OPEN ESTUDIO DA RESIDÊNCIA ARTÍSTICA FAAP INTEGRA PROGRAMAÇÃO DO CIRCUITO DE ATELIÊS ABERTOS DA SP-FOTO 2019 – 17 DE AGOSTO

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No dia 17 de agosto, os artistas Gauri Kulkarni (Índia), Lucas Demps (RJ – Brasil), Gabriela Godói (Canadá/ Brasil), Maíra Dietrich (SC – Brasil), Bianca Madruga (RJ – Brasil), Guillermo Rodriguez (Porto Rico), Genietta Varsi (Peru) e Ygor Landarin ( RS – Brasil) participarão do Open Studio promovido pela Residência Artística FAAP. O evento – gratuito – é uma oportunidade para que o público possa conhecer os artistas, as diferentes culturas, os trabalhos e pesquisas que estão sendo realizados.

As ações e experiências vividas pelos residentes são objetos de discussões com alunos e interessados que frequentam também os Seminários de Investigações Contemporâneas promovidos pelos cursos de Artes Visuais da FAAP.

O Open Studio fará parte do Circuito de Ateliês Abertos da 13ª edição da Feira de Fotografia de São Paulo – SP-Foto 2019, considerado o evento mais importante voltado ao trabalho fotográfico no Brasil.

A Residência Artística FAAP tem como objetivo oferecer um espaço privilegiado para troca de experiências na área de artes visuais. Instalada no Edifício Lutetia, na Praça do Patriarca, a Residência Artística FAAP possui dez amplos estúdios para acomodar os artistas que participam do programa a partir de processo seletivo realizado a cada início de semestre. Mais de 350 artistas de todos os continentes já passaram pelo espaço. No Edifício Lutetia, há ainda uma extensão do MAB FAAP, onde são realizadas exposições de alunos e de artistas residentes.

 

Open Studio – Residência Artística FAAP

Data: 17/08 (sábado)

Horário: das 13h às 18h

Local: Edifício Lutetia

Endereço: Praça do Patriarca, 78 – Sé

Mais informações: (11) 3101-1776 ou resartisfaap.info@faap.br

Site: www.faap.br/residenciaartistica

 

SAIBA MAIS SOBRE OS ARTISTAS RESIDENTES:

 

Bianca Madruga (RJ/Brasil) Artista visual. Doutoranda em Artes Visuais pela UERJ. Formou-se em Filosofia pela Universidade Federal Fluminense (UFF), tendo os títulos de bacharelado e licenciatura. Mestre em Filosofia da Arte e Estética pela Universidade Federal Fluminense (UFF), com a dissertação: “O partido das coisas nas Artes Visuais”, uma leitura a partir da noção de fim da arte em Hegel e Danto. Também atua como curadora e cogestora no coletivo A MESA, que promove exposições em galeria própria no Morro da Conceição, no Rio de Janeiro, desde 2015.

Sobre o trabalho: Há algum tempo, o trabalho começou a se desdobrar a partir da ideia de horizonte. O interesse veio da ambivalência da palavra horizonte, que se refere tanto a uma temporalidade quanto a uma noção de espaço. Horizonte é porvir, limite, linha e espaço de realização do possível. Diante de um futuro que parece sempre escapar em uma espécie de eterno presente, em que as aspirações relativas ao amanhã parecem ter se rarefeito, aparece uma espécie de paradoxo: esse retorno incessante do presente enquanto vazio e, ao mesmo tempo, enquanto núcleo temporal do desejo.

 

Gabriela Godoi (São Paulo/SP, vivendo em Vancouver) é artista plástica e educadora. Mestre em Artes Plásticas pela Emily Carr University of Art and Design (Vancouver, BC). Obteve, pela Universidade Belas Artes (São Paulo, SP), sua licenciatura em Artes e seu bacharel em Artes Plásticas pela FAAP (São Paulo, SP). Em anos prévios, foi selecionada para participar em coletivos no 44º Salão de Arte Contemporânea de Piracicaba e no 41º Salão de Arte Contemporânea Luiz Sacilotto. Sua pesquisa aborda questões que permeiam o corpo, a identidade, relações interpessoais e a sexualidade. Trabalha primariamente com pintura e objetos manufaturados na intenção de expandir os limites binários entre figura e fundo, o revelar e ocultar, o Eu e o Outro. Vive e trabalha em Vancouver, no Canadá.

