Luis Sobral, CEO da FAAP, Srᵃ Pilar Guillon Liotti, Conselheira do MAB FAAP, Eduardo Saron, Presidente da Fundação Itaú, Rogério Massaro, Diretor Acadêmico da FAAP


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Como faz anualmente, antes do início do período letivo, a Fundação Armando Alvares Penteado (FAAP) deu start, nesta segunda-feira, à Semana de Formação e Capacitação Acadêmica para professores da Instituição. 

Mais de 200 professores estiveram no primeiro encontro, no Centro de Convenções, que contou com discurso de boas-vindas do CEO da FAAP, Luis Sobral, e depoimento do Diretor Acadêmico, Rogério Massaro, sobre diretrizes, normas e expectativas acadêmicas para 2025, depois de relembrar pontos altos do ano passado como a inauguração do cinema e a da nova ala de audiovisual, a mais completa e tecnológica do país, em um Centro Universitário.   

O convidado de honra da abertura da Semana foi Eduardo Saron, Presidente da Fundação Itaú, que fez uma palestra interessante e extremamente necessária e atual sobre Inteligência Artificial na Educação e o papel dela na produção e difusão do conhecimento.  

Durante a apresentação, Saron contextualizou o marco inicial da IA e o seu desenvolvimento ao longo dos anos; destacou a relevância de aproximar as universidades da produção de conhecimento aplicado, especialmente diante das novas fronteiras da IA. Abordou os desafios associados ao uso da IA e as habilidades e competências que são necessárias desenvolver para se tornar protagonista nesse novo cenário. 

“A história da FAAP ilustra uma das formas mais significativas de manter o ser humano no centro desta revolução digital: o encontro entre arte, cultura e educação como pilares para ampliar e fortalecer nossos saberes e conhecimentos”, afirma Eduardo.  

No evento, também tivemos a honra de contar com a presença da Sra. Pilar Guillon Liotti, Conselheira do MAB FAAP, e do Diretor-Presidente da FAAP, Dr. Antonio Bias Bueno Guillon.  

Confira abaixo a programação: 

28 de janeiro (terça-feira) 

9h – Palestra de Psicopedagogia:  

“Conflitos em grupos de trabalho: qual o papel do professor”, com Paula Fava Ditt Lutti 

10h – Intervalo 

10h30 – Palestra sobre Inteligência Artificial 

“ChatGPT e outras ferramentas de IA: exemplos de uso”, com Prof. Marcelo Succi 

14h – Workshop: IA 

“Midjourney e a Geração de Imagens”, com Rodrigo Vieira 

29 de janeiro (quarta-feira) 

9h – Palestra de Psicopedagogia  

“Desafios da inclusão no Ensino Superior. Adaptar é facilitar?”, com Rosana Mendes 

10h – Intervalo  

10h30 – Workshop: IA 

“Engenharia de Prompts”, com Prof. Marcelo Succi  

14h – Práticas Extensionistas 

“Diálogos Apreciativos”, com Prof. Valdir Cimino 

30 de janeiro (quinta-feira) 

9h – Workshop: IA 

“Engenharia de Prompts”, com Prof. Marcelo Succi 

10h – Intervalo 

10h30 – Palestra sobre Inteligência artificial  

“Reflexões sobre o futuro da educação na Era da IA” com Prof. Rodrigo Petrônio  

14h – Workshop: IA 

“Recursos para criação de imagens em movimento”, com Rodrigo Vieira 

31 de janeiro (sexta-feira) 

9h – Planejamento acadêmico das Coordenações 

10h – Intervalo  

10h30 – Planejamento acadêmico das Coordenações 

14h – Planejamento acadêmico das Coordenações 


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O futuro da carne bovina brasileira passa pelo conhecimento

Poucos setores brasileiros passaram por uma evolução tão grande quanto a carne bovina. No último ano, o Brasil não apenas manteve sua força nas exportações, mas assumiu também a liderança mundial na produção, com 12,35 milhões de toneladas produzidas, 3,5 milhões exportadas e quase US$ 18 bilhões em vendas externas.   Os números impressionam, mas, por si só, não explicam essa trajetória. Eles revelam a dimensão da responsabilidade que o Brasil passou a assumir no abastecimento mundial de proteína animal.  A carne bovina brasileira está presente em mais de 170 mercados, mas cerca de 70% de tudo o que produzimos continua no Brasil. É uma cadeia que atende o mundo sem deixar de abastecer a mesa dos brasileiros.   Essa posição não foi conquistada por acaso. É resultado de décadas de trabalho de pecuaristas, frigoríficos, técnicos, pesquisadores, autoridades sanitárias e profissionais que entenderam que produzir bem não bastava. Era preciso garantir regularidade, qualidade, sanidade e capacidade de atender o que cada mercado exige. Trata-se de uma construção coletiva, baseada na cooperação entre os setores público e privado, que consolidou a credibilidade internacional da carne bovina brasileira.  O mundo está mudando e o mercado da carne também. Países que historicamente tiveram grande produção enfrentam redução de rebanho, custos mais altos e limitações para ampliar a oferta. Ao mesmo tempo, cresce a demanda por proteína em regiões como a Ásia, o Oriente Médio e parte da África.  O Brasil tem espaço para ocupar parte dessa demanda. No ano passado, o país tinha 195,5 milhões de cabeças de gado, o maior rebanho comercial do mundo. Entre 2005 e 2025, a produção brasileira de carne bovina aumentou 41%, enquanto a área de pastagens diminuiu.   A pecuária brasileira de hoje é diferente da de duas décadas atrás. Temos mais genética, melhor manejo, nutrição mais precisa, confinamento, terminação intensiva a pasto, integração com outras atividades e mais tecnologia dentro da fazenda e da indústria.   Mas não há espaço para achar que o trabalho está pronto.   A abertura de mercados, a rastreabilidade, a agenda ambiental, os controles sanitários, as exigências de consumidores e as regras comerciais vão continuar influenciando diretamente o futuro da carne brasileira. O Brasil precisa estar preparado para responder a isso com informação, transparência e capacidade técnica.  A Associação Brasileira das Indústrias Exportadoras de Carnes (ABIEC) atua justamente nessa frente. Representamos uma indústria responsável por praticamente todas as exportações brasileiras de carne bovina. Trabalhamos para abrir mercados, defender o setor, dialogar com governos, acompanhar regulações internacionais e mostrar ao mundo o que a cadeia brasileira tem construído.   Só que esse ambiente exige gente preparada. A cadeia da carne deixou de ser um assunto restrito à fazenda ou ao frigorífico. Hoje, quem trabalha no setor precisa entender de produção, mercado, comércio exterior, sustentabilidade, sanidade, logística, legislação e comunicação.   Foi pensando nisso que criamos a Beef School, curso de extensão da ABIEC com a FAAP. A proposta é aproximar quem quer conhecer melhor a cadeia da realidade de um setor que movimenta mais de R$ 1,15 trilhão por ano e responde por cerca de 9% do PIB brasileiro.   A liderança conquistada pelo Brasil não é um ponto de chegada. É um compromisso permanente com a excelência, a inovação e a capacidade de evoluir. O futuro da carne bovina brasileira será construído por profissionais capazes de compreender as transformações do mercado, antecipar desafios e transformar conhecimento em vantagem


Internacional

FAAP inicia a edição 2026 do Projeto SEED em parceria com instituições japonesas 

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Aluna de Moda da FAAP é finalista do Concurso Sou de Algodão 

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