MAB-FAAP EXIBE ARTE DE VANGUARDA DA ARTISTA ITALIANA DOS ANOS 40 MARINELLA PIRELLI

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A partir de 2 de outubro um recorte da produção da artista italiana Marinella Pirelli poderá ser apreciado no mezanino do Museu de Arte Brasileira (MAB-FAAP).

Instigada pela imagem em movimento e pela poética da luz, a artista ganha uma mostra sobre sua pesquisa que envolve luz, cinema expandido e pintura, desenvolvida entre os anos 40 e 70 do século passado. Pintora e cineasta, Marinella Pirelli teve papel relevante na cena da vanguarda da arte cinética e do cinema experimental durante esse período na Itália. Além das obras, a exposição traz ainda documentos históricos da artista, desenhos preliminares de suas instalações e fotos de arquivo.

A mostra trata de alguns dos temas mais relevantes dos estudos de Marinella e foca a atenção no processo de elaboração poética e nos dois elementos fundamentais de sua produção: a natureza e o objeto luminoso. As obras ganham vida num cenário que submerge o espectador numa experiência multissensorial aliando sons, imagens, movimento, luzes, cores e formas.

Sua primeira produção, Film Animazione, data de 1962 e é seguida por outros experimentos pioneiros em curtas. Por meio da observação cuidadosa das obras de Norman McLaren, Marinella começou a investigar aspectos relacionados à construção do movimento e às transformações da luz próprias da linguagem cinematográfica. Estes elementos, já fortemente presentes em seus primeiros estudos em pintura, tomam lugar de destaque no design de filmes como Luce e Movimento (1967) e Artificiale e Naturale (1968), filmes que sugerem um jogo intrincado de formas e cores e estarão em exibição nesta mostra. Os filmes de Marinella Pirelli falam de eventos leves, gestos simples e comoventes, testemunhas de um momento sensível da artista, mas também de intuição e transitoriedade, trazendo reflexões da condição humana de viver.

Sob curadoria do neto da artista, Giovanni Pirelli, e produção da Mega Cultural, a exposição fica em cartaz até 13 de novembro.

Saiba mais sobre a artista


Confira aqui algumas obras expostas na mostra

Marinella Pirelli

Data: 2 de outubro a 13 de novembro de 2016

Horário: de segunda a sexta-feira, das 10h às 19h – última entrada às 18h(fechado às terças-feiras, inclusive quando feriado)

Aos sábados, domingos e feriados, das 10h às 18h – última entrada às 17h

Local: Mezanino do MAB-FAAP

Endereço: Rua Alagoas, 903 – Higienópolis

Informações: (11) 3662-7198

Agendamento de visitas educativas: (11) 3662-7200

Entrada gratuita


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A partir de 2 de outubro um recorte da produção da artista italiana Marinella Pirelli poderá ser apreciado no mezanino do Museu de Arte Brasileira (MAB-FAAP).

Instigada pela imagem em movimento e pela poética da luz, a artista ganha uma mostra sobre sua pesquisa que envolve luz, cinema expandido e pintura, desenvolvida entre os anos 40 e 70 do século passado. Pintora e cineasta, Marinella Pirelli teve papel relevante na cena da vanguarda da arte cinética e do cinema experimental durante esse período na Itália. Além das obras, a exposição traz ainda documentos históricos da artista, desenhos preliminares de suas instalações e fotos de arquivo.

A mostra trata de alguns dos temas mais relevantes dos estudos de Marinella e foca a atenção no processo de elaboração poética e nos dois elementos fundamentais de sua produção: a natureza e o objeto luminoso. As obras ganham vida num cenário que submerge o espectador numa experiência multissensorial aliando sons, imagens, movimento, luzes, cores e formas.

Sua primeira produção, Film Animazione, data de 1962 e é seguida por outros experimentos pioneiros em curtas. Por meio da observação cuidadosa das obras de Norman McLaren, Marinella começou a investigar aspectos relacionados à construção do movimento e às transformações da luz próprias da linguagem cinematográfica. Estes elementos, já fortemente presentes em seus primeiros estudos em pintura, tomam lugar de destaque no design de filmes como Luce e Movimento (1967) e Artificiale e Naturale (1968), filmes que sugerem um jogo intrincado de formas e cores e estarão em exibição nesta mostra. Os filmes de Marinella Pirelli falam de eventos leves, gestos simples e comoventes, testemunhas de um momento sensível da artista, mas também de intuição e transitoriedade, trazendo reflexões da condição humana de viver.

Sob curadoria do neto da artista, Giovanni Pirelli, e produção da Mega Cultural, a exposição fica em cartaz até 13 de novembro.

