CURSO DE PRODUÇÃO AUDIOVISUAL DA FAAP DÁ VOZ E VISIBILIDADE A CAUSAS SOCIAIS

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Como parte de disciplina do curso Tecnológico de Produção Audiovisual, alunos do Centro Universitário FAAP criaram agências experimentais para trabalhar, voluntariamente, a comunicação do Comitê de Humanização do Instituto de Infectologia Emilio Ribas (CHER), do Projeto Educar nas Trocas e da ONG TODXS Brasil. Em 15 de junho, às 19h, no canal da instituição no YouTube, serão apresentados os vídeos publicitários com a conclusão do projeto. 

O projeto Transform(ação) foi criado pelo professor da FAAP e empreendedor social, Valdir Cimino, para incentivar os alunos a criarem produtoras que contribuam para o trabalho das ONGS, como um exercício que reúne cidadania, empreendedorismo e o estudo da comunicação. 

São quatro as disciplinas envolvidas no projeto: Projeto I Audiovisual e Digital Influencer, com o professor Valdir Cimino; Produção Executiva, com a professora Eliana Lobo, e Direção de Comerciais, com a professora Marlise Toni. 

Todo semestre, são criadas agências especializadas em produção audiovisual para atender necessidades de comunicação, marketing e relações públicas que possam contribuir para dar voz e visibilidade às entidades, e promover os 17 Objetivos do Desenvolvimento Sustentável (ODS), adotados pela Organização das Nações Unidas (ONU), em 2015. 

Este ano, o projeto também terá a participação do Catalyst2030 e conta com o apoio da Rádio, TV e Internet FAAP, Business Hub FAAP e FAAP Social. 

Conheça as agências 

@agencia.amarillo – A Agência Amarillo trabalhou em parceria com o Comitê de Humanização do Instituto de Infectologia Emilio Ribas (CHER), para falar sobre a importância da humanização de pacientes e profissionais da saúde.

 @apoena.producoes – A Agência Apoema abordou a temática de inclusão de pessoas LGBTI+ na sociedade, em conjunto com a TODXS, trazendo os principais aspectos dessa identidade, de maneira acessível, buscando educar a sociedade e torná-la mais inclusiva. 

 @aagenciafutura – A agência Futura trabalhou a questão das dificuldades de aprendizado enfrentadas por crianças e estudantes de escolas públicas durante a pandemia. Atua juntamente com o Projeto Educar nas Trocas, que surgiu a partir de uma parceria entre a CUFA 1010 (Central Única das Favelas) e o núcleo Generas para levar auxílio em aprendizagem para crianças moradoras da Favela 1010, localizada na região do Rio Pequeno, Zona Oeste de São Paulo.  


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Como parte de disciplina do curso Tecnológico de Produção Audiovisual, alunos do Centro Universitário FAAP criaram agências experimentais para trabalhar, voluntariamente, a comunicação do Comitê de Humanização do Instituto de Infectologia Emilio Ribas (CHER), do Projeto Educar nas Trocas e da ONG TODXS Brasil. Em 15 de junho, às 19h, no canal da instituição no YouTube, serão apresentados os vídeos publicitários com a conclusão do projeto. 

O projeto Transform(ação) foi criado pelo professor da FAAP e empreendedor social, Valdir Cimino, para incentivar os alunos a criarem produtoras que contribuam para o trabalho das ONGS, como um exercício que reúne cidadania, empreendedorismo e o estudo da comunicação. 

São quatro as disciplinas envolvidas no projeto: Projeto I Audiovisual e Digital Influencer, com o professor Valdir Cimino; Produção Executiva, com a professora Eliana Lobo, e Direção de Comerciais, com a professora Marlise Toni. 

Todo semestre, são criadas agências especializadas em produção audiovisual para atender necessidades de comunicação, marketing e relações públicas que possam contribuir para dar voz e visibilidade às entidades, e promover os 17 Objetivos do Desenvolvimento Sustentável (ODS), adotados pela Organização das Nações Unidas (ONU), em 2015. 

