FAAP reúne 34 escolas de ensino médio para mais uma edição do Fórum FAAP – de 3 a 7 de setembro


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Em mais uma edição online, o Fórum FAAP será realizado de 3 a 7 de setembro. O evento simula reuniões de organizações internacionais, como a ONU, e contará com a presença de 429 alunos do Ensino Médio de 34 escolas de São Paulo. Como se fossem diplomatas, os estudantes discutem temas relevantes da agenda internacional.

Os estudantes estarão distribuídos em 15 comitês. Em dois deles, as discussões ocorrerão no idioma inglês. Ações para promover o turismo no pós-pandemia, energia nuclear, influência no ciberespaço e consequências do declínio do multilateralismo no sistema internacional estão entre os temas analisados pelos alunos.

A preparação para o Fórum é feita meses antes, quando os alunos recebem um guia de estudos, contendo todas as informações necessárias para a participação. “O participante precisa entender bem o tema e o posicionamento do país que vai representar”, explica o coordenador do Fórum FAAP, professor Victor Grinberg.

De acordo com o professor, essa é uma experiência única de aprendizado. “Na simulação, o aluno desenvolve competências que o ajudarão na escola e na vida – pessoal e profissional”, diz.

A mesma visão é compartilhada pelo professor Marco Aurélio Bulhões, do colégio Domus Sapientiae. “Os estudantes aprendem a falar em público e a respeitar ideias diferentes. Tenho muitos alunos que não foram estudar Relações Internacionais, mas foram para áreas como medicina e engenharia e adoraram a experiência do Fórum”, diz o professor, que participa desde a primeira edição, em 2005.

Outro professor que participa desde a primeira edição, José Manuel Ribeiro de Melo, do colégio Visconde de Porto Seguro, também destaca a importância do evento: “Além de discutir assuntos relevantes das áreas econômica, política e social, os alunos desenvolvem a oralidade e a postura. Também passam a entender como funciona as relações entre países, blocos econômicos e a participação da ONU”, comenta.

Os alunos que não participarão das discussões farão parte do Comitê de Comunicação, com a missão de fazer a cobertura do evento e abastecer o blog do Fórum durante todo o período.

Responsabilidade Social

O Fórum FAAP também organiza arrecadação de alimentos entre os participantes, que beneficia pessoas atendidas por cinco entidades parceiras. A escola que mais conseguir doações será premiada no encerramento do evento. As doações serão entregues no colégio participante e a FAAP fará a retirada no local.

Veja as escolas que participam desta edição:

Associação Crescer Sempre

Associação São Francisco De Assis – Irmãs De São Francisco da Providência de DeusAvenues São Paulo

Colégio Ábaco

Colégio Bandeirantes

Colégio Dante Alighieri

Colégio Emilie De Villeneuve

Colégio FAAP SP

Colégio Franciscano São Miguel Arcanjo

Colégio Maria Imaculada

Colégio Miguel De Cervantes

Colégio Oswald De Andrade

Colégio Palmares

Colégio Pentágono – Unidade Alphaville

Colégio Pentágono – Unidade Morumbi

Colégio Pentágono – Unidade PerdizesColégio São Luis

Colégio Visconde De Porto Seguro – Morumbi

Colégio Visconde De Porto Seguro – Unidade Panamby

Colégio Visconde De Porto Seguro – Unidade Valinhos

Congregação De Santa Cruz

Escola Bilíngue Pueri Domus – Unidade Verbo Divino

Escola Da Vila

Escola Domus Sapientiae

Escola Montessori Lubienska Santa Terezinha

Escola Viva

Escola Waldorf Rudolf Steiner

Escola Internacional de Alphaville

Instituto Magno de Educação

Instituto OEP de Educação – Colégio Elvira Brandão

Instituto Presbiteriano Mackenzie

SEB – Sistema Educacional Brasileiro – Itaim

SIB Colégio Stella MarisSociedade Escolar Barão do Rio Branco (Humboldt)

Fórum FAAP 2021 – edição online

Data: de 3 a 7 de setembro

Informações: https://forum.faap.br/forumfaap/


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Em mais uma edição online, o Fórum FAAP será realizado de 3 a 7 de setembro. O evento simula reuniões de organizações internacionais, como a ONU, e contará com a presença de 429 alunos do Ensino Médio de 34 escolas de São Paulo. Como se fossem diplomatas, os estudantes discutem temas relevantes da agenda internacional.

