RELATÓRIO #MS360FAAP: INSTAGRAM FOI O MAIOR DESTAQUE DE 2015 NAS MÍDIAS SOCIAIS PARA AS MARCAS NO BRASIL

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Quem sabe trabalhar com imagens pode comemorar: a rede que mais cresceu em 2015 em número de seguidores de perfis de marcas foi o Instagram. Os números são da nova edição do relatório Mídias Sociais 360º, desenvolvido pelo Núcleo de Inovação em Mídia Digital da FAAP em parceria com a Socialbakers.

Comparando os resultados do último trimestre de 2014 com o mesmo período de 2015 fica claro o quanto cresceu a plataforma de imagens e vídeos curtos. As Top 100 marcas no Brasil (em número de interações) tinham 49.762 seguidores no último trimestre de 2014. Já no último trimestre de 2015 esse número saltou para 324.246.

O infográfico #MS360FAAP mostra também que outro importante destaque de 2015 foi o YouTube que aumentou mais que o dobro do número médio de assinantes nos canais de marcas de um ano para outro. No último trimestre de 2014, esse número era de 16.598. Já em outubro, novembro e dezembro de 2015, ficou em 36.315. A média de crescimento de assinantes por trimestre era de 3.282 em 2014, nos últimos três meses daquele ano, chegando a 7.203 em igual período de 2015.

Outros destaques da pesquisa: o tempo médio de resposta no Facebook aos usuários das Top 100 Marcas no Brasil foi de 3 horas e 39 minutos no último trimestre de 2015; os vídeos das principais marcas nacionais no YouTube têm, em média, duração de 2 minutos e 45 segundos; e 36% das publicações das Top 100 Marcas no Brasil usam de duas a três hashtags no Instagram.

O relatório completo pode ser baixado em www.faap.br/ms360faap.

 


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Quem sabe trabalhar com imagens pode comemorar: a rede que mais cresceu em 2015 em número de seguidores de perfis de marcas foi o Instagram. Os números são da nova edição do relatório Mídias Sociais 360º, desenvolvido pelo Núcleo de Inovação em Mídia Digital da FAAP em parceria com a Socialbakers.

Comparando os resultados do último trimestre de 2014 com o mesmo período de 2015 fica claro o quanto cresceu a plataforma de imagens e vídeos curtos. As Top 100 marcas no Brasil (em número de interações) tinham 49.762 seguidores no último trimestre de 2014. Já no último trimestre de 2015 esse número saltou para 324.246.

O infográfico #MS360FAAP mostra também que outro importante destaque de 2015 foi o YouTube que aumentou mais que o dobro do número médio de assinantes nos canais de marcas de um ano para outro. No último trimestre de 2014, esse número era de 16.598. Já em outubro, novembro e dezembro de 2015, ficou em 36.315. A média de crescimento de assinantes por trimestre era de 3.282 em 2014, nos últimos três meses daquele ano, chegando a 7.203 em igual período de 2015.

Outros destaques da pesquisa: o tempo médio de resposta no Facebook aos usuários das Top 100 Marcas no Brasil foi de 3 horas e 39 minutos no último trimestre de 2015; os vídeos das principais marcas nacionais no YouTube têm, em média, duração de 2 minutos e 45 segundos; e 36% das publicações das Top 100 Marcas no Brasil usam de duas a três hashtags no Instagram.

O relatório completo pode ser baixado em www.faap.br/ms360faap.

 


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O futuro da carne bovina brasileira passa pelo conhecimento

Poucos setores brasileiros passaram por uma evolução tão grande quanto a carne bovina. No último ano, o Brasil não apenas manteve sua força nas exportações, mas assumiu também a liderança mundial na produção, com 12,35 milhões de toneladas produzidas, 3,5 milhões exportadas e quase US$ 18 bilhões em vendas externas.   Os números impressionam, mas, por si só, não explicam essa trajetória. Eles revelam a dimensão da responsabilidade que o Brasil passou a assumir no abastecimento mundial de proteína animal.  A carne bovina brasileira está presente em mais de 170 mercados, mas cerca de 70% de tudo o que produzimos continua no Brasil. É uma cadeia que atende o mundo sem deixar de abastecer a mesa dos brasileiros.   Essa posição não foi conquistada por acaso. É resultado de décadas de trabalho de pecuaristas, frigoríficos, técnicos, pesquisadores, autoridades sanitárias e profissionais que entenderam que produzir bem não bastava. Era preciso garantir regularidade, qualidade, sanidade e capacidade de atender o que cada mercado exige. Trata-se de uma construção coletiva, baseada na cooperação entre os setores público e privado, que consolidou a credibilidade internacional da carne bovina brasileira.  O mundo está mudando e o mercado da carne também. Países que historicamente tiveram grande produção enfrentam redução de rebanho, custos mais altos e limitações para ampliar a oferta. Ao mesmo tempo, cresce a demanda por proteína em regiões como a Ásia, o Oriente Médio e parte da África.  O Brasil tem espaço para ocupar parte dessa demanda. No ano passado, o país tinha 195,5 milhões de cabeças de gado, o maior rebanho comercial do mundo. Entre 2005 e 2025, a produção brasileira de carne bovina aumentou 41%, enquanto a área de pastagens diminuiu.   A pecuária brasileira de hoje é diferente da de duas décadas atrás. Temos mais genética, melhor manejo, nutrição mais precisa, confinamento, terminação intensiva a pasto, integração com outras atividades e mais tecnologia dentro da fazenda e da indústria.   Mas não há espaço para achar que o trabalho está pronto.   A abertura de mercados, a rastreabilidade, a agenda ambiental, os controles sanitários, as exigências de consumidores e as regras comerciais vão continuar influenciando diretamente o futuro da carne brasileira. O Brasil precisa estar preparado para responder a isso com informação, transparência e capacidade técnica.  A Associação Brasileira das Indústrias Exportadoras de Carnes (ABIEC) atua justamente nessa frente. Representamos uma indústria responsável por praticamente todas as exportações brasileiras de carne bovina. Trabalhamos para abrir mercados, defender o setor, dialogar com governos, acompanhar regulações internacionais e mostrar ao mundo o que a cadeia brasileira tem construído.   Só que esse ambiente exige gente preparada. A cadeia da carne deixou de ser um assunto restrito à fazenda ou ao frigorífico. Hoje, quem trabalha no setor precisa entender de produção, mercado, comércio exterior, sustentabilidade, sanidade, logística, legislação e comunicação.   Foi pensando nisso que criamos a Beef School, curso de extensão da ABIEC com a FAAP. A proposta é aproximar quem quer conhecer melhor a cadeia da realidade de um setor que movimenta mais de R$ 1,15 trilhão por ano e responde por cerca de 9% do PIB brasileiro.   A liderança conquistada pelo Brasil não é um ponto de chegada. É um compromisso permanente com a excelência, a inovação e a capacidade de evoluir. O futuro da carne bovina brasileira será construído por profissionais capazes de compreender as transformações do mercado, antecipar desafios e transformar conhecimento em vantagem


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FAAP inicia a edição 2026 do Projeto SEED em parceria com instituições japonesas 

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Aluna de Moda da FAAP é finalista do Concurso Sou de Algodão 

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