RESIDÊNCIA ARTÍSTICA FAAP ABRE AS PORTAS PARA MAIS UM OPEN STUDIO DOS ARTISTAS RESIDENTES – 30 DE NOVEMBRO

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No dia 30 de novembro, os artistas residentes da Residência Artística FAAP participarão do último Open Studio do ano. São eles: Demps (Brasil/Rio de Janeiro), Gauri Kulkarni (Índia), Gabriela Godoi (Canadá/ Brasil), Maíra Dietrich (Brasil/ Santa Catarina), Tolis Tatolas (Grécia), Nathan Braga (Brasil/ Rio de Janeiro), Maria Palmeiro (Brasil/ Rio de Janeiro) e Andres Pasinovich (Argentina).

Durante o evento – gratuito –, o visitante terá a oportunidade de conhecer os artistas, suas diferentes culturas, bem como as pesquisas e os trabalhos que estão realizando, inclusive nos ateliês e oficinas da FAAP.

Além de suas formações, trajetórias e produções anteriores, as ações e experiências vividas por eles são objetos de discussões com alunos e interessados que frequentam também os Seminários de Investigações Contemporâneas I e II, promovidos pelos cursos de Artes Visuais da FAAP.

A Residência Artística FAAP tem como objetivo oferecer um espaço privilegiado para troca de experiências na área de artes visuais. Instalada no Edifício Lutetia, na Praça do Patriarca, a Residência Artística FAAP possui dez amplos estúdios para acomodar os artistas que participam do programa a partir de processo seletivo realizado a cada início de semestre. Mais de 350 artistas de todos os continentes já passaram pelo espaço.

Open Studio – Residência Artística FAAP

Data: 30/11 (sábado) Horário: das 13h às 18h

Local: Edifício Lutetia

Endereço: Praça do Patriarca, 78 – SéMais informações: (11) 3101-1776 ou resartisfaap.info@faap.brSite: http://www.faap.br/residenciaartistica

SAIBA MAIS SOBRE OS ARTISTAS RESIDENTES:

Gabriela Godoi (1988, São Paulo/SP)

Gabriela Godoi é artista plástica e educadora. Mestre em Artes Plásticas pela Emily Carr University of Art and Design (Vancouver, Canadá). Licenciada pela Belas Artes (São Paulo, SP), e bacharelado em Artes Plásticas pela FAAP (São Paulo, SP). Em anos prévios, foi selecionada para participar em exposições coletivas como o 44º Salão de Arte Contemporânea de Piracicaba e o 41º Salão de Arte Contemporânea Luiz Sacilotto. Sua pesquisa aborda questões que permeiam o corpo, a identidade, relações interpessoais e a sexualidade. Trabalha primariamente com pintura e objetos manufaturados na intenção de expandir os limites binários entre figura e fundo, o revelar e ocultar, o Eu e o Outro. Vive e trabalha, atualmente, em Vancouver, no Canadá.

Gauri Kulkarni (1997, Índia)

Recém graduada pelo Instituto Srishti de Design de Arte e Tecnologia (Bangalore/Índia), a artista desenvolve projeto de um espaço público maior dobrando e desdobrando o caminho para a compreensão da arte natural em torno de nós.Sua prática é inclinada para pesquisa e como fazer com que cada movimento seu seja para a sustentabilidade. Usa cinco palavras para sua prática: 1. Sustentável, 2. Versátil, 3. Inovador, 4. Organizado, 5. Delineado. É uma artista multidisciplinar e designer. O design do espaço urbano sempre a intrigou. Além disso, também mantém uma profunda paixão e gosto pela vida selvagem e fotografia dessa vida.

Demps (1986, Rio de Janeiro/RJ)

Demps teve sua educação artística inicial em ateliês de escultura e de joalheria, assim como em grupos de pesquisa, estudos e produções artísticas. Participou de programas de formação com bolsas de estudo na Escola de Artes Visuais do Parque Lage (Fundamentação, Práticas Artísticas Contemporâneas, nível 2, Núcleo de Imagem em Movimento, entre outros). Atualmente, é mestrando no Departamento de Artes e Design da PUC-Rio, onde desenvolve pesquisa sobre a estética do embaçamento de fronteiras entre práticas artísticas contemporâneas e processos cotidianos. Seu trabalho se propõe a lidar com as condições e imprecisões do uso da linguagem humana, tendo como referência o corpo e suas manifestações cotidianas e atravessando diversas mídias da produção artística. Desde 2013, participa de exposições coletivas no Brasil e no exterior, tendo sua primeira individual ocorrido em 2018, na Galeria Oriente (Rio de Janeiro, RJ).