Os estudantes estarão distribuídos em 15 comitês. Em dois deles, as discussões ocorrerão no idioma inglês. Ações para promover o turismo no pós-pandemia, energia nuclear, influência no ciberespaço e consequências do declínio do multilateralismo no sistema internacional estão entre os temas analisados pelos alunos.

A preparação para o Fórum é feita meses antes, quando os alunos recebem um guia de estudos, contendo todas as informações necessárias para a participação. “O participante precisa entender bem o tema e o posicionamento do país que vai representar”, explica o coordenador do Fórum FAAP, professor Victor Grinberg.

De acordo com o professor, essa é uma experiência única de aprendizado. “Na simulação, o aluno desenvolve competências que o ajudarão na escola e na vida – pessoal e profissional”, diz.

A mesma visão é compartilhada pelo professor Marco Aurélio Bulhões, do colégio Domus Sapientiae. “Os estudantes aprendem a falar em público e a respeitar ideias diferentes. Tenho muitos alunos que não foram estudar Relações Internacionais, mas foram para áreas como medicina e engenharia e adoraram a experiência do Fórum”, diz o professor, que participa desde a primeira edição, em 2005.

Outro professor que participa desde a primeira edição, José Manuel Ribeiro de Melo, do colégio Visconde de Porto Seguro, também destaca a importância do evento: “Além de discutir assuntos relevantes das áreas econômica, política e social, os alunos desenvolvem a oralidade e a postura. Também passam a entender como funciona as relações entre países, blocos econômicos e a participação da ONU”, comenta.

Os alunos que não participarão das discussões farão parte do Comitê de Comunicação, com a missão de fazer a cobertura do evento e abastecer o blog do Fórum durante todo o período.

Responsabilidade Social

O Fórum FAAP também organiza arrecadação de alimentos entre os participantes, que beneficia pessoas atendidas por cinco entidades parceiras. A escola que mais conseguir doações será premiada no encerramento do evento. As doações serão entregues no colégio participante e a FAAP fará a retirada no local.

Veja as escolas que participam desta edição:

Associação Crescer Sempre

Associação São Francisco De Assis – Irmãs De São Francisco da Providência de DeusAvenues São Paulo

Colégio Ábaco

Colégio Bandeirantes

Colégio Dante Alighieri

Colégio Emilie De Villeneuve

Colégio FAAP SP

Colégio Franciscano São Miguel Arcanjo

Colégio Maria Imaculada

Colégio Miguel De Cervantes

Colégio Oswald De Andrade

Colégio Palmares

Colégio Pentágono – Unidade Alphaville

Colégio Pentágono – Unidade Morumbi

Colégio Pentágono – Unidade PerdizesColégio São Luis

Colégio Visconde De Porto Seguro – Morumbi

Colégio Visconde De Porto Seguro – Unidade Panamby

Colégio Visconde De Porto Seguro – Unidade Valinhos

Congregação De Santa Cruz

Escola Bilíngue Pueri Domus – Unidade Verbo Divino

Escola Da Vila

Escola Domus Sapientiae

Escola Montessori Lubienska Santa Terezinha

Escola Viva

Escola Waldorf Rudolf Steiner

Escola Internacional de Alphaville

Instituto Magno de Educação

Instituto OEP de Educação – Colégio Elvira Brandão

Instituto Presbiteriano Mackenzie

SEB – Sistema Educacional Brasileiro – Itaim

SIB Colégio Stella MarisSociedade Escolar Barão do Rio Branco (Humboldt)