Gauri Kulkarni (Índia) – 22 anos de idade, dobrando e desdobrando o caminho para a compreensão da arte natural em torno de nós. Projeto de um espaço público maior e uma estudante de fotografia. Graduada recente pelo Instituto Srishti de Design de Arte e Tecnologia, Bangalore / Índia.Sua prática é inclinada para pesquisa e como fazer que cada movimento seu seja para a sustentabilidade. Usa as cinco palavras para se encaixarem na sua prática – 1. Sustentável, 2. Versátil 3. Inovador, 4. Organizado, 5. Delineado. É uma artista multidisciplinar e designer. O design do espaço urbano sempre a intrigou. Além disso, também mantém uma profunda paixão e gosto pela vida selvagem e fotografia da vida selvagem.

 

Genietta Varsi (1991, Lima, Peru) trabalha com e em torno do corpo humano – usando ferramentas médicas, químicas, eletrônicas e antropológicas para investigar e questionar os modelos impostos pelas estruturas de poder. Os principais materiais com que trabalha são restos e fluidos humanos: ossos, cabelos, unhas, urina, sangue, saliva, lágrimas, leite, sêmen, etc. Seu trabalho consiste na manipulação do corpo e dos comportamentos humanos por meio de diferentes metodologias e resultados, entre eles escultura, instalação, som e performance.Genietta é bacharel em Artes Visuais com especialização em Escultura pela Pontifícia Universidade Católica do Peru. Fez duas residências em 2018 na Casa Uberbau, São Paulo, e Molten Capital, Museu de Arte Contemporânea – Quinta Normal, Santiago do Chile, e uma em 2019, na Fundação Delfina, em Londres.Ela teve três exposições individuais em Lima, no Peru: “El dedo pulgar es el ejecuta”, 2018, Galería Ginsberg; “Pulsos y pulsiones” (Pulso e Impulso), 2016, Galería Rottenslat; e “Diagnóstico de Corporeidade Reprimida” (Diagnóstico da Corporeidade Reprimida), Galería Rottenslat. Ela também fez parte de exposições coletivas no Chile, na República Tcheca e na Argentina.Genietta é também cofundadora e codiretora do SERES, uma plataforma que exibe, educa e cria arte em Lima.

 

Guillermo Rodríguez (Porto Rico)

Guillermo Rodríguez (San Juan, 1986) estudou Artes Plásticas e Escultura na Universidade de Porto Rico. Ele completou o bacharelado em Goldsmiths College, Universidade de Londres, em 2010, e um mestrado em Curadoria de Artes Visuais na Universidade Nacional Tres de Febrero, em Buenos Aires. Participou da Residência da Rauschemberg Foundation, da Residência de Artes Visuais do Banff Centre e, em 2015, abriu a Residência da Iniciativa Davidoff Arts, uma colaboração entre o Atelier Mondial e a Academia de Arte e Design da FHNW em Basel. Sua obra foi exposta na 11ª Bienal de Havana: “Práticas Artísticas e Imaginários Sociais”, “Artesur: Ficções Coletivas”, no Palais de Tokyo (Paris), e “End of the Game”, Fundação Proa (Buenos Aires). Seus projetos curatoriais recentes incluem “Herbaria”’, no Centro para o Desenvolvimento de Artes Visuais, em Havana, e “Balancing a Blade on Diamond Grass (Balancing a Diamond on a Blade of Grass)”, em El Lobi, San Juan.

 

demps (RJ/Brasil) teve sua educação artística inicial em ateliês de escultura e de joalheria, assim como em grupos de pesquisa, estudos e produções artísticas. Cumpriu programas de formação e bolsas de estudo na Escola de Artes Visuais do Parque Lage (Fundamentação, Práticas Artísticas Contemporâneas, nível 2, Núcleo de Imagem em Movimento, entre outros). Atualmente, é mestrando no Departamento de Artes e Design da PUC-Rio, onde desenvolve pesquisa sobre a estética do embaçamento de fronteiras entre práticas artísticas contemporâneas e processos cotidianos. Seu trabalho se propõe a lidar com as condições e imprecisões do uso da linguagem humana, tendo como referência o corpo e suas manifestações cotidianas e atravessando diversas mídias da produção artística. Desde 2013, participa de exposições coletivas no Brasil e no exterior, tendo sua primeira individual ocorrido em 2018, na Galeria Oriente (Rio de Janeiro, RJ).