Maíra Dietrich (1988, Florianópolis/SC)

Bacharel em Artes Plásticas pela UDESC-Florianópolis, mestre em Fine Arts pelo KASK-Ghent (Gante, Bélgica) e graduanda em Biblioteconomia na USP-São Paulo. Exposições individuais como Spelling P no 019, Gante, Visão periférica, no Paço das Artes, São Paulo, e Escrito, na Fundação Cultural BADESC, Florianópolis. Exposições coletivas no Musée des Abattoirs, Toulouse (França), e no Convent, espaço de arte contemporânea em Gante, entre outras. Participou de residências na Casa Tomada, em São Paulo, Proyecto ‘Ace, em Buenos Aires, e AFFECT, em Berlim. Desde 2015, colabora com a Casa do Povo, São Paulo, onde desenvolveu a Oficina de Anedotas Anecdote, em 2017. Desde 2012, coordena a editora freestyle A Missão.

Andres Pasinovich (1978, Argentina/Buenos Aires)

Andres Pasinovich, em sua formação, frequentou a oficina de Marina De Caro, os seminários de Ana Gallardo e o Centro de Investigação Artística (CIA). Ganhou, em 2019, o National Arts Fund Award e, em 2018, a Bolsa de Mobilidade do Secretário de Cultura da Nação. Em 2016, recebeu as Bolsas de Estudo do Bicentenário da FNA e da Oxenford, Patrocínio Cultural (2014-17). Participou das residências La Verdi CDMX, México, em 2019, PIVO, em São Paulo, e Shigaraki CCP, no Japão, em 2017. O artista teve as individuais “Horizonte” (Laboratório-Festival), “Sabotaje” (Fundação OSDE), “Ecuánime” (Galeria Sputnik), “A revolução da mágica” (Una.House) e “Temporária” (Art x Art Gallery). Participou das exposições coletivas: “Não é o rio que canta é el pantano” (María Casado Galería), “Como um flash” (Casa Nacional do Bicentenário), “Uma escala humana” (EAC Montevidéu), “Sobre mudança” (Estados Unidos do Banco Mundial), entre outros. Participou dos prêmios FNA, KLEMM, ITAÚ, UADE e Salón Nacional de Rosario, entre outros. Ele codirige o projeto Marabunta com Lucila Gradín, vive e trabalha em Buenos Aires.

Maria Palmeiro (Rio de Janeiro, 1983)

É mestre pelo Programa de Pós-Graduação em Artes da Cena, da Escola de Comunicação da UFRJ. Sua dissertação, intitulada “Ateliê Performativo: Fazimento, Ocultamento, Deslocamento”, trata de pintura, performance e do status do ateliê como lugar de enunciação. Iniciou sua formação como pintora com João Magalhães, na Escola de Artes Visuais do Parque Lage, em 2011. Em 2012, foi aluna de Mel Prest, no California College of the Arts, e manteve ateliê na cidade de São Francisco. Seu trabalho conjuga reflexão teórica e pesquisa formal, aspectos que se manifestam tanto em sua produção artística quanto nos textos críticos que publica.

Nathan Braga (Rio de Janeiro, 1994)

Mestrando em Artes Visuais pela UERJ e pós-graduando na Especialização em Linguagens Artísticas, Cultural e Educação no IFRJ, Nathan Braga desenvolve um estudo investigativo sobre a morte e sua relação, ainda hoje um tabu para a sociedade. A interdisciplinaridade e a intermaterialidade são questões caras à sua poética pessoal. O artista é também técnico em Química e faz uso das especificidades dessa ciência em seus processos artísticos. A aproximação com a Química abre seus trabalhos para propostas de constituições múltiplas, tanto na escrita quanto na plasticidade, reafirmando a convulsão entre arte e escritura. E organiza-se a um só tempo como pesquisa teórica em arte e produção artística, uma vez que atualiza e materializa termos e conceitos como memento mori (lembre-se de que vc é mortal). Historicamente esses conceitos são difundidos e ligados à arte e à história da arte por meio das mitologias pessoais, que são violentadas por sua identidade latino-brasileira, marginal e por sua vivência na alegórica cidade do Rio de Janeiro, tratando, assim, a morte como alegoria.