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Data: de 3 a 7 de setembro

Informações: https://forum.faap.br/forumfaap/

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O futuro da carne bovina brasileira passa pelo conhecimento

Poucos setores brasileiros passaram por uma evolução tão grande quanto a carne bovina. No último ano, o Brasil não apenas manteve sua força nas exportações, mas assumiu também a liderança mundial na produção, com 12,35 milhões de toneladas produzidas, 3,5 milhões exportadas e quase US$ 18 bilhões em vendas externas.   Os números impressionam, mas, por si só, não explicam essa trajetória. Eles revelam a dimensão da responsabilidade que o Brasil passou a assumir no abastecimento mundial de proteína animal.  A carne bovina brasileira está presente em mais de 170 mercados, mas cerca de 70% de tudo o que produzimos continua no Brasil. É uma cadeia que atende o mundo sem deixar de abastecer a mesa dos brasileiros.   Essa posição não foi conquistada por acaso. É resultado de décadas de trabalho de pecuaristas, frigoríficos, técnicos, pesquisadores, autoridades sanitárias e profissionais que entenderam que produzir bem não bastava. Era preciso garantir regularidade, qualidade, sanidade e capacidade de atender o que cada mercado exige. Trata-se de uma construção coletiva, baseada na cooperação entre os setores público e privado, que consolidou a credibilidade internacional da carne bovina brasileira.  O mundo está mudando e o mercado da carne também. Países que historicamente tiveram grande produção enfrentam redução de rebanho, custos mais altos e limitações para ampliar a oferta. Ao mesmo tempo, cresce a demanda por proteína em regiões como a Ásia, o Oriente Médio e parte da África.  O Brasil tem espaço para ocupar parte dessa demanda. No ano passado, o país tinha 195,5 milhões de cabeças de gado, o maior rebanho comercial do mundo. Entre 2005 e 2025, a produção brasileira de carne bovina aumentou 41%, enquanto a área de pastagens diminuiu.   A pecuária brasileira de hoje é diferente da de duas décadas atrás. Temos mais genética, melhor manejo, nutrição mais precisa, confinamento, terminação intensiva a pasto, integração com outras atividades e mais tecnologia dentro da fazenda e da indústria.   Mas não há espaço para achar que o trabalho está pronto.   A abertura de mercados, a rastreabilidade, a agenda ambiental, os controles sanitários, as exigências de consumidores e as regras comerciais vão continuar influenciando diretamente o futuro da carne brasileira. O Brasil precisa estar preparado para responder a isso com informação, transparência e capacidade técnica.  A Associação Brasileira das Indústrias Exportadoras de Carnes (ABIEC) atua justamente nessa frente. Representamos uma indústria responsável por praticamente todas as exportações brasileiras de carne bovina. Trabalhamos para abrir mercados, defender o setor, dialogar com governos, acompanhar regulações internacionais e mostrar ao mundo o que a cadeia brasileira tem construído.   Só que esse ambiente exige gente preparada. A cadeia da carne deixou de ser um assunto restrito à fazenda ou ao frigorífico. Hoje, quem trabalha no setor precisa entender de produção, mercado, comércio exterior, sustentabilidade, sanidade, logística, legislação e comunicação.   Foi pensando nisso que criamos a Beef School, curso de extensão da ABIEC com a FAAP. A proposta é aproximar quem quer conhecer melhor a cadeia da realidade de um setor que movimenta mais de R$ 1,15 trilhão por ano e responde por cerca de 9% do PIB brasileiro.   A liderança conquistada pelo Brasil não é um ponto de chegada. É um compromisso permanente com a excelência, a inovação e a capacidade de evoluir. O futuro da carne bovina brasileira será construído por profissionais capazes de compreender as transformações do mercado, antecipar desafios e transformar conhecimento em vantagem


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FAAP inicia a edição 2026 do Projeto SEED em parceria com instituições japonesas 

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