FAAP RECEBE LANÇAMENTO DO LIVRO “LUTO: REFLEXÕES SOBRE A REINVENÇÃO DO FUTURO”, DE JAMIL CHADE – 1º DE ABRIL

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Na próxima sexta-feira, 1º de abril, às 9h30, o jornalista Jamil Chade lança o seu mais novo livro Luto: reflexões sobre a reinvenção do futuro, em evento aberto ao público no Centro Universitário FAAP. Para participar é necessário fazer a inscrição pelo link

O evento marca o lançamento da pós-graduação em Jornalismo Internacional da FAAP, coordenado pelas professoras Edilamar Galvão e Fernanda Magnotta. Jamil Chade é um dos professores da especialização ao lado de outros grandes nomes da comunicação e da academia.

Correspondente internacional do UOL, do Canal Mynews e do Grupo Bandeirantes, Jamil Chade completa, com Luto: reflexões sobre a reinvenção do futuro, sete livros publicados no Brasil e nos EUA. Dois deles foram finalistas do Prêmio Jabuti. Na Suíça, também recebeu o prêmio Nicolas Bouvier por sua obra sobre a fome. Com viagens a mais de 70 países, percorreu trilhas com imigrantes, visitou acampamentos de refugiados na Europa, África e Oriente Médio e entrevistou membros de governos acusados de crimes de guerra. 

O lançamento do livro será seguido de sessão de autógrafos. Os inscritos devem chegar com pelo menos 35 minutos de antecedência. 

Sobre a publicação 

Luto: reflexões sobre a reinvenção do futuro, reúne agudas reflexões sobre a pandemia e as suas consequências sociais. Nas palavras do prefaciador Padre Júlio Lancelotti: “Jamil Chade nos ajuda a não perder a coragem de lutar e sonhar, indignados, mas com esperança teimosa, que insiste em não desaparecer. Todos e todas fazemos parte desta história, o importante é saber de que lado estamos e sem medo de perder e sem a obsessão de ganhar. Lutar e saber que a luta é histórica, com desafios e contradições.” Na orelha do livro, Zélia Duncan assinala que “Jamil nos dá a balsâmica sensação de não estarmos sós. Seu olhar de jornalista franco e responsável, sua verve de escritor que observa, age, pensa e torce por nossa evolução, nos encoraja e faz companhia. Ter esses textos ao alcance das mãos tem também um papel de memória e escudo contra tantas desesperanças!” 

Sobre a pós-graduação em Jornalismo Internacional 

O curso é organizado em dois grandes Núcleos: “Mundo” e “Jornalismo e Democracia”, e apresenta um panorama global e uma ampla visão das principais questões do mundo contemporâneo. O núcleo Mundo coloca no centro de suas disciplinas oito atores geopolíticos, país ou região, que jogam um papel fundamental nas relações internacionais contemporâneas: Estados Unidos, China, Rússia, União Europeia, África, Oriente Médio, América Latina e o Brasil na Conjuntura Internacional. 

No núcleo “Jornalismo e Democracia”, as matérias desenvolvem a íntima relação entre o desenvolvimento da democracia e a atuação do jornalismo no mundo. Além de apresentar aspectos históricos/teóricos que constituem o tema, o assunto das disciplinas é apresentado por meio de estudos de casos jornalísticos específicos e emblemáticos, seja por ter desencadeado um efeito político, econômico e um avanço da democracia, seja por ter inaugurado um novo modo de fazer jornalismo. 

Em cada uma das matérias, professores doutores especializados na área apresentam o histórico dos acontecimentos para decifrar as grandes questões, as tensões e os conflitos contemporâneos, as relações de força entre os vários interesses envolvidos entre esses atores geopolíticos, além das tentativas históricas de construir uma paz duradoura no mundo e os principais motivos que continuam a ameaçar e desafiar esse objetivo. Renomados jornalistas, que atuam na editoria e na correspondência internacional ainda abordam os principais desafios da cobertura. 

A pós-graduação, oferecida no formato híbrido e com tempo de conclusão de 12 meses, é voltada para jornalistas, internacionalistas e demais profissionais interessados em compreender as grandes questões do mundo contemporâneo, além dos desafios do jornalismo internacional e suas melhores práticas. 