Tolis Tatolas (1978, Grécia)

Bacharel (2008) pela Faculdade de Artes e Design de Vakalo e bacharel (2002) em biologia pela Universidade Aristóteles de Tessalônica. Teve oito exposições individuais e participou de vinte e uma exposições coletivas na Grécia, Reino Unido e Áustria. Escreveu o livro Animals in the Homeric Ages (2005, Erodios) e contribuiu para o volume Science and Tehcnology in Homeric Epics (2008, Springer). Textos e obras de sua autoria foram publicados na imprensa grega e internacional. No âmbito da sua atividade artística, criou os cenários e figurinos de obras de dramaturgos gregos e internacionais em Atenas. Suas obras fazem parte de coleções particulares na Grécia, EUA, Reino Unido, França, Canadá e República Tcheca. Ele é membro da Câmara de Belas Artes da Grécia desde 2014. Os interesses artísticos de Tatolas se concentram na geometria e na abstração, e em como eles podem refletir ideias e condições, criar e comunicar sentimentos de uma forma semelhante à arte representacional. Criativamente, ele emprega uma abordagem holística da estética, dentro de uma estrutura de unidade de todas as artes.

 


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No dia 30 de novembro, os artistas residentes da Residência Artística FAAP participarão do último Open Studio do ano. São eles: Demps (Brasil/Rio de Janeiro), Gauri Kulkarni (Índia), Gabriela Godoi (Canadá/ Brasil), Maíra Dietrich (Brasil/ Santa Catarina), Tolis Tatolas (Grécia), Nathan Braga (Brasil/ Rio de Janeiro), Maria Palmeiro (Brasil/ Rio de Janeiro) e Andres Pasinovich (Argentina).

Durante o evento – gratuito –, o visitante terá a oportunidade de conhecer os artistas, suas diferentes culturas, bem como as pesquisas e os trabalhos que estão realizando, inclusive nos ateliês e oficinas da FAAP.

Além de suas formações, trajetórias e produções anteriores, as ações e experiências vividas por eles são objetos de discussões com alunos e interessados que frequentam também os Seminários de Investigações Contemporâneas I e II, promovidos pelos cursos de Artes Visuais da FAAP.

A Residência Artística FAAP tem como objetivo oferecer um espaço privilegiado para troca de experiências na área de artes visuais. Instalada no Edifício Lutetia, na Praça do Patriarca, a Residência Artística FAAP possui dez amplos estúdios para acomodar os artistas que participam do programa a partir de processo seletivo realizado a cada início de semestre. Mais de 350 artistas de todos os continentes já passaram pelo espaço.

Open Studio – Residência Artística FAAP

Data: 30/11 (sábado) Horário: das 13h às 18h

Local: Edifício Lutetia

Endereço: Praça do Patriarca, 78 – SéMais informações: (11) 3101-1776 ou resartisfaap.info@faap.brSite: http://www.faap.br/residenciaartistica

SAIBA MAIS SOBRE OS ARTISTAS RESIDENTES:

Gabriela Godoi (1988, São Paulo/SP)

Gabriela Godoi é artista plástica e educadora. Mestre em Artes Plásticas pela Emily Carr University of Art and Design (Vancouver, Canadá). Licenciada pela Belas Artes (São Paulo, SP), e bacharelado em Artes Plásticas pela FAAP (São Paulo, SP). Em anos prévios, foi selecionada para participar em exposições coletivas como o 44º Salão de Arte Contemporânea de Piracicaba e o 41º Salão de Arte Contemporânea Luiz Sacilotto. Sua pesquisa aborda questões que permeiam o corpo, a identidade, relações interpessoais e a sexualidade. Trabalha primariamente com pintura e objetos manufaturados na intenção de expandir os limites binários entre figura e fundo, o revelar e ocultar, o Eu e o Outro. Vive e trabalha, atualmente, em Vancouver, no Canadá.

Gauri Kulkarni (1997, Índia)

Recém graduada pelo Instituto Srishti de Design de Arte e Tecnologia (Bangalore/Índia), a artista desenvolve projeto de um espaço público maior dobrando e desdobrando o caminho para a compreensão da arte natural em torno de nós.Sua prática é inclinada para pesquisa e como fazer com que cada movimento seu seja para a sustentabilidade. Usa cinco palavras para sua prática: 1. Sustentável, 2. Versátil, 3. Inovador, 4. Organizado, 5. Delineado. É uma artista multidisciplinar e designer. O design do espaço urbano sempre a intrigou. Além disso, também mantém uma profunda paixão e gosto pela vida selvagem e fotografia dessa vida.

