O “DIÁLOGOS NA WEB – FAAP” CHEGA À SUA 15ª EDIÇÃO TRAZENDO UM DOS GRANDES NOMES DA MPB, O CANTOR E COMPOSITOR ZECA BALEIRO, PARA FALAR SOBRE A TRILHA SONORA NO CINEMA.

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O curso de Cinema da FAAP promoverá, no dia 18 de agosto, a 15ª edição do “Diálogos na Web – FAAP”, com a participação do renomado cantor brasileiro Zeca Baleiro, que falará sobre a trilha sonora no cinema.

Com duração de 1 hora, o encontro será realizado por meio da plataforma Zoom e contará com a mediação do professor Humberto Neiva, coordenador do curso de Cinema da FAAP.

O evento será aberto à comunidade faapiana e ao público externo. Para participar, o público externo deverá fazer a inscrição pelo link: https://central.faap.br/inscricaoonline/eventos/EventoIdentificacao.aspx?curso=PWDWTSSP_18.08.20

 

Zeca Baleiro nasceu em 11 de abril de 1966 em São Luís do Maranhão. Começou sua carreira participando de festivais e compondo música para teatro infantil nos anos 80.Com a mistura de ritmos e referências musicais diversas, canções líricas e a verve afiada de humor e ironia, o cantor e compositor foi recebido com entusiasmo pelo público e imprensa quando lançou seu primeiro disco, “Por Onde Andará Stephen Fry?”, em 1997.

Ao longo destes mais de vinte anos, lançou onze discos de estúdio, cinco CDs ao vivo, nove DVDs e vários projetos especiais, em que se destacam o disco em parceria com a poeta Hilda Hilst, “Ode descontínua e remota para flauta e oboé – de Ariana para Dionísio”. Também comandou o programa de TV “Baile do Baleiro”, que estreou em 2016 no Canal Brasil.Como produtor, realizou outros 21 álbuns de artistas diversos, como Sérgio Sampaio (“Cruel”), Antonio Vieira (“O Samba é Bom”), Vanusa (“Vanusa Santos Flores”), Odair José (“Praça Tiradentes”), Wado (“O Ano da Serpente”) e o angolano Filipe Mukenga (“Nós Somos Nós”). Desde 2006, mantém o selo Saravá Discos, por onde tem lançado projetos de perfil alternativo e seus próprios álbuns.Artista multifacetado,

Zeca Baleiro vem se dedicando também à literatura e ao teatro (tem quatro livros lançados e é autor de duas peças). Compôs trilhas para dança (Mãe Gentil, Bicho Solto Buriti Bravo, Cubo e Geraldas e Avencas), teatro (“Lampião e Lancelote” e “Roque Santeiro”) e cinema (“Carmo”, de Murilo Pasta, e “Oração do Amor Selvagem”, de Chico Faganello) e assinou a produção musical do filme “PARAÍSO PERDIDO”, de Monique Gardenberg.

Excursionou por vários países da Europa (Bélgica, Alemanha, França, Itália, Portugal, Espanha e Suíça), África (Cabo Verde e Angola) e América do Sul (Argentina e Uruguai). Tem álbuns editados em Portugal, na Espanha, Argentina e França.

 

A cada semana acontecerá uma conversa com profissionais da área do audiovisual, que discutirão assuntos referentes à área.

DIA: 18/08(TERÇA-FEIRA)

HORÁRIO: 16H

CONVIDADO: ZECA BALEIRO

TEMA: A TRILHA SONORA NO CINEMA


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O curso de Cinema da FAAP promoverá, no dia 18 de agosto, a 15ª edição do “Diálogos na Web – FAAP”, com a participação do renomado cantor brasileiro Zeca Baleiro, que falará sobre a trilha sonora no cinema.

Com duração de 1 hora, o encontro será realizado por meio da plataforma Zoom e contará com a mediação do professor Humberto Neiva, coordenador do curso de Cinema da FAAP.

O evento será aberto à comunidade faapiana e ao público externo. Para participar, o público externo deverá fazer a inscrição pelo link: https://central.faap.br/inscricaoonline/eventos/EventoIdentificacao.aspx?curso=PWDWTSSP_18.08.20

 

Zeca Baleiro nasceu em 11 de abril de 1966 em São Luís do Maranhão. Começou sua carreira participando de festivais e compondo música para teatro infantil nos anos 80.Com a mistura de ritmos e referências musicais diversas, canções líricas e a verve afiada de humor e ironia, o cantor e compositor foi recebido com entusiasmo pelo público e imprensa quando lançou seu primeiro disco, “Por Onde Andará Stephen Fry?”, em 1997.

