OPEN ESTUDIO DA RESIDÊNCIA ARTÍSTICA FAAP INTEGRA PROGRAMAÇÃO DO CIRCUITO DE ATELIÊS ABERTOS DA SP-FOTO 2019 – 17 DE AGOSTO

CATEGORIA


DATA


COMPARTILHE


No dia 17 de agosto, os artistas Gauri Kulkarni (Índia), Lucas Demps (RJ – Brasil), Gabriela Godói (Canadá/ Brasil), Maíra Dietrich (SC – Brasil), Bianca Madruga (RJ – Brasil), Guillermo Rodriguez (Porto Rico), Genietta Varsi (Peru) e Ygor Landarin ( RS – Brasil) participarão do Open Studio promovido pela Residência Artística FAAP. O evento – gratuito – é uma oportunidade para que o público possa conhecer os artistas, as diferentes culturas, os trabalhos e pesquisas que estão sendo realizados.

As ações e experiências vividas pelos residentes são objetos de discussões com alunos e interessados que frequentam também os Seminários de Investigações Contemporâneas promovidos pelos cursos de Artes Visuais da FAAP.

O Open Studio fará parte do Circuito de Ateliês Abertos da 13ª edição da Feira de Fotografia de São Paulo – SP-Foto 2019, considerado o evento mais importante voltado ao trabalho fotográfico no Brasil.

A Residência Artística FAAP tem como objetivo oferecer um espaço privilegiado para troca de experiências na área de artes visuais. Instalada no Edifício Lutetia, na Praça do Patriarca, a Residência Artística FAAP possui dez amplos estúdios para acomodar os artistas que participam do programa a partir de processo seletivo realizado a cada início de semestre. Mais de 350 artistas de todos os continentes já passaram pelo espaço. No Edifício Lutetia, há ainda uma extensão do MAB FAAP, onde são realizadas exposições de alunos e de artistas residentes.

 

Open Studio – Residência Artística FAAP

Data: 17/08 (sábado)

Horário: das 13h às 18h

Local: Edifício Lutetia

Endereço: Praça do Patriarca, 78 – Sé

Mais informações: (11) 3101-1776 ou resartisfaap.info@faap.br

Site: www.faap.br/residenciaartistica

 

SAIBA MAIS SOBRE OS ARTISTAS RESIDENTES:

 

Bianca Madruga (RJ/Brasil) Artista visual. Doutoranda em Artes Visuais pela UERJ. Formou-se em Filosofia pela Universidade Federal Fluminense (UFF), tendo os títulos de bacharelado e licenciatura. Mestre em Filosofia da Arte e Estética pela Universidade Federal Fluminense (UFF), com a dissertação: “O partido das coisas nas Artes Visuais”, uma leitura a partir da noção de fim da arte em Hegel e Danto. Também atua como curadora e cogestora no coletivo A MESA, que promove exposições em galeria própria no Morro da Conceição, no Rio de Janeiro, desde 2015.

Sobre o trabalho: Há algum tempo, o trabalho começou a se desdobrar a partir da ideia de horizonte. O interesse veio da ambivalência da palavra horizonte, que se refere tanto a uma temporalidade quanto a uma noção de espaço. Horizonte é porvir, limite, linha e espaço de realização do possível. Diante de um futuro que parece sempre escapar em uma espécie de eterno presente, em que as aspirações relativas ao amanhã parecem ter se rarefeito, aparece uma espécie de paradoxo: esse retorno incessante do presente enquanto vazio e, ao mesmo tempo, enquanto núcleo temporal do desejo.

 

Gabriela Godoi (São Paulo/SP, vivendo em Vancouver) é artista plástica e educadora. Mestre em Artes Plásticas pela Emily Carr University of Art and Design (Vancouver, BC). Obteve, pela Universidade Belas Artes (São Paulo, SP), sua licenciatura em Artes e seu bacharel em Artes Plásticas pela FAAP (São Paulo, SP). Em anos prévios, foi selecionada para participar em coletivos no 44º Salão de Arte Contemporânea de Piracicaba e no 41º Salão de Arte Contemporânea Luiz Sacilotto. Sua pesquisa aborda questões que permeiam o corpo, a identidade, relações interpessoais e a sexualidade. Trabalha primariamente com pintura e objetos manufaturados na intenção de expandir os limites binários entre figura e fundo, o revelar e ocultar, o Eu e o Outro. Vive e trabalha em Vancouver, no Canadá.