 

Maíra Dietrich (SC/ Brasil) nasceu em 1988, Florianópolis, Brasil.Bacharel em Artes Plásticas pela UDESC-Florianópolis, mestre em Fine Arts pelo KASK-Ghent e graduanda em Biblioteconomia na USP-São Paulo. Exposições individuais como Spelling P no 019, Ghent, Visão periférica, no Paço das Artes, São Paulo, e Escrito, na Fundação Cultural BADESC, Florianópolis. Exposições coletivas no Musée des Abattoirs, Toulouse, Convent, em Ghent, entre outras. Participou de residências na Casa Tomada, em São Paulo, Proyecto ‘Ace, em Buenos Aires, e AFFECT, em Berlim. Desde 2015, colabora com a Casa do Povo, São Paulo, onde desenvolveu a Oficina de Anedotas Anecdote, em 2017. Desde 2012, coordena a editora freestyle A Missão.

 

Ygor Landarin (RJ/Brasil)nasceu em Uruguaiana, mas com um ano de idade mudou-se para Florianópolis. Vive há cerca de 5 anos no Rio de Janeiro. Seus processos compõem híbridos entre as culturas que fazem parte de suas raízes e onde vive atualmente, subvertendo materiais e compondo analogias a questões contemporâneas e históricas. Trabalhou por 2 anos como assistente da artista Brígida Baltar e por 5 meses para a artista Ana Miguel. Recentemente, fez sua primeira individual chamada “Corpo Contido”, na Galeria Inox. Participou das exposições coletivas Flutuantes (Paço Imperial); Formação Deformação (Escola de Artes Visuais do Parque Lage); Pouso de emergência (Caixa Preta); Fixo só o prego (Espaço Sérgio Porto); Fosso 7 (Fosso).

 


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No dia 17 de agosto, os artistas Gauri Kulkarni (Índia), Lucas Demps (RJ – Brasil), Gabriela Godói (Canadá/ Brasil), Maíra Dietrich (SC – Brasil), Bianca Madruga (RJ – Brasil), Guillermo Rodriguez (Porto Rico), Genietta Varsi (Peru) e Ygor Landarin ( RS – Brasil) participarão do Open Studio promovido pela Residência Artística FAAP. O evento – gratuito – é uma oportunidade para que o público possa conhecer os artistas, as diferentes culturas, os trabalhos e pesquisas que estão sendo realizados.

As ações e experiências vividas pelos residentes são objetos de discussões com alunos e interessados que frequentam também os Seminários de Investigações Contemporâneas promovidos pelos cursos de Artes Visuais da FAAP.

O Open Studio fará parte do Circuito de Ateliês Abertos da 13ª edição da Feira de Fotografia de São Paulo – SP-Foto 2019, considerado o evento mais importante voltado ao trabalho fotográfico no Brasil.

A Residência Artística FAAP tem como objetivo oferecer um espaço privilegiado para troca de experiências na área de artes visuais. Instalada no Edifício Lutetia, na Praça do Patriarca, a Residência Artística FAAP possui dez amplos estúdios para acomodar os artistas que participam do programa a partir de processo seletivo realizado a cada início de semestre. Mais de 350 artistas de todos os continentes já passaram pelo espaço. No Edifício Lutetia, há ainda uma extensão do MAB FAAP, onde são realizadas exposições de alunos e de artistas residentes.

 

Open Studio – Residência Artística FAAP

Data: 17/08 (sábado)

Horário: das 13h às 18h

Local: Edifício Lutetia

Endereço: Praça do Patriarca, 78 – Sé

Mais informações: (11) 3101-1776 ou resartisfaap.info@faap.br

Site: www.faap.br/residenciaartistica

 

SAIBA MAIS SOBRE OS ARTISTAS RESIDENTES:

 

Bianca Madruga (RJ/Brasil) Artista visual. Doutoranda em Artes Visuais pela UERJ. Formou-se em Filosofia pela Universidade Federal Fluminense (UFF), tendo os títulos de bacharelado e licenciatura. Mestre em Filosofia da Arte e Estética pela Universidade Federal Fluminense (UFF), com a dissertação: “O partido das coisas nas Artes Visuais”, uma leitura a partir da noção de fim da arte em Hegel e Danto. Também atua como curadora e cogestora no coletivo A MESA, que promove exposições em galeria própria no Morro da Conceição, no Rio de Janeiro, desde 2015.