Este ano, o projeto também terá a participação do Catalyst2030 e conta com o apoio da Rádio, TV e Internet FAAP, Business Hub FAAP e FAAP Social. 

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@agencia.amarillo – A Agência Amarillo trabalhou em parceria com o Comitê de Humanização do Instituto de Infectologia Emilio Ribas (CHER), para falar sobre a importância da humanização de pacientes e profissionais da saúde.

 @apoena.producoes – A Agência Apoema abordou a temática de inclusão de pessoas LGBTI+ na sociedade, em conjunto com a TODXS, trazendo os principais aspectos dessa identidade, de maneira acessível, buscando educar a sociedade e torná-la mais inclusiva. 

 @aagenciafutura – A agência Futura trabalhou a questão das dificuldades de aprendizado enfrentadas por crianças e estudantes de escolas públicas durante a pandemia. Atua juntamente com o Projeto Educar nas Trocas, que surgiu a partir de uma parceria entre a CUFA 1010 (Central Única das Favelas) e o núcleo Generas para levar auxílio em aprendizagem para crianças moradoras da Favela 1010, localizada na região do Rio Pequeno, Zona Oeste de São Paulo.  


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O futuro da carne bovina brasileira passa pelo conhecimento

Poucos setores brasileiros passaram por uma evolução tão grande quanto a carne bovina. No último ano, o Brasil não apenas manteve sua força nas exportações, mas assumiu também a liderança mundial na produção, com 12,35 milhões de toneladas produzidas, 3,5 milhões exportadas e quase US$ 18 bilhões em vendas externas.   Os números impressionam, mas, por si só, não explicam essa trajetória. Eles revelam a dimensão da responsabilidade que o Brasil passou a assumir no abastecimento mundial de proteína animal.  A carne bovina brasileira está presente em mais de 170 mercados, mas cerca de 70% de tudo o que produzimos continua no Brasil. É uma cadeia que atende o mundo sem deixar de abastecer a mesa dos brasileiros.   Essa posição não foi conquistada por acaso. É resultado de décadas de trabalho de pecuaristas, frigoríficos, técnicos, pesquisadores, autoridades sanitárias e profissionais que entenderam que produzir bem não bastava. Era preciso garantir regularidade, qualidade, sanidade e capacidade de atender o que cada mercado exige. Trata-se de uma construção coletiva, baseada na cooperação entre os setores público e privado, que consolidou a credibilidade internacional da carne bovina brasileira.  O mundo está mudando e o mercado da carne também. Países que historicamente tiveram grande produção enfrentam redução de rebanho, custos mais altos e limitações para ampliar a oferta. Ao mesmo tempo, cresce a demanda por proteína em regiões como a Ásia, o Oriente Médio e parte da África.  O Brasil tem espaço para ocupar parte dessa demanda. No ano passado, o país tinha 195,5 milhões de cabeças de gado, o maior rebanho comercial do mundo. Entre 2005 e 2025, a produção brasileira de carne bovina aumentou 41%, enquanto a área de pastagens diminuiu.   A pecuária brasileira de hoje é diferente da de duas décadas atrás. Temos mais genética, melhor manejo, nutrição mais precisa, confinamento, terminação intensiva a pasto, integração com outras atividades e mais tecnologia dentro da fazenda e da indústria.   Mas não há espaço para achar que o trabalho está pronto.   A abertura de mercados, a rastreabilidade, a agenda ambiental, os controles sanitários, as exigências de consumidores e as regras comerciais vão continuar influenciando diretamente o futuro da carne brasileira. O Brasil precisa estar preparado para responder a isso com informação, transparência e capacidade técnica.  A Associação Brasileira das Indústrias Exportadoras de Carnes (ABIEC) atua justamente nessa frente. Representamos uma indústria responsável por praticamente todas as exportações brasileiras de carne bovina. Trabalhamos para abrir mercados, defender o setor, dialogar com governos, acompanhar regulações internacionais e mostrar ao mundo o que a cadeia brasileira tem construído.   Só que esse ambiente exige gente preparada. A cadeia da carne deixou de ser um assunto restrito à fazenda ou ao frigorífico. Hoje, quem trabalha no setor precisa entender de produção, mercado, comércio exterior, sustentabilidade, sanidade, logística, legislação e comunicação.   Foi pensando nisso que criamos a Beef School, curso de extensão da ABIEC com a FAAP. A proposta é aproximar quem quer conhecer melhor a cadeia da realidade de um setor que movimenta mais de R$ 1,15 trilhão por ano e responde por cerca de 9% do PIB brasileiro.   A liderança conquistada pelo Brasil não é um ponto de chegada. É um compromisso permanente com a excelência, a inovação e a capacidade de evoluir. O futuro da carne bovina brasileira será construído por profissionais capazes de compreender as transformações do mercado, antecipar desafios e transformar conhecimento em vantagem