Gauri Kulkarni (Índia) – 22 anos de idade, dobrando e desdobrando o caminho para a compreensão da arte natural em torno de nós. Projeto de um espaço público maior e uma estudante de fotografia. Graduada recente pelo Instituto Srishti de Design de Arte e Tecnologia, Bangalore / Índia.Sua prática é inclinada para pesquisa e como fazer que cada movimento seu seja para a sustentabilidade. Usa as cinco palavras para se encaixarem na sua prática – 1. Sustentável, 2. Versátil 3. Inovador, 4. Organizado, 5. Delineado. É uma artista multidisciplinar e designer. O design do espaço urbano sempre a intrigou. Além disso, também mantém uma profunda paixão e gosto pela vida selvagem e fotografia da vida selvagem.

 

Genietta Varsi (1991, Lima, Peru) trabalha com e em torno do corpo humano – usando ferramentas médicas, químicas, eletrônicas e antropológicas para investigar e questionar os modelos impostos pelas estruturas de poder. Os principais materiais com que trabalha são restos e fluidos humanos: ossos, cabelos, unhas, urina, sangue, saliva, lágrimas, leite, sêmen, etc. Seu trabalho consiste na manipulação do corpo e dos comportamentos humanos por meio de diferentes metodologias e resultados, entre eles escultura, instalação, som e performance.Genietta é bacharel em Artes Visuais com especialização em Escultura pela Pontifícia Universidade Católica do Peru. Fez duas residências em 2018 na Casa Uberbau, São Paulo, e Molten Capital, Museu de Arte Contemporânea – Quinta Normal, Santiago do Chile, e uma em 2019, na Fundação Delfina, em Londres.Ela teve três exposições individuais em Lima, no Peru: “El dedo pulgar es el ejecuta”, 2018, Galería Ginsberg; “Pulsos y pulsiones” (Pulso e Impulso), 2016, Galería Rottenslat; e “Diagnóstico de Corporeidade Reprimida” (Diagnóstico da Corporeidade Reprimida), Galería Rottenslat. Ela também fez parte de exposições coletivas no Chile, na República Tcheca e na Argentina.Genietta é também cofundadora e codiretora do SERES, uma plataforma que exibe, educa e cria arte em Lima.

 

Guillermo Rodríguez (Porto Rico)

Guillermo Rodríguez (San Juan, 1986) estudou Artes Plásticas e Escultura na Universidade de Porto Rico. Ele completou o bacharelado em Goldsmiths College, Universidade de Londres, em 2010, e um mestrado em Curadoria de Artes Visuais na Universidade Nacional Tres de Febrero, em Buenos Aires. Participou da Residência da Rauschemberg Foundation, da Residência de Artes Visuais do Banff Centre e, em 2015, abriu a Residência da Iniciativa Davidoff Arts, uma colaboração entre o Atelier Mondial e a Academia de Arte e Design da FHNW em Basel. Sua obra foi exposta na 11ª Bienal de Havana: “Práticas Artísticas e Imaginários Sociais”, “Artesur: Ficções Coletivas”, no Palais de Tokyo (Paris), e “End of the Game”, Fundação Proa (Buenos Aires). Seus projetos curatoriais recentes incluem “Herbaria”’, no Centro para o Desenvolvimento de Artes Visuais, em Havana, e “Balancing a Blade on Diamond Grass (Balancing a Diamond on a Blade of Grass)”, em El Lobi, San Juan.