Mais informações sobre o investimento, corpo docente e programa estão disponíveis no site da FAAP.

Lançamento do livro “Luto: reflexões sobre a reinvenção do futuro” e da pós-graduação em Jornalismo Internacional 

Data: 1º/4 

Horário: às 9h30 

Local: auditório 1 da FAAP – Rua Alagoas, 903.

Faça sua inscrição aqui


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Na próxima sexta-feira, 1º de abril, às 9h30, o jornalista Jamil Chade lança o seu mais novo livro Luto: reflexões sobre a reinvenção do futuro, em evento aberto ao público no Centro Universitário FAAP. Para participar é necessário fazer a inscrição pelo link

O evento marca o lançamento da pós-graduação em Jornalismo Internacional da FAAP, coordenado pelas professoras Edilamar Galvão e Fernanda Magnotta. Jamil Chade é um dos professores da especialização ao lado de outros grandes nomes da comunicação e da academia.

Correspondente internacional do UOL, do Canal Mynews e do Grupo Bandeirantes, Jamil Chade completa, com Luto: reflexões sobre a reinvenção do futuro, sete livros publicados no Brasil e nos EUA. Dois deles foram finalistas do Prêmio Jabuti. Na Suíça, também recebeu o prêmio Nicolas Bouvier por sua obra sobre a fome. Com viagens a mais de 70 países, percorreu trilhas com imigrantes, visitou acampamentos de refugiados na Europa, África e Oriente Médio e entrevistou membros de governos acusados de crimes de guerra. 

O lançamento do livro será seguido de sessão de autógrafos. Os inscritos devem chegar com pelo menos 35 minutos de antecedência. 

Sobre a publicação 

Luto: reflexões sobre a reinvenção do futuro, reúne agudas reflexões sobre a pandemia e as suas consequências sociais. Nas palavras do prefaciador Padre Júlio Lancelotti: “Jamil Chade nos ajuda a não perder a coragem de lutar e sonhar, indignados, mas com esperança teimosa, que insiste em não desaparecer. Todos e todas fazemos parte desta história, o importante é saber de que lado estamos e sem medo de perder e sem a obsessão de ganhar. Lutar e saber que a luta é histórica, com desafios e contradições.” Na orelha do livro, Zélia Duncan assinala que “Jamil nos dá a balsâmica sensação de não estarmos sós. Seu olhar de jornalista franco e responsável, sua verve de escritor que observa, age, pensa e torce por nossa evolução, nos encoraja e faz companhia. Ter esses textos ao alcance das mãos tem também um papel de memória e escudo contra tantas desesperanças!” 

Sobre a pós-graduação em Jornalismo Internacional 

O curso é organizado em dois grandes Núcleos: “Mundo” e “Jornalismo e Democracia”, e apresenta um panorama global e uma ampla visão das principais questões do mundo contemporâneo. O núcleo Mundo coloca no centro de suas disciplinas oito atores geopolíticos, país ou região, que jogam um papel fundamental nas relações internacionais contemporâneas: Estados Unidos, China, Rússia, União Europeia, África, Oriente Médio, América Latina e o Brasil na Conjuntura Internacional. 

No núcleo “Jornalismo e Democracia”, as matérias desenvolvem a íntima relação entre o desenvolvimento da democracia e a atuação do jornalismo no mundo. Além de apresentar aspectos históricos/teóricos que constituem o tema, o assunto das disciplinas é apresentado por meio de estudos de casos jornalísticos específicos e emblemáticos, seja por ter desencadeado um efeito político, econômico e um avanço da democracia, seja por ter inaugurado um novo modo de fazer jornalismo. 

Em cada uma das matérias, professores doutores especializados na área apresentam o histórico dos acontecimentos para decifrar as grandes questões, as tensões e os conflitos contemporâneos, as relações de força entre os vários interesses envolvidos entre esses atores geopolíticos, além das tentativas históricas de construir uma paz duradoura no mundo e os principais motivos que continuam a ameaçar e desafiar esse objetivo. Renomados jornalistas, que atuam na editoria e na correspondência internacional ainda abordam os principais desafios da cobertura. 

