ESTÃO ABERTAS AS INSCRIÇÕES PARA O PRÊMIO EMPREENDEDOR SOCIAL PROMOVIDO PELA FOLHA DE S. PAULO E FUNDAÇÃO SCHWAB, COM A PARCERIA DA FAAP

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A Folha de S. Paulo e a Fundação Schwab, uma das entidades irmãs do Fórum Econômico Mundial, abrem inscrições para a 16.ª edição do Prêmio Empreendedor Social.

O prêmio é destinado a líderes que tenham iniciativas inovadoras em organizações não governamentais e empreendedores de negócios com impacto social. Pelo segundo ano consecutivo, o evento terá a parceria da FAAP, que tem como princípio a realização de projetos de responsabilidade social e a formação de jovens voluntários e cidadãos conscientes.

Considerado o maior concurso de empreendedorismo social e ambiental da América Latina, contará com benefícios para finalistas e vencedores, que variam de acordo com a categoria. Entre os prêmios, que totalizam R$ 350 mil, estão bolsas de estudos em instituições renomadas, capacitações, assessoria jurídica e de imprensa, programas de aceleração e mentorias. Os finalistas passarão a integrar, também, a Rede Folha de Empreendedores Socioambientais, que abrange 112 integrantes e 99 organizações.

Os líderes de negócios de impacto social poderão concorrer nas categorias Empreendedor Social e Empreendedor Social de Futuro, e os profissionais de organizações não governamentais, que atuam com causas de grande relevância para o País, concorrerão na categoria Troféu Grão. Entre os destaques da edição 2020, estão a análise do papel da tecnologia como critério de seleção para a categoria principal do Prêmio Empreendedor Social e a abertura para causas e movimentos no Troféu Grão.

Concurso pioneiro e comprometido em identificar inovações sociais e ambientais brasileiras, os prêmios Empreendedor Social e Empreendedor Social de Futuro já reconheceram mais de 100 gestores – finalistas e vencedores –, conferindo chancela e visibilidade internacional para líderes de iniciativas de impacto social que estão mudando a forma de fazer negócios no Brasil.

As inscrições podem ser feitas até 3 de maio, mediante o preenchimento do formulário no site https://www1.folha.uol.com.br/empreendedorsocial/cadastro.shtml e envio de um vídeo de até três minutos com o resumo da própria trajetória e do impacto que seu negócio gera.

 

Confira o regulamento e os prêmios oferecidos

 

PRÊMIO EMPREENDEDOR SOCIAL 2020

Quem pode participar:?

– Empreendedores sociais com mais de 18 anos.?

– Iniciativas socioambientais com mais de três anos, que façam uso de tecnologia e práticas de mercado para ganhar impacto e escala.??

– Negócios sociais, organizações híbridas, ONGs com modelos consolidados.

 

PRÊMIO EMPREENDEDOR SOCIAL DE FUTURO 2020

Quem pode participar:?

– Iniciativas ou startups com no mínimo um ano;?

– empreendedor residente no Brasil de 18 a 38 anos; ?

– cooperativas, negócios sociais, Oscips, ONGs e startups com foco socioambiental.

 

TROFÉU GRÃO 2020

Quem pode participar:

– Empreendedor maior de 18 anos.?

– Iniciativa socioambiental de impacto com no mínimo um ano de atuação.?

– ONGs, causas e movimentos que gerem impacto social na sociedade.

 

MAIS INFORMAÇÕES: https://www1.folha.uol.com.br/empreendedorsocial/

 


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A Folha de S. Paulo e a Fundação Schwab, uma das entidades irmãs do Fórum Econômico Mundial, abrem inscrições para a 16.ª edição do Prêmio Empreendedor Social.

O prêmio é destinado a líderes que tenham iniciativas inovadoras em organizações não governamentais e empreendedores de negócios com impacto social. Pelo segundo ano consecutivo, o evento terá a parceria da FAAP, que tem como princípio a realização de projetos de responsabilidade social e a formação de jovens voluntários e cidadãos conscientes.

