“DIÁLOGOS NA WEB – FAAP” DISCUTIRÁ SOBRE O DOCUMENTÁRIO COMO FONTE DE EXPRESSÃO POLÍTICA E ARTÍSTICA COM AS CINEASTAS FERNANDA PESSOA E HELOÍSA PASSOS – 20 DE OUTUBRO

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O curso de Cinema da FAAP realizará amanhã, 20 de outubro, a 23ª edição do “Diálogos na WEB – FAAP” por meio da plataforma ZOOM.

Com o tema “O documentário como fonte de expressão política e artística”, o evento contará com a participação da cineasta e artista visual Fernanda Pessoa e da realizadora de filmes e premiada diretora de fotografia Heloisa Passos.

Com mediação do professor Humberto Neiva, coordenador do curso de Cinema da FAAP, o encontro é destinado à comunidade faapiana e ao público externo. O evento poderá ser visto clicando no link: https://zoom.us/j/93093676056?pwd=Tkt3ZXBLVjJXSkYvTlJUaVBwWHdxQT09 – Senha de acesso: 7r243d07

DIA: 20/10 (TERÇA-FEIRA)

HORÁRIO: 16h

DURAÇÃO: 1 HORA

PÚBLICO: ALUNOS E PROFESSORES E CONVIDADOS

ASSUNTO DO DEBATE: “O DOCUMENTÁRIO COMO FONTE DE EXPRESSÃO POLÍTICA E ARTÍSTICA”CONVIDADOS: FERNANDA PESSOA E HELOÍSA PASSOS

Fernanda Pessoa trabalha principalmente com cinema documental e videoinstalações. Formada em Cinema pela FAAP, com mestrado em Audiovisual na Sorbonne Nouvelle, Paris, sob orientação de Philippe Dubois. Em 2017, finalizou seu primeiro longa-metragem documental, “Histórias que nosso cinema (não) contava”, exibido em mais de 25 festivais internacionais e disponível no Netflix. Seu segundo documentário, “Zona Árida”, recebeu Menção Honrosa no Dok Leipzig em 2019 e fez sua estreia no Brasil em 08 de outubro de 2020.

Heloisa Passos é membro da Associação Brasileira de Cinematografia (ABC), do Coletivo de Mulheres e Pessoas Transgênero do Departamento de Fotografia do Cinema Brasileiro (DAFB) e da Academia de Artes e Ciências Cinematográficas de Hollywood. Fez assistência de câmera nos longas-metragens “Todos os Corações do Mundo”, de Murilo Salles, e “Tieta do Agreste”, de Cacá Diegues. Em 2017, dirigiu seu primeiro longa documental intitulado “Construindo Pontes”.


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O curso de Cinema da FAAP realizará amanhã, 20 de outubro, a 23ª edição do “Diálogos na WEB – FAAP” por meio da plataforma ZOOM.

Com o tema “O documentário como fonte de expressão política e artística”, o evento contará com a participação da cineasta e artista visual Fernanda Pessoa e da realizadora de filmes e premiada diretora de fotografia Heloisa Passos.

Com mediação do professor Humberto Neiva, coordenador do curso de Cinema da FAAP, o encontro é destinado à comunidade faapiana e ao público externo. O evento poderá ser visto clicando no link: https://zoom.us/j/93093676056?pwd=Tkt3ZXBLVjJXSkYvTlJUaVBwWHdxQT09 – Senha de acesso: 7r243d07

DIA: 20/10 (TERÇA-FEIRA)

HORÁRIO: 16h

DURAÇÃO: 1 HORA

PÚBLICO: ALUNOS E PROFESSORES E CONVIDADOS

ASSUNTO DO DEBATE: “O DOCUMENTÁRIO COMO FONTE DE EXPRESSÃO POLÍTICA E ARTÍSTICA”CONVIDADOS: FERNANDA PESSOA E HELOÍSA PASSOS

Fernanda Pessoa trabalha principalmente com cinema documental e videoinstalações. Formada em Cinema pela FAAP, com mestrado em Audiovisual na Sorbonne Nouvelle, Paris, sob orientação de Philippe Dubois. Em 2017, finalizou seu primeiro longa-metragem documental, “Histórias que nosso cinema (não) contava”, exibido em mais de 25 festivais internacionais e disponível no Netflix. Seu segundo documentário, “Zona Árida”, recebeu Menção Honrosa no Dok Leipzig em 2019 e fez sua estreia no Brasil em 08 de outubro de 2020.