A pós-graduação, oferecida no formato híbrido e com tempo de conclusão de 12 meses, é voltada para jornalistas, internacionalistas e demais profissionais interessados em compreender as grandes questões do mundo contemporâneo, além dos desafios do jornalismo internacional e suas melhores práticas. 

Mais informações sobre o investimento, corpo docente e programa estão disponíveis no site da FAAP.

Lançamento do livro “Luto: reflexões sobre a reinvenção do futuro” e da pós-graduação em Jornalismo Internacional 

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Local: auditório 1 da FAAP – Rua Alagoas, 903.

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O futuro da carne bovina brasileira passa pelo conhecimento

Poucos setores brasileiros passaram por uma evolução tão grande quanto a carne bovina. No último ano, o Brasil não apenas manteve sua força nas exportações, mas assumiu também a liderança mundial na produção, com 12,35 milhões de toneladas produzidas, 3,5 milhões exportadas e quase US$ 18 bilhões em vendas externas.   Os números impressionam, mas, por si só, não explicam essa trajetória. Eles revelam a dimensão da responsabilidade que o Brasil passou a assumir no abastecimento mundial de proteína animal.  A carne bovina brasileira está presente em mais de 170 mercados, mas cerca de 70% de tudo o que produzimos continua no Brasil. É uma cadeia que atende o mundo sem deixar de abastecer a mesa dos brasileiros.   Essa posição não foi conquistada por acaso. É resultado de décadas de trabalho de pecuaristas, frigoríficos, técnicos, pesquisadores, autoridades sanitárias e profissionais que entenderam que produzir bem não bastava. Era preciso garantir regularidade, qualidade, sanidade e capacidade de atender o que cada mercado exige. Trata-se de uma construção coletiva, baseada na cooperação entre os setores público e privado, que consolidou a credibilidade internacional da carne bovina brasileira.  O mundo está mudando e o mercado da carne também. Países que historicamente tiveram grande produção enfrentam redução de rebanho, custos mais altos e limitações para ampliar a oferta. Ao mesmo tempo, cresce a demanda por proteína em regiões como a Ásia, o Oriente Médio e parte da África.  O Brasil tem espaço para ocupar parte dessa demanda. No ano passado, o país tinha 195,5 milhões de cabeças de gado, o maior rebanho comercial do mundo. Entre 2005 e 2025, a produção brasileira de carne bovina aumentou 41%, enquanto a área de pastagens diminuiu.   A pecuária brasileira de hoje é diferente da de duas décadas atrás. Temos mais genética, melhor manejo, nutrição mais precisa, confinamento, terminação intensiva a pasto, integração com outras atividades e mais tecnologia dentro da fazenda e da indústria.   Mas não há espaço para achar que o trabalho está pronto.   A abertura de mercados, a rastreabilidade, a agenda ambiental, os controles sanitários, as exigências de consumidores e as regras comerciais vão continuar influenciando diretamente o futuro da carne brasileira. O Brasil precisa estar preparado para responder a isso com informação, transparência e capacidade técnica.  A Associação Brasileira das Indústrias Exportadoras de Carnes (ABIEC) atua justamente nessa frente. Representamos uma indústria responsável por praticamente todas as exportações brasileiras de carne bovina. Trabalhamos para abrir mercados, defender o setor, dialogar com governos, acompanhar regulações internacionais e mostrar ao mundo o que a cadeia brasileira tem construído.   Só que esse ambiente exige gente preparada. A cadeia da carne deixou de ser um assunto restrito à fazenda ou ao frigorífico. Hoje, quem trabalha no setor precisa entender de produção, mercado, comércio exterior, sustentabilidade, sanidade, logística, legislação e comunicação.   Foi pensando nisso que criamos a Beef School, curso de extensão da ABIEC com a FAAP. A proposta é aproximar quem quer conhecer melhor a cadeia da realidade de um setor que movimenta mais de R$ 1,15 trilhão por ano e responde por cerca de 9% do PIB brasileiro.   A liderança conquistada pelo Brasil não é um ponto de chegada. É um compromisso permanente com a excelência, a inovação e a capacidade de evoluir. O futuro da carne bovina brasileira será construído por profissionais capazes de compreender as transformações do mercado, antecipar desafios e transformar conhecimento em vantagem


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