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O novo curso tecnológico em Produção Cultural da FAAP é um curso de graduação com menor duração (três anos), que oferece formação especializada e possibilita ao aluno entender as etapas e fases da produção de um evento na área cultural. Coordenado pelo professor Marcos Moraes, também do curso de Artes Visuais da instituição, busca estimular o aluno a entender a produção, não só em sua fase executiva, mas fazendo-o pensar a cultura, compreender o seu significado e sua dimensão no mercado e no espaço de atuação profissional.

Único em São Paulo, o curso da FAAP é multidisciplinar, ou seja, oferece elementos e informações sobre as diferentes áreas que fazem a interface de uma produção cultural, como administração e marketing, além de fornecer um amplo referencial cultural, panorama histórico e vocabulário específico. Também apresenta uma visão panorâmica sobre o desenvolvimento dos diversos segmentos que compõem esse universo, como o audiovisual, as artes cênicas, a crítica de arte, o design, a moda, a literatura, entre outros.

Os alunos contam ainda com laboratórios técnicos e de criação, oficinas de linguagens artísticas, além da oportunidade de vivenciar diversas experiências por meio das instalações culturais da FAAP, como o Teatro, o Museu de Arte Brasileira (MAB-FAAP) e a Residência Artística. Há ainda programas exclusivos de intercâmbio em mais de 10 países e a possibilidade de cursar até quatro disciplinas de outros cursos da instituição, sem custos extras.

As inscrições para o vestibular do curso de Produção Cultural vão até o dia 10 de junho e podem ser feitas presencialmente, por telefone ou on-line, diretamente pelo site http://vestibular.faap.br/


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O novo curso tecnológico em Produção Cultural da FAAP é um curso de graduação com menor duração (três anos), que oferece formação especializada e possibilita ao aluno entender as etapas e fases da produção de um evento na área cultural. Coordenado pelo professor Marcos Moraes, também do curso de Artes Visuais da instituição, busca estimular o aluno a entender a produção, não só em sua fase executiva, mas fazendo-o pensar a cultura, compreender o seu significado e sua dimensão no mercado e no espaço de atuação profissional.

Único em São Paulo, o curso da FAAP é multidisciplinar, ou seja, oferece elementos e informações sobre as diferentes áreas que fazem a interface de uma produção cultural, como administração e marketing, além de fornecer um amplo referencial cultural, panorama histórico e vocabulário específico. Também apresenta uma visão panorâmica sobre o desenvolvimento dos diversos segmentos que compõem esse universo, como o audiovisual, as artes cênicas, a crítica de arte, o design, a moda, a literatura, entre outros.

Os alunos contam ainda com laboratórios técnicos e de criação, oficinas de linguagens artísticas, além da oportunidade de vivenciar diversas experiências por meio das instalações culturais da FAAP, como o Teatro, o Museu de Arte Brasileira (MAB-FAAP) e a Residência Artística. Há ainda programas exclusivos de intercâmbio em mais de 10 países e a possibilidade de cursar até quatro disciplinas de outros cursos da instituição, sem custos extras.

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WAIFF 2026 estreia no Brasil e transforma FAAP em polo de debates sobre IA e audiovisual  

O World AI Film Festival (WAIFF) encerrou neste sábado (28) sua primeira edição no Brasil, após dois dias de programação intensa na FAAP, em São Paulo. O festival reuniu profissionais do audiovisual, da publicidade, do streaming e da tecnologia para discutir, na prática, como a Inteligência Artificial já está redesenhando a criação e a produção de conteúdo no mundo.   Realizado nos dias 27 e 28 de fevereiro, o WAIFF 2026 marcou a entrada oficial de São Paulo na rede global de encontros dedicados à IA no audiovisual, consolidando a cidade como um dos hubs da discussão internacional sobre o tema.   Na abertura, os organizadores destacaram o simbolismo de trazer o festival para o Brasil em um momento em que o mercado audiovisual vive incertezas e, ao mesmo tempo, enxerga na IA novas possibilidades de criação, modelos de negócio e acesso a ferramentas antes restritas a grandes estúdios.   Ao longo dos dois dias, o WAIFF 2026 promoveu um mergulho nas transformações em curso na indústria. Painéis e mesas de debate trataram desde o uso da IA na escrita de roteiros, edição e pós-produção, até seus impactos em publicidade, streaming, formatos digitais e na relação entre criadores, marcas e plataformas.   Executivos, produtores, criadores de conteúdo e profissionais ligados à televisão e à publicidade participaram de discussões sobre:  – Formatos curtos e engajamento nas redes; – O uso da IA em longa-metragens e séries; – Desafios jurídicos, direitos autorais e ética; – Modelos de negócio para um mercado impactado pela automação.   A Agência Ampfy realizou, ainda na sexta-feira (27), uma Maratona Criativa exclusiva para alunos da FAAP, apresentando cases premiados que utilizaram Inteligência Artificial de forma inovadora e estratégica. Além da palestra, os estudantes foram convidados a desenvolver um projeto para um cliente real, a CVC Turismo, aplicando IA em sua proposta. A melhor ideia será selecionada e seus autores concorrerão a uma vaga de estágio na Ampfy, reforçando o compromisso da FAAP em aproximar seus alunos do mercado de trabalho.    O segundo dia concentrou parte das discussões sobre o futuro do audiovisual, o papel dos criadores independentes e a importância de formação e qualificação profissional para uso responsável das novas tecnologias.   Um dos momentos de destaque foi a palestra de Nizan Guanaes, que abordou a criatividade em tempos de Inteligência Artificial, e de Fabiano Gullane, ex-aluno da FAAP e um dos mais importantes produtores cinematográficos do país.   Paralelamente às palestras e aos painéis, o festival exibiu a Mostra Competitiva WAIFF 2026, com produções nacionais e internacionais realizadas com o apoio de Inteligência Artificial em diferentes estágios do processo criativo.   Os filmes concorreram nas categorias Longa-metragem, Série Vertical, Publicidade, Curta-metragem – Animação, Curta-metragem – Documentário, Curta-metragem – Fantasia, Curta-metragem – Ação, Curta-metragem – Drama, além dos prêmios de Melhor Diretora,  Jovem Diretor e Melhor do Festival. Os finalistas foram escolhidos por um júri formado por profissionais como Jacqueline Sato (Atriz, roteirista e produtora – Presidente do Júri), Fabiano Gullane (Produtor e sócio da Gullane Filmes), Heitor Dhalia (Cineasta, diretor de O Cheiro do Ralo e DNA do Crime), Lyara Oliveira (Gestora e produtora especialista em audiovisual), Paulo Aguiar (Criador do CR_IA) e Tadeu Jungle (Diretor, roteirista, poeta visual e videoartista).  A cerimônia de premiação, realizada na tarde de sábado, no palco principal, encerrou o festival destacando a diversidade de linguagens, abordagens estéticas e temas explorados com o uso de IA. Reforçando que a tecnologia já faz parte do vocabulário criativo de uma nova geração de realizadores.   Ao aproximar criadores, empresas de tecnologia, estudantes, produtores e agentes do mercado, o festival mostrou que a discussão sobre IA já não é futurista: ela é parte do presente da produção audiovisual e deve se intensificar nos próximos

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