ESPECIALISTA TURCO FALA SOBRE DESIGN DE JOIAS E A HISTÓRIA DA ARTE DE SEU PAÍS EM PALESTRAS GRATUITAS NA FAAP – 27 E 28 DE NOVEMBRO

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Berço de talentosos ourives e artesãos joalheiros, a Turquia será o foco das palestras que o curso de pós-graduação em Histórias das Artes, da Faculdade Armando Alvares Penteado (FAAP), realizará neste mês de novembro. Nos dias 27 e 28, o doutor em Arte e Design, Yusuf Parlak, estará no campus da Instituição, em São Paulo, para falar sobre o design de joias turco e a história da arte milenar de seu país em eventos gratuitos e abertos ao público, mediante inscrição. Além de mostrar a beleza e leveza das peças, o especialista irá explicar como a atividade artística da Turquia reflete sua diversidade cultural, mesclando tradições milenares e contemporâneas.

A indústria de joias turca é uma das maiores do mundo por misturar elementos vazados com curvas geométricas alusivas a estrelas, combinando a rica herança cultural e técnicas modernas. As peças possuem grande leveza, esculpidas com precisão milimétrica. Os artesãos – dos bordadores aos ourives – da Turquia transformaram a arte manual por mais de dois milênios. Ela está presente em várias áreas no país, seguindo sempre vibrante e rica, com uma qualidade atemporal.

Bacharel em Artes Cênicas e Design de Palcos, Yusuf Parlak é mestre em Artes Performativas/Design de Palco com a tese “A adaptação dos elementos do teatro antigo ao teatro contemporâneo”. É doutor em Arte e Design/Proficiência em Arte pela Universidade de Atatürk com a tese “Obras de joalheria otomana e decoração tradicional em Erzurum – Técnicas de interpretação em obras contemporâneas”. É instrutor na área de artesanato da Universidade de Düzce, em Kaunsli, já participou de 18 exposições nacionais e estrangeiras de arte ebru e recebeu quatro prêmios.

O curso de pós-graduação Histórias das Artes/2020 da FAAP – antes denominado História da Arte, no singular – foi reformulado para aumentar o foco na pluralidade da arte. A ideia é propor uma revisão crítica das narrativas consolidadas, permitindo também a abordagem de manifestações artísticas do Oriente, África e América Latina. O programa abrange diversas linguagens artísticas, além de analisar períodos, incluindo a produção artística contemporânea brasileira e internacional. O curso é um laboratório para quem quer pensar a complexidade, as tendências e as sutilezas do mundo.

Serviço:

Design de joias turco: 27/11

Horário: 16hInscrições: https://central.faap.br/inscricaoonline/eventos/EventoIdentificacao.aspx?curso=PDJTSP_27.11.19

 

História da Arte Turca: 28/11

Horário: 19h30Inscrições: https://central.faap.br/inscricaoonline/eventos/EventoIdentificacao.aspx?curso=PHATSP_28.11.19

Local: Centro de Convenções da FAAP

Endereço: Rua Alagoas, 903Informações: (11) 3662-7449 e pos@faap.br


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Berço de talentosos ourives e artesãos joalheiros, a Turquia será o foco das palestras que o curso de pós-graduação em Histórias das Artes, da Faculdade Armando Alvares Penteado (FAAP), realizará neste mês de novembro. Nos dias 27 e 28, o doutor em Arte e Design, Yusuf Parlak, estará no campus da Instituição, em São Paulo, para falar sobre o design de joias turco e a história da arte milenar de seu país em eventos gratuitos e abertos ao público, mediante inscrição. Além de mostrar a beleza e leveza das peças, o especialista irá explicar como a atividade artística da Turquia reflete sua diversidade cultural, mesclando tradições milenares e contemporâneas.

A indústria de joias turca é uma das maiores do mundo por misturar elementos vazados com curvas geométricas alusivas a estrelas, combinando a rica herança cultural e técnicas modernas. As peças possuem grande leveza, esculpidas com precisão milimétrica. Os artesãos – dos bordadores aos ourives – da Turquia transformaram a arte manual por mais de dois milênios. Ela está presente em várias áreas no país, seguindo sempre vibrante e rica, com uma qualidade atemporal.

Bacharel em Artes Cênicas e Design de Palcos, Yusuf Parlak é mestre em Artes Performativas/Design de Palco com a tese “A adaptação dos elementos do teatro antigo ao teatro contemporâneo”. É doutor em Arte e Design/Proficiência em Arte pela Universidade de Atatürk com a tese “Obras de joalheria otomana e decoração tradicional em Erzurum – Técnicas de interpretação em obras contemporâneas”. É instrutor na área de artesanato da Universidade de Düzce, em Kaunsli, já participou de 18 exposições nacionais e estrangeiras de arte ebru e recebeu quatro prêmios.