Saiba mais sobre a artista


Confira aqui algumas obras expostas na mostra

Marinella Pirelli

Data: 2 de outubro a 13 de novembro de 2016

Horário: de segunda a sexta-feira, das 10h às 19h – última entrada às 18h(fechado às terças-feiras, inclusive quando feriado)

Aos sábados, domingos e feriados, das 10h às 18h – última entrada às 17h

Local: Mezanino do MAB-FAAP

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WAIFF 2026 estreia no Brasil e transforma FAAP em polo de debates sobre IA e audiovisual  

O World AI Film Festival (WAIFF) encerrou neste sábado (28) sua primeira edição no Brasil, após dois dias de programação intensa na FAAP, em São Paulo. O festival reuniu profissionais do audiovisual, da publicidade, do streaming e da tecnologia para discutir, na prática, como a Inteligência Artificial já está redesenhando a criação e a produção de conteúdo no mundo.   Realizado nos dias 27 e 28 de fevereiro, o WAIFF 2026 marcou a entrada oficial de São Paulo na rede global de encontros dedicados à IA no audiovisual, consolidando a cidade como um dos hubs da discussão internacional sobre o tema.   Na abertura, os organizadores destacaram o simbolismo de trazer o festival para o Brasil em um momento em que o mercado audiovisual vive incertezas e, ao mesmo tempo, enxerga na IA novas possibilidades de criação, modelos de negócio e acesso a ferramentas antes restritas a grandes estúdios.   Ao longo dos dois dias, o WAIFF 2026 promoveu um mergulho nas transformações em curso na indústria. Painéis e mesas de debate trataram desde o uso da IA na escrita de roteiros, edição e pós-produção, até seus impactos em publicidade, streaming, formatos digitais e na relação entre criadores, marcas e plataformas.   Executivos, produtores, criadores de conteúdo e profissionais ligados à televisão e à publicidade participaram de discussões sobre:  – Formatos curtos e engajamento nas redes; – O uso da IA em longa-metragens e séries; – Desafios jurídicos, direitos autorais e ética; – Modelos de negócio para um mercado impactado pela automação.   A Agência Ampfy realizou, ainda na sexta-feira (27), uma Maratona Criativa exclusiva para alunos da FAAP, apresentando cases premiados que utilizaram Inteligência Artificial de forma inovadora e estratégica. Além da palestra, os estudantes foram convidados a desenvolver um projeto para um cliente real, a CVC Turismo, aplicando IA em sua proposta. A melhor ideia será selecionada e seus autores concorrerão a uma vaga de estágio na Ampfy, reforçando o compromisso da FAAP em aproximar seus alunos do mercado de trabalho.    O segundo dia concentrou parte das discussões sobre o futuro do audiovisual, o papel dos criadores independentes e a importância de formação e qualificação profissional para uso responsável das novas tecnologias.   Um dos momentos de destaque foi a palestra de Nizan Guanaes, que abordou a criatividade em tempos de Inteligência Artificial, e de Fabiano Gullane, ex-aluno da FAAP e um dos mais importantes produtores cinematográficos do país.   Paralelamente às palestras e aos painéis, o festival exibiu a Mostra Competitiva WAIFF 2026, com produções nacionais e internacionais realizadas com o apoio de Inteligência Artificial em diferentes estágios do processo criativo.   Os filmes concorreram nas categorias Longa-metragem, Série Vertical, Publicidade, Curta-metragem – Animação, Curta-metragem – Documentário, Curta-metragem – Fantasia, Curta-metragem – Ação, Curta-metragem – Drama, além dos prêmios de Melhor Diretora,  Jovem Diretor e Melhor do Festival. Os finalistas foram escolhidos por um júri formado por profissionais como Jacqueline Sato (Atriz, roteirista e produtora – Presidente do Júri), Fabiano Gullane (Produtor e sócio da Gullane Filmes), Heitor Dhalia (Cineasta, diretor de O Cheiro do Ralo e DNA do Crime), Lyara Oliveira (Gestora e produtora especialista em audiovisual), Paulo Aguiar (Criador do CR_IA) e Tadeu Jungle (Diretor, roteirista, poeta visual e videoartista).  A cerimônia de premiação, realizada na tarde de sábado, no palco principal, encerrou o festival destacando a diversidade de linguagens, abordagens estéticas e temas explorados com o uso de IA. Reforçando que a tecnologia já faz parte do vocabulário criativo de uma nova geração de realizadores.   Ao aproximar criadores, empresas de tecnologia, estudantes, produtores e agentes do mercado, o festival mostrou que a discussão sobre IA já não é futurista: ela é parte do presente da produção audiovisual e deve se intensificar nos próximos

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