PARTICIPE DA PALESTRA “SERGIO LARRAIN – A FOTOGRAFIA COMO EXCEÇÃO” – INSCRIÇÕES ABERTAS – 23 DE OUTUBRO

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A FAAP realiza, no dia 23 de outubro, a palestra “Sergio Larrain – A Fotografia como Exceção”, que será ministrada por Jorge Schwartz, professor titular aposentado da USP e diretor do Museu Lasar Segall de 2008 a 2018. A mediação ficará por conta da professora Caru Duprat, coordenadora do curso de pós-graduação em História da Arte da FAAP.

O fotógrafo chileno Sergio Larrain (1931-2012) chegou onde nenhum outro fotógrafo latino-americano conseguiu. Começou a fotografar em 1953 e seus anos áureos foram as décadas de 1950 e 1960. Em 1978, foi para o norte do Chile procurar respostas na ioga e na meditação, ficando por lá até a sua morte em 2012. “Uma boa imagem nasce de um estado de graça”, escreveu Larrain. Pertenceu à prestigiosa agência Magnum, teve Cartier-Bresson como mentor e é considerado hoje um dos grandes artistas do século XX. A partir de abril de 2019, suas obras estarão expostas no Instituto Moreira Salles, na Avenida Paulista.

 

Palestrante

JORGE SCHWARTZ

Professor titular aposentado da USP e diretor do Museu Lasar Segall de 2008 a 2018. Entre seus livros estão “Vanguarda e Cosmopolitismo” e “Fervor das Vanguardas” (Companhia das Letras, ganhador do prêmio Jabuti). Organizou, entre outros, a “Caixa Modernista e as Vanguardas Latino-americanas” (EDUSP). Faz parte do Comitê Editorial das Obras Completas de Jorge Luis Borges (Companhia das Letras) e coordena, junto com Gênese Andrade, a obra completa de Oswald de Andrade (Companhia das Letras).

 

FAÇA AQUI A SUA INSCRIÇÃO

 

Palestra “Sergio Larrain – A Fotografia como Exceção”

Data: 23 de outubro

Horário: 19h30

Local: FAAP São Paulo – Auditório 2

Rua: Alagoas, 903 – Higienópolis

Mais informações: (11) 3662.7449 / pos@faap.br / pos.faap.br/sp


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A FAAP realiza, no dia 23 de outubro, a palestra “Sergio Larrain – A Fotografia como Exceção”, que será ministrada por Jorge Schwartz, professor titular aposentado da USP e diretor do Museu Lasar Segall de 2008 a 2018. A mediação ficará por conta da professora Caru Duprat, coordenadora do curso de pós-graduação em História da Arte da FAAP.

O fotógrafo chileno Sergio Larrain (1931-2012) chegou onde nenhum outro fotógrafo latino-americano conseguiu. Começou a fotografar em 1953 e seus anos áureos foram as décadas de 1950 e 1960. Em 1978, foi para o norte do Chile procurar respostas na ioga e na meditação, ficando por lá até a sua morte em 2012. “Uma boa imagem nasce de um estado de graça”, escreveu Larrain. Pertenceu à prestigiosa agência Magnum, teve Cartier-Bresson como mentor e é considerado hoje um dos grandes artistas do século XX. A partir de abril de 2019, suas obras estarão expostas no Instituto Moreira Salles, na Avenida Paulista.

 

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JORGE SCHWARTZ

Professor titular aposentado da USP e diretor do Museu Lasar Segall de 2008 a 2018. Entre seus livros estão “Vanguarda e Cosmopolitismo” e “Fervor das Vanguardas” (Companhia das Letras, ganhador do prêmio Jabuti). Organizou, entre outros, a “Caixa Modernista e as Vanguardas Latino-americanas” (EDUSP). Faz parte do Comitê Editorial das Obras Completas de Jorge Luis Borges (Companhia das Letras) e coordena, junto com Gênese Andrade, a obra completa de Oswald de Andrade (Companhia das Letras).

