RESIDÊNCIA ARTÍSTICA FAAP PROMOVE TROCA DE EXPERIÊNCIAS ARTÍSTICAS DURANTE OPEN ESTUDIO – 16 DE SETEMBRO

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A Residência Artística FAAP, localizada na Praça do Patriarca, no centro da São Paulo, realiza mais uma edição do Open Studio, no dia 16 de setembro (sábado). O evento – gratuito – é uma oportunidade para que o público possa conhecer os artistas, as diferentes culturas, os trabalhos e pesquisas que estão sendo realizados.

Participam da atividade oito artistas, entre brasileiros e estrangeiros, de países como Itália, Portugal e Bulgária.

Concebida nos moldes da Cité des Arts, em Paris, a Residência Artística FAAP possui dez amplos estúdios para que os artistas – que passam pelo processo de seleção da Instituição – possam desenvolver projetos, trocar experiências e conhecimentos entre si, com a cidade, com a comunidade artística e também com alunos e professores da FAAP.

As residências podem ser consideradas, atualmente, uma das formas mais significativas de apoio e incentivo ao desenvolvimento de pesquisa em artes. A da FAAP está instalada no histórico edifício de Ramos de Azevedo, no centro velho da capital paulista, palco de manifestações culturais e artísticas.

Conheça os artistas que participam do Open Studio:

Cristina Dias (São Paulo/Brasil)

Artista e designer de joias que vive e trabalha em Nova Iorque. É formada em Artes Plásticas pela Massachusetts College of Art and Design (EUA), com pós-graduação em Gestão Artística pela New York University (EUA). Seu trabalho já foi exposto em galerias e museus nos Estados Unidos, Europa e Japão. Também possui peças na coleção permanente do Museum of Arts and Design em Nova Iorque e no Museum of Contemporary Craft em Portland, nos Estados Unidos.

Daniela Todorova (Bulgária)

Artista búlgara estabelecida no campo da arte de papel, com seu próprio estilo distintivo e trabalhos requintados. É membro da International Association of Hand Papermakers and Paper Artists e curadora de projetos de arte. Uma artista que provou sua capacidade de encontrar equilíbrio entre o requintado e o estético, em projetos realizados em todo o mundo. Autora de dezenas de exposições individuais internacionais, é uma das principais impulsionadoras dos eventos no campo da nova tendência emergente da arte: a Paper Art. A artista vem ao Brasil para promover seu trabalho em parceria com o Museu de Arte Brasileira (MAB FAAP).

Federica Andreoni (Ancona/Itália)

Arquiteta e pesquisadora, atualmente cursa doutorado na Sapienza Università di Roma. A artista passou pela pós-graduação em Geografia, Cidade e Arquitetura na Escola da Cidade, fez mestrado e bacharelado em Arquitetura, ambos pela Universidade de Roma. É, ainda, professora da Roma Tre Università Degli Studi e da Sapienza Universitá di Roma.

Guerreiro do Divino Amor (Genebra/Suíça)

Artista suíço-brasileiro, atualmente vive e trabalha no Rio de Janeiro. É formado em arquitetura pela Escola de Arquitetura de Grenoble (França), com mestrado pelo Instituto La Cambre Architecture de Bruxelas (Bélgica). Atua como pesquisador no campo das artes plásticas, cinema e arquitetura. Tem obras na coleção do museu MAR (RJ), é vencedor do prêmio La Cambre Architecture e ganhador do prêmio de melhor curta documentário com De repente, Barbara no Transgender Film festival de Kiel (Alemanha).

Rafael Salim (Rio de Janeiro/Brasil)

Formado em Comunicação Social, o artista trabalha na intersecção entre o cinema e as artes plásticas. Participou de diversas exposições coletivas, entre elas o Salão de Artes de Ribeirão Preto, o Festival Multiplicidade (Oi Futuro) e o 45° Novíssimos (Galeria Ibeu). Foi contemplado com o prêmio aquisitivo do Salão de Artes de Praia Grande – SP.

Laura Belém (Belo Horizonte/Brasil)

Formada em Artes, com mestrado pela Fine Arts, a artista, que já expôs diversas mostras individuais em importantes centros de cultura no Brasil e no mundo, foi premiada com a Bolsa Funarte de Estímulo à Produção em Artes Visuais, Prêmio CNI Marcantonio Vilaça, Programa Arte Contemporânea da Fundação Bienal, entre outros.

Rui Monteiro (Castelo Branco/Portugal)

Pós-graduado em Fotografia Contemporânea pela Faculdade de Belas-Artes da Universidade de Lisboa, desde 2004 desenvolve a sua prática artística como fotógrafo e poeta. É artista representado pela Galeria Alecrim50, em Lisboa, desde 2013, e participa do programa de residência a partir da parceria da FAAP com a Fundação Calouste Gulbenkian, de Lisboa.