 

demps (RJ/Brasil) teve sua educação artística inicial em ateliês de escultura e de joalheria, assim como em grupos de pesquisa, estudos e produções artísticas. Cumpriu programas de formação e bolsas de estudo na Escola de Artes Visuais do Parque Lage (Fundamentação, Práticas Artísticas Contemporâneas, nível 2, Núcleo de Imagem em Movimento, entre outros). Atualmente, é mestrando no Departamento de Artes e Design da PUC-Rio, onde desenvolve pesquisa sobre a estética do embaçamento de fronteiras entre práticas artísticas contemporâneas e processos cotidianos. Seu trabalho se propõe a lidar com as condições e imprecisões do uso da linguagem humana, tendo como referência o corpo e suas manifestações cotidianas e atravessando diversas mídias da produção artística. Desde 2013, participa de exposições coletivas no Brasil e no exterior, tendo sua primeira individual ocorrido em 2018, na Galeria Oriente (Rio de Janeiro, RJ).

 

Maíra Dietrich (SC/ Brasil) nasceu em 1988, Florianópolis, Brasil.Bacharel em Artes Plásticas pela UDESC-Florianópolis, mestre em Fine Arts pelo KASK-Ghent e graduanda em Biblioteconomia na USP-São Paulo. Exposições individuais como Spelling P no 019, Ghent, Visão periférica, no Paço das Artes, São Paulo, e Escrito, na Fundação Cultural BADESC, Florianópolis. Exposições coletivas no Musée des Abattoirs, Toulouse, Convent, em Ghent, entre outras. Participou de residências na Casa Tomada, em São Paulo, Proyecto ‘Ace, em Buenos Aires, e AFFECT, em Berlim. Desde 2015, colabora com a Casa do Povo, São Paulo, onde desenvolveu a Oficina de Anedotas Anecdote, em 2017. Desde 2012, coordena a editora freestyle A Missão.

 

Ygor Landarin (RJ/Brasil)nasceu em Uruguaiana, mas com um ano de idade mudou-se para Florianópolis. Vive há cerca de 5 anos no Rio de Janeiro. Seus processos compõem híbridos entre as culturas que fazem parte de suas raízes e onde vive atualmente, subvertendo materiais e compondo analogias a questões contemporâneas e históricas. Trabalhou por 2 anos como assistente da artista Brígida Baltar e por 5 meses para a artista Ana Miguel. Recentemente, fez sua primeira individual chamada “Corpo Contido”, na Galeria Inox. Participou das exposições coletivas Flutuantes (Paço Imperial); Formação Deformação (Escola de Artes Visuais do Parque Lage); Pouso de emergência (Caixa Preta); Fixo só o prego (Espaço Sérgio Porto); Fosso 7 (Fosso).

 


COMPARTILHE

COMPARTILHE

No dia 17 de agosto, os artistas Gauri Kulkarni (Índia), Lucas Demps (RJ – Brasil), Gabriela Godói (Canadá/ Brasil), Maíra Dietrich (SC – Brasil), Bianca Madruga (RJ – Brasil), Guillermo Rodriguez (Porto Rico), Genietta Varsi (Peru) e Ygor Landarin ( RS – Brasil) participarão do Open Studio promovido pela Residência Artística FAAP. O evento – gratuito – é uma oportunidade para que o público possa conhecer os artistas, as diferentes culturas, os trabalhos e pesquisas que estão sendo realizados.

As ações e experiências vividas pelos residentes são objetos de discussões com alunos e interessados que frequentam também os Seminários de Investigações Contemporâneas promovidos pelos cursos de Artes Visuais da FAAP.

O Open Studio fará parte do Circuito de Ateliês Abertos da 13ª edição da Feira de Fotografia de São Paulo – SP-Foto 2019, considerado o evento mais importante voltado ao trabalho fotográfico no Brasil.

A Residência Artística FAAP tem como objetivo oferecer um espaço privilegiado para troca de experiências na área de artes visuais. Instalada no Edifício Lutetia, na Praça do Patriarca, a Residência Artística FAAP possui dez amplos estúdios para acomodar os artistas que participam do programa a partir de processo seletivo realizado a cada início de semestre. Mais de 350 artistas de todos os continentes já passaram pelo espaço. No Edifício Lutetia, há ainda uma extensão do MAB FAAP, onde são realizadas exposições de alunos e de artistas residentes.