 

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Data: 23 de outubro

Horário: 19h30

Local: FAAP São Paulo – Auditório 2

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WAIFF 2026 estreia no Brasil e transforma FAAP em polo de debates sobre IA e audiovisual  

O World AI Film Festival (WAIFF) encerrou neste sábado (28) sua primeira edição no Brasil, após dois dias de programação intensa na FAAP, em São Paulo. O festival reuniu profissionais do audiovisual, da publicidade, do streaming e da tecnologia para discutir, na prática, como a Inteligência Artificial já está redesenhando a criação e a produção de conteúdo no mundo.   Realizado nos dias 27 e 28 de fevereiro, o WAIFF 2026 marcou a entrada oficial de São Paulo na rede global de encontros dedicados à IA no audiovisual, consolidando a cidade como um dos hubs da discussão internacional sobre o tema.   Na abertura, os organizadores destacaram o simbolismo de trazer o festival para o Brasil em um momento em que o mercado audiovisual vive incertezas e, ao mesmo tempo, enxerga na IA novas possibilidades de criação, modelos de negócio e acesso a ferramentas antes restritas a grandes estúdios.   Ao longo dos dois dias, o WAIFF 2026 promoveu um mergulho nas transformações em curso na indústria. Painéis e mesas de debate trataram desde o uso da IA na escrita de roteiros, edição e pós-produção, até seus impactos em publicidade, streaming, formatos digitais e na relação entre criadores, marcas e plataformas.   Executivos, produtores, criadores de conteúdo e profissionais ligados à televisão e à publicidade participaram de discussões sobre:  – Formatos curtos e engajamento nas redes; – O uso da IA em longa-metragens e séries; – Desafios jurídicos, direitos autorais e ética; – Modelos de negócio para um mercado impactado pela automação.   A Agência Ampfy realizou, ainda na sexta-feira (27), uma Maratona Criativa exclusiva para alunos da FAAP, apresentando cases premiados que utilizaram Inteligência Artificial de forma inovadora e estratégica. Além da palestra, os estudantes foram convidados a desenvolver um projeto para um cliente real, a CVC Turismo, aplicando IA em sua proposta. A melhor ideia será selecionada e seus autores concorrerão a uma vaga de estágio na Ampfy, reforçando o compromisso da FAAP em aproximar seus alunos do mercado de trabalho.    O segundo dia concentrou parte das discussões sobre o futuro do audiovisual, o papel dos criadores independentes e a importância de formação e qualificação profissional para uso responsável das novas tecnologias.   Um dos momentos de destaque foi a palestra de Nizan Guanaes, que abordou a criatividade em tempos de Inteligência Artificial, e de Fabiano Gullane, ex-aluno da FAAP e um dos mais importantes produtores cinematográficos do país.   Paralelamente às palestras e aos painéis, o festival exibiu a Mostra Competitiva WAIFF 2026, com produções nacionais e internacionais realizadas com o apoio de Inteligência Artificial em diferentes estágios do processo criativo.   Os filmes concorreram nas categorias Longa-metragem, Série Vertical, Publicidade, Curta-metragem – Animação, Curta-metragem – Documentário, Curta-metragem – Fantasia, Curta-metragem – Ação, Curta-metragem – Drama, além dos prêmios de Melhor Diretora,  Jovem Diretor e Melhor do Festival. Os finalistas foram escolhidos por um júri formado por profissionais como Jacqueline Sato (Atriz, roteirista e produtora – Presidente do Júri), Fabiano Gullane (Produtor e sócio da Gullane Filmes), Heitor Dhalia (Cineasta, diretor de O Cheiro do Ralo e DNA do Crime), Lyara Oliveira (Gestora e produtora especialista em audiovisual), Paulo Aguiar (Criador do CR_IA) e Tadeu Jungle (Diretor, roteirista, poeta visual e videoartista).  A cerimônia de premiação, realizada na tarde de sábado, no palco principal, encerrou o festival destacando a diversidade de linguagens, abordagens estéticas e temas explorados com o uso de IA. Reforçando que a tecnologia já faz parte do vocabulário criativo de uma nova geração de realizadores.   Ao aproximar criadores, empresas de tecnologia, estudantes, produtores e agentes do mercado, o festival mostrou que a discussão sobre IA já não é futurista: ela é parte do presente da produção audiovisual e deve se intensificar nos próximos

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