RELATÓRIO MÍDIAS SOCIAIS 360º DA FAAP REVELA QUE MÉDIA DE TEMPO DE RESPOSTA DO E-COMMERCE NO FACEBOOK SOBE CONSIDERAVELMENTE NO 3º TRIMESTRE

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Vinte duas horas e quatorze minutos é o tempo médio de resposta das empresas do segmento de E-Commerce no Facebook, registrado entre os meses de julho, agosto e setembro. Os números constam no mais recente relatório Mídias Sociais 360º (#MS360FAAP), criado pelo Núcleo de Inovação em Mídia Digital (NiMD) da FAAP, em parceria com a plataforma Socialbakers.

O indicador surpreende, principalmente, porque retorna ao patamar do segundo trimestre de 2016, quando as empresas do segmento E-Commerce demoravam, em média, 5 horas e 4 minutos para responder aos usuários do Facebook. De janeiro a março de 2016, esse número era de 22 horas e 52 minutos – ainda maior do que o registrado agora.

Já o Instagram vem ganhando espaço e relevância a cada nova avaliação do #MS360FAAP, com crescimento de cerca de 30%, comparando-se os relatórios do primeiro trimestre do ano em relação ao último divulgado. A média de novos seguidores das 100 principais marcas da rede social de julho a setembro deste ano foi de 99.578 usuários. No trimestre imediatamente anterior, havia sido de 95.180. Já entre janeiro, fevereiro e março, essa média foi de 77.168.

Sobre o NiMD-FAAP

Lançado em novembro de 2013, o Núcleo de Inovação em Mídia Digital (NiMD) da FAAP tem como finalidade capacitar os profissionais da área, oferecer conhecimento prático aos estudantes de comunicação e ao público interessado no assunto e, especialmente, compartilhar com o mercado estudos e reflexões. A proposta é fomentar a evolução da linguagem digital e a comunicação entre marcas e seus consumidores.

Sobre o Socialbakers

É uma plataforma de analytics para mídias sociais user friendly. Única solução global que permite às marcas medir, comparar e destacar o sucesso de suas campanhas com real inteligência competitiva. Desde 2009, o Socialbakers continua a desenvolver ferramentas inovadoras continuamente, com foco em medir e maximizar a efetividade do marketing nas principais redes sociais. Com mais de 190 funcionários em 10 escritórios espalhados pelo globo, é uma das empresas do setor que mais cresce no mundo.

Outros números interessantes da pesquisa:

•Os vídeos das marcas têm, em média, 257.239 visualizações no YouTube;

•As páginas da categoria “Mídia/Notícias” são as que têm mais fãs no Facebook, em média 3.396.271 seguidores;

•No Twitter, as marcas demoram em média 9 horas e 24 minutos para responder seus seguidores.

O #MS360FAAP analisa, trimestralmente, o comportamento das 100 marcas com mais seguidores nas redes sociais brasileiras: Facebook, Twitter, Instagram e Youtube. É composto por diferentes gráficos nos quais é possível enxergar o comportamento das marcas e de seus seguidores. Os relatórios são divulgados no site www.faap.br/ms360faap. O acesso é gratuito.


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Vinte duas horas e quatorze minutos é o tempo médio de resposta das empresas do segmento de E-Commerce no Facebook, registrado entre os meses de julho, agosto e setembro. Os números constam no mais recente relatório Mídias Sociais 360º (#MS360FAAP), criado pelo Núcleo de Inovação em Mídia Digital (NiMD) da FAAP, em parceria com a plataforma Socialbakers.

O indicador surpreende, principalmente, porque retorna ao patamar do segundo trimestre de 2016, quando as empresas do segmento E-Commerce demoravam, em média, 5 horas e 4 minutos para responder aos usuários do Facebook. De janeiro a março de 2016, esse número era de 22 horas e 52 minutos – ainda maior do que o registrado agora.

Já o Instagram vem ganhando espaço e relevância a cada nova avaliação do #MS360FAAP, com crescimento de cerca de 30%, comparando-se os relatórios do primeiro trimestre do ano em relação ao último divulgado. A média de novos seguidores das 100 principais marcas da rede social de julho a setembro deste ano foi de 99.578 usuários. No trimestre imediatamente anterior, havia sido de 95.180. Já entre janeiro, fevereiro e março, essa média foi de 77.168.

Sobre o NiMD-FAAP

Lançado em novembro de 2013, o Núcleo de Inovação em Mídia Digital (NiMD) da FAAP tem como finalidade capacitar os profissionais da área, oferecer conhecimento prático aos estudantes de comunicação e ao público interessado no assunto e, especialmente, compartilhar com o mercado estudos e reflexões. A proposta é fomentar a evolução da linguagem digital e a comunicação entre marcas e seus consumidores.