Sílvia Pereira (Lisboa/Portugal)

Formada em Belas-Artes pela Universidade de Barcelona, com especialização em Comportamentos Escultóricos. Pós-graduada no Centro de Investigação Artística A.PASS em Bruxelas. Atualmente, integra o mestrado de Filosofia e o doutorado de Estudos Artísticos da Universidade Nova de Lisboa. Os temas de sua pesquisa envolvem intervenções teóricas, visuais, performativas e na imagem em movimento. Expôs na Alemanha, Islândia, Espanha, França, Itália, Austrália e Japão, tendo exibido filmes em vários festivais, como o International du Court Métrage, entre outros.

Open Studio – Residência Artística FAAP

Data: 16/9 (sábado)

Horário: das 12h às 17h

Local: Edifício LutetiaEndereço: Praça do Patriarca, 78 – Sé

Mais informações: (11) 3101-1776 ou mailto:resartisfaap.info@faap.br

Site: www.faap.br/residenciaartistica


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A Residência Artística FAAP, localizada na Praça do Patriarca, no centro da São Paulo, realiza mais uma edição do Open Studio, no dia 16 de setembro (sábado). O evento – gratuito – é uma oportunidade para que o público possa conhecer os artistas, as diferentes culturas, os trabalhos e pesquisas que estão sendo realizados.

Participam da atividade oito artistas, entre brasileiros e estrangeiros, de países como Itália, Portugal e Bulgária.

Concebida nos moldes da Cité des Arts, em Paris, a Residência Artística FAAP possui dez amplos estúdios para que os artistas – que passam pelo processo de seleção da Instituição – possam desenvolver projetos, trocar experiências e conhecimentos entre si, com a cidade, com a comunidade artística e também com alunos e professores da FAAP.

As residências podem ser consideradas, atualmente, uma das formas mais significativas de apoio e incentivo ao desenvolvimento de pesquisa em artes. A da FAAP está instalada no histórico edifício de Ramos de Azevedo, no centro velho da capital paulista, palco de manifestações culturais e artísticas.

Conheça os artistas que participam do Open Studio:

Cristina Dias (São Paulo/Brasil)

Artista e designer de joias que vive e trabalha em Nova Iorque. É formada em Artes Plásticas pela Massachusetts College of Art and Design (EUA), com pós-graduação em Gestão Artística pela New York University (EUA). Seu trabalho já foi exposto em galerias e museus nos Estados Unidos, Europa e Japão. Também possui peças na coleção permanente do Museum of Arts and Design em Nova Iorque e no Museum of Contemporary Craft em Portland, nos Estados Unidos.

Daniela Todorova (Bulgária)

Artista búlgara estabelecida no campo da arte de papel, com seu próprio estilo distintivo e trabalhos requintados. É membro da International Association of Hand Papermakers and Paper Artists e curadora de projetos de arte. Uma artista que provou sua capacidade de encontrar equilíbrio entre o requintado e o estético, em projetos realizados em todo o mundo. Autora de dezenas de exposições individuais internacionais, é uma das principais impulsionadoras dos eventos no campo da nova tendência emergente da arte: a Paper Art. A artista vem ao Brasil para promover seu trabalho em parceria com o Museu de Arte Brasileira (MAB FAAP).

Federica Andreoni (Ancona/Itália)

Arquiteta e pesquisadora, atualmente cursa doutorado na Sapienza Università di Roma. A artista passou pela pós-graduação em Geografia, Cidade e Arquitetura na Escola da Cidade, fez mestrado e bacharelado em Arquitetura, ambos pela Universidade de Roma. É, ainda, professora da Roma Tre Università Degli Studi e da Sapienza Universitá di Roma.

Guerreiro do Divino Amor (Genebra/Suíça)

Artista suíço-brasileiro, atualmente vive e trabalha no Rio de Janeiro. É formado em arquitetura pela Escola de Arquitetura de Grenoble (França), com mestrado pelo Instituto La Cambre Architecture de Bruxelas (Bélgica). Atua como pesquisador no campo das artes plásticas, cinema e arquitetura. Tem obras na coleção do museu MAR (RJ), é vencedor do prêmio La Cambre Architecture e ganhador do prêmio de melhor curta documentário com De repente, Barbara no Transgender Film festival de Kiel (Alemanha).

Rafael Salim (Rio de Janeiro/Brasil)

Formado em Comunicação Social, o artista trabalha na intersecção entre o cinema e as artes plásticas. Participou de diversas exposições coletivas, entre elas o Salão de Artes de Ribeirão Preto, o Festival Multiplicidade (Oi Futuro) e o 45° Novíssimos (Galeria Ibeu). Foi contemplado com o prêmio aquisitivo do Salão de Artes de Praia Grande – SP.

Laura Belém (Belo Horizonte/Brasil)

Formada em Artes, com mestrado pela Fine Arts, a artista, que já expôs diversas mostras individuais em importantes centros de cultura no Brasil e no mundo, foi premiada com a Bolsa Funarte de Estímulo à Produção em Artes Visuais, Prêmio CNI Marcantonio Vilaça, Programa Arte Contemporânea da Fundação Bienal, entre outros.