Demps (1986, Rio de Janeiro/RJ)

Demps teve sua educação artística inicial em ateliês de escultura e de joalheria, assim como em grupos de pesquisa, estudos e produções artísticas. Participou de programas de formação com bolsas de estudo na Escola de Artes Visuais do Parque Lage (Fundamentação, Práticas Artísticas Contemporâneas, nível 2, Núcleo de Imagem em Movimento, entre outros). Atualmente, é mestrando no Departamento de Artes e Design da PUC-Rio, onde desenvolve pesquisa sobre a estética do embaçamento de fronteiras entre práticas artísticas contemporâneas e processos cotidianos. Seu trabalho se propõe a lidar com as condições e imprecisões do uso da linguagem humana, tendo como referência o corpo e suas manifestações cotidianas e atravessando diversas mídias da produção artística. Desde 2013, participa de exposições coletivas no Brasil e no exterior, tendo sua primeira individual ocorrido em 2018, na Galeria Oriente (Rio de Janeiro, RJ).

Maíra Dietrich (1988, Florianópolis/SC)

Bacharel em Artes Plásticas pela UDESC-Florianópolis, mestre em Fine Arts pelo KASK-Ghent (Gante, Bélgica) e graduanda em Biblioteconomia na USP-São Paulo. Exposições individuais como Spelling P no 019, Gante, Visão periférica, no Paço das Artes, São Paulo, e Escrito, na Fundação Cultural BADESC, Florianópolis. Exposições coletivas no Musée des Abattoirs, Toulouse (França), e no Convent, espaço de arte contemporânea em Gante, entre outras. Participou de residências na Casa Tomada, em São Paulo, Proyecto ‘Ace, em Buenos Aires, e AFFECT, em Berlim. Desde 2015, colabora com a Casa do Povo, São Paulo, onde desenvolveu a Oficina de Anedotas Anecdote, em 2017. Desde 2012, coordena a editora freestyle A Missão.

Andres Pasinovich (1978, Argentina/Buenos Aires)

Andres Pasinovich, em sua formação, frequentou a oficina de Marina De Caro, os seminários de Ana Gallardo e o Centro de Investigação Artística (CIA). Ganhou, em 2019, o National Arts Fund Award e, em 2018, a Bolsa de Mobilidade do Secretário de Cultura da Nação. Em 2016, recebeu as Bolsas de Estudo do Bicentenário da FNA e da Oxenford, Patrocínio Cultural (2014-17). Participou das residências La Verdi CDMX, México, em 2019, PIVO, em São Paulo, e Shigaraki CCP, no Japão, em 2017. O artista teve as individuais “Horizonte” (Laboratório-Festival), “Sabotaje” (Fundação OSDE), “Ecuánime” (Galeria Sputnik), “A revolução da mágica” (Una.House) e “Temporária” (Art x Art Gallery). Participou das exposições coletivas: “Não é o rio que canta é el pantano” (María Casado Galería), “Como um flash” (Casa Nacional do Bicentenário), “Uma escala humana” (EAC Montevidéu), “Sobre mudança” (Estados Unidos do Banco Mundial), entre outros. Participou dos prêmios FNA, KLEMM, ITAÚ, UADE e Salón Nacional de Rosario, entre outros. Ele codirige o projeto Marabunta com Lucila Gradín, vive e trabalha em Buenos Aires.

Maria Palmeiro (Rio de Janeiro, 1983)

É mestre pelo Programa de Pós-Graduação em Artes da Cena, da Escola de Comunicação da UFRJ. Sua dissertação, intitulada “Ateliê Performativo: Fazimento, Ocultamento, Deslocamento”, trata de pintura, performance e do status do ateliê como lugar de enunciação. Iniciou sua formação como pintora com João Magalhães, na Escola de Artes Visuais do Parque Lage, em 2011. Em 2012, foi aluna de Mel Prest, no California College of the Arts, e manteve ateliê na cidade de São Francisco. Seu trabalho conjuga reflexão teórica e pesquisa formal, aspectos que se manifestam tanto em sua produção artística quanto nos textos críticos que publica.