Sobre o trabalho: Há algum tempo, o trabalho começou a se desdobrar a partir da ideia de horizonte. O interesse veio da ambivalência da palavra horizonte, que se refere tanto a uma temporalidade quanto a uma noção de espaço. Horizonte é porvir, limite, linha e espaço de realização do possível. Diante de um futuro que parece sempre escapar em uma espécie de eterno presente, em que as aspirações relativas ao amanhã parecem ter se rarefeito, aparece uma espécie de paradoxo: esse retorno incessante do presente enquanto vazio e, ao mesmo tempo, enquanto núcleo temporal do desejo.

 

Gabriela Godoi (São Paulo/SP, vivendo em Vancouver) é artista plástica e educadora. Mestre em Artes Plásticas pela Emily Carr University of Art and Design (Vancouver, BC). Obteve, pela Universidade Belas Artes (São Paulo, SP), sua licenciatura em Artes e seu bacharel em Artes Plásticas pela FAAP (São Paulo, SP). Em anos prévios, foi selecionada para participar em coletivos no 44º Salão de Arte Contemporânea de Piracicaba e no 41º Salão de Arte Contemporânea Luiz Sacilotto. Sua pesquisa aborda questões que permeiam o corpo, a identidade, relações interpessoais e a sexualidade. Trabalha primariamente com pintura e objetos manufaturados na intenção de expandir os limites binários entre figura e fundo, o revelar e ocultar, o Eu e o Outro. Vive e trabalha em Vancouver, no Canadá.

Gauri Kulkarni (Índia) – 22 anos de idade, dobrando e desdobrando o caminho para a compreensão da arte natural em torno de nós. Projeto de um espaço público maior e uma estudante de fotografia. Graduada recente pelo Instituto Srishti de Design de Arte e Tecnologia, Bangalore / Índia.Sua prática é inclinada para pesquisa e como fazer que cada movimento seu seja para a sustentabilidade. Usa as cinco palavras para se encaixarem na sua prática – 1. Sustentável, 2. Versátil 3. Inovador, 4. Organizado, 5. Delineado. É uma artista multidisciplinar e designer. O design do espaço urbano sempre a intrigou. Além disso, também mantém uma profunda paixão e gosto pela vida selvagem e fotografia da vida selvagem.

 

Genietta Varsi (1991, Lima, Peru) trabalha com e em torno do corpo humano – usando ferramentas médicas, químicas, eletrônicas e antropológicas para investigar e questionar os modelos impostos pelas estruturas de poder. Os principais materiais com que trabalha são restos e fluidos humanos: ossos, cabelos, unhas, urina, sangue, saliva, lágrimas, leite, sêmen, etc. Seu trabalho consiste na manipulação do corpo e dos comportamentos humanos por meio de diferentes metodologias e resultados, entre eles escultura, instalação, som e performance.Genietta é bacharel em Artes Visuais com especialização em Escultura pela Pontifícia Universidade Católica do Peru. Fez duas residências em 2018 na Casa Uberbau, São Paulo, e Molten Capital, Museu de Arte Contemporânea – Quinta Normal, Santiago do Chile, e uma em 2019, na Fundação Delfina, em Londres.Ela teve três exposições individuais em Lima, no Peru: “El dedo pulgar es el ejecuta”, 2018, Galería Ginsberg; “Pulsos y pulsiones” (Pulso e Impulso), 2016, Galería Rottenslat; e “Diagnóstico de Corporeidade Reprimida” (Diagnóstico da Corporeidade Reprimida), Galería Rottenslat. Ela também fez parte de exposições coletivas no Chile, na República Tcheca e na Argentina.Genietta é também cofundadora e codiretora do SERES, uma plataforma que exibe, educa e cria arte em Lima.