 

Open Studio – Residência Artística FAAP

Data: 17/08 (sábado)

Horário: das 13h às 18h

Local: Edifício Lutetia

Endereço: Praça do Patriarca, 78 – Sé

Mais informações: (11) 3101-1776 ou resartisfaap.info@faap.br

Site: www.faap.br/residenciaartistica

 

SAIBA MAIS SOBRE OS ARTISTAS RESIDENTES:

 

Bianca Madruga (RJ/Brasil) Artista visual. Doutoranda em Artes Visuais pela UERJ. Formou-se em Filosofia pela Universidade Federal Fluminense (UFF), tendo os títulos de bacharelado e licenciatura. Mestre em Filosofia da Arte e Estética pela Universidade Federal Fluminense (UFF), com a dissertação: “O partido das coisas nas Artes Visuais”, uma leitura a partir da noção de fim da arte em Hegel e Danto. Também atua como curadora e cogestora no coletivo A MESA, que promove exposições em galeria própria no Morro da Conceição, no Rio de Janeiro, desde 2015.

Sobre o trabalho: Há algum tempo, o trabalho começou a se desdobrar a partir da ideia de horizonte. O interesse veio da ambivalência da palavra horizonte, que se refere tanto a uma temporalidade quanto a uma noção de espaço. Horizonte é porvir, limite, linha e espaço de realização do possível. Diante de um futuro que parece sempre escapar em uma espécie de eterno presente, em que as aspirações relativas ao amanhã parecem ter se rarefeito, aparece uma espécie de paradoxo: esse retorno incessante do presente enquanto vazio e, ao mesmo tempo, enquanto núcleo temporal do desejo.

 

Gabriela Godoi (São Paulo/SP, vivendo em Vancouver) é artista plástica e educadora. Mestre em Artes Plásticas pela Emily Carr University of Art and Design (Vancouver, BC). Obteve, pela Universidade Belas Artes (São Paulo, SP), sua licenciatura em Artes e seu bacharel em Artes Plásticas pela FAAP (São Paulo, SP). Em anos prévios, foi selecionada para participar em coletivos no 44º Salão de Arte Contemporânea de Piracicaba e no 41º Salão de Arte Contemporânea Luiz Sacilotto. Sua pesquisa aborda questões que permeiam o corpo, a identidade, relações interpessoais e a sexualidade. Trabalha primariamente com pintura e objetos manufaturados na intenção de expandir os limites binários entre figura e fundo, o revelar e ocultar, o Eu e o Outro. Vive e trabalha em Vancouver, no Canadá.

Gauri Kulkarni (Índia) – 22 anos de idade, dobrando e desdobrando o caminho para a compreensão da arte natural em torno de nós. Projeto de um espaço público maior e uma estudante de fotografia. Graduada recente pelo Instituto Srishti de Design de Arte e Tecnologia, Bangalore / Índia.Sua prática é inclinada para pesquisa e como fazer que cada movimento seu seja para a sustentabilidade. Usa as cinco palavras para se encaixarem na sua prática – 1. Sustentável, 2. Versátil 3. Inovador, 4. Organizado, 5. Delineado. É uma artista multidisciplinar e designer. O design do espaço urbano sempre a intrigou. Além disso, também mantém uma profunda paixão e gosto pela vida selvagem e fotografia da vida selvagem.

