LABJOR FAAP NA COBERTURA DA 44ª MOSTRA INTERNACIONAL DE CINEMA EM SÃO PAULO – CONFIRA AS REPORTAGENS E ENTREVISTAS FEITAS PELOS ALUNOS DOS CURSOS DE JORNALISMO E DE CINEMA DA FAAP

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Sempre atento ao cenário atual do Brasil e do mundo, o LabJor FAAP preparou uma cobertura especial da 44ª Mostra Internacional de Cinema, feita por uma equipe interdisciplinar de 11 alunos do curso de Jornalismo e de Cinema, selecionados por meio de um concurso interno a partir de textos críticos produzidos por eles.

A idealização desta cobertura é da professora do curso de Cinema, Mariana Setúbal, e da coordenadora do curso de Jornalismo, Edilamar Galvão. Os alunos repórteres contam com a orientação do crítico de Cinema, Sérgio Rizzo, da coordenadora do LabJor FAAP, Luciana Garbin, e com a colaboração de vários professores do curso de Cinema e Jornalismo para discussão e revisão final dos textos.

O resultado é uma consistente produção de reportagens originais, entrevistas exclusivas, bastidores e artigos sobre a 44ª edição da Mostra. O evento, que neste ano acontece de forma on-line, apresenta um vasto panorama do cinema mundial, com autores consagrados e novos realizadores.

A cobertura especial do LabJor traz entrevistas exclusivas com cineastas como a diretora Moara Possani, que apresenta na Mostra o filme “Êxtase”, seu primeiro longa-metragem, e fala sobre como levou às telas o tema da anorexia a partir de sua própria história e de outras mulheres; o cineasta português João Nuno Pinto, que conta os desafios que enfrentou durante sete anos para fazer o longa “Mosquito” e toca em feridas abertas do passado colonial; e ainda o brasileiro Rubens Rewald, diretor de “#eagoraoque”, que diz que o poder de uma obra está em inquietar o espectador.

O LabJor FAAP ainda apresenta uma matéria especial sobre a cinebiografia do diretor chinês Jia Zhangke, autor do cartaz da Mostra deste ano e que comparece na seleção com “A Visita”, que trata sobre as transformações do cotidiano impostas pela pandemia de Covid-19 – o curta foi gravado na casa do diretor usando apenas um telefone celular -, e sobre o documentário “Nadando até o Mar se Tornar Azul”, que retrata a vida e obra de quatro escritores chineses a partir de um festival literário organizado perto da cidade chinesa de Fenyang, local onde nasceu o diretor. Essa reportagem traz entrevistas com a professora da Universidade de São Paulo e pesquisadora da obra do diretor Cecília Mello e com o crítico francês Jean-Michel Frodon, ex-editor da revista Cahiers du Cinéma e autor de “O Mundo de Jia Zhangke”, um livro de entrevistas com Jia.

Para ajudar os leitores a aproveitarem melhor a programação da Mostra, a página do LabJor apresenta ainda o InfoMostra, que quantifica os filmes dirigidos por mulheres em cada país de produção por etiquetas temáticas e pelos festivais que já passaram, uma reportagem sobre quais são os 26 filmes com contrato firmado com distribuidoras no Brasil e que poderão ser assistidos depois do fim da Mostra, entre outros.

E, em paralelo à cobertura da Mostra, o LabJor FAAP traz uma entrevista especial com os cineastas Andradina Azevedo e Dida Andrade. Os diretores realizaram o curta “Carta à Suzana”, a pedido do LabJor, que dedica sua cobertura à memória de Suzana Amaral (1932–2020), diretora de “A Hora da Estrela”(Brasil, 1985), e que formou gerações de alunos no curso de Cinema da FAAP.

Acompanhe toda a cobertura feita pelo Labjor, que será atualizada periodicamente:http://www.faap.br/labjor

O LabJor FAAP é um laboratório destinado à criação e experimentação de produtos jornalísticos nas suas mais diferentes aplicações e temáticas.


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Sempre atento ao cenário atual do Brasil e do mundo, o LabJor FAAP preparou uma cobertura especial da 44ª Mostra Internacional de Cinema, feita por uma equipe interdisciplinar de 11 alunos do curso de Jornalismo e de Cinema, selecionados por meio de um concurso interno a partir de textos críticos produzidos por eles.

A idealização desta cobertura é da professora do curso de Cinema, Mariana Setúbal, e da coordenadora do curso de Jornalismo, Edilamar Galvão. Os alunos repórteres contam com a orientação do crítico de Cinema, Sérgio Rizzo, da coordenadora do LabJor FAAP, Luciana Garbin, e com a colaboração de vários professores do curso de Cinema e Jornalismo para discussão e revisão final dos textos.