 

Guillermo Rodríguez (Porto Rico)

Guillermo Rodríguez (San Juan, 1986) estudou Artes Plásticas e Escultura na Universidade de Porto Rico. Ele completou o bacharelado em Goldsmiths College, Universidade de Londres, em 2010, e um mestrado em Curadoria de Artes Visuais na Universidade Nacional Tres de Febrero, em Buenos Aires. Participou da Residência da Rauschemberg Foundation, da Residência de Artes Visuais do Banff Centre e, em 2015, abriu a Residência da Iniciativa Davidoff Arts, uma colaboração entre o Atelier Mondial e a Academia de Arte e Design da FHNW em Basel. Sua obra foi exposta na 11ª Bienal de Havana: “Práticas Artísticas e Imaginários Sociais”, “Artesur: Ficções Coletivas”, no Palais de Tokyo (Paris), e “End of the Game”, Fundação Proa (Buenos Aires). Seus projetos curatoriais recentes incluem “Herbaria”’, no Centro para o Desenvolvimento de Artes Visuais, em Havana, e “Balancing a Blade on Diamond Grass (Balancing a Diamond on a Blade of Grass)”, em El Lobi, San Juan.

 

demps (RJ/Brasil) teve sua educação artística inicial em ateliês de escultura e de joalheria, assim como em grupos de pesquisa, estudos e produções artísticas. Cumpriu programas de formação e bolsas de estudo na Escola de Artes Visuais do Parque Lage (Fundamentação, Práticas Artísticas Contemporâneas, nível 2, Núcleo de Imagem em Movimento, entre outros). Atualmente, é mestrando no Departamento de Artes e Design da PUC-Rio, onde desenvolve pesquisa sobre a estética do embaçamento de fronteiras entre práticas artísticas contemporâneas e processos cotidianos. Seu trabalho se propõe a lidar com as condições e imprecisões do uso da linguagem humana, tendo como referência o corpo e suas manifestações cotidianas e atravessando diversas mídias da produção artística. Desde 2013, participa de exposições coletivas no Brasil e no exterior, tendo sua primeira individual ocorrido em 2018, na Galeria Oriente (Rio de Janeiro, RJ).

 

Maíra Dietrich (SC/ Brasil) nasceu em 1988, Florianópolis, Brasil.Bacharel em Artes Plásticas pela UDESC-Florianópolis, mestre em Fine Arts pelo KASK-Ghent e graduanda em Biblioteconomia na USP-São Paulo. Exposições individuais como Spelling P no 019, Ghent, Visão periférica, no Paço das Artes, São Paulo, e Escrito, na Fundação Cultural BADESC, Florianópolis. Exposições coletivas no Musée des Abattoirs, Toulouse, Convent, em Ghent, entre outras. Participou de residências na Casa Tomada, em São Paulo, Proyecto ‘Ace, em Buenos Aires, e AFFECT, em Berlim. Desde 2015, colabora com a Casa do Povo, São Paulo, onde desenvolveu a Oficina de Anedotas Anecdote, em 2017. Desde 2012, coordena a editora freestyle A Missão.

 

Ygor Landarin (RJ/Brasil)nasceu em Uruguaiana, mas com um ano de idade mudou-se para Florianópolis. Vive há cerca de 5 anos no Rio de Janeiro. Seus processos compõem híbridos entre as culturas que fazem parte de suas raízes e onde vive atualmente, subvertendo materiais e compondo analogias a questões contemporâneas e históricas. Trabalhou por 2 anos como assistente da artista Brígida Baltar e por 5 meses para a artista Ana Miguel. Recentemente, fez sua primeira individual chamada “Corpo Contido”, na Galeria Inox. Participou das exposições coletivas Flutuantes (Paço Imperial); Formação Deformação (Escola de Artes Visuais do Parque Lage); Pouso de emergência (Caixa Preta); Fixo só o prego (Espaço Sérgio Porto); Fosso 7 (Fosso).