Ao longo destes mais de vinte anos, lançou onze discos de estúdio, cinco CDs ao vivo, nove DVDs e vários projetos especiais, em que se destacam o disco em parceria com a poeta Hilda Hilst, “Ode descontínua e remota para flauta e oboé – de Ariana para Dionísio”. Também comandou o programa de TV “Baile do Baleiro”, que estreou em 2016 no Canal Brasil.Como produtor, realizou outros 21 álbuns de artistas diversos, como Sérgio Sampaio (“Cruel”), Antonio Vieira (“O Samba é Bom”), Vanusa (“Vanusa Santos Flores”), Odair José (“Praça Tiradentes”), Wado (“O Ano da Serpente”) e o angolano Filipe Mukenga (“Nós Somos Nós”). Desde 2006, mantém o selo Saravá Discos, por onde tem lançado projetos de perfil alternativo e seus próprios álbuns.Artista multifacetado,

Zeca Baleiro vem se dedicando também à literatura e ao teatro (tem quatro livros lançados e é autor de duas peças). Compôs trilhas para dança (Mãe Gentil, Bicho Solto Buriti Bravo, Cubo e Geraldas e Avencas), teatro (“Lampião e Lancelote” e “Roque Santeiro”) e cinema (“Carmo”, de Murilo Pasta, e “Oração do Amor Selvagem”, de Chico Faganello) e assinou a produção musical do filme “PARAÍSO PERDIDO”, de Monique Gardenberg.

Excursionou por vários países da Europa (Bélgica, Alemanha, França, Itália, Portugal, Espanha e Suíça), África (Cabo Verde e Angola) e América do Sul (Argentina e Uruguai). Tem álbuns editados em Portugal, na Espanha, Argentina e França.

 

A cada semana acontecerá uma conversa com profissionais da área do audiovisual, que discutirão assuntos referentes à área.

DIA: 18/08(TERÇA-FEIRA)

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CONVIDADO: ZECA BALEIRO

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O futuro da carne bovina brasileira passa pelo conhecimento

Poucos setores brasileiros passaram por uma evolução tão grande quanto a carne bovina. No último ano, o Brasil não apenas manteve sua força nas exportações, mas assumiu também a liderança mundial na produção, com 12,35 milhões de toneladas produzidas, 3,5 milhões exportadas e quase US$ 18 bilhões em vendas externas.   Os números impressionam, mas, por si só, não explicam essa trajetória. Eles revelam a dimensão da responsabilidade que o Brasil passou a assumir no abastecimento mundial de proteína animal.  A carne bovina brasileira está presente em mais de 170 mercados, mas cerca de 70% de tudo o que produzimos continua no Brasil. É uma cadeia que atende o mundo sem deixar de abastecer a mesa dos brasileiros.   Essa posição não foi conquistada por acaso. É resultado de décadas de trabalho de pecuaristas, frigoríficos, técnicos, pesquisadores, autoridades sanitárias e profissionais que entenderam que produzir bem não bastava. Era preciso garantir regularidade, qualidade, sanidade e capacidade de atender o que cada mercado exige. Trata-se de uma construção coletiva, baseada na cooperação entre os setores público e privado, que consolidou a credibilidade internacional da carne bovina brasileira.  O mundo está mudando e o mercado da carne também. Países que historicamente tiveram grande produção enfrentam redução de rebanho, custos mais altos e limitações para ampliar a oferta. Ao mesmo tempo, cresce a demanda por proteína em regiões como a Ásia, o Oriente Médio e parte da África.  O Brasil tem espaço para ocupar parte dessa demanda. No ano passado, o país tinha 195,5 milhões de cabeças de gado, o maior rebanho comercial do mundo. Entre 2005 e 2025, a produção brasileira de carne bovina aumentou 41%, enquanto a área de pastagens diminuiu.   A pecuária brasileira de hoje é diferente da de duas décadas atrás. Temos mais genética, melhor manejo, nutrição mais precisa, confinamento, terminação intensiva a pasto, integração com outras atividades e mais tecnologia dentro da fazenda e da indústria.   Mas não há espaço para achar que o trabalho está pronto.   A abertura de mercados, a rastreabilidade, a agenda ambiental, os controles sanitários, as exigências de consumidores e as regras comerciais vão continuar influenciando diretamente o futuro da carne brasileira. O Brasil precisa estar preparado para responder a isso com informação, transparência e capacidade técnica.  A Associação Brasileira das Indústrias Exportadoras de Carnes (ABIEC) atua justamente nessa frente. Representamos uma indústria responsável por praticamente todas as exportações brasileiras de carne bovina. Trabalhamos para abrir mercados, defender o setor, dialogar com governos, acompanhar regulações internacionais e mostrar ao mundo o que a cadeia brasileira tem construído.   Só que esse ambiente exige gente preparada. A cadeia da carne deixou de ser um assunto restrito à fazenda ou ao frigorífico. Hoje, quem trabalha no setor precisa entender de produção, mercado, comércio exterior, sustentabilidade, sanidade, logística, legislação e comunicação.   Foi pensando nisso que criamos a Beef School, curso de extensão da ABIEC com a FAAP. A proposta é aproximar quem quer conhecer melhor a cadeia da realidade de um setor que movimenta mais de R$ 1,15 trilhão por ano e responde por cerca de 9% do PIB brasileiro.   A liderança conquistada pelo Brasil não é um ponto de chegada. É um compromisso permanente com a excelência, a inovação e a capacidade de evoluir. O futuro da carne bovina brasileira será construído por profissionais capazes de compreender as transformações do mercado, antecipar desafios e transformar conhecimento em vantagem


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