Internacional

FAAP inicia a edição 2026 do Projeto SEED em parceria com instituições japonesas 

A FAAP realizou, em junho, uma reunião que marcou o início da edição 2026 do Projeto SEED (Social Entrepreneurship and Economic Development), importante iniciativa internacional voltada ao desenvolvimento de soluções inovadoras para empresas e organizações japonesas, por meio da colaboração entre estudantes e universidades de diferentes países.   O encontro, realizado na Diretoria Mantenedora da FAAP, reuniu representantes da instituição e parceiros japoneses responsáveis pelo desenvolvimento do programa. Na ocasião, foram discutidas as diretrizes da próxima edição do SEED, reafirmando o compromisso conjunto com a internacionalização do ensino, a inovação e o fortalecimento da cooperação acadêmica entre Brasil e Japão.   Idealizado pela GOROM Association, o Projeto SEED proporciona uma experiência acadêmica e intercultural que reúne estudantes de diferentes nacionalidades em equipes multiculturais para o desenvolvimento de projetos voltados a desafios reais apresentados por empresas da província de Yamanashi. Ao longo dos anos, o programa consolidou-se como uma importante iniciativa de formação internacional, promovendo o intercâmbio de conhecimentos, a inovação e o empreendedorismo.   A reunião também contou com a participação do empresário japonês Tetsutaro Nakagomi, Presidente e CEO da DAITA Co., Ltd., apoiador do Projeto SEED, cuja atuação tem contribuído para o fortalecimento da iniciativa e para a aproximação entre os setores acadêmico e empresarial no


Moda

Aluna de Moda da FAAP é finalista do Concurso Sou de Algodão 

A aluna Nayara Pereira de Souza, do curso de Moda da FAAP, foi selecionada como finalista do Concurso Sou de Algodão, representando a região Sudeste na etapa final do 4º Desafio Sou de Algodão + Casa de Criadores.  “O concurso é direcionado exclusivamente a estudantes de moda de instituições brasileiras reconhecidas pelo MEC. Assim, ter uma aluna da FAAP entre os finalistas é uma vitrine enorme, tanto para o nosso curso quanto para carreira profissional dessa aluna”, destaca a professora Juliana Schmitt.  Ao todo, são cinco finalistas – uma de cada região do país – que irão apresentar, em novembro de 2026, suas coleções completas com seis looks na 59ª edição da Casa de Criadores, um dos mais importantes eventos da moda brasileira.  “Me sinto muito feliz e privilegiada sabendo que o meu projeto teve potencial para chegar aos finalistas. A FAAP teve um papel fundamental na minha inscrição, porque, através dela, eu pude desenvolver o meu lado criativo e técnico e chegar no projeto que temos hoje”, afirma a estudante Nayara.   Na etapa final, todos os tecidos serão fornecidos por marcas parceiras do movimento Sou de Algodão. As coleções serão avaliadas por uma banca formada por profissionais de destaque no mercado, que observará critérios como acabamento, originalidade, conceito e apresentação, além da forma como o desfile é desenvolvido.  A classificação de Nayara reforça a qualidade da formação em Moda da FAAP e o compromisso da instituição em incentivar a participação dos alunos em concursos e projetos que aproximam o ambiente acadêmico do cenário profissional da moda no

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