O curso de pós-graduação Histórias das Artes/2020 da FAAP – antes denominado História da Arte, no singular – foi reformulado para aumentar o foco na pluralidade da arte. A ideia é propor uma revisão crítica das narrativas consolidadas, permitindo também a abordagem de manifestações artísticas do Oriente, África e América Latina. O programa abrange diversas linguagens artísticas, além de analisar períodos, incluindo a produção artística contemporânea brasileira e internacional. O curso é um laboratório para quem quer pensar a complexidade, as tendências e as sutilezas do mundo.

Serviço:

Design de joias turco: 27/11

Horário: 16hInscrições: https://central.faap.br/inscricaoonline/eventos/EventoIdentificacao.aspx?curso=PDJTSP_27.11.19

 

História da Arte Turca: 28/11

Horário: 19h30Inscrições: https://central.faap.br/inscricaoonline/eventos/EventoIdentificacao.aspx?curso=PHATSP_28.11.19

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O futuro da carne bovina brasileira passa pelo conhecimento

Poucos setores brasileiros passaram por uma evolução tão grande quanto a carne bovina. No último ano, o Brasil não apenas manteve sua força nas exportações, mas assumiu também a liderança mundial na produção, com 12,35 milhões de toneladas produzidas, 3,5 milhões exportadas e quase US$ 18 bilhões em vendas externas.   Os números impressionam, mas, por si só, não explicam essa trajetória. Eles revelam a dimensão da responsabilidade que o Brasil passou a assumir no abastecimento mundial de proteína animal.  A carne bovina brasileira está presente em mais de 170 mercados, mas cerca de 70% de tudo o que produzimos continua no Brasil. É uma cadeia que atende o mundo sem deixar de abastecer a mesa dos brasileiros.   Essa posição não foi conquistada por acaso. É resultado de décadas de trabalho de pecuaristas, frigoríficos, técnicos, pesquisadores, autoridades sanitárias e profissionais que entenderam que produzir bem não bastava. Era preciso garantir regularidade, qualidade, sanidade e capacidade de atender o que cada mercado exige. Trata-se de uma construção coletiva, baseada na cooperação entre os setores público e privado, que consolidou a credibilidade internacional da carne bovina brasileira.  O mundo está mudando e o mercado da carne também. Países que historicamente tiveram grande produção enfrentam redução de rebanho, custos mais altos e limitações para ampliar a oferta. Ao mesmo tempo, cresce a demanda por proteína em regiões como a Ásia, o Oriente Médio e parte da África.  O Brasil tem espaço para ocupar parte dessa demanda. No ano passado, o país tinha 195,5 milhões de cabeças de gado, o maior rebanho comercial do mundo. Entre 2005 e 2025, a produção brasileira de carne bovina aumentou 41%, enquanto a área de pastagens diminuiu.   A pecuária brasileira de hoje é diferente da de duas décadas atrás. Temos mais genética, melhor manejo, nutrição mais precisa, confinamento, terminação intensiva a pasto, integração com outras atividades e mais tecnologia dentro da fazenda e da indústria.   Mas não há espaço para achar que o trabalho está pronto.   A abertura de mercados, a rastreabilidade, a agenda ambiental, os controles sanitários, as exigências de consumidores e as regras comerciais vão continuar influenciando diretamente o futuro da carne brasileira. O Brasil precisa estar preparado para responder a isso com informação, transparência e capacidade técnica.  A Associação Brasileira das Indústrias Exportadoras de Carnes (ABIEC) atua justamente nessa frente. Representamos uma indústria responsável por praticamente todas as exportações brasileiras de carne bovina. Trabalhamos para abrir mercados, defender o setor, dialogar com governos, acompanhar regulações internacionais e mostrar ao mundo o que a cadeia brasileira tem construído.   Só que esse ambiente exige gente preparada. A cadeia da carne deixou de ser um assunto restrito à fazenda ou ao frigorífico. Hoje, quem trabalha no setor precisa entender de produção, mercado, comércio exterior, sustentabilidade, sanidade, logística, legislação e comunicação.   Foi pensando nisso que criamos a Beef School, curso de extensão da ABIEC com a FAAP. A proposta é aproximar quem quer conhecer melhor a cadeia da realidade de um setor que movimenta mais de R$ 1,15 trilhão por ano e responde por cerca de 9% do PIB brasileiro.   A liderança conquistada pelo Brasil não é um ponto de chegada. É um compromisso permanente com a excelência, a inovação e a capacidade de evoluir. O futuro da carne bovina brasileira será construído por profissionais capazes de compreender as transformações do mercado, antecipar desafios e transformar conhecimento em vantagem


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