O resultado é uma consistente produção de reportagens originais, entrevistas exclusivas, bastidores e artigos sobre a 44ª edição da Mostra. O evento, que neste ano acontece de forma on-line, apresenta um vasto panorama do cinema mundial, com autores consagrados e novos realizadores.

A cobertura especial do LabJor traz entrevistas exclusivas com cineastas como a diretora Moara Possani, que apresenta na Mostra o filme “Êxtase”, seu primeiro longa-metragem, e fala sobre como levou às telas o tema da anorexia a partir de sua própria história e de outras mulheres; o cineasta português João Nuno Pinto, que conta os desafios que enfrentou durante sete anos para fazer o longa “Mosquito” e toca em feridas abertas do passado colonial; e ainda o brasileiro Rubens Rewald, diretor de “#eagoraoque”, que diz que o poder de uma obra está em inquietar o espectador.

O LabJor FAAP ainda apresenta uma matéria especial sobre a cinebiografia do diretor chinês Jia Zhangke, autor do cartaz da Mostra deste ano e que comparece na seleção com “A Visita”, que trata sobre as transformações do cotidiano impostas pela pandemia de Covid-19 – o curta foi gravado na casa do diretor usando apenas um telefone celular -, e sobre o documentário “Nadando até o Mar se Tornar Azul”, que retrata a vida e obra de quatro escritores chineses a partir de um festival literário organizado perto da cidade chinesa de Fenyang, local onde nasceu o diretor. Essa reportagem traz entrevistas com a professora da Universidade de São Paulo e pesquisadora da obra do diretor Cecília Mello e com o crítico francês Jean-Michel Frodon, ex-editor da revista Cahiers du Cinéma e autor de “O Mundo de Jia Zhangke”, um livro de entrevistas com Jia.

Para ajudar os leitores a aproveitarem melhor a programação da Mostra, a página do LabJor apresenta ainda o InfoMostra, que quantifica os filmes dirigidos por mulheres em cada país de produção por etiquetas temáticas e pelos festivais que já passaram, uma reportagem sobre quais são os 26 filmes com contrato firmado com distribuidoras no Brasil e que poderão ser assistidos depois do fim da Mostra, entre outros.

E, em paralelo à cobertura da Mostra, o LabJor FAAP traz uma entrevista especial com os cineastas Andradina Azevedo e Dida Andrade. Os diretores realizaram o curta “Carta à Suzana”, a pedido do LabJor, que dedica sua cobertura à memória de Suzana Amaral (1932–2020), diretora de “A Hora da Estrela”(Brasil, 1985), e que formou gerações de alunos no curso de Cinema da FAAP.

Acompanhe toda a cobertura feita pelo Labjor, que será atualizada periodicamente:http://www.faap.br/labjor

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Exposição na Biblioteca Mário de Andrade celebra a recuperação de obras de Henri Matisse