Sobre o Socialbakers

É uma plataforma de analytics para mídias sociais user friendly. Única solução global que permite às marcas medir, comparar e destacar o sucesso de suas campanhas com real inteligência competitiva. Desde 2009, o Socialbakers continua a desenvolver ferramentas inovadoras continuamente, com foco em medir e maximizar a efetividade do marketing nas principais redes sociais. Com mais de 190 funcionários em 10 escritórios espalhados pelo globo, é uma das empresas do setor que mais cresce no mundo.

Outros números interessantes da pesquisa:

•Os vídeos das marcas têm, em média, 257.239 visualizações no YouTube;

•As páginas da categoria “Mídia/Notícias” são as que têm mais fãs no Facebook, em média 3.396.271 seguidores;

•No Twitter, as marcas demoram em média 9 horas e 24 minutos para responder seus seguidores.

O #MS360FAAP analisa, trimestralmente, o comportamento das 100 marcas com mais seguidores nas redes sociais brasileiras: Facebook, Twitter, Instagram e Youtube. É composto por diferentes gráficos nos quais é possível enxergar o comportamento das marcas e de seus seguidores. Os relatórios são divulgados no site www.faap.br/ms360faap. O acesso é gratuito.


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O futuro da carne bovina brasileira passa pelo conhecimento

Poucos setores brasileiros passaram por uma evolução tão grande quanto a carne bovina. No último ano, o Brasil não apenas manteve sua força nas exportações, mas assumiu também a liderança mundial na produção, com 12,35 milhões de toneladas produzidas, 3,5 milhões exportadas e quase US$ 18 bilhões em vendas externas.   Os números impressionam, mas, por si só, não explicam essa trajetória. Eles revelam a dimensão da responsabilidade que o Brasil passou a assumir no abastecimento mundial de proteína animal.  A carne bovina brasileira está presente em mais de 170 mercados, mas cerca de 70% de tudo o que produzimos continua no Brasil. É uma cadeia que atende o mundo sem deixar de abastecer a mesa dos brasileiros.   Essa posição não foi conquistada por acaso. É resultado de décadas de trabalho de pecuaristas, frigoríficos, técnicos, pesquisadores, autoridades sanitárias e profissionais que entenderam que produzir bem não bastava. Era preciso garantir regularidade, qualidade, sanidade e capacidade de atender o que cada mercado exige. Trata-se de uma construção coletiva, baseada na cooperação entre os setores público e privado, que consolidou a credibilidade internacional da carne bovina brasileira.  O mundo está mudando e o mercado da carne também. Países que historicamente tiveram grande produção enfrentam redução de rebanho, custos mais altos e limitações para ampliar a oferta. Ao mesmo tempo, cresce a demanda por proteína em regiões como a Ásia, o Oriente Médio e parte da África.  O Brasil tem espaço para ocupar parte dessa demanda. No ano passado, o país tinha 195,5 milhões de cabeças de gado, o maior rebanho comercial do mundo. Entre 2005 e 2025, a produção brasileira de carne bovina aumentou 41%, enquanto a área de pastagens diminuiu.   A pecuária brasileira de hoje é diferente da de duas décadas atrás. Temos mais genética, melhor manejo, nutrição mais precisa, confinamento, terminação intensiva a pasto, integração com outras atividades e mais tecnologia dentro da fazenda e da indústria.   Mas não há espaço para achar que o trabalho está pronto.   A abertura de mercados, a rastreabilidade, a agenda ambiental, os controles sanitários, as exigências de consumidores e as regras comerciais vão continuar influenciando diretamente o futuro da carne brasileira. O Brasil precisa estar preparado para responder a isso com informação, transparência e capacidade técnica.  A Associação Brasileira das Indústrias Exportadoras de Carnes (ABIEC) atua justamente nessa frente. Representamos uma indústria responsável por praticamente todas as exportações brasileiras de carne bovina. Trabalhamos para abrir mercados, defender o setor, dialogar com governos, acompanhar regulações internacionais e mostrar ao mundo o que a cadeia brasileira tem construído.   Só que esse ambiente exige gente preparada. A cadeia da carne deixou de ser um assunto restrito à fazenda ou ao frigorífico. Hoje, quem trabalha no setor precisa entender de produção, mercado, comércio exterior, sustentabilidade, sanidade, logística, legislação e comunicação.   Foi pensando nisso que criamos a Beef School, curso de extensão da ABIEC com a FAAP. A proposta é aproximar quem quer conhecer melhor a cadeia da realidade de um setor que movimenta mais de R$ 1,15 trilhão por ano e responde por cerca de 9% do PIB brasileiro.   A liderança conquistada pelo Brasil não é um ponto de chegada. É um compromisso permanente com a excelência, a inovação e a capacidade de evoluir. O futuro da carne bovina brasileira será construído por profissionais capazes de compreender as transformações do mercado, antecipar desafios e transformar conhecimento em vantagem


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FAAP inicia a edição 2026 do Projeto SEED em parceria com instituições japonesas 

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