Heloisa Passos é membro da Associação Brasileira de Cinematografia (ABC), do Coletivo de Mulheres e Pessoas Transgênero do Departamento de Fotografia do Cinema Brasileiro (DAFB) e da Academia de Artes e Ciências Cinematográficas de Hollywood. Fez assistência de câmera nos longas-metragens “Todos os Corações do Mundo”, de Murilo Salles, e “Tieta do Agreste”, de Cacá Diegues. Em 2017, dirigiu seu primeiro longa documental intitulado “Construindo Pontes”.


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O futuro da carne bovina brasileira passa pelo conhecimento

Poucos setores brasileiros passaram por uma evolução tão grande quanto a carne bovina. No último ano, o Brasil não apenas manteve sua força nas exportações, mas assumiu também a liderança mundial na produção, com 12,35 milhões de toneladas produzidas, 3,5 milhões exportadas e quase US$ 18 bilhões em vendas externas.   Os números impressionam, mas, por si só, não explicam essa trajetória. Eles revelam a dimensão da responsabilidade que o Brasil passou a assumir no abastecimento mundial de proteína animal.  A carne bovina brasileira está presente em mais de 170 mercados, mas cerca de 70% de tudo o que produzimos continua no Brasil. É uma cadeia que atende o mundo sem deixar de abastecer a mesa dos brasileiros.   Essa posição não foi conquistada por acaso. É resultado de décadas de trabalho de pecuaristas, frigoríficos, técnicos, pesquisadores, autoridades sanitárias e profissionais que entenderam que produzir bem não bastava. Era preciso garantir regularidade, qualidade, sanidade e capacidade de atender o que cada mercado exige. Trata-se de uma construção coletiva, baseada na cooperação entre os setores público e privado, que consolidou a credibilidade internacional da carne bovina brasileira.  O mundo está mudando e o mercado da carne também. Países que historicamente tiveram grande produção enfrentam redução de rebanho, custos mais altos e limitações para ampliar a oferta. Ao mesmo tempo, cresce a demanda por proteína em regiões como a Ásia, o Oriente Médio e parte da África.  O Brasil tem espaço para ocupar parte dessa demanda. No ano passado, o país tinha 195,5 milhões de cabeças de gado, o maior rebanho comercial do mundo. Entre 2005 e 2025, a produção brasileira de carne bovina aumentou 41%, enquanto a área de pastagens diminuiu.   A pecuária brasileira de hoje é diferente da de duas décadas atrás. Temos mais genética, melhor manejo, nutrição mais precisa, confinamento, terminação intensiva a pasto, integração com outras atividades e mais tecnologia dentro da fazenda e da indústria.   Mas não há espaço para achar que o trabalho está pronto.   A abertura de mercados, a rastreabilidade, a agenda ambiental, os controles sanitários, as exigências de consumidores e as regras comerciais vão continuar influenciando diretamente o futuro da carne brasileira. O Brasil precisa estar preparado para responder a isso com informação, transparência e capacidade técnica.  A Associação Brasileira das Indústrias Exportadoras de Carnes (ABIEC) atua justamente nessa frente. Representamos uma indústria responsável por praticamente todas as exportações brasileiras de carne bovina. Trabalhamos para abrir mercados, defender o setor, dialogar com governos, acompanhar regulações internacionais e mostrar ao mundo o que a cadeia brasileira tem construído.   Só que esse ambiente exige gente preparada. A cadeia da carne deixou de ser um assunto restrito à fazenda ou ao frigorífico. Hoje, quem trabalha no setor precisa entender de produção, mercado, comércio exterior, sustentabilidade, sanidade, logística, legislação e comunicação.   Foi pensando nisso que criamos a Beef School, curso de extensão da ABIEC com a FAAP. A proposta é aproximar quem quer conhecer melhor a cadeia da realidade de um setor que movimenta mais de R$ 1,15 trilhão por ano e responde por cerca de 9% do PIB brasileiro.   A liderança conquistada pelo Brasil não é um ponto de chegada. É um compromisso permanente com a excelência, a inovação e a capacidade de evoluir. O futuro da carne bovina brasileira será construído por profissionais capazes de compreender as transformações do mercado, antecipar desafios e transformar conhecimento em vantagem


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FAAP inicia a edição 2026 do Projeto SEED em parceria com instituições japonesas 

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Aluna de Moda da FAAP é finalista do Concurso Sou de Algodão 

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