Rui Monteiro (Castelo Branco/Portugal)

Pós-graduado em Fotografia Contemporânea pela Faculdade de Belas-Artes da Universidade de Lisboa, desde 2004 desenvolve a sua prática artística como fotógrafo e poeta. É artista representado pela Galeria Alecrim50, em Lisboa, desde 2013, e participa do programa de residência a partir da parceria da FAAP com a Fundação Calouste Gulbenkian, de Lisboa.

Sílvia Pereira (Lisboa/Portugal)

Formada em Belas-Artes pela Universidade de Barcelona, com especialização em Comportamentos Escultóricos. Pós-graduada no Centro de Investigação Artística A.PASS em Bruxelas. Atualmente, integra o mestrado de Filosofia e o doutorado de Estudos Artísticos da Universidade Nova de Lisboa. Os temas de sua pesquisa envolvem intervenções teóricas, visuais, performativas e na imagem em movimento. Expôs na Alemanha, Islândia, Espanha, França, Itália, Austrália e Japão, tendo exibido filmes em vários festivais, como o International du Court Métrage, entre outros.

Open Studio – Residência Artística FAAP

Data: 16/9 (sábado)

Horário: das 12h às 17h

Local: Edifício LutetiaEndereço: Praça do Patriarca, 78 – Sé

Mais informações: (11) 3101-1776 ou mailto:resartisfaap.info@faap.br

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O futuro da carne bovina brasileira passa pelo conhecimento

Poucos setores brasileiros passaram por uma evolução tão grande quanto a carne bovina. No último ano, o Brasil não apenas manteve sua força nas exportações, mas assumiu também a liderança mundial na produção, com 12,35 milhões de toneladas produzidas, 3,5 milhões exportadas e quase US$ 18 bilhões em vendas externas.   Os números impressionam, mas, por si só, não explicam essa trajetória. Eles revelam a dimensão da responsabilidade que o Brasil passou a assumir no abastecimento mundial de proteína animal.  A carne bovina brasileira está presente em mais de 170 mercados, mas cerca de 70% de tudo o que produzimos continua no Brasil. É uma cadeia que atende o mundo sem deixar de abastecer a mesa dos brasileiros.   Essa posição não foi conquistada por acaso. É resultado de décadas de trabalho de pecuaristas, frigoríficos, técnicos, pesquisadores, autoridades sanitárias e profissionais que entenderam que produzir bem não bastava. Era preciso garantir regularidade, qualidade, sanidade e capacidade de atender o que cada mercado exige. Trata-se de uma construção coletiva, baseada na cooperação entre os setores público e privado, que consolidou a credibilidade internacional da carne bovina brasileira.  O mundo está mudando e o mercado da carne também. Países que historicamente tiveram grande produção enfrentam redução de rebanho, custos mais altos e limitações para ampliar a oferta. Ao mesmo tempo, cresce a demanda por proteína em regiões como a Ásia, o Oriente Médio e parte da África.  O Brasil tem espaço para ocupar parte dessa demanda. No ano passado, o país tinha 195,5 milhões de cabeças de gado, o maior rebanho comercial do mundo. Entre 2005 e 2025, a produção brasileira de carne bovina aumentou 41%, enquanto a área de pastagens diminuiu.   A pecuária brasileira de hoje é diferente da de duas décadas atrás. Temos mais genética, melhor manejo, nutrição mais precisa, confinamento, terminação intensiva a pasto, integração com outras atividades e mais tecnologia dentro da fazenda e da indústria.   Mas não há espaço para achar que o trabalho está pronto.   A abertura de mercados, a rastreabilidade, a agenda ambiental, os controles sanitários, as exigências de consumidores e as regras comerciais vão continuar influenciando diretamente o futuro da carne brasileira. O Brasil precisa estar preparado para responder a isso com informação, transparência e capacidade técnica.  A Associação Brasileira das Indústrias Exportadoras de Carnes (ABIEC) atua justamente nessa frente. Representamos uma indústria responsável por praticamente todas as exportações brasileiras de carne bovina. Trabalhamos para abrir mercados, defender o setor, dialogar com governos, acompanhar regulações internacionais e mostrar ao mundo o que a cadeia brasileira tem construído.   Só que esse ambiente exige gente preparada. A cadeia da carne deixou de ser um assunto restrito à fazenda ou ao frigorífico. Hoje, quem trabalha no setor precisa entender de produção, mercado, comércio exterior, sustentabilidade, sanidade, logística, legislação e comunicação.   Foi pensando nisso que criamos a Beef School, curso de extensão da ABIEC com a FAAP. A proposta é aproximar quem quer conhecer melhor a cadeia da realidade de um setor que movimenta mais de R$ 1,15 trilhão por ano e responde por cerca de 9% do PIB brasileiro.   A liderança conquistada pelo Brasil não é um ponto de chegada. É um compromisso permanente com a excelência, a inovação e a capacidade de evoluir. O futuro da carne bovina brasileira será construído por profissionais capazes de compreender as transformações do mercado, antecipar desafios e transformar conhecimento em vantagem


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