 

Genietta Varsi (1991, Lima, Peru) trabalha com e em torno do corpo humano – usando ferramentas médicas, químicas, eletrônicas e antropológicas para investigar e questionar os modelos impostos pelas estruturas de poder. Os principais materiais com que trabalha são restos e fluidos humanos: ossos, cabelos, unhas, urina, sangue, saliva, lágrimas, leite, sêmen, etc. Seu trabalho consiste na manipulação do corpo e dos comportamentos humanos por meio de diferentes metodologias e resultados, entre eles escultura, instalação, som e performance.Genietta é bacharel em Artes Visuais com especialização em Escultura pela Pontifícia Universidade Católica do Peru. Fez duas residências em 2018 na Casa Uberbau, São Paulo, e Molten Capital, Museu de Arte Contemporânea – Quinta Normal, Santiago do Chile, e uma em 2019, na Fundação Delfina, em Londres.Ela teve três exposições individuais em Lima, no Peru: “El dedo pulgar es el ejecuta”, 2018, Galería Ginsberg; “Pulsos y pulsiones” (Pulso e Impulso), 2016, Galería Rottenslat; e “Diagnóstico de Corporeidade Reprimida” (Diagnóstico da Corporeidade Reprimida), Galería Rottenslat. Ela também fez parte de exposições coletivas no Chile, na República Tcheca e na Argentina.Genietta é também cofundadora e codiretora do SERES, uma plataforma que exibe, educa e cria arte em Lima.

 

Guillermo Rodríguez (Porto Rico)

Guillermo Rodríguez (San Juan, 1986) estudou Artes Plásticas e Escultura na Universidade de Porto Rico. Ele completou o bacharelado em Goldsmiths College, Universidade de Londres, em 2010, e um mestrado em Curadoria de Artes Visuais na Universidade Nacional Tres de Febrero, em Buenos Aires. Participou da Residência da Rauschemberg Foundation, da Residência de Artes Visuais do Banff Centre e, em 2015, abriu a Residência da Iniciativa Davidoff Arts, uma colaboração entre o Atelier Mondial e a Academia de Arte e Design da FHNW em Basel. Sua obra foi exposta na 11ª Bienal de Havana: “Práticas Artísticas e Imaginários Sociais”, “Artesur: Ficções Coletivas”, no Palais de Tokyo (Paris), e “End of the Game”, Fundação Proa (Buenos Aires). Seus projetos curatoriais recentes incluem “Herbaria”’, no Centro para o Desenvolvimento de Artes Visuais, em Havana, e “Balancing a Blade on Diamond Grass (Balancing a Diamond on a Blade of Grass)”, em El Lobi, San Juan.

 

demps (RJ/Brasil) teve sua educação artística inicial em ateliês de escultura e de joalheria, assim como em grupos de pesquisa, estudos e produções artísticas. Cumpriu programas de formação e bolsas de estudo na Escola de Artes Visuais do Parque Lage (Fundamentação, Práticas Artísticas Contemporâneas, nível 2, Núcleo de Imagem em Movimento, entre outros). Atualmente, é mestrando no Departamento de Artes e Design da PUC-Rio, onde desenvolve pesquisa sobre a estética do embaçamento de fronteiras entre práticas artísticas contemporâneas e processos cotidianos. Seu trabalho se propõe a lidar com as condições e imprecisões do uso da linguagem humana, tendo como referência o corpo e suas manifestações cotidianas e atravessando diversas mídias da produção artística. Desde 2013, participa de exposições coletivas no Brasil e no exterior, tendo sua primeira individual ocorrido em 2018, na Galeria Oriente (Rio de Janeiro, RJ).

 

Maíra Dietrich (SC/ Brasil) nasceu em 1988, Florianópolis, Brasil.Bacharel em Artes Plásticas pela UDESC-Florianópolis, mestre em Fine Arts pelo KASK-Ghent e graduanda em Biblioteconomia na USP-São Paulo. Exposições individuais como Spelling P no 019, Ghent, Visão periférica, no Paço das Artes, São Paulo, e Escrito, na Fundação Cultural BADESC, Florianópolis. Exposições coletivas no Musée des Abattoirs, Toulouse, Convent, em Ghent, entre outras. Participou de residências na Casa Tomada, em São Paulo, Proyecto ‘Ace, em Buenos Aires, e AFFECT, em Berlim. Desde 2015, colabora com a Casa do Povo, São Paulo, onde desenvolveu a Oficina de Anedotas Anecdote, em 2017. Desde 2012, coordena a editora freestyle A Missão.