 


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SPIW na FAAP: inovação e ciência em diálogo com as artes, a cultura e as humanidades

Com curadorias plurais e programação internacional, evento amplia a conversa sobre tecnologia e os desafios contemporâneos Por Edilamar Galvão Vivemos um tempo em que a palavra inovação se tornou onipresente. Ela aparece em discursos empresariais, campanhas institucionais, pitches de startups, políticas públicas e, claro, nas conversas sobre inteligência artificial, transformação digital e futuro do trabalho. Mas talvez valha a pena fazer uma pergunta menos óbvia: que tipo de inovação estamos celebrando? O São Paulo Innovation Week (SPIW), que acontece esta semana com mais de 500 palestrantes, é importante justamente porque amplia essa conversa. Distribuído entre a FAAP e a Mercado Livre Arena Pacaembu, com centenas de palestras e grandes nomes nacionais e internacionais, o evento não trata apenas de tecnologia como ferramenta ou de mercado como horizonte. Sua programação conecta tecnologia, ciência, educação, criatividade, cultura, empreendedorismo e impacto social. Nesse sentido, faz toda a diferença que parte dessa experiência aconteça na FAAP. Digo isso não apenas como professora e coordenadora de um dos cursos da instituição, mas como alguém que trabalha há muitos anos em um ambiente universitário onde a interdisciplinaridade não é um slogan recente, e sim parte da cultura institucional. Uma escola de arte entende que inovação também é linguagem. Uma escola de comunicação entende que inovação também é narrativa. Uma escola de negócios entende que inovação também é estratégia, transformação e capacidade de antecipar cenários. Num momento em que a tecnologia avança em velocidade impressionante — especialmente com a inteligência artificial reorganizando profissões, processos criativos e até nossas formas de interação — torna-se ainda mais importante criar espaços em que a pergunta não seja apenas o que podemos fazer?, mas também o que devemos fazer? Como isso transforma a experiência humana? Quem participa dessa transformação e quem fica à margem dela? Ao observar alguns nomes da programação, essa amplitude fica evidente. Steven Pinker, com sua longa reflexão sobre linguagem, cognição e natureza humana. Suzana Herculano-Houzel, cuja pesquisa sobre cérebro e inteligência amplia a conversa entre neurociência e tecnologia. Rebecca Goldstein, na interseção entre filosofia e literatura, trazendo para o debate questões sobre racionalidade, conhecimento e experiência humana. Daniel Goleman, que tornou central a discussão sobre inteligência emocional em um mundo progressivamente mediado por tecnologia. Ailton Krenak, com a perspectiva indispensável dos povos originários e sua poderosa provocação sobre outras formas de imaginar humanidade, desenvolvimento e o “futuro ancestral”. Spike Jonze, cineasta cuja obra já explorava, no território da ficção, questões hoje bastante concretas sobre afeto, mediação tecnológica e inteligência artificial. A presença e curadoria do físico e astrônomo Marcelo Gleiser conferem ao evento uma densidade intelectual particularmente relevante, ao inscrever o debate sobre inovação para além do fascínio tecnológico imediato e colocá-lo no terreno das grandes perguntas sobre conhecimento, consciência, humanidade e os futuros que estamos, coletivamente, construindo. De maneira geral, o SPIW nos lembra algo essencial: os especialistas em tecnologia são protagonistas incontornáveis da construção do futuro. Mas as questões que emergem dessa transformação — éticas, culturais, cognitivas e sociais — exigem um diálogo igualmente indispensável com outros campos do conhecimento. Porque inovação sem reflexão humanística corre o risco de produzir soluções tecnicamente “brilhantes”, mas culturalmente pobres e, muitas vezes, socialmente perigosas, como já advertiam Adorno e Horkheimer em Dialética do Esclarecimento. Talvez seja justamente esse um dos sentidos mais interessantes de ver a FAAP integrada a esse movimento: lembrar que tecnologia e humanidades não pertencem a universos opostos. Ao contrário. As perguntas mais complexas do nosso tempo nascem exatamente nessa interseção. Para nossos estudantes, isso representa acesso a debates contemporâneos de alto nível. Para os professores, oportunidade de atualização e provocação intelectual. Para a cidade, a chance de ocupar espaços de conhecimento como lugares vivos de encontro e imaginação. Assim, já na largada, a mensagem forte do SPIW é clara: inovação real exige repertório, crítica, sensibilidade e capacidade de formular boas perguntas. Edilamar Galvão é doutora em Comunicação e Semiótica pela PUC-SP, com pós-doutorado no Diversitas — Núcleo de Estudos das Diversidades, Intolerâncias e Conflitos da USP. É coordenadora do curso de Jornalismo e do programa BCM — Business, Communication and Media, além de professora de Estética no curso de Artes Visuais da