Nathan Braga (Rio de Janeiro, 1994)

Mestrando em Artes Visuais pela UERJ e pós-graduando na Especialização em Linguagens Artísticas, Cultural e Educação no IFRJ, Nathan Braga desenvolve um estudo investigativo sobre a morte e sua relação, ainda hoje um tabu para a sociedade. A interdisciplinaridade e a intermaterialidade são questões caras à sua poética pessoal. O artista é também técnico em Química e faz uso das especificidades dessa ciência em seus processos artísticos. A aproximação com a Química abre seus trabalhos para propostas de constituições múltiplas, tanto na escrita quanto na plasticidade, reafirmando a convulsão entre arte e escritura. E organiza-se a um só tempo como pesquisa teórica em arte e produção artística, uma vez que atualiza e materializa termos e conceitos como memento mori (lembre-se de que vc é mortal). Historicamente esses conceitos são difundidos e ligados à arte e à história da arte por meio das mitologias pessoais, que são violentadas por sua identidade latino-brasileira, marginal e por sua vivência na alegórica cidade do Rio de Janeiro, tratando, assim, a morte como alegoria.

Tolis Tatolas (1978, Grécia)

Bacharel (2008) pela Faculdade de Artes e Design de Vakalo e bacharel (2002) em biologia pela Universidade Aristóteles de Tessalônica. Teve oito exposições individuais e participou de vinte e uma exposições coletivas na Grécia, Reino Unido e Áustria. Escreveu o livro Animals in the Homeric Ages (2005, Erodios) e contribuiu para o volume Science and Tehcnology in Homeric Epics (2008, Springer). Textos e obras de sua autoria foram publicados na imprensa grega e internacional. No âmbito da sua atividade artística, criou os cenários e figurinos de obras de dramaturgos gregos e internacionais em Atenas. Suas obras fazem parte de coleções particulares na Grécia, EUA, Reino Unido, França, Canadá e República Tcheca. Ele é membro da Câmara de Belas Artes da Grécia desde 2014. Os interesses artísticos de Tatolas se concentram na geometria e na abstração, e em como eles podem refletir ideias e condições, criar e comunicar sentimentos de uma forma semelhante à arte representacional. Criativamente, ele emprega uma abordagem holística da estética, dentro de uma estrutura de unidade de todas as artes.

 


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Nova exposição do MAB FAAP traz ao Brasil mais de 100 obras de Joan Miró em mostra inédita, no momento de comemoração dos 65 anos do Museu 

Estrelas suspensas em campos de cor, formas orgânicas, símbolos poéticos e o uso marcante das cores primárias fizeram de Joan Miró (1893–1983) um dos artistas mais influentes da arte moderna. Esse universo chega a São Paulo, no Museu de Arte Brasileira MAB FAAP,  com Miró: Mestre das Formas, exposição internacional realizada pelo Instituto Totex em parceria com a Fundação Armando Alvares Penteado, e que reúne mais de 100 obras originais do mestre catalão. Com pinturas, esculturas, gravuras, tapeçarias e fotografias, a exposição acontece de 7 de agosto a 11 de outubro de 2026 e reúne obras que serão vistas no Brasil pela primeira vez.  A exposição mostra um amplo panorama da produção de Miró, apresentando obras inéditas no Brasil, incluindo peças que nunca haviam deixado a Espanha. O conjunto reúne obras integrantes de importantes coleções e instituições europeias, entre elas a Fundação Miró Barcelona, a Fundação Miró Mallorca, o Museu de Arte Contemporânea de Mallorca e acervos particulares. Uma seleção que evidencia a diversidade da produção do artista e sua constante investigação sobre formas, cores e materiais ao longo de mais de seis décadas de carreira.  Nascido em Barcelona, em 1893, Miró foi um dos principais nomes da arte do século XX. Sua produção abrange pintura, escultura, desenho, gravura, colagem, cerâmica e tapeçaria, consolidou uma linguagem visual singular, marcada pelo diálogo entre abstração, surrealismo e poesia. Suas formas orgânicas, símbolos oníricos e intenso uso da cor influenciaram gerações de artistas e contribuíram para ampliar os limites da arte moderna.  “Miró criou uma linguagem visual que atravessa fronteiras porque fala por meio de signos, imaginação e poesia. Receber no MAB FAAP uma exposição de grande porte que revela essa trajetória é mais do que apresentar um gênio da arte ao público brasileiro: é reafirmar o compromisso do museu com exposições que ampliam o diálogo entre diferentes culturas e aproximam os visitantes de experiências artísticas transformadoras”, afirma Pilar M. T. P. C. Guillon Liotti, conselheira da Fundação Armando Alvares Penteado.  Com curadoria do espanhol Jordi J. Clavero, a exposição está organizada em cinco núcleos temáticos que percorrem diferentes momentos da trajetória de Miró. O percurso evidencia como o artista desenvolveu uma linguagem própria ao longo de sua carreira, transitando entre diferentes referências e experimentações sem jamais se vincular integralmente a um único movimento artístico.  Para Marcos Moraes, diretor do MAB FAAP, a mostra reafirma o compromisso da instituição em aproximar o público brasileiro de artistas fundamentais para a história da arte.  “Com Miró: Mestre das Formas, o MAB FAAP reafirma mais uma vez seu compromisso com o público brasileiro ao apresentar exposições de grande porte e relevância para a história da arte. O artista catalão ocupa uma posição singular na arte moderna por ter criado um vocabulário visual próprio — alimentado por suas conexões com vanguardas europeias como o cubismo e o surrealismo. Suas obras exploram a tensão entre figuração e abstração e privilegiam a experimentação plástica sem se submeter a correntes rígidas, dando vida a um universo onírico e singular. Reunir um conjunto representativo de sua produção permite ao público aproximar-se da consistência de sua pesquisa formal e amplia o acesso a um capítulo fundamental das artes visuais do século XX”.  Ao longo da visita, o público acompanha a evolução de uma obra marcada pela imaginação, pela liberdade criativa e pela permanente busca por novas formas de expressão, características que fizeram de Joan Miró um dos grandes protagonistas da arte moderna.  Serviço  Miró: Mestre das Formas   Período: de 7 de agosto a 11 de outubro de 2026  Local: Museu de Arte Brasileira da FAAP (MAB FAAP)  Horários: terça a domingo, das 9h às 20h. Última entrada às 19h.  Fechado: segundas-feiras.  Ingressos: disponíveis