 

Ygor Landarin (RJ/Brasil)nasceu em Uruguaiana, mas com um ano de idade mudou-se para Florianópolis. Vive há cerca de 5 anos no Rio de Janeiro. Seus processos compõem híbridos entre as culturas que fazem parte de suas raízes e onde vive atualmente, subvertendo materiais e compondo analogias a questões contemporâneas e históricas. Trabalhou por 2 anos como assistente da artista Brígida Baltar e por 5 meses para a artista Ana Miguel. Recentemente, fez sua primeira individual chamada “Corpo Contido”, na Galeria Inox. Participou das exposições coletivas Flutuantes (Paço Imperial); Formação Deformação (Escola de Artes Visuais do Parque Lage); Pouso de emergência (Caixa Preta); Fixo só o prego (Espaço Sérgio Porto); Fosso 7 (Fosso).

 


DATA



CATEGORIA

banner-horizontal-home-1

Vestibular FAAP

Inscreva-se
banner-horizontal-home-2

Outras notícias que você também pode gostar

Você está vendo:

Fique por dentro de tudo o que acontece na FAAP

Na FAAP

O futuro da carne bovina brasileira passa pelo conhecimento

Poucos setores brasileiros passaram por uma evolução tão grande quanto a carne bovina. No último ano, o Brasil não apenas manteve sua força nas exportações, mas assumiu também a liderança mundial na produção, com 12,35 milhões de toneladas produzidas, 3,5 milhões exportadas e quase US$ 18 bilhões em vendas externas.   Os números impressionam, mas, por si só, não explicam essa trajetória. Eles revelam a dimensão da responsabilidade que o Brasil passou a assumir no abastecimento mundial de proteína animal.  A carne bovina brasileira está presente em mais de 170 mercados, mas cerca de 70% de tudo o que produzimos continua no Brasil. É uma cadeia que atende o mundo sem deixar de abastecer a mesa dos brasileiros.   Essa posição não foi conquistada por acaso. É resultado de décadas de trabalho de pecuaristas, frigoríficos, técnicos, pesquisadores, autoridades sanitárias e profissionais que entenderam que produzir bem não bastava. Era preciso garantir regularidade, qualidade, sanidade e capacidade de atender o que cada mercado exige. Trata-se de uma construção coletiva, baseada na cooperação entre os setores público e privado, que consolidou a credibilidade internacional da carne bovina brasileira.  O mundo está mudando e o mercado da carne também. Países que historicamente tiveram grande produção enfrentam redução de rebanho, custos mais altos e limitações para ampliar a oferta. Ao mesmo tempo, cresce a demanda por proteína em regiões como a Ásia, o Oriente Médio e parte da África.  O Brasil tem espaço para ocupar parte dessa demanda. No ano passado, o país tinha 195,5 milhões de cabeças de gado, o maior rebanho comercial do mundo. Entre 2005 e 2025, a produção brasileira de carne bovina aumentou 41%, enquanto a área de pastagens diminuiu.   A pecuária brasileira de hoje é diferente da de duas décadas atrás. Temos mais genética, melhor manejo, nutrição mais precisa, confinamento, terminação intensiva a pasto, integração com outras atividades e mais tecnologia dentro da fazenda e da indústria.   Mas não há espaço para achar que o trabalho está pronto.   A abertura de mercados, a rastreabilidade, a agenda ambiental, os controles sanitários, as exigências de consumidores e as regras comerciais vão continuar influenciando diretamente o futuro da carne brasileira. O Brasil precisa estar preparado para responder a isso com informação, transparência e capacidade técnica.  A Associação Brasileira das Indústrias Exportadoras de Carnes (ABIEC) atua justamente nessa frente. Representamos uma indústria responsável por praticamente todas as exportações brasileiras de carne bovina. Trabalhamos para abrir mercados, defender o setor, dialogar com governos, acompanhar regulações internacionais e mostrar ao mundo o que a cadeia brasileira tem construído.   Só que esse ambiente exige gente preparada. A cadeia da carne deixou de ser um assunto restrito à fazenda ou ao frigorífico. Hoje, quem trabalha no setor precisa entender de produção, mercado, comércio exterior, sustentabilidade, sanidade, logística, legislação e comunicação.   Foi pensando nisso que criamos a Beef School, curso de extensão da ABIEC com a FAAP. A proposta é aproximar quem quer conhecer melhor a cadeia da realidade de um setor que movimenta mais de R$ 1,15 trilhão por ano e responde por cerca de 9% do PIB brasileiro.   A liderança conquistada pelo Brasil não é um ponto de chegada. É um compromisso permanente com a excelência, a inovação e a capacidade de evoluir. O futuro da carne bovina brasileira será construído por profissionais capazes de compreender as transformações do mercado, antecipar desafios e transformar conhecimento em vantagem