Com produção e concepção do MAB FAAP e da Biblioteca Mário de Andrade, mostra apresenta as 20 composições de Jazz, incluindo oito trabalhos recentemente recuperados O Museu de Arte Brasileira da FAAP (MAB FAAP) participa da realização da exposição Jazz – o livro de artista de Henri Matisse, que será apresentada na Biblioteca Mário de Andrade, de 12 de setembro a 12 de outubro. A mostra tem produção e concepção do MAB FAAP e da Biblioteca Mário de Andrade, com correalização da FAAP e da Prefeitura de São Paulo. A abertura acontece no dia 12 de setembro, às 15h, e marca o reencontro do público com oito obras de Henri Matisse que haviam sido subtraídas e foram recentemente recuperadas. Ao todo, a exposição reúne as 20 composições que integram a coleção, em uma iniciativa que destaca o compromisso da FAAP e de suas instituições culturais com a preservação, a pesquisa e a democratização do acesso à arte. Mais do que apresentar uma das obras mais importantes da trajetória de Matisse, a exposição celebra a recuperação de um patrimônio cultural e sua devolução à sociedade. O projeto também reforça a atuação do MAB FAAP na valorização, conservação e difusão de acervos artísticos, além de ampliar o acesso do público a um conjunto fundamental da produção moderna. “Mais do que recuperar objetos de valor artístico, a abertura da mostra é um momento de celebração da memória, da arte e da importância das instituições públicas na proteção e difusão de seus acervos”, destaca o secretário de Cultura e Economia Criativa, Totó Parente. A participação do MAB FAAP A exposição é concebida e produzida pelo MAB FAAP em parceria com a Biblioteca Mário de Andrade. A participação do museu reafirma sua atuação na pesquisa e na divulgação da história da arte, bem como seu compromisso com projetos que aproximam o público de obras e documentos de relevância internacional. “A participação da FAAP na correalização desta exposição reafirma o compromisso da Fundação com a promoção da arte, da educação e da cultura. Por meio do MAB FAAP, contribuímos para ampliar o acesso do público à obra de Henri Matisse e para fortalecer o diálogo entre instituições culturais”, afirma Pilar Guillon Liotti, membro do Conselho da FAAP. O curador da exposição e diretor-geral do MAB FAAP, Marcos Moraes, ressalta a importância de Matisse para além da pintura e destaca a relevância de Jazz na história da arte. “Artista comumente identificado como fundamental na arte moderna, Matisse dispensa qualquer tentativa de apresentá-lo apenas como um pintor de sua época. De início, é preciso ressaltar sua atuação com o desenho, as artes gráficas, a colagem, a escultura, a cenografia e mesmo nas relações com a arquitetura, mas é sobretudo na gravura que essa capacidade magistral de lidar com a cor e a linha se afirma, de maneira incontestável”, afirma. Para o curador, Jazz é um dos mais relevantes livros de artista e álbuns de gravuras do século XX. “Nada mais coerente que o MAB FAAP se associe a essa iniciativa de retomar a possibilidade de o público ter contato direto com as imagens, mas também com os textos que o artista escreveu diretamente a partir de seus cadernos de anotações, produzidos entre 1941 e 1946, celebrando, neste momento, seus 80 anos de existência”, completa. Jazz: cor, movimento e criação Publicado em 1947 pelas edições Verve, Jazz teve tiragem de 250 exemplares numerados e reúne 20 composições desenvolvidas por Matisse a partir de recortes de papéis previamente pintados com guache. O artista criou o conjunto durante um período de grandes limitações físicas. Após passar por uma grave intervenção cirúrgica, Matisse encontrou nos recortes de papel uma nova possibilidade de expressão. Durante aproximadamente dois anos, experimentou formas e cores até chegar às composições que integrariam o livro. Matisse definiu esse processo como “desenhar com a tesoura”. A técnica permitiu ao artista investigar de maneira inovadora as relações entre cor, forma, movimento e composição, levando a colagem a um novo patamar em sua produção. O título Jazz traduz a concepção de Matisse sobre o conjunto de imagens. Para o artista, as cores deveriam estabelecer uma relação dinâmica, semelhante à música. Não bastava simplesmente colocá-las lado a lado: era necessário que atuassem umas sobre as outras. Um livro de artista que marcou a história da arte A publicação de Jazz contou com a parceria do editor Tériade, um dos mais importantes editores de arte do século XX. O projeto buscou preservar, na impressão, a intensidade das cores e a força visual das composições originais. O resultado articula imagem e texto e se tornou uma das produções mais conhecidas de Matisse. As 20 composições revelam a maturidade de sua pesquisa com recortes e demonstram como o artista transformou uma condição de adversidade em uma nova possibilidade de criação. Serviço Jazz – o livro de artista de Henri Matisse Período: 12 de setembro a 12 de outubro Abertura: 12 de setembro, às 15h Local: Biblioteca Mário de Andrade Produção e concepção: MAB FAAP e Biblioteca Mário de Andrade Correalização: FAAP e Prefeitura de São Paulo Entrada:


Ensino Médio

XV Semana do Colégio FAAP encerra com sucesso e celebra integração e espírito esportivo

A XV Semana do Colégio FAAP foi marcada por dias de intensa participação, integração e espírito esportivo entre os alunos. Ao longo da programação, os estudantes tiveram a oportunidade de desenvolver diferentes habilidades, fortalecer vínculos e vivenciar, na prática, valores como cooperação, respeito e trabalho em equipe.  Divididos em quatro bandeiras, os alunos participaram de 40 atividades que foram além da competição esportiva. A programação contemplou diferentes áreas do conhecimento e da expressão, incluindo exatas, humanas, educação física, esportes, música, dança, arte e moda.  Em cada atividade, os estudantes foram desafiados a demonstrar talento, criatividade, dedicação e capacidade de trabalhar coletivamente, em uma experiência que integrou conhecimento, convivência e diversão.  Ao final da competição, a classificação ficou definida da seguinte forma:  1º lugar: Bandeira Azul 2º lugar: Bandeira Amarela e Bandeira Laranja 3º lugar: Bandeira Verde  Nesta edição, a Semana do Colégio FAAP também contou com novas formas de reconhecimento, valorizando não apenas os resultados alcançados pelas equipes, mas também atitudes que contribuíram para uma experiência coletiva positiva.  Os líderes de cada equipe receberam um certificado de competência em liderança, em reconhecimento ao papel desempenhado durante as atividades. Também foi realizada uma premiação de fair play, destinada a reconhecer um estudante que se destacou pelo cuidado, pela colaboração e pela dedicação ao bom funcionamento dos espaços utilizados durante a Semana.  A Semana do Colégio FAAP promove aprendizado, convivência e desenvolvimento de competências e valores, reforçando a importância da integração, da cooperação, do respeito e do trabalho em equipe na formação dos

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