Considerado o maior concurso de empreendedorismo social e ambiental da América Latina, contará com benefícios para finalistas e vencedores, que variam de acordo com a categoria. Entre os prêmios, que totalizam R$ 350 mil, estão bolsas de estudos em instituições renomadas, capacitações, assessoria jurídica e de imprensa, programas de aceleração e mentorias. Os finalistas passarão a integrar, também, a Rede Folha de Empreendedores Socioambientais, que abrange 112 integrantes e 99 organizações.

Os líderes de negócios de impacto social poderão concorrer nas categorias Empreendedor Social e Empreendedor Social de Futuro, e os profissionais de organizações não governamentais, que atuam com causas de grande relevância para o País, concorrerão na categoria Troféu Grão. Entre os destaques da edição 2020, estão a análise do papel da tecnologia como critério de seleção para a categoria principal do Prêmio Empreendedor Social e a abertura para causas e movimentos no Troféu Grão.

Concurso pioneiro e comprometido em identificar inovações sociais e ambientais brasileiras, os prêmios Empreendedor Social e Empreendedor Social de Futuro já reconheceram mais de 100 gestores – finalistas e vencedores –, conferindo chancela e visibilidade internacional para líderes de iniciativas de impacto social que estão mudando a forma de fazer negócios no Brasil.

As inscrições podem ser feitas até 3 de maio, mediante o preenchimento do formulário no site https://www1.folha.uol.com.br/empreendedorsocial/cadastro.shtml e envio de um vídeo de até três minutos com o resumo da própria trajetória e do impacto que seu negócio gera.

 

Confira o regulamento e os prêmios oferecidos

 

PRÊMIO EMPREENDEDOR SOCIAL 2020

Quem pode participar:?

– Empreendedores sociais com mais de 18 anos.?

– Iniciativas socioambientais com mais de três anos, que façam uso de tecnologia e práticas de mercado para ganhar impacto e escala.??

– Negócios sociais, organizações híbridas, ONGs com modelos consolidados.

 

PRÊMIO EMPREENDEDOR SOCIAL DE FUTURO 2020

Quem pode participar:?

– Iniciativas ou startups com no mínimo um ano;?

– empreendedor residente no Brasil de 18 a 38 anos; ?

– cooperativas, negócios sociais, Oscips, ONGs e startups com foco socioambiental.

 

TROFÉU GRÃO 2020

Quem pode participar:

– Empreendedor maior de 18 anos.?

– Iniciativa socioambiental de impacto com no mínimo um ano de atuação.?

– ONGs, causas e movimentos que gerem impacto social na sociedade.

 

MAIS INFORMAÇÕES: https://www1.folha.uol.com.br/empreendedorsocial/

 


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O futuro da carne bovina brasileira passa pelo conhecimento