Na FAAP

FAAP reforça parceria com o Exército Brasileiro na realização do Concurso de Admissão à Escola de Sargentos das Armas

Mais uma vez, a Fundação Armando Alvares Penteado, em colaboração com o Exército Brasileiro, sediou, no último fim de semana, o Exame Intelectual do Concurso de Admissão à Escola de Sargentos das Armas (ESA), em mais uma iniciativa conjunta entre as duas instituições. Em consonância com seus princípios fundacionais e com o compromisso de contribuir para o desenvolvimento do país, a FAAP disponibilizou, sem ônus para a União, as dependências de seu campus, na Rua Alagoas, em São Paulo, para a realização da prova, promovida pela Comissão de Avaliação e Fiscalização do Comando da 2ª Região Militar do Exército Brasileiro. A relação entre a FAAP e o Exército Brasileiro é construída há anos e reflete a proximidade entre as duas instituições. A cessão dos espaços integra um acordo formalizado, por meio de documento assinado pelo Diretor-Presidente da FAAP, Dr. Antonio Bias Bueno Guillon, que autoriza a utilização das instalações da instituição para atividades do Exército Brasileiro pelos próximos três anos. A parceria prevê, entre outras ações, a realização de exames destinados aos candidatos da Escola de Sargentos das Armas (ESA) e da Escola Preparatória de Cadetes do Exército (EsPCEx), em datas programadas ao longo deste ano. Essa colaboração também se fortalece pela participação do Dr. Antonio Bias Bueno Guillon no conselho da Fundação Cultural do Exército Brasileiro (FUNCEB), contribuindo para a aproximação entre as áreas de educação, cultura e formação institucional. A aplicação do exame reuniu um grande efetivo de candidatos inscritos e contou com o apoio de aproximadamente 400 militares, envolvidos na organização, na aplicação e na fiscalização do exame. Ao todo, 1.427 candidatos realizaram a prova nas instalações da FAAP. A preparação para o exame realizado no último fim de semana teve início em abril, com o reconhecimento das instalações, a identificação das salas e o planejamento dos espaços que seriam disponibilizados. A estrutura da FAAP foi organizada para receber os candidatos e apoiar o adequado desenvolvimento de uma operação de grande porte e relevância nacional. Ao término da aplicação, as provas foram recolhidas, devidamente lacradas e encaminhadas à Comissão de Avaliação e Fiscalização, seguindo os protocolos de segurança estabelecidos pelo Exército Brasileiro. A realização de mais essa atividade conjunta reafirma a solidez da parceria entre a FAAP e o Exército Brasileiro e o compromisso da Fundação com iniciativas de interesse público. Novas ações estão previstas no âmbito dessa colaboração. Para acompanhar outras atividades realizadas pela FAAP, siga os canais oficiais da


Business and International Affairs

Missão “Doing Business in China” leva alunos da FAAP a uma imersão no maior polo de inovação da Ásia  