Internacional

FAAP inicia a edição 2026 do Projeto SEED em parceria com instituições japonesas 

A FAAP realizou, em junho, uma reunião que marcou o início da edição 2026 do Projeto SEED (Social Entrepreneurship and Economic Development), importante iniciativa internacional voltada ao desenvolvimento de soluções inovadoras para empresas e organizações japonesas, por meio da colaboração entre estudantes e universidades de diferentes países.   O encontro, realizado na Diretoria Mantenedora da FAAP, reuniu representantes da instituição e parceiros japoneses responsáveis pelo desenvolvimento do programa. Na ocasião, foram discutidas as diretrizes da próxima edição do SEED, reafirmando o compromisso conjunto com a internacionalização do ensino, a inovação e o fortalecimento da cooperação acadêmica entre Brasil e Japão.   Idealizado pela GOROM Association, o Projeto SEED proporciona uma experiência acadêmica e intercultural que reúne estudantes de diferentes nacionalidades em equipes multiculturais para o desenvolvimento de projetos voltados a desafios reais apresentados por empresas da província de Yamanashi. Ao longo dos anos, o programa consolidou-se como uma importante iniciativa de formação internacional, promovendo o intercâmbio de conhecimentos, a inovação e o empreendedorismo.   A reunião também contou com a participação do empresário japonês Tetsutaro Nakagomi, Presidente e CEO da DAITA Co., Ltd., apoiador do Projeto SEED, cuja atuação tem contribuído para o fortalecimento da iniciativa e para a aproximação entre os setores acadêmico e empresarial no


Moda

Aluna de Moda da FAAP é finalista do Concurso Sou de Algodão 

A aluna Nayara Pereira de Souza, do curso de Moda da FAAP, foi selecionada como finalista do Concurso Sou de Algodão, representando a região Sudeste na etapa final do 4º Desafio Sou de Algodão + Casa de Criadores.  “O concurso é direcionado exclusivamente a estudantes de moda de instituições brasileiras reconhecidas pelo MEC. Assim, ter uma aluna da FAAP entre os finalistas é uma vitrine enorme, tanto para o nosso curso quanto para carreira profissional dessa aluna”, destaca a professora Juliana Schmitt.  Ao todo, são cinco finalistas – uma de cada região do país – que irão apresentar, em novembro de 2026, suas coleções completas com seis looks na 59ª edição da Casa de Criadores, um dos mais importantes eventos da moda brasileira.  “Me sinto muito feliz e privilegiada sabendo que o meu projeto teve potencial para chegar aos finalistas. A FAAP teve um papel fundamental na minha inscrição, porque, através dela, eu pude desenvolver o meu lado criativo e técnico e chegar no projeto que temos hoje”, afirma a estudante Nayara.   Na etapa final, todos os tecidos serão fornecidos por marcas parceiras do movimento Sou de Algodão. As coleções serão avaliadas por uma banca formada por profissionais de destaque no mercado, que observará critérios como acabamento, originalidade, conceito e apresentação, além da forma como o desfile é desenvolvido.  A classificação de Nayara reforça a qualidade da formação em Moda da FAAP e o compromisso da instituição em incentivar a participação dos alunos em concursos e projetos que aproximam o ambiente acadêmico do cenário profissional da moda no

Fique por dentro de tudo o que acontece na FAAP

Newsletter