Poucos setores brasileiros passaram por uma evolução tão grande quanto a carne bovina. No último ano, o Brasil não apenas manteve sua força nas exportações, mas assumiu também a liderança mundial na produção, com 12,35 milhões de toneladas produzidas, 3,5 milhões exportadas e quase US$ 18 bilhões em vendas externas.   Os números impressionam, mas, por si só, não explicam essa trajetória. Eles revelam a dimensão da responsabilidade que o Brasil passou a assumir no abastecimento mundial de proteína animal.  A carne bovina brasileira está presente em mais de 170 mercados, mas cerca de 70% de tudo o que produzimos continua no Brasil. É uma cadeia que atende o mundo sem deixar de abastecer a mesa dos brasileiros.   Essa posição não foi conquistada por acaso. É resultado de décadas de trabalho de pecuaristas, frigoríficos, técnicos, pesquisadores, autoridades sanitárias e profissionais que entenderam que produzir bem não bastava. Era preciso garantir regularidade, qualidade, sanidade e capacidade de atender o que cada mercado exige. Trata-se de uma construção coletiva, baseada na cooperação entre os setores público e privado, que consolidou a credibilidade internacional da carne bovina brasileira.  O mundo está mudando e o mercado da carne também. Países que historicamente tiveram grande produção enfrentam redução de rebanho, custos mais altos e limitações para ampliar a oferta. Ao mesmo tempo, cresce a demanda por proteína em regiões como a Ásia, o Oriente Médio e parte da África.  O Brasil tem espaço para ocupar parte dessa demanda. No ano passado, o país tinha 195,5 milhões de cabeças de gado, o maior rebanho comercial do mundo. Entre 2005 e 2025, a produção brasileira de carne bovina aumentou 41%, enquanto a área de pastagens diminuiu.   A pecuária brasileira de hoje é diferente da de duas décadas atrás. Temos mais genética, melhor manejo, nutrição mais precisa, confinamento, terminação intensiva a pasto, integração com outras atividades e mais tecnologia dentro da fazenda e da indústria.   Mas não há espaço para achar que o trabalho está pronto.   A abertura de mercados, a rastreabilidade, a agenda ambiental, os controles sanitários, as exigências de consumidores e as regras comerciais vão continuar influenciando diretamente o futuro da carne brasileira. O Brasil precisa estar preparado para responder a isso com informação, transparência e capacidade técnica.  A Associação Brasileira das Indústrias Exportadoras de Carnes (ABIEC) atua justamente nessa frente. Representamos uma indústria responsável por praticamente todas as exportações brasileiras de carne bovina. Trabalhamos para abrir mercados, defender o setor, dialogar com governos, acompanhar regulações internacionais e mostrar ao mundo o que a cadeia brasileira tem construído.   Só que esse ambiente exige gente preparada. A cadeia da carne deixou de ser um assunto restrito à fazenda ou ao frigorífico. Hoje, quem trabalha no setor precisa entender de produção, mercado, comércio exterior, sustentabilidade, sanidade, logística, legislação e comunicação.   Foi pensando nisso que criamos a Beef School, curso de extensão da ABIEC com a FAAP. A proposta é aproximar quem quer conhecer melhor a cadeia da realidade de um setor que movimenta mais de R$ 1,15 trilhão por ano e responde por cerca de 9% do PIB brasileiro.   A liderança conquistada pelo Brasil não é um ponto de chegada. É um compromisso permanente com a excelência, a inovação e a capacidade de evoluir. O futuro da carne bovina brasileira será construído por profissionais capazes de compreender as transformações do mercado, antecipar desafios e transformar conhecimento em vantagem


Internacional

FAAP inicia a edição 2026 do Projeto SEED em parceria com instituições japonesas 

A FAAP realizou, em junho, uma reunião que marcou o início da edição 2026 do Projeto SEED (Social Entrepreneurship and Economic Development), importante iniciativa internacional voltada ao desenvolvimento de soluções inovadoras para empresas e organizações japonesas, por meio da colaboração entre estudantes e universidades de diferentes países.   O encontro, realizado na Diretoria Mantenedora da FAAP, reuniu representantes da instituição e parceiros japoneses responsáveis pelo desenvolvimento do programa. Na ocasião, foram discutidas as diretrizes da próxima edição do SEED, reafirmando o compromisso conjunto com a internacionalização do ensino, a inovação e o fortalecimento da cooperação acadêmica entre Brasil e Japão.   Idealizado pela GOROM Association, o Projeto SEED proporciona uma experiência acadêmica e intercultural que reúne estudantes de diferentes nacionalidades em equipes multiculturais para o desenvolvimento de projetos voltados a desafios reais apresentados por empresas da província de Yamanashi. Ao longo dos anos, o programa consolidou-se como uma importante iniciativa de formação internacional, promovendo o intercâmbio de conhecimentos, a inovação e o empreendedorismo.   A reunião também contou com a participação do empresário japonês Tetsutaro Nakagomi, Presidente e CEO da DAITA Co., Ltd., apoiador do Projeto SEED, cuja atuação tem contribuído para o fortalecimento da iniciativa e para a aproximação entre os setores acadêmico e empresarial no


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Aluna de Moda da FAAP é finalista do Concurso Sou de Algodão 

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