Alunos dos cursos de Administração, Economia e Relações Internacionais da FAAP participaram, em julho, da missão internacional Doing Business in China, iniciativa vinculada ao Programa Business and International Affairs (BIA), que proporcionou uma imersão acadêmica e profissional em alguns dos mais importantes centros de inovação, negócios e relações internacionais da China.   Ao longo de quase duas semanas, a delegação percorreu Pequim, Hangzhou e Xangai, em uma programação que integrou universidades de excelência, empresas líderes globais, instituições financeiras multilaterais, órgãos de governo e organizações responsáveis por fortalecer as relações entre Brasil e China.   O grupo foi acompanhado pela professora Fernanda Magnotta, coordenadora do curso BIA e idealizadora da missão, e por Juliana Baeza, coordenadora de Relações Institucionais da FAAP.   Entre as atividades, os estudantes visitaram a University of International Business and Economics (UIBE) e a Zhejiang University, uma das principais universidades da Ásia, além do parque tecnológico TusStar, ligado à Universidade Tsinghua, considerado um dos mais relevantes ecossistemas de inovação do país.   A programação também incluiu encontros na Embaixada do Brasil em Pequim e na ApexBrasil, além de visitas técnicas a empresas e instituições como Alibaba, Dahua Technology, Supcon, Meituan, Vale, Suzano, Banco do Brasil e o Novo Banco de Desenvolvimento (NDB), conhecido como Banco dos BRICS. Os estudantes ainda tiveram contato com aspectos históricos, culturais e sociais da China, ampliando a compreensão sobre o país para além do ambiente de negócios.   Para Fernanda Magnotta, a experiência representa uma nova forma de formar profissionais preparados para um ambiente internacional cada vez mais complexo.   “Nosso objetivo nunca foi apenas conhecer empresas ou universidades. Queríamos proporcionar uma experiência capaz de conectar teoria e prática, ampliar horizontes e mostrar aos alunos, no próprio local, como funciona um dos ecossistemas econômicos e tecnológicos mais importantes do mundo. A China precisa ser compreendida a partir da experiência, e foi exatamente isso que vivemos.”   Segundo Juliana Baeza, a missão também evidencia o compromisso da FAAP com uma formação internacional de excelência.  “Foi muito especial acompanhar de perto o crescimento dos alunos ao longo da viagem. Além do aprendizado acadêmico, vimos o desenvolvimento da autonomia, da capacidade de adaptação, do trabalho em equipe e da sensibilidade intercultural. São competências fundamentais para quem pretende atuar em um mercado cada vez mais global.”   A missão integra a estratégia de internacionalização da FAAP e reforça a proposta do curso Business and International Affairs (BIA) de aproximar estudantes dos grandes temas da economia, dos negócios e das relações internacionais por meio de experiências práticas em ambientes de alta relevância global.   Para Victor Grinberg, responsável pela coordenação das Missões Internacionais da FAAP, iniciativas como essa representam um diferencial na formação dos estudantes.   “As missões internacionais permitem que os alunos vivenciem, na prática, aquilo que aprendem em sala de aula. O contato direto com empresas, universidades e instituições amplia repertórios, fortalece competências e transforma a forma como eles enxergam o mundo e suas próprias carreiras.”   Ao final da missão, os participantes destacaram o impacto da experiência na formação acadêmica e pessoal, ressaltando o contato direto com organizações estratégicas, a convivência com diferentes culturas e a oportunidade de compreender, de forma concreta, as transformações econômicas, tecnológicas e geopolíticas que moldam o cenário


MAB FAAP

Exposição “Miró: Mestre das Formas” ganha destaque em primeira mão na coluna de Alice Ferraz, no Estadão 

A exposição “Miró: Mestre das Formas”, que será apresentada pelo Instituto Totex e Museu de Arte Brasileira da FAAP (MAB FAAP) a partir de 7 de agosto, foi destaque em primeira mão na coluna da jornalista Alice Ferraz, publicada nesta terça-feira no jornal O Estado de S. Paulo.   A reportagem antecipa informações sobre a mostra, considerada uma das mais relevantes dedicadas ao artista espanhol Joan Miró já realizadas no Brasil. A exposição reunirá mais de 100 obras originais, entre pinturas, gravuras, esculturas, tapeçarias, fotografias e documentos históricos, proporcionando ao público um panorama abrangente da trajetória e da produção artística de um dos principais nomes da arte moderna do século XX.   Com curadoria de Jordi J. Claverol, a exposição será organizada em cinco núcleos temáticos, permitindo ao visitante percorrer diferentes momentos da carreira de Miró e compreender a evolução de sua linguagem artística.   Na publicação, a Conselheira da FAAP, Sra. Pilar Guillon Liotti, destaca a relevância da iniciativa para a instituição e para o cenário cultural brasileiro:   “Receber no MAB FAAP um conjunto inédito de obras que revela essa trajetória e reafirmar o compromisso do museu com exposições que ampliam o diálogo entre diferentes culturas.”   A coluna também ressalta o caráter inédito da mostra, que trará ao Brasil obras que nunca foram exibidas no país, resultado de um amplo trabalho de articulação internacional realizado em parceria entre a FAAP e o Instituto Totex.   A exposição reforça o compromisso do MAB FAAP em promover grandes mostras internacionais e ampliar o acesso do público brasileiro a importantes referências da arte mundial, consolidando o museu como um espaço de intercâmbio cultural e de valorização do patrimônio