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São Paulo Innovation Week começa na FAAP e promete ser um dos grandes eventos de inovação do ano

Com cerimônia de abertura no Teatro FAAP, que reuniu autoridades e lideranças da cidade, evento traz, de 13 a 15 de maio, uma programação intensa com grandes nomes da ciência, da tecnologia, da cultura e dos negócios — com livre acesso para a comunidade FAAP. Com a presença de autoridades, aconteceu nessa terça-feira a cerimônia de abertura do São Paulo Innovation Week no Teatro FAAP. Todos foram recebidos por Dona Celita Procopio de Carvalho, presidente do Conselho Curador da FAAP e responsável pelo primeiro discurso da noite, pela Sra. Pilar Guillon Liotti, membro do Conselho Curador da FAAP e conselheira do MAB FAAP, e pelo Dr. Antonio Bias Bueno Guillon, diretor-presidente da FAAP. Estiveram presentes o presidente da Federação das Indústrias do Estado de São Paulo (Fiesp), Paulo Skaf, o secretário de Estado dos Direitos da Pessoa com Deficiência de São Paulo e ex-presidente da OAB-SP, Marcos da Costa, representando a gestão do governador Tarcísio de Freitas, o secretário de Desenvolvimento Econômico e Trabalho da capital paulista, Rodrigo Goulart, e Erick Bretas, CEO do Estadão, além de muitos outros membros do secretariado municipal e representantes das Forças Armadas. A partir desta quarta-feira, 13 de maio, o campus da FAAP se transforma em um grande hub de inovação, criatividade e tecnologia, recebendo a programação principal do São Paulo Innovation Week até o dia 15. Ao longo de três dias, alunos, professores, ex-alunos e convidados poderão circular por diferentes espaços — como o Teatro FAAP, o Centro de Convenções, a Sala Annie Penteado, estúdios de cinema e salas de aula — para acompanhar palestras, painéis, masterclasses e experiências imersivas que conectam ciência, negócios, cultura e impacto social. Entre os principais destaques da programação na FAAP estão nomes de projeção nacional e internacional. No Teatro FAAP, Marcelo Gleiser fala sobre a busca por vida extraterrestre e o novo lugar da humanidade no cosmos, enquanto Suzana Herculano-Houzel discute o futuro da mente humana. Ivair Gontijo revela os bastidores da nova corrida espacial e o caminho até a NASA. O diálogo entre inovação, sociedade e democracia também é um eixo central do SPIW. O jornalista russo Dmitry Muratov, prêmio Nobel da Paz, fala sobre coragem e liberdade; o filósofo francês Luc Ferry aborda as contradições da inovação como paradigma contemporâneo; Luiz Felipe Pondé discute os dilemas da tecnologia sob a ótica da filosofia; e a psicanalista Maria Homem trata das relações entre amor, dinheiro e poder em um mundo em transformação. Em paralelo, temas como geopolítica, clima e desenvolvimento ganham voz com Marcos Troyjo e nossa professora Fernanda Magnotta, aproximando tecnologia, política e sustentabilidade. A programação ainda contempla assuntos estratégicos para o futuro das cidades e dos negócios. Victor Borges (SPTrans) e Pedro M. Fernandes (SP Urbanismo) discutem mobilidade inteligente e infraestrutura urbana, enquanto painéis sobre cidades conectadas, 5G, segurança cibernética e proteção de dados reúnem executivos de empresas como Oracle, BASF, Natura e outras lideranças setoriais. A ciência e a divulgação científica também aparecem em talks de nomes como Sérgio Sacani e Michelle Schneider, reforçando o papel da FAAP como espaço de encontro entre academia, mercado e sociedade. Reafirmando seu compromisso com a formação integral e com a cidade de São Paulo, a FAAP garante acesso livre à programação realizada no campus para a comunidade FAAP. Alunos, professores e ex-alunos poderão acompanhar gratuitamente keynotes, painéis, sessões de autógrafos, mentorias e apresentações distribuídas pelos diversos espaços da instituição. A programação completa do São Paulo Innovation Week pode ser consultada no site oficial do evento, permitindo que cada participante personalize sua jornada em um encontro que já desponta como um dos mais relevantes do ano no cenário de inovação


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