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O futuro da carne bovina brasileira passa pelo conhecimento

Poucos setores brasileiros passaram por uma evolução tão grande quanto a carne bovina. No último ano, o Brasil não apenas manteve sua força nas exportações, mas assumiu também a liderança mundial na produção, com 12,35 milhões de toneladas produzidas, 3,5 milhões exportadas e quase US$ 18 bilhões em vendas externas.   Os números impressionam, mas, por si só, não explicam essa trajetória. Eles revelam a dimensão da responsabilidade que o Brasil passou a assumir no abastecimento mundial de proteína animal.  A carne bovina brasileira está presente em mais de 170 mercados, mas cerca de 70% de tudo o que produzimos continua no Brasil. É uma cadeia que atende o mundo sem deixar de abastecer a mesa dos brasileiros.   Essa posição não foi conquistada por acaso. É resultado de décadas de trabalho de pecuaristas, frigoríficos, técnicos, pesquisadores, autoridades sanitárias e profissionais que entenderam que produzir bem não bastava. Era preciso garantir regularidade, qualidade, sanidade e capacidade de atender o que cada mercado exige. Trata-se de uma construção coletiva, baseada na cooperação entre os setores público e privado, que consolidou a credibilidade internacional da carne bovina brasileira.  O mundo está mudando e o mercado da carne também. Países que historicamente tiveram grande produção enfrentam redução de rebanho, custos mais altos e limitações para ampliar a oferta. Ao mesmo tempo, cresce a demanda por proteína em regiões como a Ásia, o Oriente Médio e parte da África.  O Brasil tem espaço para ocupar parte dessa demanda. No ano passado, o país tinha 195,5 milhões de cabeças de gado, o maior rebanho comercial do mundo. Entre 2005 e 2025, a produção brasileira de carne bovina aumentou 41%, enquanto a área de pastagens diminuiu.   A pecuária brasileira de hoje é diferente da de duas décadas atrás. Temos mais genética, melhor manejo, nutrição mais precisa, confinamento, terminação intensiva a pasto, integração com outras atividades e mais tecnologia dentro da fazenda e da indústria.   Mas não há espaço para achar que o trabalho está pronto.   A abertura de mercados, a rastreabilidade, a agenda ambiental, os controles sanitários, as exigências de consumidores e as regras comerciais vão continuar influenciando diretamente o futuro da carne brasileira. O Brasil precisa estar preparado para responder a isso com informação, transparência e capacidade técnica.  A Associação Brasileira das Indústrias Exportadoras de Carnes (ABIEC) atua justamente nessa frente. Representamos uma indústria responsável por praticamente todas as exportações brasileiras de carne bovina. Trabalhamos para abrir mercados, defender o setor, dialogar com governos, acompanhar regulações internacionais e mostrar ao mundo o que a cadeia brasileira tem construído.   Só que esse ambiente exige gente preparada. A cadeia da carne deixou de ser um assunto restrito à fazenda ou ao frigorífico. Hoje, quem trabalha no setor precisa entender de produção, mercado, comércio exterior, sustentabilidade, sanidade, logística, legislação e comunicação.   Foi pensando nisso que criamos a Beef School, curso de extensão da ABIEC com a FAAP. A proposta é aproximar quem quer conhecer melhor a cadeia da realidade de um setor que movimenta mais de R$ 1,15 trilhão por ano e responde por cerca de 9% do PIB brasileiro.   A liderança conquistada pelo Brasil não é um ponto de chegada. É um compromisso permanente com a excelência, a inovação e a capacidade de evoluir. O futuro da carne bovina brasileira será construído por profissionais capazes de compreender as transformações do mercado, antecipar desafios e transformar conhecimento em vantagem

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